Download: Scream & Yell 06 (Março 2000)

E chegamos à última edição do fanzine Scream & Yell. Haverá ainda um terceiro informativo, que sairia alguns meses depois, mas essa edição número 6 é a última completa em formato fanzine, com 28 páginas e acabamento profissional. Na época, eu trabalhava na Pró-Reitoria de Extensão da Universidade de Taubaté (num concurso interno ocorrido no final de 1998, passei de auxiliar de biblioteca para secretário, e fui transferido da Faculdade de Direito para a Pró-Reitoria da Unitau), e o tempo estava mais sossegado (eu trabalhava manhã e noite no Direito e na Pró-Reitoria acabei voltando ao horário de 8h às 17h). Eu passava madrugadas lendo os fanzines que recebia e respondendo e enviando fanzines Scream & Yell para o Brasil. Nesse período, o fanzine já tinha alguns admiradores daqueles que querem fazer algo para ajudar, e foi uma turma de amigos que trabalhava em uma editora que decidiu, na hora de folga, imprimir nada menos que 1000 exemplares do Scream & Yell 6. Editei tudo no Page Maker num computador conectado à rede da editora, e dali mandei para a impressão – era daquelas impressoras que tomavam uma sala inteira. Não à toa, foi a melhor impressão de todas as edições que fizemos. Nesta despedida escrevo de Salman Rushdie (que eu estava viciado na época), Dulce Quental (uma cantora que adoro e que tempos depois seria colunista do Scream & Yell online) e Wilco (um faixa a faixa sobre “Summerteeth”). Alexandre escreveu sobre Jerry Lee Lewis, Wander Wildner, Goiânia Noise e o ano do pop movies. Aqui também realizo o sonho de ter um texto inédito do amigo André Takeda publicado (“Disco 2000”) e a sessão Matérias Antológicas destaca Álvaro Pereira Jr. Mas há mais, muito mais: futebol, truco, Trainspotting, “Dogma” (o filme de Kevin Smith), os grandes discos de 1999, a clássica “Teoria de Alison”, fitas demo, ombudsman e outras cositas. Assimilada as aulas de Marcelo Orozco, a edição é mais limpa e não tento colocar 3 mil toques onde cabem 2 mil (como fiz na edição 5). É uma despedida digna… antes de entrarmos na era online. Mas não acabou, ainda há um informativo a ser recuperado. Como padrão, no arquivo que você irá baixar há duas versões: uma em PDF para ser lida em desktop, celular e tablet, com o formato das páginas sequencial; e outra em JPG formatada para impressão (ou seja, com as páginas combinadas para serem montadas no formato revista. É simples: você imprime a 6_01 na frente e a 6_02 no verso do A4; a 6_03 na frente e a 6_04 no verso A4; e assim por diante. Depois junta tudo na sequencia (1, 2, 3, 4) e dobra, grampeia no meio e você tem um fanzine). Divirta-se.
BAIXE AQUI O SCREAM & YELL – FANZINE 6

julho 24, 2017 Encha o copo
Scream & Yell Festivais: Øya Festival
Depois do Scream & Yell Discos e do Dicas Scream & Yell nasce hoje a terceira empreitada em parceria com a produtora Casa Inflamável: Scream & Yell Festivais, uma série em que irei falar de festivais em que estive, de festivais que vão acontecer, um pouco de informação, um pouco de turismo, um pouco de história, tudo num programa só. Bora nessa 🙂
julho 21, 2017 Encha o copo
Cinco festivais: Brasil e EUA

Coma Festival, Brasília
De 4 a 6 de agosto de 2017
Infos: https://www.facebook.com/FestivalCoMA/

Coala Festival, São Paulo
12 de agosto de 2017
Infos: https://www.facebook.com/coalafestival/

CalJam Festival, em San Bernardino, Califórnia, EUA
Dias 6 e 7 de outubro de 2017
Infos: https://www.facebook.com/caljamfest/

Desert Daze Festival, em Joshua Tree, Califórnia, EUA
De 12 a 15 de outubro de 2017
Infos: https://www.facebook.com/desertdazemusicfest/

Sound on Sound Fest, em McDade, Texas, EUA
Dias 4 e 6 de agosto de 2017
Infos: https://www.facebook.com/SOSFestTX/
Confira o line-up de outros grandes festivais de música
julho 21, 2017 Encha o copo
Dicas Scream & Yell: QOTSA
No Dicas Scream & Yell de hoje, a estrela é “Songs For The Deaf”, do QOTSA, na edição japonesa que traz três bonus tracks, incluindo “Gonna Leave You”, que é cantada pelo Nick Olivieri (e não pelo Mark Lanegan como falo no vídeo) em espanhol. Confira as dicas anteriores na playlist completa no Youtube: https://goo.gl/snfppu
julho 19, 2017 Encha o copo
Na rota dos vinhos na Argentina (parte 7)

Iniciando o processo de retorno, deixamos Mendoza para trás numa quarta-feira pós almoço e partimos de ônibus para San Rafael, onde na sexta-feira teríamos um voo para Buenos Aires. A ideia era conhecer um pouco mais essa pequena cidade de 170 mil habitantes que me remeteu bastante a uma Campos do Jordão um tiquinho mais modesta, mas ainda assim bastante elegante e charmosa. Casualmente há pouco de vinho nesse último trecho do passeio.

Após o tour Alta Montanha, que nos encantou em Mendoza, decidimos encarar outro, desta vez em San Rafael, esperando repetir a paixão pela experiência, mas foi o contrário. Entre as opções possíveis de tour escolhemos uma que passava pelo Cânion de Atuel, com paredões de rocha separados por uma estradinha de terra e um rio, que nestes dias estava quase seco, mas com o degelo torna toda a região uma atração para esportes de canoagem.

O problema do tour é que apenas o Cânion renderia um tour de pouco mais de duas horas, então a agência outras “paradas” que além de soarem meio forçadas, acabaram por fim tornando o que seria um passeio pelo Cânion de Atuel no passeio pelas comportas da hidrelétrica Nihuil (“Aqui vocês podem descer para ver uma das turbinas da Hidrelétrica”, disse em certo momento a guia, que não exibia a mesma simpatia da guia do tour Alta Montanha).

Antes de adentrar o cânion, porém, paramos para almoçar na pequena vila de El Nihuil (que rendeu o pior vinho da viagem) e, depois, para fotos no primeiro grande dique, que leva o nome da vila. Paisagem bonita, muito vento, alguns kioskos e segue o jogo. A descida para o cânion, de van, é interessante, mas não há paradas no meio do trajeto, o que tira um pouco da graça de fotos: ou é no topo, ou é no fundo. Ainda assim, paisagem bem bonita.

Dai, então, começa a peregrinação pelas comportas da hidrelétrica (são quatro no total), que me deixaram com tanto tédio que numa passagem que renderia um foto lindíssima, fiquei tão atônito que esqueci de pedir ao motorista para parar – na verdade, eu achava que ele iria parar após ver aquela paisagem. Seguimos em frente, entediados, até uma área em que, na época do rio cheio, deve ser bem disputada com diversos modelos de esportes de ação, mas que neste dia só serviu para me fazer experimentar a Patagonia 247, uma Session IPA refrescante.

Antes de pegarmos o caminho para San Rafael ainda paramos no último grande dique da região, o do Valle Grande, que rende uma bela paisagem, e no único local que me deixou sem fôlego, a visão de todo o vale e da formação rochosa que os locais chamam de Submarino (na foto acima). Absolutamente lindo! Teve mais: na entrada da cidade conhecemos uma fazenda que produz vinho de mesa (mediano) e uma extensa variedade de frutas secas e em compotas além de uma bela sala de maturação de carne (o bacon estava bastante aromático). Foi mais um item de visita incluso pela agência que não acrescentou nada ao pacote do passeio. Uma pena.

Na sexta-feira voltamos para Buenos Aires, e no sábado teríamos um voo à noite para São Paulo, e, enfim, home, sweet home. Mesmo assim não desperdicei esse pouco tempo na capital federal. Na sexta á noite sai decidido a conhecer mais bares de cerveja artesanal argentina, e o passeio, que rendeu caminhadas produtivas até San Telmo, permitiu escrever o post especial 11 points de cerveja artesanal em Buenos Aires.

No sábado, último dia da viagem, uma nova surpresa: lembra que eu escrevi uns posts atrás que ainda iria falar da melhor carne da viagem? Então, no sábado rolou almoço com o casal de amigos André e Giovana em um dos meus, desde então, lugares favoritos para se comer carne na cidade: La Carniceria, em Palermo, e me apaixonei pelos cortes da casa. Pegamos um corte de parrila e um corte defumado, e bateu a carne que comi no 1884. Não é pouco. Com essa despedida caprichada deixamos Buenos Aires em direção à São Paulo, mas já penso que preciso voltar logo.

Turismo: Na rota das vinícolas argentinas (aqui)
julho 19, 2017 Encha o copo
Scream & Yell Discos: Latinos e Tugas
Nestes dois programas seleciono alguns dos meus discos favoritos do pop rock cantando em espanhol e também da nova cena portuguesa, dois especiais além fronteira. Espero que você curta : )
julho 17, 2017 Encha o copo
Cinco fotos: Street Art SP
julho 15, 2017 Encha o copo
Dicas Scream & Yell: “Então?”
Marcelo Viegas compila neste livro suas reportagens sobre Música, Skate e Arte. São mais de 20 anos dedicados ao jornalismo cultural esbarrando ainda na criação de um selo próprio (que chegou a lançar um disco do Pin Ups) e na função de editor na importante Edições Ideal.
julho 14, 2017 Encha o copo
Dicas Scream & Yell: Luna
Formado no começo dos anos 90, na esteira do fim do Galaxie 500, o Luna despejou nas prateleiras uma sequencia de álbuns imperdíveis até anunciar um hiato em 2005 (e voltar em 2015 para shows). Neste vídeo falo sobre o “Best Of” da banda, que traz um segundo CD especialíssimo recheado apenas de covers.
julho 14, 2017 Encha o copo
Scream & Yell Discos: Paul McCartney
Quem acompanha o Scream & Yell sabe o quanto sou fã de Elvis Costello, e ele é figura central na retomada da carreira de Paul McCartney nos anos 80, quando trabalharam juntos no álbum “Flowers In The Dirt”, que retornou ao mercado em 2017 numa versão recheada de bônus tracks imperdíveis. Esse é o tema do Scream & Yell Discos 16!
julho 12, 2017 Encha o copo






