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Posts from — janeiro 2017

Especial: Melhores do Ano Scream & Yell

O primeiro “Top Seven Scream & Yell” foi publicado em 2001 e, excetuando os anos de 2002 e 2003, de lá para cá o site vem, ano a ano, convidando jornalistas, blogueiros, músicos, produtores e gente que mexe com cultura no Brasil a repensar a produção cultural do ano anterior – com direito a voto aberto, o que amplia o alcance da votação. Confira ano a ano todos os “Top Seven Scream & Yell” – assim como os dois Melhores da Década (anos 90 e anos 00).

Melhores do Ano Scream & Yell 2001
Melhores do Ano Scream & Yell 2004
Melhores do Ano Scream & Yell 2005
Melhores do Ano Scream & Yell 2006
Melhores do Ano Scream & Yell 2007
Melhores do Ano Scream & Yell 2008
Melhores do Ano Scream & Yell 2009
Melhores do Ano Scream & Yell 2010
Melhores do Ano Scream & Yell 2011
Melhores do Ano Scream & Yell 2012
Melhores do Ano Scream & Yell 2013
Melhores do Ano Scream & Yell 2014
Melhores do Ano Scream & Yell 2015
Melhores do Ano Scream & Yell 2016
Melhores do Ano Scream & Yell 2017
Melhores do Ano Scream & Yell 2018
Melhores do Ano Scream & Yell 2019
Melhores do Ano Scream & Yell 2020

Melhores da Década – Anos 90
Melhores da Década – Anos 00

janeiro 23, 2017   No Comments

Green Flash e Alpine Beer no Brasil

O mítico Empório Alto de Pinheiros, a meca cervejeira na capital paulista, recebeu na quarta-feira, 18 de janeiro, o lançamento de três cervejas da californiana Alpine Beer e três cervejas da Green Flash Brewing Company, de San Diego (responsável também pela produção das cervejas da Alpine). Dos seis rótulos, quatro são novidades no Brasil, sendo que a Green Flash já passou pelo Brasil em 2014/2015 com uma linha mais arisca (relembre) e a excelente Alpine Beer chega pela primeira vez aos consumidores brasileiros.

Desta vez, a Green Flash retorna ao Brasil com três IPAs à moda antiga, amargas e ásperas (duas delas em lata): a Jibe é uma Session IPA leve produzida com os lúpulos Warrior, Chinook e Cascade. São apenas 4.8% de álcool e 65 IBUs declarados (mas parece menos, algo em torno de 45). A outra que chega em lata é a potente e agradável Soul Style IPA (7.5% de álcool e 75 IBUs). Minha favorita das três foi a Tangerine Soul Style, cuja receita une maltes norte-americanos, lúpulos Citra e Cascade mais raspas de tangerina. Delicinha (de 6.5% e 75 IBUs).

Da linha Alpine, a Hoppy Birthday é a Session IPA da casa, leve e refrescante com seus 5.2% de álcool e 69 IBUs que demonstram um amargor mais limpo do que o das Green Flash. Uma bela cerveja feita com seis lúpulos. Favorita da mesa, a Duet (7% e 45 IBUs) é uma West Coast IPA produzida com os lúpulos Simcoe e Amarillo. Fechando a sessão, a favorita pessoal do dia (e da semana) e com nota 100 no Ratebeer, a apaixonante Alpine Pure Hopiness é uma West Coast Double IPA incrível com 8% de álcool e 61 IBUs.

janeiro 19, 2017   No Comments

10 discos da minha adolescência…

…que me marcaram e que ainda (man)tenho em vinil…

– “Dois”, Legião Urbana (1986)
– “Ocean Rain”, Echo and The Bunnymen (1984)
– “Supercarioca”, Picassos Falsos (1989)
– “The Top”, The Cure (1984)
– “Sessão da Tarde”, Leo Jaime (1985)
– “Closer”, Joy Division (1980/1987BRA)
– “Papaparty”, DeFalla (1987)
– “Hatful of Hollow”, The Smiths (1984)
– “Okay My Gay”, João Penca e Seus Miquinhos Amestrados (1986)
– “Document”, R.E.M. (1987)

Uns anos atrás, o Flogase publicou um especial comigo falando sobre os discos da minha vida

janeiro 18, 2017   No Comments

Cinco lugares para ver shows em SP

A pedido da turma do Free The Essence falei de cinco lugares bacanas para conhecer bandas novas, a nova música brasileira (indie, barulhenta, jazzy, MPB, rock, ska, suingue, o que for), em São Paulo. Saiba mais detalhes sobre os cinco lugares que escolhi aqui.

janeiro 17, 2017   No Comments

Cenas da vida em São Paulo: Crianças

Um grupo de amiguinhos conversa, todos entre 8 e 11 anos. Um deles pergunta: “O que vocês querem ser quando crescer?”

Um diz que quer ser jogador de futebol (quem nunca?), outro fala que quer ser astronauta. Então um diz que quer ser “serpentólogo” e outro conta que quer ser Youtuber.

Passado o momento, um dos meninos chega para a mãe e comenta: “João ficou com vergonha de contar o que ele ser quando crescer”. E a mãe pergunta: “O que?”. E o filho: “Ele quer ser advogado”.

Cenas de São Paulo

janeiro 17, 2017   No Comments

Um ano em doze canções: 2016

A pedido da Polly Sjobon e do Cauê Marques listei 12 músicas de 2016 que representam o ano (tenso) para mim. A minha playlist você pode conferir (e ouvir) nesse link aqui, mas passeia pelo site do Um em Doze como um todo porque vários amigos estão por lá caprichando em playlists interessantes:

https://umemdoze.com

janeiro 13, 2017   No Comments

DJ Set no Razzmatazz neste sábado 14/01

Neste sábado sou convidado do grande Wilson Farina, da HEATHWAVE!, para dividir um set de canções no charmoso Razzmatazz, na Vila Madalena. Confirma presença e veja mais infos aqui e cola lá 🙂

janeiro 13, 2017   No Comments

Quando Woody Allen foi censurado no Brasil

“Bananas”, o segundo filme com Woody Allen atuando, dirigindo e assinando o roteiro, estreou nos EUA em abril de 1971, mas só foi liberado no Brasil (por militares e igreja) em agosto de 1975, com uma cena/piada cortada: a dos cigarros Novo Testamento. Assista:

janeiro 13, 2017   No Comments

A diversão de Bruce Springsteen ao vivo

Pra quem não conhece a rotina de um show tradicional de Bruce Springsteen, cerca de metade do repertório (que equivale a 1h30 de show) é retirado de cartazes que Bruce resgata do meio do público. Alguns fãs capricham em folhas de cartolina com recadinhos enquanto outros vão lá e escrevem apenas o nome da música que querem ouvir. Vale tudo. Bruce então escolhe um cartaz, vira pra banda, e “one, two, three” e lá vamos nós.

Num dos três shows que vi dele, na Itália, uma garota pedia: “Dance with my mom, please”. E durante “Dancing In The Dark” ele atendeu. No sensacional show de São Paulo em 2013, o William levantou o cartaz: “Boss, let me ask her to MARRY ME in your stage! She’s the One”. Bruce os puxou para o palco e ele pediu a Rafaela em casamento na frente de seis mil pessoas… e ainda dançou “She’s the One”, um clássico do álbum “Born to Run”. E tem o comovente vídeo da garotinha de quatro anos em Oslo.

Em Leipzig, na Alemanha, 2013, Bruce pegou um cartaz de um fã que queria ouvir “You Never Can Tell”, clássico de Chuck Berry de 1964 também conhecido como a canção que embala Vincent Vega e Mia Wallace em “Pulp Fiction”. Bruce havia tocado essa canção antes apenas três vezes na vida: uma em 1974 e duas em 2009, e o vídeo abaixo mostra ele e banda tentando lembrar acordes e o tom da canção… na frente de 45 mil pessoas. Era apenas a sexta canção do show (foram 27 no total). Assista!

Leia também:
– Bruce Springsteen ao vivo em São Paulo: Inesquecível (aqui)
– Discografia comentada: todos os discos de Bruce Springteen (aqui)

janeiro 13, 2017   No Comments

DJ Set com Wander Wildner na Sensorial

No próximo sábado (14/01) tem Heatwave! + Scream & Yell no Razzmatazz (https://goo.gl/XLpYWG) e no sábado seguinte (21/01) tem o grande Wander Wildner tocando na bacana Sensorial Discos comigo colocando canções (gaúchas, latinas, portuguesas e alguma cosita anglo saxã) no DJ Set. Confirma presença aqui: https://goo.gl/g9SIGo

janeiro 11, 2017   No Comments