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Prata da Casa no Divirta-se, Estadão

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Mais sobre o Prata da Casa

maio 12, 2014   Encha o copo

Prata da Casa na Revista Cult

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Mais sobre o Prata da Casa

maio 9, 2014   Encha o copo

Prata da Casa #1: Bruno Souto

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Noite de estreia de projeto é sempre um desafio para o estômago, mas a abertura do Prata da Casa 2014 não poderia ter sido melhor com a elegância de Bruno Souto, acompanhado de uma baita banda e tocando as canções do elogiado “Estado de Nuvem” (download grátis aqui), sua estreia solo, que apareceu em várias listas de melhores do ano passado (Scream & Yell incluisa) e ganhou versão em vinil (via Selo Locomotiva).

O show foi calcado no disco abrindo espaço para uma canção do Volver (banda de Bruno) e rendeu muitos momentos bonitos, como “Eu e o Verão”, “Dentro” e, principalmente, a baladaça “Se Você Quiser”. Escudado pelos guitarristas Nevilton (em noite de guitar hero) e Kaneo Ramos, mais Thiago Nistal (bateria), Augusto Passos (baixo) e Ricardo Prado (teclado), Bruno Souto fez um show classudo abrindo o Prata da Casa de forma magnifica.

As fotos são de Liliane Callegari (mais aqui). Abaixo, dois vídeos.

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maio 8, 2014   Encha o copo

Uma pergunta para o pai da internet no Brasil

Tive o imenso prazer de conversar com o engenheiro Demi Getschko na semana passada sobre Internet, Marco Civil e outros assuntos pertinentes, como sua nomeação ao Hall da Fama da Internet – Demi participou do esforço da implantação de redes no país e foi um dos responsáveis pela primeira conexão TCP/IP brasileira, em 1991. Linko aqui a conversa na integra, quando ela for publicada. Essa resposta abaixo acabou não entrando no texto final, mas era um tema que, acredito, nos interessa muito (a mim e a você, leitor).

A Internet mudou definitivamente o modo com que as pessoas se relacionam (entre elas, com o tempo, com o mundo como um todo). No meu caso, que sou um jornalista especializado em música, sempre que me perguntam sobre internet, indústria e MP3, comento que ainda estamos nos adaptando às mudanças que a internet nos trouxe. O senhor acredita que a Internet vá mudar muito ainda no futuro?

A rede mudou o jeito de funcionar de todo o mundo, e o que é mais grave e impactante, é que a rede mudou modelos econômicos importantes. Certas coisas que eram razoáveis no passado, deixam de ser razoáveis hoje em dia. Essas coisas certamente ameaçam o status quo e gente que está estabelecida. Então, por exemplo, se você fabricava máquina de escrever, é melhor você pensar no caso, porque certamente você não vai mais conseguir vender muitas. Evidentemente, o pessoal não é bobo, sabe que as coisas estão mudando. Então quem tem negócios e trabalha nessas áreas, o que eles puderem atrasar e/ou protelar a quebra do modelo de negócio deles, melhor. Desta forma, cada um vai batalhar/espernear para manter as coisas do jeito que elas estão. “Ah, a internet me ameaça aqui, me ameaça ali, vai acabar a minha receita, não vou ter mais como sobreviver”… Evidentemente que esse tipo de reação é natural e esperado porque eles querem preservar seus modelos de negócio. A internet é uma ruptura séria, uma ruptura que pode gerar grandes alterações no cenário. Já gerou muitas. Já fez grandes alterações, por exemplo, em redes sociais. Hoje você consegue que as pessoas se conectem e se agrupem em grupos, e discutam. O pessoal do terceiro setor (ONGs) foram os primeiros a encontrar as grandes ferramentas das redes, porque eles eram ativistas, mas hoje qualquer cara consegue isso. O pessoal se reúne para fazer churrasco, e isso é uma alteração na relação das pessoas com a rede. O poder da rede, além do fato de que você pode escrever o que quiser e se manifestar, é algo que não existia antes. É uma ruptura séria. Os modelos de negócio estão mudando e os espertos estão enxergando isso. Os que querem se manter encastelados no modelo anterior, correm risco. É a vida. Eles devem saber o que estão fazendo…

Leia também:
– A nova idade média, texto de 2008, por Marcelo Costa (aqui)
– Sete respostas: Música, Cinema e Web, por Marcelo Costa (aqui)

maio 5, 2014   Encha o copo

Sobre o Prata da Casa no Guia da Folha

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Leia também:
– Sobre a curadoria do Prata da Casa, do Sesc Pompeia (aqui)

maio 2, 2014   Encha o copo

Europa 2014: 1º rascunho de viagem

Lá vamos nós de novo: eis o primeiro rascunho da viagem europeia 2014, que conta com duas cidades pelas quais passei em 2013, mas a ideia dessa viagem é levar Lili a lugares que ela ainda não conhece (Amsterdam inclusa). No meio do caminho estão dois baita festivais bacanas, com atrações especialíssimas. Quem sabe…

31/07 – Estocolmo
01/08 – Estocolmo
02/08 – Estocolmo
03/08 – Estocolmo
04/08 – Estocolmo
05/08 – Oslo
06/08 – Oslo – Oya Festival
07/08 – Oslo – Oya Festival
08/08 – Oslo – Oya Festival
09/08 – Oslo – Oya Festival
10/08 – Amsterdã
11/08 – Amsterdã
12/08 – Amsterdã
13/08 – Amsterdã
14/08 – Hasslet – Pukkelpop
15/08 – Hasselt – Pukkelpop
16/08 – Hasselt – Pukkelpop
17/08 – Paris

abril 28, 2014   Encha o copo

A exposição da Lili na Sensorial Discos

Em janeiro deste ano, Renata Simões me procurou querendo bater um papo sobre a lista de melhores do ano do Scream & Yell para seu programa, o GPS, na Oi FM. Sugeri que a conversa fosse na Sensorial Discos, na Augusta, porque eu ainda não tinha conhecido a nova casa da loja, que durante anos funcionou na Galeria Presidente, no centro de São Paulo. Em sua nova versão, a Sensorial trabalha com vinis novos (apenas novos), CDs, revistas, livros e ainda mantém uma geladeira repleta de cerveja boa e um agradável café. Parecia o lugar perfeito para um bate papo sobre música.

Após conversar com a Renata encontrei o Carlos, um dos donos da loja (e baixista da Continental Combo), e começamos a conversar sobre o ambiente. Lembro que elogiei uma exposição de cartazes que estava no local, e Carlos comentou que ela já estava chegando ao fim, e que eles não tinham nada na agenda para o próximo mês. A ideia veio fácil e rápida: por que não fazermos uma exposição com as fotos da Lili aqui? Carlos topou na hora, e só pedi um tempo porque tinha que conversar com ela, além de que montar uma exposição não é da noite para o dia (como descobriríamos).

Como uma adorável taurina, Lili é docemente insegura em relação a várias coisas, mas não sobre suas fotos. Animou-se na hora em que falei da exposição, e começou a planejar. Lili fotografa shows para o Scream & Yell desde 2006, quando começou a clicar com uma Canon Power Shot portátil, que seria trocada ano a ano até ela encontrar sua fiel companheira, uma Canon 5D, que também serviu para acalmar as necessidades que afloraram após os vários cursos que ela fez nesse meio tempo, e que permitiram que ela conseguisse traduzir o que queria em imagens (houve momentos em que ela queria mais do que a câmera que ela tinha podia).

O primeiro passo foi escolher as fotos e ela separou um lote de cerca de 60 imagens, das quais sobraram 11 – mais quatro do Lollapalooza 2014. No processo ficaram para trás várias imagens de que eu, particularmente, gosto muito. De Fernanda Takai a Ben Harper, de Chuck Berry a The National, de Spoon a Los Piratas, de Pato Fu a Vaselines, e Autoramas, Black Mountain, Matt & Kim, Jens Lekman, Franz Ferdinand, Charme Chulo, Romulo Fróes, Clã, Nando Reis, Jair Naves, Mallu, RATM, Cérebro Eletrônico, Josh Rouse, Pixies, Otto, Vampire Weekend, Lulina, Rogério Skylab, Jorge Ben, Public Enemy, Cee Lo Green, TV on The Radio, Wander Wildner, Band of Horses, Suede, Bonde do Rolê, QOTSA, Flaming Lips, Alabama Shakes, Planet Hemp, Black Keys, Apanhador Só, Julian Casablancas…

Na hora de imprimir, Lili optou por uma Impressão Fine Art em papel 100% algodão Photo Rag da Hahnemühle, um papel com certificado de autenticidade e garantia de até 200 anos. E lá fomos enquadrar e pendurar os quadros na Sensorial. O resultado final nos agradou muito. E na noite de abertura, sexta (25/04), vários amigos bateram ponto na Sensorial criando um clima especialíssimo: as fotos expostas (a do Criolo foi a mais elogiada, enquanto as fotos de Tulipa e Lorde foram vendidas), boas cervejas, o primeiro show da Wahgee, novo projeto do amigo Will Prestes, e eu arriscando discotecar em vinis. Tudo perfeito.

O resultado: acordamos sorrindo no sábado, felicidade estampada no rosto. É boa a sensação de fazer algo bacana e ter os amigos por perto, e ter boas conversas rolando nas mesas, e ter um bom show para se ver, e ter boas imagens para se olhar, e ter bons discos para se admirar. Indescritível, uma das noites mais especiais em muito, muito tempo. Agora as fotos ficam expostas na Sensorial Discos até a primeira semana de junho, e ainda estamos em dúvida se vamos reimprimir as vendidas (neste primeiro momento, duas já foram, e a do Garbage e do Gossip estão no mesmo caminho), então pode acontecer de você visitar a exposição e alguma das imagens deste post não estarem lá. Mesmo assim, vá. Vale a pena.

Ps. Fica o agradecimento ao Carlos e ao Lúcio, da Sensorial, não só por abrigarem a exposição, mas por ajudarem a tornar a noite tão especial quanto foi. E também a Will Prestes, por topar fazer o primeiro show da Wahgee nessa noite especialíssima. A todo mundo que foi, um imenso obrigado. E Lili, parabéns!

Exposição: Shows, de Liliane Callegari
De 25 de março até 05 de junho
Sensorial Discos, Rua Augusta, 2389, Jardins, São Paulo
De segunda a quinta, das 11h às 20h30
De sexta e sábado, das 11h às 00h
Informações: https://www.facebook.com/lojasensorialdiscos

abril 27, 2014   Encha o copo

Na curadoria do Prata da Casa

Clique na imagem para ver a linha do tempo do projeto

O Prata da Casa é um projeto especialíssimo do Sesc Pompeia que existe desde 1999 e se caracteriza por abrir “espaço para que cantores e instrumentistas iniciantes (…) mostrem seus talentos.” Todas as terças-feiras do mês, o Sesc Pompeia reserva a Choperia ou o Teatro para a apresentação gratuita de um novo artista, aposta da equipe do Sesc em conjunto com o curador do projeto, cargo que durante este 2014 fica na responsabilidade deste que vos escreve.

Muitas pessoas que admiro já passaram por essa função no Prata da Casa (é só clicar na imagem acima para ver a linha do tempo do projeto) e dentro os mais de 500 shows realizados pelo projeto constam nomes como Fabiana Cozza, Ludov, Barbatuques, Apanhador Só, Karina Buhr, Fernanda Porto, Rashid, Silva, Cícero, Lucas Santtana, Romulo Fróes, Céu, Vanguart e Tulipa Ruiz, entre muitos outros que encontraram na Choperia do Sesc Pompeia seu primeiro grande palco (vale conferir o CD de 10 anos do projeto).

Minha curadoria já começa com três shows em maio, sempre às terças-feiras, sempre gratuito, e meu desejo é ampliar o leque do projeto tanto quanto possível focando na qualidade do trabalho autoral de cada artista selecionado e buscando criar um retrato daquela que, para mim, é uma das melhores cenas musicais do mundo. Por isso, a seleção busca nomes bacanas da cena brasileira de todo esse imenso Brasil, sem se ater a estilos ou pré-conceitos. Focar em música boa, focar em bons trabalhos.

Por isso convido você, desde já, a deixar algumas terças-feiras reservadas a partir de maio para dar uma passadinha no Sesc Pompeia e conhecer um fragmento do que está sendo feito de bom na música nacional. O Prata da Casa acontece sempre as terças, às 21h. Ou seja, dá pra sair do trabalho, chegar ao Sesc Pompeia, tomar uma cervejinha, papear com os amigos, assistir ao show e voltar pra casa até umas 23h revigorado para a labuta semanal. Vem coisa boa por ai, e espero que você possa estar comigo.

Para aqueles que desejam participar do projeto é preciso entrar em contato com a equipe do Prata da Casa e solicitar dados para o envio de material. A equipe do Sesc seleciona os trabalhos recebidos, repassa ao curador que analisa cada material e desenha uma sugestão de programação, que é debatida em reunião. Para mais informações sobre o projeto Prata da Casa e sobre envio de material vale ler esse texto aqui. No mais, a gente se encontra às terças-feiras a partir de maio. Que venham bons shows.

abril 17, 2014   Encha o copo

The Queen is Dead, Boys

Partindo para as “últimas” 200 páginas de “The Smiths – A Light That Never Goes Out, A Biografia”, de Tony Fletcher, o trecho que mais gostei até agora tinha que ser sobre uma das canções (e, principalmente, letras) que mais gosto da banda, “The Queen Is Dead”, que, segundo o biografo (e eu concordo), “passou a ser reverenciada como a melhor performance de estúdio dos Smiths”.

Como acontece com várias canções da banda no livro, Fletcher decupa a produção da faixa acrescentando detalhes interessantíssimos (como o fato do produtor Stephen Street ter cortado um minuto da canção – que pode ser ouvida na versão “original” no vídeo acima no post – às vésperas de entregar as masters para os advogados na pendenga Morrissey x Rough Trade, e isso ter ampliado o impacto da música, que, ainda assim, tem 6h24 de duração, e abre o disco).

Sempre lembro de um texto do José Augusto Lemos em alguma Bizz falando sobre “Rank”, o então álbum póstumo ao vivo dos Smiths: “Engrossado pela guitarra de Craig Gannon, o quarteto original decola com The Queen Is Dead, na fina fronteira entre o hard e o heavy… mas qual desses dois territórios já ostentou uma letra assim… “letrada” ?

E a letra de “The Queen Is Dead” (esmiuçada no livro) é talvez um dos pontos altos da carreira de Morrissey, aquele momento em que você saca que o cara não era “apenas” um letrista vocalista, mas estava acima, bem acima dos outros que o circundavam. Cortando para 2014 e olhando para os lados, é triste perceber que ninguém (seja no Brasil, seja fora) consegue falar de política e pobreza e família e tudo o mais como Morrissey fala nessa letra (se pegarmos as letras de todas as músicas lançadas em 2013, tirando um ou outro – Apanhador Só e Deolinda, por exemplo – parece que vivemos em um paraíso, mas não é bem assim que as coisas estão).

No livro, Tony cita um ensaio em que um cara compara, de forma brilhante, Morrissey com Thatcher, e depois conclui que, enquanto Thatcher era “notoriamente quase desumanamente desprovida de humor”, Morrissey estava “entre as estrelas mais espirituosas que o pop produziu”. E, novamente, “The Queen is Dead” surge como exemplo, como quando Morrissey imagina o Príncipe Charles vestido de mulher na capa do Daily Mail ou se imagina invadindo o palácio e confrontando a rainha, que diz:

“Ei, eu te conheço, e você não sabe cantar”

E eu disse: “Isso não é nada. Você devia me ouvir tocando piano”

Duas frases definitivas:

“Has the world changed, or have I changed?”

E “a narrativa visual que progredia retratando uma Grã-Bretanha varrida pela chuva, entorpecida pela sua subserviência à realeza, à religião ao álcool e às drogas, um local onde uma companhia é convidada a dar um passeio para conversar sobre coisas preciosas como ‘amor e lei’ e não poesia, mas ‘pobreza’ – um local onde, no fim, “Life is very long, when you’re lonely”.

Foda. Sinto falta de letras assim… (e de letristas que percebam o mundo além do eu e do ele/ela).

abril 9, 2014   Encha o copo

#LollaEntrevista: Marcelo Costa

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“Marcelo Costa é o criador de um dos blogs de música mais lidos no país, o Scream & Yell. É lá que a gente encontra diversas entrevistas, resenhas, artigos e matérias sobre o que de mais interessante anda rolando na música, seja nas cenas internacionais ou nas brasileiras.

Viajante do mundo, Marcelo já conferiu de perto festivais de música em diversos países, além de estar sempre rodando o país nos eventos que acontecem durante o ano inteiro, em diferentes Estados.

Batemos um papo com ele a respeito das expectativas para o #NovoLollaBR, os shows mais aguardados e a experiência de viver um festival de música.

Marcelo, você está sempre viajando pelo Brasil (e pelo mundo) para cobrir diversos festivais e shows. Levando em consideração toda essa experiência, pra você, qual é o maior diferencial do Lollapalooza Brasil?
Em termos de Brasil, o Lollapalooza se destaca por um ter um line-up muito mais caprichado (e mais extenso) que outros festivais do gênero. E essa nova edição, no Autódromo, talvez seja a que melhor traduza para nós a experiência de um festival nos Estados Unidos e na Europa.

E em relação ao público, acredita que os brasileiros são mais agitados e empolgados que os demais? Aliás, quais as plateias mais animadas que você já viu durante essas viagens?
Os ingleses são enlouquecidos! Muito da vibe de assistir a um festival no Reino Unido surge da loucura dos britânicos. Eles causam muito (risos). Já os brasileiros ainda sofrem da necessidade de ir a um festival unicamente atrás de um show, e não de uma experiência. E isso faz com que muita gente fique plantada guardando um lugar para ver sua atração favorita enquanto estão acontecendo muitas outras coisas bacanas no ambiente. E essa experiência é muito bacana num grande festival. Claro, os shows são o motivo que nos leva a ir a esse ou aquele festival, mas é a vibe do evento que faz o diferencial. Nesse quesito, Coachella (EUA), Isle of Wight (Reino Unido), Primavera Sound e Benicàssim (Espanha) mais Rock Werchter são os meus preferidos.

Sobre nosso line up: você já tem algum palpite de qual será “O” show do #NovoLollaBR? Se sim, qual e por que?
Arcade Fire, sem dúvida. O disco “Reflektor” dividiu opiniões, mas eles são uma das melhores bandas sobre um palco na atualidade. Talvez até as canções do disco melhorem no show.

Qual você acha que será a atração mais surpreendente do festival, aquela que ninguém comenta muito, mas que na hora vai dar o que falar?
Café Tacvba e Apanhador Só devem fazer bons shows que poderão surpreender a massa que irá ao Lolla atrás do headliner do dia. Johnny Marr também deve arrancar sorrisos e lágrimas da galera.

Qual show do #NovoLollaBR que você está mais ansioso para ver?
Vários! Quero ver como o Arcade Fire irá se comportar no palco com o repertório do novo disco. O Vampire Weekend é outro daqueles imperdíveis na minha lista. Também estou interessado em Portugal The Man, Café Tacvba e Apanhador Só. Se tivesse que escolher apenas cinco shows pra ver, esses seriam os cinco que eu não perderia.

Veja outras entrevistas aqui

março 26, 2014   Encha o copo