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Festivais 2018: mais 13 line-ups

Isle of Wight Festival, Reino Unido
De 21 a 24 de junho de 2018
Infos: https://isleofwightfestival.com/
Experiência Scream & Yell: Uma festa!

Azkena Rock Festival, Vitoria-Gasteiz, País Basco
Dias 22 e 23 de junho 2018
Infos: https://www.facebook.com/azkenarockfestival/

Love Supreme Festival, East Sussex, Reino Unido
De 29 de junho a 01 de junho 2018
Infos: https://lovesupremefestival.com/

Y Not Festival, Derbyshire, Reino Unido
De 26 a 29 de julho 2018
Infos: https://ynotfestival.com/line-up/

Festival Circadélica, Sorocaba, SP
Dias 28 a 29 de julho de 2018
Infos: https://www.facebook.com/circadelica/

Pukkelpop Festival, Bélgica
De 15 a 18 de agosto de 2018
Infos: https://www.pukkelpop.be/en/

Queremos! Festival, Rio de Janeiro
25 de agosto de 2018
Infos: https://festival.queremos.com.br/

Breve Festival, Belo Horizonte
Dias 25 e 26 de agosto de 2018
Infos: https://www.facebook.com/brevefestival/

Wheels and Fins Festival, Kent, Reino Unido
De 7 a 9 de setembro de 2018
Infos: https://wheelsandfins.co.uk/

Personal Fest, Cordoba, Assuncion e Buenos Aires
06 de outubro de 2018 em Córdoba, Argentina
08 de novembro de 2018 em Assuncion, Paraguai
Dias 10 e 11 de novembro de 2018 em Buenos Aires
Infos: https://www.facebook.com/personalfest/
Experiência Scream & Yell: Que belo line-up em 2004

Primavera Fauna Festival, Santiago, Chile
10 de novembro de 2018
Infos: https://www.facebook.com/faunaprimaverafestival/
Experiência Scream & Yell: Vale o passeio

Corona Capital, Cidade do México
Dias 18 e 19 de novembro de 2018
Infos: http://www.coronacapital.com.mx/
Experiência Scream & Yell: Não é para fracos!

Fábrica Festival, Sorocaba, SP
Dias 01 e 02 de dezembro de 2018
Infos: https://www.facebook.com/fabricafestival/

Confira o line-up de outros grandes festivais de música

junho 5, 2018   Encha o copo

Dylan com café, dia 62: Newport

Bob Dylan com café, dia 62: Entre o lançamento de “The Freewheelin’ Bob Dylan” (o disco de 1963 que traz “Blowin’ in the Wind”, “Masters of War” e “A Hard Rain’s a-Gonna Fall”) e “Highway 61 Revisited” (com “Like a Rolling Stone”, “Ballad of a Thin Man” e “Desolation Row” em 1965) se passaram apenas dois anos, tempo que bastou para que Dylan enterrasse o cantor folk de protesto e se tornasse uma persona pop inigualável. Isso fica fácil de constatar ouvindo os sete primeiros discos do homem (incluindo também “Blonde on Blonde”, de 1966), mas também pode ser deliciosamente vislumbrado na tela através do DVD “The Other Side of The Mirror”, lançado em 2007 e que flagra Bob ao vivo no Newport Folk Festival nos anos de 1963, 1964 e 1965.

Produzido e dirigido por Murray Lerner, que já tinha usado várias imagens presentes aqui em “Festival” (1967), mas aproveitou para resgatar takes inéditos para esta produção, “The Other Side of The Mirror” é um daqueles documentos históricos que mereciam estar em um museu com todas as honrarias da Grande Arte. No lugar certo, na hora certa, Murray Lerner registra a primeira aparição de Dylan no festival de Newport, na tarde de 26 de julho de 1963. Ele parece tímido, está de calça jeans, camisa e explica cada canção que apresenta. Começa com “North Country Blues” e recebe Joan Baez para interpretar “With God On Our Side”. No set noturno, mostra uma versão poderosa de “Talkin’ World War III” e recebe The Freedom Singers, Joan Baez e Peter, Paul and Mary num coro de “Blowin’ In The Wind” diante de uma plateia imensa, a se perder de vista.

Em 1964, Bob já é uma estrela nacional. Introduzido por Pete Seeger, o cabelo está mais cheio e a jaqueta já denota uma mudança. Ele abre com “Mr. Tambourine Man” no set da tarde. Já à noite, vê Johnny Cash cantar “Don’t Think Twice, It’s All Right” e recebe Joan Baez para interpretar “It Ain’t Me Babe” antes de fechar com “Chimes of Freedom”. Assim que o set termina, o público exige que Bob volte ao palco, e o apresentador tem dificuldades para conter a audiência, um prenúncio que 1965 seria incontornável de qualquer forma, mas Dylan retorna pelo terceiro ano consecutivo com canções novas num set acústico durante a tarde, e surpreende ao adentrar à noite com uma banda eletrificada e ensurdecer a audiência com versões intensas de “Maggie’s Farm” e “Like a Rolling Stone” enquanto todo o festival o vaiava e o mesmo apresentador do ano anterior sofria para conter a ira do público. Bob retorna no bis para acalmar a audiência e mastiga cada silaba da letra de “It’s All Over Now, Baby Blue”, acústica para delírio dos presentes, porém, a história da música pop já havia sido reescrita naquela mesma noite e nunca mais seria a mesma.

Especial Bob Dylan com Café

junho 4, 2018   Encha o copo

A coleção de discos de Marcelo Costa

Atendendo (com pouco mais de um ano de atraso) ao pedido do amigo Ricardo Seelig, falo sobre a minha coleção pessoal de discos e outras coisas no Collectors Room. Daqueles papos que se eu soubesse que iria ficar tão legal, eu teria respondido antes (risos). Leia aqui. Valeu pela paciência, Ricardo.

junho 3, 2018   Encha o copo

O Google Maps de Bob Dylan

Para festejar os 72 anos de Bob, em 2013, o site Slate montou um mapa interativo com referências a trechos de dezenas de músicas de Dylan. O resultado você confere aqui. Dica boa do Dylanesco!

junho 2, 2018   Encha o copo

Download: poesia completa de Fernando Pessoa


O portal Domínio Público disponibiliza para download a poesia completa de Fernando Pessoa. O acervo contempla toda a obra conhecida do poeta português. Fernando Pessoa nasceu em Lisboa, em junho de 1888, e morreu em novembro de 1935, na mesma cidade. É considerado, ao lado de Luís de Camões, o maior poeta da língua portuguesa e um dos maiores da literatura universal. Poemas mais conhecidos foram assinados pelos heterônimos Álvaro de Campos, Ricardo Reis, Alberto Caeiro, além de um semi-heterônimo, Bernardo Soares, que seria o próprio Pessoa, um ajudante de guarda-livros da cidade de Lisboa e autor do “Livro do Desassossego”, uma das obras fundadoras da ficção portuguesa no século 20. Confira! http://bit.ly/1cPbL3V

junho 2, 2018   Encha o copo

Textos mais lidos: Maio de 2018

TOP 10 MAIO 2018
01) Download: “Um Grito Que Se Espalha”, Tributo a Walter Franco (aqui)
02) Ouça RAINDOWN, tributo ao Radiohead (aqui)
03) Assista: Fellini ao vivo em Brasília, 1998 (aqui)
04) Entrevista: Lee Ranaldo, por Janaína Azevedo (aqui)
05) Entrevista: Mogwai, por Victor de Almeida (aqui)
06) 1968/2018: 50 discos que completam 50 anos!, por Mac (aqui)
07) Balanção: Festival Boston Calling 2018, por Bruno Capelas (aqui)
08) Como o Arctic Monkeys salvou o rock, por Eduardo Palandi (aqui)
09) Boteco: Cinco latões de cerveja nacionais, por Mac (aqui)
10) Três filmes: “You Were Never Really Here”, “A Cidade do Futuro” e “O Dia Depois” (aqui)

DOWNLOAD
01) Download: “Dois Lados”, tributo ao Skank -> 13º link (aqui)
02) Download: Tributo a Belchior -> 41º link (aqui)
03) Download: Milton Nascimento -> 45º link (aqui)

TAGS
01) Scream & Yell Vídeo Maio -> 16º link direto mais clicado (aqui)
02) Bob Dylan com Café -> 80º link direto mais clicado (aqui)
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VIA GOOGLE
01) Três filmes: O sexo no cinema brasileiro (2016) (aqui)
02) O rock nacional anos 80 e a Censura Federal (2015) (aqui)
03) Original vs Versão: “The Passenger” (2014) (aqui)

TOP 10 2018 – PARCIAL (CINCO MESES)
01) Melhores de 2017; Votação Scream & Yell (aqui)
02) Radiohead ao vivo em SP, por Mac (aqui)
03) Balanço: Festival Psicodália 2018, por Rafael Donadio (aqui)
04) Top 5: Discos produzidos por Carlos Eduardo Miranda (aqui)
05) Balanção Lollapalooza 2018, por Mac (aqui)
06) Melhores Músicas do Radiohead, por Bruno Capelas (aqui)
07) Download: “Um Grito Que Se Espalha”, Tributo a Walter Franco (aqui)
08) Download: “Dois Lados”, tributo ao Skank  (aqui)
09) Ouça RAINDOWN, tributo ao Radiohead (aqui)
10) A temporada 4 de Black Mirror, por Mac (aqui)

O EDITOR RECOMENDA
01) Entrevista: Lurdez da Luz, por Carime Elmor (aqui)
02) Entrevista: Alfonsina, por Leonardo Vinhas (aqui)
03) Entrevista: Duda Beat, por Renan Guerra (aqui)

Confira os textos mais lidos no Scream & Yell nos meses anteriores

junho 1, 2018   Encha o copo

Dylan com café, dia 61: Brazil

Bob Dylan com café, dia 61: E o Brasil e Bob Dylan? Bem, destaque para “Zé Ramalho Canta Bob Dylan – Tá Tudo Mudando”, de 2008, em que Zé Ramalho recria 10 canções em português (entre elas, “Como Uma Pedra a Rolar”, “Não Pense Duas Vezes, Tá Tudo Bem” e “O Vento Vai Responder”) e uma em inglês (“If Not For You”). E, principalmente, Belchior, que transformou uma enorme influência em material original de altíssima qualidade. “O grupo vocal Trio Melodia foi um dos primeiros nomes brasileiros a gravarem uma canção de Bob Dylan quando – em 1965 – registraram ‘Blowin´ In The Wind’ para seu LP na CBS. O grande clássico foi também registrado com sucesso por Diana Pequeno no final dos anos 70”, rememora Marcelo Fróes, que, em 2009, lançou o álbum “Letra & Música” com 14 canções do bardo de Minnesota recriadas por artistas brasileiros por seu incrível selo Discobertas (numa coleção que já havia homenageado Paul, John e George, dos Beatles, com um álbum cada).

A seleção abre com a famosa versão de “Jokerman”, de Caetano Veloso, registrada no álbum “Circulado – Vivo“, de 1992, (e a música “favorita” de Bruna Lombardi – Caê ainda registraria “It’s Alright Ma” no bom álbum em inglês “A Foreign Sound”, de 2004), e segue com a delicada versão de “It Ain’t Me Babe”, de Mallu Magalhães, registrada em seu DVD de 2009 (quando ela tinha 16 anos!). Renato Russo marca presença com sua bela versão de “If You See Him Say Hello”, do especialíssimo “The Stonewall Celebration Concert” (1994) enquanto Gal surge com “Negro Amor”, a clássica versão de Caê e Pericles Cavalcanti para “It’s All Over Now, Baby Blue” presente no disco “Caras e Bocas”, de 1977 (a canção reaparece nessa seleção na regravação dos Engenheiros do Hawaii em 1999).

Entre os principais resgates estão “Batismo dos Bichos” (“Man Gave Name To The All Animals”) com Ruy Maurity em 1980 e “Joquim” (“Joey”) com Vitor Ramil em 1987. Completam o tracking list seis versões honestas feitas em 2009 exclusivamente para o álbum (com Fred Nascimento, Twiggy, Luanh, Jomar Schrank, Profiterolis e Daniel Lopes) mais “Knockin’ On Heaven’s Door” com Evandro Mesquista em 2009. Um álbum bem interessante para perceber o alcance da música de Dylan.

Especial Bob Dylan com Café

maio 31, 2018   1 Brinde

Guilherme Arantes ganha tributo indie

Após os ótimos “O Pulso Ainda Pulsa” (tributo aos Titãs) e “O Mundo Ainda Não Está Pronto” (tributo ao Pato Fu), João Pedro Ramos, do blog Crush em Hi-Fi, reúne 22 bandas e artistas independentes para interpretar canções lançadas em diversos períodos da carreira do músico paulistano Guilherme Arantes no recém-lançado álbum “Das Verdades Que Eu Sabia”.

O tributo conta com Bemti, The Ash Tre, Geo, S.E.T.I., Wagner Bernardes, André Whoong, Monte Hill, Primos Distantes, Lerina, FITA (com participação de Ciça Bracale, do Gomalakka), Divina Supernova, BIKE, Cachalote Fuzz, Berg Menezes, Mopho, Siso, Os Chás, Murilo Sá, Lucas Adon, Aloízio e a Rede, Renata Peixoto e Zé Bigode Orquestra.

“Das Verdades Que Eu Sabia” está disponível em streaming nos principais portais (Spotify, Deezer, Google Play) e também pode ser ouvido abaixo, no Soundcloud. Dê o play!

maio 30, 2018   Encha o copo

Dylan com café, dia 60: Complete

Bob Dylan com café, dia 60: Três meses após “Bootleg Series 10 – Another Self Portrait” chegar às lojas, a Columbia despejava um presente de natal a primeira vista imperdível para fãs do homem nas lojas: lançado em novembro de 2013, “The Complete Album Collection Vol. 1” juntava num mesmo box os 41 discos oficiais de Dylan (juntando estúdio e ao vivo e ignorando as Bootleg Series, que devem compor o “Vol. 2” dessa coleção) em 45 CDs (ou seja, quatro deles duplos) trazendo como item raro extra a compilação dupla “Side Tracks”, com 30 canções jogadas aqui e ali na carreira de Bob, e aqui enfim reunidas. Tentador, né, principalmente para fãs mais recentes, mas para o fã de primeira hora de Dylan, “The Complete Album Collection Vol. 1” não trazia absolutamente nada de inédito.

Ok, grande parte do material (15 discos) foi remasterizado pela primeira vez especialmente para esse box (alguns fãs antigos criticaram a remasterização – já em 2010, o box “The Original Mono Recordings” compilava os oito primeiros discos de Dylan em versão mono, o que muita gente julga a versão ideal para se ouvi-los), e até Bob cedeu ao (antes vetado) relançamento do terrível “Dylan”, de 1973, para dar um ar de completude a caixa, que replica o formato bacana dos vinis (ponto positivo), mas junta todos os encartes em um longo livreto de difícil manuseio (ponto negativo) acrescidos de uma introdução inédita de Bill Flanagan e um novo comentário de cada álbum escrito por Clinton Heylin (bacana). No caso da pegadinha “Side Tracks” (que foi lançada a parte do box em vinil triplo), das 30 canções, 22 (entre raridades e singles) saíram em “Biograph” (das 21 raridades daquele box, só ficou de fora “It’s All Over Now, Baby Blue”, na versão ao vivo em Manchester, presente no Bootleg Series 6), 4 em “Bob Dylan’s Greatest Hits Vol. II” (coletânea dupla em vinil de 1971 que trazia singles como “You Ain’t Goin’ Nowhere” e um quarto lado apenas de canções inéditas) e três eram números “mais recentes” como “Series of Dreams” (sobra de “Oh Mercy” presente nas “Bootleg Series 1 & 3”), “Dignity” (outra sobra batida de “Oh Mercy”) e “Things Have Changed”, da trilha sonora do filme “Garotos Incríveis” (2000).

Rara mesmo apenas “George Jackson”, b-side de um single de 1971 nunca presente em lugar nenhum – o A side permaneceu esquecido em sua versão big band, e além dele outras 10 faixas foram deixadas no limbo (entre elas, “Shelter from the Storm” na versão da trilha de “Jerry Maguire”, e os b-sides “Spanish is the Loving Tongue”, “Let It Be Me”, “Trouble in Mind” e “Rita May”, entre outros). Ou seja, “The (In)Complete Album Collection Vol. 1” é perfeita pra quem nunca se aprofundou em Dylan (se é seu caso, mergulhe sorrido), mas fãs já conheciam tudo que estava aqui (além das coisas que ficaram de fora). Que venha o Volume 2.

Especial Bob Dylan com Café

maio 28, 2018   Encha o copo

Tributo a Walter Franco na Mutante Radio

O episódio #86 do programa do site Hits Perdidos, do parceiro Rafael Chioccarello, na excelente Mutante Radio, lançou luz sobre o álbum “Um Grito Que se Espalha“, tributo a Walter Franco com curadoria do chapa Leonardo Vinhas e lançamento do Selo Scream & Yell. O Rafael sabe bem como é lançar um tributo, já que através do Hits Perdidos lançou dois muito bacanas: “O Pulso Ainda Pulsa” (2016), aos Titãs; e “O Mundo Ainda Não Está Pronto” (2017), tributo ao Pato Fu. E ele já está preparando coisas bem bacanas para lançar logo logo. Fique atento ao Hits Perdidos! Abaixo você ouve o programa Hits Perdidos #86 na integra!

maio 28, 2018   Encha o copo