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Gossip x Pipettes

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Em alta: Gossip

Nunca levei o Gossip muito a sério. O primeiro disco deles passou batidaço aqui em casa. Ok, o terceiro, “Standing in the Way of Control”, passou batidaço por mim (os outros dois passaram batido por todos).  Então eu cruzei com Beth Ditto e cia no Rock Werchter 2008 (fotos aqui, aqui e aqui), e até me diverti, o que não quer dizer que rompi o lacre do CD “Music For Men” (2009) assim que ele apareceu aqui em casa. Isso só foi acontecer algumas semanas atrás, e me surpreendi como a banda possa ter ficado tão legal de um disco pro outro. Eles freqüentam a praia do Public Image Ltd (se molhando com batidinhas dance) com a diferença de que no lugar de John Lydon é Beth Ditto, e a coisa toda funciona que é uma beleza. “Music For Men” é daqueles discos raros que você vai ouvindo, ouvindo e ouvindo, e quando percebe chegou ao final. Discão. Assista ao clipe de “Heavy Cross” aqui.

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Em baixa: The Pipettes

A saída de Julia Clark-Lowes foi quase o fim do trio vocal The Pipettes, cujo primeiro disco, “We Are The Pipettes” (2006), traz um punhado de cançonetas a lá Phil Spector que alegram a alma. “Pull Shapes”, um dos hits do álbum, está entre as dez músicas que mais ouvi nos últimos quatro anos, segundo a minha Last.Fm, e isso porque ela não conta o punhado de vezes que coloquei a música na pista em alguma discotecagem. Pois bem, o novo The Pipettes acaba de lançar um single, “Stop The Music” (2010), que é uma porcariazinha. Parece uma mistura sem inspiração de Abba com Bangles e Donna Summer. As outras três faixas (o poperozinho “So I’ll Say Goodbye”, a disco dancing “Our Love Was Saved By Spacemen” e a ridicula “Who Made You The Doctor?”) são constrangedoras. De bonus, um remix de “Stop The Music”. As meninas deveriam levar o refrão da canção à sério e parar com a música. Bons tempos de “Pull Shapes” (aqui em registro ao vivo).

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abril 19, 2010   Encha o copo

Opinião do Consumidor: König Ludwig

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Suavemente doce, mas nem tanto, essa bela Dunkel (uma lager escura tipicamente alemã) tem uma história bastante curiosa. Seu slogan no rótulo, “von königlicher Hoheit Bier”, ou “Cerveja de Sua Alteza Real”, tem a ver com sua herança no Reino da Baviera. O atual proprietário, o Príncipe Leopoldo da Casa de Wittelsbach, é bisneto do último rei, Ludwig III, e a linhagem ainda inclui o Duque Guilherme IV, autor da Lei de Pureza alemã, que limitava os ingredientes da cerveja a água, malte e lúpulo.

A König Ludwig Dunkel é produzida pela cervejaria König-Ludwig Schlossbrauerei Kaltenberg, que fica perto de Munique, mas não tão perto a ponto de ser convidada para participar da tradicional Oktoberfest que, veja só, surgiu após o casamento de um dos ascendentes da família da Casa de Wittelsbach, em Munique (só podem participar da Oktoberfest original, em Munique, cervejarias que mantém suas fábricas nos arredores da cidade, o que acontece apenas com sete fábricas, entre elas a conhecida Paulaner).

A Dunkel tradicional típica da Baviera é feita com maltes torrados que lhe conferem um gosto adocicado que fica entre o caramelo e o chocolate (podendo chegar a café). O lúpulo, de origem alemã, dá uma contrabalanceada deixando o sabor menos adocicado (se não fosse o lúpulo, uma planta da família da maconha, a cerveja seria totalmente doce). Toda boa cervejaria alemã que se preze tem uma Dunkel (que, acredite, foram anteriores as cervejas claras) em seu portfólio.

Esta König Ludwig tem um bom teor alcoólico (5,1) e um gosto adocicado que valoriza o conjunto e mais pede outra do que chega a enjoar (o que acontece muito com as cervejas doces). É uma cerveja bastante equilibrada, com o lúpulo marcando presença no aroma junto a notas claras de caramelo e o paladar destacando o malte torrado. O amargor é leve e a cerveja sobe que é uma beleza, valorizando a König Ludwig, que não chega a ser uma Kostritzer (uma das tops na categoria), mas ainda assim é muito boa. A garrafa de 500 ml pode ser encontrada por ai entre R$ 9 e R$ 11.

Teste de Qualidade: König Ludwig Dunkel
– Produto: Lager Dunkel
– Nacionalidade: Alemã
– Graduação alcoólica: 5,1%
– Nota: 3,3/5

Leia também:
– Kostritzer, uma das dez cervejas da tour Europa 2008 (aqui)

abril 18, 2010   Encha o copo

Scream & Yell apresenta Romulo Fróes

Depois de Charme Chulo na Festa Scream & Yell#1, e Cérebro Eletrônico na #2, dia 07/05, na Casa Dissenso: Romulo Fróes na Festa Scream & Yell #3.

abril 17, 2010   Encha o copo

A polêmica Torre Agbar, de Jean Nouvel

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Foto: Wikipedia

Faltando menos de um mês para nossa viagem para a Europa (a minha terceira e a segunda de Lili), já compramos todos os vôos internos (vamos voar de Easyjet, Vueling e Aegean) e reservamos praticamente todos os hotéis da viagem, só faltando agora a noite que vamos passar em Roma (para ver o Wilco) e as três noites que vamos dormir na Ilha de Wight.

Ao contrário dos dois anos anteriores, em que ficamos em vários hostels, dessa vez optamos por hotéis da rede Íbis/Novotel. Como vou levar uma netbook dessa vez, o lance do wi-fi gratuito me soou bastante oportuno. Assim, acho que vou acabar aproveitando mais as cidades, e escrever quando estiver no hotel, descansando. Mas também alugamos hostels (via Hostelworld), na Grécia e em Istambul.

Fiquei feliz por ter rolado de ficar no Novotel, em Barcelona, por vários motivos. O primeiro, óbvio, é porque ele fica muito perto de onde vai acontecer o Primavera Sound (e chegar “em casa” rápido após um dia de festival não tem preço). Segundo porque o preço foi bem próximo ao que pagamos ano passado, cerca de 35 euros por pessoa. E terceiro porque vamos ficar exatamente ao lado da Torre Agbar, de Jean Nouvel.

Jean Nouvel, 66 anos, é um dos grandes arquitetos vivos da França (e do mundo), tendo sido formado pela Ecole des Beaux-Arts em Paris e membro fundador da Mars 1976 e do Syndicat de l’Architecture. Ganhou o Prémio Pritzker, chamado de o Nobel da Arquitetura, em 2008 (os brasileiros Oscar Niemeyer e Paulo Mendes da Rocha foram agraciados em 1988 e 2006, respectivamente).

Entre suas grande obras está a Fundação Cartier, o Museu do Quai Branly e o Instituto do Mundo Árabe, os três em Paris (visitamos o último no ano passado. Veja aqui, aqui e aqui), o belíssimo Gasometer, em Viena, o estranho hotel Zlatý Andel, em Praga, e a polêmica Torre Agbar, em Barcelona. Polêmica por seu um membro fálico rasgando os céus da cidade catalã.

Em uma cidade de construções baixas como Barcelona, principalmente no centro antigo, a Torre Agbar pode ser vista de vários lugares, o que incomodou muitos barceloneses. Eleva-se a cerca de 142 metros de altura e pode ser vista de dentro das torres do Templo Expiatório da Sagrada Família, de Gaudi. Fotografei aqui e aqui. E no plano geral da cidade, que fiz do Parq Guel, não é tão difícil encontrá-la. Procure aqui.

Passei pela Torre Agbar em 2008 (fiz esse clique que não ficou bom), quando fui tentar ver Tom Waits, no Parq Del Fórum. Desci de ônibus em frente a ela, olhei, e não entendi muito bem porque um francês foi plantar um enorme membro ereto na cidade de Gaudi. Não é a toa que a Torre Agbar é quase uma personagem do filme “Confissões de uma Ninfomaníaca”. O prédio é visto da janela do quarto da moça pelo menos dez vezes durante a película. Curioso e polêmico.

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Dentro da Sagrada Familia, de Gaudi. Foto: Mac

Leia também:
– A programação por dia do Primavera Sound 2010 (aqui)
– Joan Miró, Mies van der Rohe e Parq Güell (aqui)
– “Sou completamente apaixonado por Barcelona” (aqui)
– Uma foto minha de Barcelona no Guia Schmap (aqui)
– Casa Milà, Parque Güell e adeus Barcelona (aqui)
– Antoni Gaudi, Tom Waits e Barri Gotic (aqui)

abril 17, 2010   Encha o copo

Opinião do Consumidor: Schmitt Sparkling

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Segunda Schmitt a passar por este espaço, a história desta Sparkling Ale da cervejaria gaúcha é muito mais interessante que seu sabor. O pessoal da Schmitt – que, se você se lembra do post anterior, começou a fabricar cerveja em casa com a receita de uma vizinha alemã – estava fazendo testes de arrolhamento de cortiça para outra cerveja, a Schmitt Barley Wine Magnum. Após dois anos de pesquisa, incluindo a troca da cortiça por metal, eles perceberam que a cerveja – fermentada e refermentada na garrafa – que estava servindo de teste do fechamento era ótima, e assim nasceu a Sparkling Ale.

Ou seja, a Sparkling Ale veio ao mundo ao acaso, e é uma boa cerveja, mas não senti tanta diferença assim entre ela a Schmitt Ale do post anterior. As bolhas (sparkling) que a aproximariam da champagne (além da garrafa particular) e poderiam figurar como principal diferencial da Ale não apareceram na taça, mas o colarinho espesso e cremoso se destacou. A rigor, a Sparkling Ale deveria ser uma Pale Ale de luxo, mas seu baixo teor alcoólico também prejudica a comparação. O aroma é frutado e cítrico enquanto o sabor é levemente frutado e adocicado, com pouco amargor e final tristemente aguado.

Esta Sparkling Ale (garrafa de 750 ml por R$ 12) lembra demais a Schmitt Ale, no gosto e na aparência, o que deixa perceptível a busca por um padrão de qualidade. As duas carregam no malte e lembram trigo no sabor (e na cor), que se embaralha com o amargor (que é suave) e deixa o gosto final um pouco azedo e aguado. Ainda tenho a Barley Wine na geladeira para ver se a Schmitt ainda vira o placar aqui em casa, mas tenho dúvidas. Das seis categorias que a cervejaria trabalha, provei duas, e não gostei. Mas esse jogo pode virar com a La Brunnete Stout, a Barley Wine, a Magnum e a Big Ale na mesa. Tudo é possível. Por enquanto, placar adverso.

Teste de Qualidade: Schmitt Sparkling Ale
– Produto: Cerveja Ale
– Nacionalidade: Brasil
– Graduação alcoólica: 4,5%
– Nota: 1/5

Leia também:
– A Schmitt Ale se perde entre o azedo e o aguado (aqui)
– Backer Medieval, uma das melhores cervejas nacionais (aqui)

abril 13, 2010   Encha o copo

Opinião do Consumidor: 1795 Dark

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Terceira cerveja da República Tcheca a frequentar este espaço (a saber, as anteriores foram as ótimas Czechvar e  Primator 16% Exkluziv – links no final do texto), a 1795 é uma premium Lager original da cidade de Budweis, na Bohemia, produzida pela mais antiga cervejaria da região, a BMP (Budejovicky Mestansky Pivovar), que foi fundada no centro histórico da cidade em… 1795.

A BMP utiliza até hoje a receita original em seus tanques abertos de fermentação, atingindo os padrões estabelecidos pela D.O.C (Denominação de Origem Controlada) determinados pela União Européia, exclusivamente para cervejas produzidas na cidade de Budweis. Para comprovar é só procurar no rótulo o termo “Budejovické Pivo”, que garante a qualidade das cervejas feitas na região.

Há uma versão clara, deliciosa, mas aqui centramos o paladar na versão 1795 Dark, uma cerveja de baixa fermentação (lager) de belíssima cor escura que é bastante leve e refrescante. No aroma se percebe a presença de malte tostado, café e um adocicado que lembra caramelo e mel. Já no paladar vem um gosto de café, e se sente um adocicado presente que deve combinar bastante com carnes.

Muitos que já provaram a 1795 Dark reclamam deste adocicado (e seu baixo teor alcoólico), que não me incomodou. Ela não chega a ser tão doce quanto a francesa Jenlain e está longe, muito longe da nossa Malzibier. Há na 1795 Dark um leve amargor que mantém o gosto no paladar, e valoriza seu sabor. Não a toa, ela recebeu medalha de ouro e prata no Stockholm Beer and Whisky Festival (2006 e 2007). Seu preço varia de R$ 10 a R$ 15 (a garrafa de 500 ml). Vale experimentar.

Teste de Qualidade: 1795 Dark
– Produto: cerveja lager
– Nacionalidade: República Tcheca
– Graduação alcoólica: 4,5%
– Nota: 3,5/5

Leia também:
– A Czechvar é um ícone da República Tcheca (aqui)
– Primator 16%, duas delas equivalem a seis de outras (aqui)
– Se Brigitte Bardot fosse engarrafada, seria a Jenlain Six (aqui)

abril 12, 2010   Encha o copo

Europa 2010: roteiro de viagem fechado

Depois de vários rascunhos, fechamos o roteiro de viagem. Agora não tem como mudar, mesmo porque já reservamos hotéis e acertamos os vôos internos na maioria dos trechos. Neste momento só está faltando o hotel de Barcelona, o de Roma e o da Ilha de Wight assim como os trechos (de avião, trem ou barco) entre Atenas e Santorini, Atneas e Istambul e Budapeste para Praga. Falta quase um mês pra viagem…

14/05 – São Paulo
15/05 – Budapeste
16/05 – Budapeste
17/05 – Viena – Black Rebel Motorcycle Club
18/05 – Viena
19/05 – Viena
20/05 – Viena
21/05 – Budapeste / Bratislava
22/05 – Budapeste
23/05 – Praga
24/05 – Praga
25/05 – Praga
26/05 – Praga
27/05 – Barcelona – Primavera Sound
28/05 – Barcelona – Primavera Sound
29/05 – Barcelona – Primavera Sound
30/05 – Roma – Wilco
31/05 – Atenas
01/06 – Atenas
02/06 – Atenas
03/06 – Ilhas Gregas
04/06 – Ilhas Gregas
05/06 – Ilhas Gregas
06/06 – Ilhas Gregas
07/06 – Istambul
08/06 – Istambul
09/06 – Istambul
10/06 – Londres
11/06 – Londres / Ilha de Wight
12/06 – Festival na Ilha de Wight
13/06 – Festival na Ilha de Wight
14/06 – Londres
15/06 – Londres
16/06 – São Paulo

abril 11, 2010   Encha o copo

Scream & Yell apresenta Cérebro Eletrônico

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Um dos nomes mais celebrados da nova cena musical brasileira, o quinteto paulistano Cérebro Eletrônico faz uma pausa nas gravações de seu terceiro disco para tocar na 2ª edição da Festa Scream & Yell, no dia 16 de abril, na Casa Dissenso.

Formado por Tatá Aeroplano (voz e brinquedos), Fernando Maranho (guitarra), Fernando TRZ (teclado), Renato Cortez (baixo) e Gustavo Souza (bateria), o Cérebro Eletrônico ganhou notoriedade com seu segundo disco, “Pareço Moderno”, lançado em 2008, com a mistura da Tropicália de Caetano Veloso, o romantismo de Roberto Carlos e a irreverência de Sérgio Sampaio. “Pareço Moderno” figurou em várias listas de melhores discos de 2008.

No momento, a banda prepara o disco Deus e o Diabo no Liquidificador, que deve ser lançado no final de junho. Para registrar o processo de gravação, o Cérebro colocou no ar um hot site com vídeos dos ensaios (http://cerebroeletronico.com/site/), áudio das versões demos das músicas e um blog onde os músicos contam bastidores do estúdio. O destaque do novo repertório é a música “Cama”, com uma melodia que remete à força de “Como dois e dois”, de Caetano Veloso.

A festa integra o calendário de comemorações de dez anos do site Scream & Yell (https://screamyell.com.br/), que começou em março com show do grupo Charme Chulo na Casa Dissenso, e discotecagem com o melhor do pop, rock e indie. Desta vez, uma pitada de sons brasileiros deve ser jogada no caldeirão de sons que sairá das pick-ups comandadas pelos jornalistas e dublê de DJs Marcelo Costa e Tiago Agostini.

A Casa Dissenso fica na Rua dos Pinheiros, 747, quase esquina com a Rua Mourato Coelho. Com ambiente intimista, seu diferencial é a qualidade de som de primeira para as bandas, garantida com a aquisição de novos e potentes equipamentos. O bar se destaca por oferecer uma variada carta de cervejas nacionais e importadas, atendendo aos numerosos amantes da bebida. Durante a festa, a Loja Dissenso estará aberta vendendo artigos relacionados à cultura pop. E não deixe de experimentar o delicioso sorvete da casa.

SERVIÇO
Festa Scream & Yell #2
Sexta 16/04
Abertura da casa: 22h
Show: Cérebro Eletrônico às 00h em ponto (transmitido via web)
Discotecagem: DJ Set Scream & Yell (Marcelo Costa e Tiago Agostini)
$15
Local: Casa Dissenso, Rua dos Pinheiros, 747, São Paulo, SP

abril 7, 2010   Encha o copo

Download: coletânea OViolão

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 Coisa fina. Versões exclusivas. Pra saber mais detalhes do projeto é só ler os dois textos de apresentação escritos por Bruno Natal e pelo Alexandre Matias. Enquanto isso, você pode ir baixando aqui.

1. Lulina – “Mentirinhas de Verão”
2. AVA – “Filha da Ira”
3. Lucas Santtana – “Nighttime In The Backyard”
4. Wado – “Frágil”
5. João Brasil – “Orgasmadance”
6. Burro Morto – “Navalha Cega (Violas)”
7. Frank Jorge – “São Tantas Tendências”
8. Momo – “Mas É o Fim”
9. Curumin – “Solidão Gasolina”
10. Kassin – “Pra Lembrar”
11. Nina Becker – “Polyester Tropical”
12. Gabriel Thomaz – “248-6279?
13. CéU – “Cangote”
14. Do Amor – “Mindingo”

abril 6, 2010   Encha o copo

O Pequeno Livro do Rock, de Hervé Bourhis

Recebi minha edição do divertidíssimo “O Pequeno Livro do Rock”, do francês Hervé Bourhis (que chega ao país em edição da Conrad. Você pode folhear dez páginas aqui). Dei uma  colaboração na revisão do texto, e curti muito o livrinho. Falo mais dele durante a semana.

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abril 5, 2010   Encha o copo