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Três canções: Echo and The Bunnymen


The Killing Moon (19/06/2008)


Rust (22/01/2011)


Nothing Lasts Forever (19/06/2008)

março 22, 2011   Encha o copo

Três canções: Jon Spencer Blues Explosion


Honey Bee (05/2011)


Rock Hard (05/2011)


Blues Explosion Man (05/2011)

março 22, 2011   Encha o copo

Europa 2011: mais alguns shows

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Pelo jeito, vamos ficar com Londres mesmo nos três dias que restavam após a passagem por Barcelona e Amsterdã. A agenda não está toda fechada (cálculos de grana pra cá e pra lá), o único show já garantido é do Kills na casa ai da foto (atualização: compramos os tickets dos shows de Eric Clapton e Art Brut), mas ainda tem estes outros shows pintando nestes três dias londrinos:

01/06
Art Brut no The Lexington (R$ 32)
Emmylou Harris no Royal Festival Hall (R$ 40 a R$ 135)
Eric Clapton e Steve Winwood no Royal Albert Hall (R$ 120 a R$ 180) (comprado)
Fleet Foxes no Hammersmith Apollo (esgotado)
Wolfmother no HMV Forum (R$ 60)

02/06
Art Brut no The Lexington (R$ 32) (comprado)
Fleet Foxes no Hammersmith Apollo (R$ 75)

03/06
Art Brut no The Lexington (esgotado)
Donovan no Royal Albert Hall (R$ 80 a R$ 150)
Jerry Seinfeld no O2 Arena (R$ 230 a R$ 300)
The Kills no Roundhouse (foto): R$ 51 (comprado)
Low no Barbican Centre (de R$ 30 a R$ 50)
Two Door Cinema Club no O2 Academy (esgotado)

25/05 – Barcelona – Primavera Sound
26/05 – Barcelona – Primavera Sound
27/05 – Barcelona – Primavera Sound
28/05 – Barcelona – Primavera Sound
29/05 – Barcelona – Primavera Sound
30/05 – Amsterdã – PJ Harvey (esgotado)
31/05 – Amsterdã – PJ Harvey (esgotado)
01/06 – Londres
02/06 – Londres
03/06 – Londres – The Kills
04/06 – Bruxelas/Madri
05/06 – São Paulo

março 22, 2011   Encha o copo

Cinco fotos: Praga

Clique na imagem se quiser vê-la maior

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A loucura

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A ponte

praga5.jpg
A dança

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O iluminado

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O castelo

Veja mais imagens de cidades no link “cinco fotos” (aqui)

março 21, 2011   Encha o copo

Três filmes: Naomi, Natalie e Juliette

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“Jogo de Poder” (“Fair Game”, 2010)
A história da espiã norte-americana Valerie Plame já havia inspirado uma canção do Decemberists e agora ganha sua versão cinemão com a dupla Naomi Watts (no papel da espiã) e Sean Penn (como o marido Joseph Wilson) esbanjando carisma. O diretor Doug Liman tem mão boa para thrillers políticos, vide “A Identidade Bourne” (2002) e os dois filmes seguintes da franquia produzidos por ele – além do divertido “Sr. e Sra. Smith” (2005), outra história de espiões. Aqui, no entanto, a motivação é real. Joseph Wilson escreveu um editorial para o New York Times em que acusava a administração do presidente Bush de manipular informações (algumas coletadas pelo próprio diplomata) para justificar a invasão ao Iraque. Ou seja, a Casa Branca mentiu visando uma guerra (novidade?). No meio do caminho ferrou a vida de uma espiã que havia dedicado 18 anos de sua vida ao País. Um filmaço sobre manipulação de interesses no mundo moderno.

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“Sexo Sem Compromisso” (“No Strings Attached”, 2011)
O ponto de partida desta comédia romântica inofensiva é até bacana: a câmera flagra um menino e uma menina conversando, ele tímido, ela falante: “Você é engraçada e esquisita”, ele diz. “Sim, sou esquisita”, ela concorda cinicamente. Corte: cinco anos depois eles se reencontram, paqueram e nada acontece. Mais quatro anos se passam e, bum, sexo. Natalie Portman interpreta Emma, uma garota louca (redundância, eu sei) que não quer se relacionar com ninguém, mas curte a idéia do sexo. Ashton Kutcher é Adam, o cara do primeiro fora (e de outros futuros). Eles topam encarar o lance de serem fuckbodys e, claro, alguém vai se apaixonar. Até ai, tudo bem, mas a história secundária, o roteiro, a trilha, o filme todo não precisava ser tão superficial. Não há química entre Natalie e o péssimo Ashton (era mais fácil enganar de chapado no “That 70′ Show”), mas Kevin Kline garante bons momentos quando aparece em cena. Pena que ele aparece pouco.

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“Cópia Fiel” (“Copie Conforme”, 2010)
Primeira incursão européia do cineasta iraniano Abbas Kiarostami (e um dos melhores filmes do ano passado), “Cópia Fiel” discute o conceito da originalidade em uma obra de arte homenageando (ou seria copiando fielmente?) Rosselini (vale rever “Viagem à Itália”, de 1953, que flagra dois estrangeiros no ocaso do casamento) e Antonioni (e também os dois “Before”, de Richard Linklater) enquanto o casal de protagonistas passeia por uma cidadezinha da Toscana. A fotografia esplendorosa explora reflexos de vidros e espelhos (como em “Os Sonhadores”, de 2003, de Bertolucci) conseguindo resultados arrebatadores enquanto o barítono William Shimell (aqui interpretando o escritor britânico James Miller) e a atriz Juliette Binoche (como a francesa Elle) dão um show (com vários momentos de delicioso improviso) em um romance que não existe, mas que é muito mais belo do que vários que já existiram.

março 21, 2011   Encha o copo

EUA: duas cervejas da Brooklyn (parte 2)

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Eis mais duas belíssimas surpresas da cervejaria que ousa enfrentar o imperialismo american lager que assola os Estados Unidos (chegando a ecoar no Brasil). As versões Vienna Lager, Índia Pale Ale e Ale já passaram por aqui (links no fim do post), mas as duas cervejas abaixo são coisa de gente grande, com graduação alcoólica altíssima e uma confusão de sabores para paladar nenhum colocar defeito.

A Brooklyn Monster Ale nasceu em 2009 e é uma cerveja sazonal disponível apenas de dezembro a março. Os norte-americanos capricharam nessa versão Barley Wine (de cervejas tão fortes quanto vinho) da casa. O malte escocês fica curtindo durante quatro meses resultando numa cerveja encorpada, quase licorosa, mas de aroma conquistador (madeira, nozes, vinho) e sabor lupulado, meio doce, que desaparece no final seco.

O amargo do lúpulo disfarça a alta graduação alcoólica, mas é bom não brincar com esse monstrinho. É pra ir devagar e beber como acompanhamento de pratos. O site oficial a recomenda com “queijos, sorvetes, crème brûlée e bons charutos”. Uma das vantagens do estilo é sua durabilidade: é possível guardá-la por bastante tempo. Essa da foto tinha validade para dezembro de 2013. Ou seja, podia ficar ainda melhor. Você teria paciência com ela na geladeira?

Já a Black Chocolate Stout tem tudo para se tornar a stout mais forte que você irá provar na vida. Não só porque a graduação alcoólica é uma cacetada de 10%, mas porque tudo nela é muito mais intenso. Inspirada no estilo Imperial Stout (nascido das cervejas inglesas feitas no século XVIII para a corte de Catarina II, da Rússia, que precisavam de alto teor alcoólico para não congelar no transporte pelo Mar Báltico) a Brooklyn preparou uma cerveja especialíssima.

Seu aroma, naturalmente, é carregado por notas de café impregnadas por chocolate amargo e álcool, este último bastante perceptível. O paladar é invadido por algo que lembra demais chocolate amargo (intensamente), e também café, ameixas e malte torrado. O amargor intenso marca o céu da boca e preenche toda a garganta, com final inicialmente adocicado (mas muito levemente) para terminar amargo (com gosto forte de café, ou o meio termo: cappucino). Uma maravilha.

– Brooklyn Monster Ale
– Produto: Barley Wine
– Nacionalidade: Estados Unidos
– Graduação alcoólica: 10,1%
– Nota: 4,17/5

– Brooklyn Black Chocolate Stout
– Produto: Imperial Stout
– Nacionalidade: Estados Unidos
– Graduação alcoólica: 10,1%
– Nota: 4,09/5

As duas foram compradas diretamente na distribuidora, a Casa da Cerveja, ao preço de R$ 18 a garrafa de 330 ml. Assim com a Monster Ale, a versão Black Chocolate Stout também é sazonal, sendo feita apenas de outubro a março.

Leia também:
– Brooklyn na contra-mão do imperialismo american lager (aqui)

março 18, 2011   Encha o copo

Friozinho na barriga

Faltam 20 dias para a viagem aos Estados Unidos, e só hoje a ficha começou a cair. Terminei o livro do Buñuel (que me fez esmigalhar conceitos) e até cheguei a pensar no livro da Patti Smith, mas optei por me preparar para os 20 dias que vão incluir Nova York, São Francisco, Los Angeles e Chicago lendo o Guia Estados Unidos da Folha (também comprei o Guia 10+ de São Francisco e de Nova York. As versões européias foram muito úteis nas viagens anteriores).

Fato é que, incrivelmente, nunca dei muita bola para os Estados Unidos, apesar de sua imensa influência musical, cinematográfica e literária sobre mim. Sempre fui atraído pela Europa, e renunciei para mim mesmo o prazer dessa viagem aos Estados Unidos até… agora. A ficha começou a cair e um friozinho percorreu o estômago assim que comecei a desbravar no guia as ruas e atrações de Nova York. Já anotei alguns museus (Whitney, Frick, Metropolitan e Guggenheim) e vários lugares (cervejaria Brooklyn incluso).

O Thiago, do Alto Falante, escreveu um texto bacana para o Scream & Yell – que publiquei aqui em janeiro do ano passado – sobre seu passeio pelo East Village. Farei. E preciso rever “Little Manhattan”, uma comediazinha romântica que adoro (e que no Brasil ganhou o nome ridículo de “ABC do Amor” – falei dela aqui) e alguns Woody Allen, mas tenho certeza de que vários lugares vão ser trazidos naturalmente pela memória assim que eu passar por eles.

Comecei a folhear as infos sobre Los Angeles, e muita coisa legal vem por ai. E tem Chicago! Será que vou encontrar o Yankee Hotel Foxtrot? Estou animadíssimo com o show do Decemberists em Ohio e, pela primeira vez, completamente arrependido de não dirigir (nunca tinha contado isso, tinha?) para poder alugar um carro e aproveitar melhor o tempo – e essa coisa tão american way of life.

De qualquer forma, a viagem está chegando. Preciso correr atrás de ingressos para o Coachella (não rolou credenciamento e estou vendo que vou morrer numa grana via eBay) e começar a organizar com calma tudo o que quero ver (e trazer – principalmente em discos e CDs). Vão ser 20 dias especiais em que vou tentar manter a rotina dos diários europeus dos anos anteriores (com histórias sobre as cidades, fotos e relatões dos shows). Dedos cruzados para essa primeira invasão norte-americana.

06/04 – São Paulo / Nova York
07/04 – Nova York
08/04 – Nova York (Aimee Mann)
09/04 – Nova York (Sebadoh)
10/04 – Nova York (Rush)
11/04 – Nova York
12/04 – Nova York / San Francisco
13/04 – San Francisco (Broken Social Scene)
14/04 – San Francisco (PJ Harvey)
15/04 – San Francisco/ Índio (Coachella)
16/04 – Índio (Coachella)
17/04 – Índio (Coachella)
18/04 – Los Angeles
19/04 – Los Angeles
20/04 – Los Angeles
21/04 – Los Angeles / Chicago
22/04 – Chicago (Arcade Fire + National)
23/04 – Chicago / Columbus (Decemberists)
24/04 – Columbus / Chicago / São Paulo

Outros shows possíveis
MEN, no Music Hall Of Williamsburg, 07/04 (New York)
Bright Eyes no Fox Theater, 12/04 (Oakland)
Klaxons no Fillmore, 12/04 (San Francisco)
CSS, na Glass House, 18/04 (Pomona)
The Go! Team, no Echoplex, 19/04 (Los Angeles)
Paul Simon, Pantages Theatre, 20/04 (Los Angeles)
Low, no Lincoln Hall, 21/04 (Chicago)

março 15, 2011   Encha o copo

Dia da Poesia

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Há uma caixa em algum lugar no “armário da bagunça” com mais ou menos três mil páginas datilografadas (em máquina de escrever) de poesias que escrevi entre os 13 e os 30 anos. Era pra ser mais. Aos 15 perdi um caderno que continha umas duzentas tentativas de poemas. Foi – felizmente. Naquele início, meus textos eram inocentemente piegas. Terríveis. Coro só de lembrar.

Não que os textos da caixa do “armário da bagunça” sejam lá relevantes, mas gosto de olhar o desenvolvimento da escrita e do pensamento. São todos poemas numerados, e os primeiros, terrivelmente ruins, só persistiram durante tanto tempo para servir de contraponto de amadurecimento (pessoal e literário) com alguns poemas ali pelo meio que, humildemente, ficaram razoavelmente bons.

Enviei alguns poucos para concursos (animado por leituras de Rainer Maria Rilke), e um deles ficou entre os dez finalistas de um em Ubatuba. É uma das noites inesquecíveis da minha vida. Era uma igreja antiga na orla da cidade, e todos os poemas estavam expostos para um bom público que comentava entre si. Li todos, e até achei que eu tivesse chance (e eu devia realmente ter – meu poema era bom).

Cada finalista deveria ler (ou indicar alguém) seu poema. Lembro que fiz uma encenaçãozinha para valorizar muito da ironia que aqueles versos continham, mas fui atropelado por uma senhora, uns 60 anos, que leu seu poema (que na parede parecia tão sem graça) de maneira tão desoladora que foi impossível não chorar. No entanto, o vencedor foi um português, que por algum motivo estava preso, e foi defender seu poema acompanhado de alguns policiais.

Não lembro palavras de seu poema, mas ele falava sobre as saudades que ele sentia de sua terra natal. Nunca vou esquecer que ele começou sua declamação assoviando o hino português. Naquela igreja, naquele silêncio, não precisou muito para fazer quase todo mundo chorar. Ele ganhou o primeiro prêmio. Eu fiquei em quinto (acho). Dormi na praia admirando o mar e o barulho das ondas.

Outra lembrança boa. Numa Semana da Comunicação, na Universidade de Taubaté, decidimos montar uma sala com varais de poesia, e quem quisesse poderia colocar textos seus ali. Para incentivar, eu e mais alguns estendemos poemas aqui e ali. Haviam cartolinas em branco presas pela sala, caso alguém quisesse deixar algum recado. Numa delas alguém que assinava apenas com as iniciais dizia que tinha “roubado” um poema meu do varal, porque… precisava dele. Tenho a cartolina em algum lugar…

Última. 1999 ou 2000 (a foto que abre o post). Mostra de Cultura Independente, em São Paulo, um evento grande que movimentou a Funarte. O pessoal do Cardosonline estava por aqui. O Thee Butchers’ Orchestra fez um show fodaço no teatro. Eu – ao lado da Alessandra (uma amiga com quem troquei poesias durante muuuito tempo) e do Davi (que, se não me falha a memória, estava dividido entre tocar violão e um copo) – declamei uma seleção de poemas meus intercalados com alguns da Ale e outros escolhidos a dedo (com “Atmosphere”, do Joy Division).

Para o trecho final, separei um cavalo de batalha que eu já tinha usado em um trabalho da faculdade: “Os Provérbios do Inferno”, de William Blake. Um amigo, Cezar Zanin, estava filmando, e ao final da declamação, quando ele veio me cumprimentar, seu filho pequeno, assustado e cabisbaixo, dizia ao pai: “Ele mata criancinhas” (em alusão ao verso de Blake que diz: “Melhor matar uma criança no berço do que acalentar desejos insatisfeitos”). Rimos e o acalmamos, mas ele ficou olhando suspeito para mim toda a tarde.

Não lembro ao certo qual foi a última vez que escrevi uma poesia. Deve fazer uns oito ou dez anos, e alguns textos sobre discos e filmes até se aproximaram de um verniz poético. Da mesma forma, parei de ler poesia. Amo Ana Cristina Cesar, os primeiros anos de Vinicius, Guilherme de Almeida, vários sonetos de Shakespeare, Rainer Maria Rilke, Drummond, Blake e Maiakovski. Tenho um Borges que comprei uns seis anos atrás, e nunca li. E tentei Gabriel García Márquez, mas faltava algo. Talvez sangue. Sei lá.

De qualquer forma, não me vejo escrevendo poesia hoje em dia. Talvez, um dia, quem sabe, eu invista minha loucura em um romance, mas é impossível garantir qualquer coisa sobre esse propósito. No entanto, vez em quando, volto aos meus poemas antigos, e eles me consolam. Há dias em que os odeio ferozmente. Detesto as citações, as rimas, tudo. Em outros aceito grande parte deles com carinho (e respeito por seus – e meus – prováveis defeitos). É quase certo que, um dia, eu faça um ritual e coloque fogo em cada página (acalanto esta idéia desde os 15 anos).

Por enquanto, meus mais terríveis escritos permanecem escondidos na caixa no armário aguardando o juízo final. Alguns sortudos – menos piores – foram publicados aqui. Outros circularam por diversos fanzines (não lembro quais e muitos vezes me surpreendo quando esbarro sem querer em um). E um deles virou música. Essa aqui. Indiferente aos seus destinos, todos eles tiveram uma função bastante importante em minha história: mantiveram-me vivo.

Um bom motivo para brindar ao Dia da Poesia.

E para ler Manoel de Barros… afinal… “por pudor sou impuro

março 14, 2011   Encha o copo

Semana de Comunicação e Jornalismo Cultural

O pessoal da Livraria Cultura liberou o material de divulgação da 1ª Semana de Comunicação e Jornalismo Cultural, que será realizada de 21 a 24 de março na Livraria Cultura do Bourbon Shopping São Paulo, R. Turiassu, 2100, Perdizes, São Paulo. Vão ser quatro dias de debates, e estou na terceira mesa ao lado dos amigos André Forastieri, Pablo Miyazawa e da Letícia Zioni, da Agência Cartaz. A mesa terá mediação de Sérgio Miguez, da Revista da Cultura.

Muita gente boa irá passar pelo local nos quatro dias: Beatriz Monteiro (Catraca Livre), Ivan Finotti (Folha de S.Paulo), Michelle Franco (Comunicação da Secretaria de Cultura de São Paulo), Carola González (Yb Music), Fabiana Batistela (Agência Inker), Pamela Leme (Agência Alavanca), Christian Rôças (Grudaemmim), João Paulo Bueno (Coordenador de Compras de CDs e DVDs da Livraria Cultura) e Daniel Silveira (Diretor Artístico da Universal Music).

Boa oportunidade para discutir cultura e jornalismo. Apareça.

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Clique na imagem abaixo para conferir a programação

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Mais infos aqui

março 12, 2011   Encha o copo

Três canções: Manic Street Preachers


Some Kind Of Nothingness (23/09/2010)


If You Tolerate This Your Children Will Be Next (27/01/2011)


A Desing For Life (23/09/2010)

março 8, 2011   Encha o copo