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Balanço 2012: Top 3 Cerveja Brasil

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Numa conta aproximada, bebi mais de 150 cervejas diferentes em 2012, e escrevi de aproximadamente 135 aqui. O que era Top 100 virou Top 200. Este foi o ano em que me aventurei no catálogo da curitibana Bodebrown (aliás, tenho duas novas deles pela frente para escrever), da ararense Mestre das Poções e da mineira Casa Piacenza (desta última venho procurando desde então a Jabuticaba Beer).

Também foi um ano em que experimentei pela primeira vez algumas britânicas (Shepherds Name, Old Tom), belgas (La Gauloise, Affligem), italianas (a Winterlude, da Del Ducato, comprada em Veneza, reina como a melhor cerveja estrangeira que provei em 2012), argentinas (Gülmen) e norte-americanas (Anderson Valley e Founders) além das chilenas (Szot e Quimera).

Porém, mais do qualquer coisa, 2012 foi o ano em que algumas cervejarias brasileiras tiraram as manguinhas de fora e começaram a produzir algumas das melhores cervejas do mundo – abrindo as portas para dezenas de outras, que começam a arriscar em rótulos personais. Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre (além do interior paulista e da região da serra catarinense) se destacam como polos de boa cerveja.

De BH, a Wäls surgiu com cerveja número 1 de 2012, a Petroleum, uma Russian Imperial Stout maravilhosa. De Curitiba, a Way exibiu a Way 8S, cuja receita teve 16 mãos (de gente entendida), depois a melhorou com a Double Apa e deu o golpe de misericórdia com a Ambaruna Lager. De POa, a Coruja lançou uma (fora de) série limitada das quais se destacam os dois primeiros lançamentos: Baca e Laberada (com pimenta!). E a Coice vem por ai!

Passei batido pela Vixnu, da Colorado, que até poderia embolar o Top 3 que segue abaixo, e gostaria de citar os ótimos trabalhos da Gaudenbier, de Curitiba (principalmente na linha não filtrada); do Lagom Brewpub, de Porto Alegre (a Pampeana Gruit Ale foi uma das surpresas do ano); da Invicta, de Ribeirão Preto; e da Backer, de Belo Horizonte (pela ótima linha Bravo).

Abaixo, o Top 3. Porém, um adendo: se a Petroleum é a cerveja número 1 do Brasil em 2012, a Way é a cervejaria do ano. Pelo projeto 8S, que rendeu a Double American Pale Ale, pela matadora Amburana Lager, pela recém-lançada Belgian Dark e pelo projeto single hop, que traz em um pack três cervejas Pale Ale (a premiada da casa), cada uma com um lúpulo diferente (falo destas single hop na primeira semana de janeiro).

No quesito cerveja, 2013 promete muito para os brasileiros. Abaixo, as minhas três cervejas nacionais prediletas de 2012:

1) Wäls Petroleum
2) Way Double APA
3) Coruja Labareda

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Leia também:
– Top Cervejas: Cold 200, por Marcelo Costa (aqui)
– Três perguntas: José Felipe, da Wäls (aqui)
– Uma manhã na cervejaria Wäls, em Belo Horizonte (aqui)
– Wäls Petroleum: uma verdadeira experiência alcoólica (aqui)
– Uma das melhores do país: Way Double American Pale Ale (aqui)
– Itália: Um conto cervejeiro em Veneza (Winterlude) (aqui)

dezembro 25, 2012   Encha o copo

Balanço 2012: 16 livros em 12 meses

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Eu até achava que era mais, mas ainda assim estou feliz. Fazia um bom tempo que eu não lia tanto. Ok, comecei o espetacular “O Resto é Ruído” no meio de outubro de 2011, e só acabei em janeiro (e vou reler um dia!). Dali em diante tudo fluiu. Li os dois livros da Jennifer Egan em questão de semanas (e me apaixonei pelos dois). Gostei muito das conversas de Martin Scorsese com Richard Schinkel e achei que Howard Sounes pegou pesado demais com Paul McCartney (relevando isso, o livro é bom).

Reli Tony Parsons, Rainer Maria Rilke (após visitar o castelo de Duíno, na Itália) e Shakespeare e devorei mais de metade de “A Mesa do Mestre Cervejeiro”, de Garrett Oliver (esse tem que ser com calma). No quesito musical, “Vida”, de Keith Richards, foi o campeão, mas “Mick Jagger”, de Philip Norman, perdeu por pouco. E ainda vou escrever sobre o furacão Banksy, um dos caras que mais admiro no mundo hoje. Eis os 16 livros que me acompanharam em 2012:

– “O Resto é Ruído”, Alex Ross
– “A Visita Cruel do Tempo”, Jennifer Egan
– “O Torreão”, Jennifer Egan
– “Sexo na Lua”, Ben Mezrich
– “Conversas com Scorsese”, Richard Schinkel
– “A Intimidade de Paul McCartney”, Howard Sounes
– “Disparos do Front da Cultura Pop”, Tony Parsons
– “Elegias de Duíno”, Rainer Maria Rilke
– “Comédias”, Shakespeare
– “A Mesa do Mestre Cervejeiro”, Garrett Oliver
– “Vida”, Keith Richards
– “A Deusa do Amor”, Rita Hayworth
– “Autobiografia”, Neil Young & Crazy Horse
– “Guerra e Spray”, Banksy
– “Mick Jagger”, Philip Norman
– “A Ira de Nasi”, Mauro Betting e Alexandre Petillo

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Leia também:
– Sobre Scorsese e filmes que salvam almas, por Mac (aqui)
– Martin Scorsese, eu e a morte, por Marcelo Costa (aqui)
– Keith Richards: Gostar ás vezes é melhor do que amar (aqui)
– Marianne Faithfull: Drogas, Sexo e Mick Jagger (aqui)
– “O minimalismo e o rock and roll”, trecho de “O Resto é Ruído” (aqui)
– Neil Young propõe passeio por seus vícios, paixões e medos (aqui)
– “Disparos do Front da Cultura Pop” é aula de jornalismo cultural (aqui)
– Leia o primeiro capítulo de “Guerra e Spray”, de Banksy (aqui)
– Keith Richards, Rolling Stone Alone (aqui)
– Gram Parsons por Keith Richards no livro “Vida” (aqui)

dezembro 24, 2012   Encha o copo

Marcelo Jeneci: novo disco em maio

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Na semana passada, a Natura Musical anunciou os artistas e trabalhos selecionados dos Editais Nacional 2012 e Regionais Pará e Bahia. A Natura já havia anunciado três nomes em outubro – Ney Matogrosso, Lurdez da Luz e Grupo Uirapuru – e nesta segunda fase apresentou outra leva de projetos que serão desenvolvidos em 2013.

Um dos destaques desta seleção é Marcelo Jeneci, que terá apoio na gravação de seu segundo álbum, “Doce Loucura”. Seu disco de estreia, “Feito Pra Acabar”, foi eleito disco do ano no Scream & Yell, em 2010, vencendo por dois votos a estreia de Tulipa Ruiz, “Efemera” (40 votos a 38). “A ideia é começar a desenvolver o material agora, entrar em estúdio em março e lançar em maio”, adiantou Marcelo Jeneci.

Além de Jeneci, a Natura selecionou projetos de DJ Dolores, do músico Siba, da Abayomi Afrobeat Orquestra, de Hamilton de Holanda, que revive a obra de Pixinguinha, e os projetos Na Eira, do coletivo Ponto BR, e Caravana Pantanais e Música das Cachoeiras. No Edital Bahia, a Natura renovou o apoio a Márcia Castro e aposta em Russo Passapusso, Marcela Bellas, no grupo Ilê-Ayê e no festival de documentários musicais IN-Edit Bahia.

Já no Pará, o resgate às tradições culturais locais também foi ressaltado, além da efervescência cultural da nova cena do estado, representado pelo lançamento dos CDs de Natalia Matos, Camila Honda, Felipe Cordeiro e Juliana Sinimbú. Foram selecionados ainda o grupo CaBloco Muderno, Sebastião Tapajós, Mestre Solano e Ronaldo Silva. Em 2012, a Natura foi responsável pelo apoio aos discos de Tulipa Ruiz, Otto e Tom Zé, entre outros.

Leia também:
– Cinco perguntas para Marcelo Jeneci, por Marcelo Costa (aqui)
– Entrevista: Márcia Castro fala sobre “De Pés no Chão” (aqui)
– Natura Musical anuncia contemplados 2011 (aqui)

dezembro 21, 2012   Encha o copo

De Ribeirão Preto, Invicta

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Inaugurada em Ribeirão Preto em no segundo semestre de 2011, e bastante elogiada no meio cervejeiro em 2012, a Cervejaria Invicta surgiu do desejo do mestre cervejeiro Rodrigo Silveira em criar receitas gourmet para apreciadores de boas cervejas. Um dos primeiros lançamentos da casa foi a Indie Rockin’Beer, uma encomenda da banda Velhas Virgens em comemoração aos 25 anos do grupo. Depois vieram mais sete cervejas, todas vendidas em torneira no bar da cervejaria, em Ribeirão Preto (cidade homenageada nos rótulos). Duas destas cervejas começam a ganhar as prateleiras do país em versão garrafa: a Invicta India Black Ale e a Invicta Imperial India Pale Ale.

Com 75 de IBU e 7,5% de graduação alcoólica, a Invicta India Black Ale sugere – através de seu rótulo (que traz a imagem de uma das três locomotivas alemãs Borsig 1912 existentes no país) – uma cerveja forte e, de certa forma, agressiva, mas o conjunto é muito mais comportado do que a expectativa prevê. No aroma, notas de café derivadas do malte tostado e uma interessante remissão a frutas vermelhas. O paladar, por sua vez, dança entre a suavidade do malte torrado (que abre no primeiro toque, e fica por ali) e o amargor dos lúpulos norte-americanos (que não parece chegar a 50 de IBU) resultando em um conjunto agradável (ainda mais para a primeira IBA nacional), ainda que não impressionante.

Já a Invicta Imperial India Pale Ale impressiona, muito embora os 115 de IBU (escala de amargor da cerveja que vai de 0 até 120 – uma Brahma ou Skol, por exemplo, não chegam a 15 de IBU) apontados no rótulo não apareçam no conjunto. A menina dos olhos da cervejaria ribeirão-pretana traz no aroma sua personalidade lupulada que – em meio a nuvens de floral, cítrico e maracujá – não esconde o adocicado do malte de caramelo. No paladar, o malte dá as boas vindas com um interessante adocicado, mas o lúpulo se apresenta rapidamente, de forma leve, com o cítrico acima do amargor. O conjunto baila entre amargor e suave numa cerveja que parece uma versão ruiva (e mais bem, delineada) da India Black Ale. Cuidado com os 8% de álcool… uma paulada.

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Tanto a Invicta India Black Ale quanto a Invicta Imperial India Pale Ale podem ser encontradas em empórios com um bom catálogo de cervejas nacionais. Estas duas foram adquiridas a R$ 18 na loja da Mamãe Bebidas, em Belo Horizonte, mas o site do Clube do Malte já está tem as duas em estoque (ao preço de R$ 22 a garrafa de 500 ml). São duas ótimas cervejas de uma cidade que vem se destacando no meio cervejeiro (Ribeirão Preto também é casa da Colorado). Se você estiver pelas redondezas, vale conhecer o bar da Invicta, que fica anexo a fábrica, possui ambiente (externo e interno) com visão para os barris e traz em seu cardápio mais de 40 rótulos de cervejas nacionais e importadas além das feitas pela própria casa.

Invicta India Black Ale
– Produto: Black IPA
– Nacionalidade: Brasil
– Graduação alcoólica: 7%
– Nota: 3,28/5

Invicta Imperial India Pale Ale
– Produto: Imperial Double IPA
– Nacionalidade: Brasil
– Graduação alcoólica: 8%
– Nota: 3,36/5

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Leia mais:
– Top Cervejas: Cold 200, por Marcelo Costa (aqui)

dezembro 20, 2012   Encha o copo

Podcast Confraria Scream & Yell #2

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Eis o Programa #2 da Confraria Scream & Yell na Oi FM, que foi ao ar no dia 19/12. Equipe completa neste programa: Marcelo Costa, Marco Tomazzoni, Tiago Agostini e Tiago Trigo. Você pode ouvir o programa clicando no player abaixo.

Set list do Confraria Scream & Yell #2:

Barão Vermelho – Sorte E Azar
Herbert Vianna – Se Eu Não Te Amasse Tanto Assim
Ultraje a Rigor – Me Lambe
Leonard Cohen – Darkness
Bruce Springsteen – Death To My Hometown
Neil Young – Twisted Road
Paul Weller – By The Waters
Patti Smith – Just Kids
Bob Dylan – Duquesne Whistle
Pink Floyd – Wish You Were Here (with Stéphane Grappelli)

Leia também:
– Oi FM estreia nova programação online. Conheça os programas (aqui)

dezembro 20, 2012   Encha o copo

Na Oi FM e no Collectors Room

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Ontem foi ao ar minha coluna de estreia no site da Oi FM. Leia “Entre Shakespeare, Buñuel e Paulinho da Viola” aqui. E também marco presença nos melhores do ano do Collectors Room, do grande Ricardo Seelig. Confira minha listinha aqui

dezembro 20, 2012   Encha o copo

Em casa: Pélico, Bárbara e Romulo


“Vamo Tentá”, Pélico


“I Wonder”, Bárbara Eugenia


“Um Amor de Morrer”, Romulo Fróes

Conheça mais do projeto In Casa: http://www.projetoincasa.com.br/

dezembro 19, 2012   Encha o copo

Cinco fotos: Trieste

Clique na imagem se quiser vê-la maior

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Blue

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Redor

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Rain

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Bike

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Infinito

Veja mais imagens de cidades no link “cinco fotos” (aqui)

Leia também:
– Itália: Trieste e o Castelo di Duíno, por Marcelo Costa (aqui)

dezembro 19, 2012   Encha o copo

Melhores de 2012 da Superinteressante

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Já faz algum tempo que o site da revista Super Interessante realiza um dos especiais de Melhores do Ano mais caprichados da internet. No ano passado fiquei responsável por uma lista com 10 coisas a se esperar no quesito Música para 2012 (veja aqui) e neste ano pediram para que eu escrevesse um Top 10 das Melhores Músicas de 2012 (roubei um pouquinho e coloquei 11). Para conferir o Especial deste ano basta clicar na imagem ou aqui.

dezembro 17, 2012   Encha o copo

Mais três cervejas da Anderson Valley

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Uma das mais brilhantes micro cervejarias norte-americanas, a Anderson Valley forma com a Brooklyn Brewery, de Nova York, e a Founders, do Michigan, o trio de representantes que vem colocando os Estados Unidos no mapa da boa cerveja. Claro que existem muitas outras boas cervejarias na terra de Obama, mas estas três são as preferidas deste espaço, sendo que a Anderson Valley soa a mais personal (e maluca) das três: sua fábrica fica em um vale perto de São Francisco; suas cervejas orgânicas não possuem conservantes artificiais e também não passam por processo de pasteurização; o transporte local dos barris é feito ou por meio de cavalos, ou por carro elétrico. E, quer saber, as cervejas são excelentes.

A Anderson Valley nasceu em 1987 e quando completou 20 anos decidiu lançar esta Imperial IPA, uma sacolejada em forma de cerveja movida a mais de 20 pequenas adições de lúpulo Pacific Northwest em fases distintas do processo. O resultado é uma cerveja perfumadíssima com notas cítricas e florais que remetem a caramelo, rapadura e maracujá. No paladar, além do que é antecipado pelo aroma (sem a mesma intensidade), o conjunto valoriza o álcool (8,7%), bastante evidente. Desta forma, álcool e lúpulo juntos constroem uma cerveja forte, amarga e de bastante personalidade cuja potência pode assustar desavisados. O malte está presente com doses de dulçor, ótimo contraste que valoriza ainda mais o amargor.

A Poleeko Gold Pale Ale parece uma busca da Anderson Valley pela simplicidade cervejeira. Aqui temos uma bela American Pale Ale com o lúpulo Pacific Northwest sendo responsável por boa parte da percepção de aroma e paladar (que quase a aproxima de uma IPA). No aroma, bastante cítrico e herbal que remetem a feno, lima, baunilha e maracujá. O paladar é menos complexo, mas interessante. O lúpulo mostra sua cara nos primeiros goles, mas o malte de caramelo equilibra o conjunto com um dulçor que remete a melaço em contraste com o cítrico. O final é um risco levemente amargo na garganta. Conforme a temperatura sobe, os sabores se desprendem e a Poleeko fica ainda melhor.

Já a English Pale Ale da Anderson Valley, a Boont Extra Special Beer, é tão inglesa quanto o estado do Texas, o McDonalds e Woody Allen. Num primeiro momento parece uma Poleeko Gold Pale Ale mais turbinada (a Poleeko tem uma medalha de ouro em torneios; essa Boont Extra Special Beer tem quatro). O aroma traz notas florais e de caramelo e é um pouco mais maltado embora o que interessa aqui seja realmente o lúpulo, e ele não decepciona os fãs. O álcool se desprende com facilidade conforme a temperatura da cerveja sobe. O amargor surge forte no paladar, principalmente nos primeiros toques na língua, mas logo se aconchega, e permite admirar o malte de caramelo. Excelente final.

Eis três ótimas cervejas de Boonville. A Anderson Valley produz 10 rótulos, e praticamente todos estão sendo trazidos ao Brasil pela distribuidora Tarantino. As latinhas de 355 ml costumam sair entre R$ 9 e R$ 11 enquanto as garrafas de 330 ml variam entre R$ 13 e R$ 15. Vale ainda ir atrás das sensacionais Boont Amber Ale (apaixonante, minha preferida da casa), Hop Ottin’ India Pale Ale e da Barney Flats Oatmeal Stout. Há, ainda, duas versões em garrafas de 600 ml: Brother’s David Double e Brother’s David Triple, ambas na faixa dos R$ 29 – e a possibilidade de conhecer a cervejaria em Boonville. Eis um ótimo programa de viagem…

Imperial IPA
– Produto: Imperial Double IPA
– Nacionalidade: Estados Unidos
– Graduação alcoólica: 8,7%
– Nota: 4,28/5

Poleeko Gold Pale Ale
– Produto: American Pale Ale
– Nacionalidade: Estados Unidos
– Graduação alcoólica: 5,5%
– Nota: 3,21/5

Boont Extra Special Beer
– Produto: English Pale Ale
– Nacionalidade: Estados Unidos
– Graduação alcoólica: 6,8%
– Nota: 3,44/5

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Leia mais:
– Top Cervejas: Cold 200, por Marcelo Costa (aqui)
– Conheça outras três cervejas da Anderson Valley: Boont Amber Ale, Hop Ottin’ India Pale Ale e Barney Flats Oatmeal Stout (aqui)

dezembro 17, 2012   Encha o copo