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Category — Música

O lançamento da Confraria Pop em SP

Bem, não vou me alongar muito para falar sobre a festa. Acho que nem precisa. As fotos falam por si. Mas deixa eu tentar resumir tudo em dois parágrafos. Em certo momento do show do Apanhador Só, Lili (que estava fotografando junto com a Mariana Lima) virou pra mim: “Que show foda!”. Foi tão natural e… verdadeiro. Acho que a Katchu ouviu. E ambos sorrimos por dentro. Já o show do Nevilton foi… sensacional. Fodão como os shows do trio tem sido com citação de uma constelação de gente legal.

Um bom (e bonito) público compareceu à Livraria da Esquina decorada de Festa Julina para tomar quentão, estourar biribinhas e dançar na festa que marcava a união do Scream & Yell, Urbanaque, Move That Jukebox! e da Agência Alavanca. Fiquei orgulhoso com a noite, com os shows, com as discotecagens, com as pessoas que conheci, com os amigos que foram. Até parecia uma criança… bêbada (risos). Todas as fotos da noite estão no flickr da Confraria Pop (aqui), mas selecionei essas cinco abaixo para animar você a ir lá ver as outras…

Ps. Um obrigado especial ao pessoal da Livraria e, claro, aos agora parceiros Kátia Abreu, Pamela Leme, Bruno, Cirilo e Leonardo Dias, Alex Correa, Neto Rodrigues, Tiago Agostini mais as queridas Katia Melo, Lili Callegari, Mariana Lima e Paula Sato. Estamos apenas começando…

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http://www.flickr.com/photos/confrariapop/

julho 26, 2010   No Comments

Novo ap, SWU, BRMC e Rodrigo Lemos

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Vazou o disco do Arcade Fire (que é bem bom), Rodrigo Lemos (ex-Poléxia) colocou seu primeiro EP solo para download, Mano Menezes foi para a seleção, BRMC fez um cover de um cover do Pogues, Roger Rocha Moreira me entrevistou, tomei uma baita porre de cervejas gringas na sexta-feira e eu e Lili finalmente assinamos o contrato do nosso novo apartamento (aos 45 minutos do segundo tempo).

Do fim para o começo: saímos da Bela Cintra para subir uns setecentos metrôs para morar na Fernando de Albuquerque, quase na esquina da Bela Cintra. Esse apartamento sempre foi uma de nossas primeiras opções por estar reformado, ser grande e bem, localizado. O dono é um economista argentino que pareceu ser bem gente boa.

Temos que entregar esse apartamento no próximo fim de semana, ou seja, temos cinco dias para encaixar coisas. Já assinamos a papelada, mas devemos pegar às chaves na próxima quarta, mais tarde quinta-feira. Na sexta já pedi folga para acelerar o processo de desmontagem das coisas no velho ap, e lá vamos nós: apartamento novo, vida nova.

A semana promete ser corrida. Tem uma pauta boa pela frente, programa da rádio Levis a ser gravado na segunda-feira, caixas a serem fechadas para mudança e o provável anúncio do próximo passo do Scream & Yell. E no próximo fim de semana ainda vai rolar discotecagem no lançamento do novo clipe do Charme Chulo (veja o flyer e coloca na agenda). Haja pique.

O lance do Roger foi bem divertido. Ele me entrevistou pruma parada ae sobre o espírito do rock and roll, e 20 anos atrás eu nunca poderia ter imaginado isso acontecer. Tirando o fato dele me sarrear dizendo que sou uma mistura do Leoni com o João Barone, o papo fluiu bem e assim que tiver algo coloco por aqui.

Outras idéias minhas foram publicadas no ótimo Rock’n’Beats, numa pauta sobre sustentatibilidade e o polêmico SWU Festival (leia aqui). Tenho uma série de reservas ao festival até o momento. Acho que o planejamento foi feito de forma errada (isso se existiu planejamento) e o line-up apresentado até agora mostra que o festival está atirando para todos os lados. Mas ainda vale dar um voto de confiança. Vamos ver onde isso vai dar.

O BRMC decidiu regravar em estúdio o clássico “Dirty Old Town”, canção de 1949 que ganhou uma versão poderosa dos Pogues, em 1985, produzida por Elvis Costello. Eles tocaram essa versão no show que vi deles em Viena, dois meses atrás, e aqui ela aparece em versão despojada em comemoração dos 50 anos das botas Dr. Martens. Você pode assistir ao clipe e baixar a canção em MP3 de graça aqui. O projeto da Dr. Martens ainda terá o Raveonettes regravando “I Wanna Be Adored”, do Stone Roses. Tudo aqui.

Quem também está voltando com material novo é Rodrigo Lemos, ex-Poléxia, que libera seu primeiro EP solo de forma gratuita. “Lemos, EP” traz cinco faixas (gostei de “Alice” e “Menina Laranja”) com participações de Alexandre Rogoski (Baque Solto), Diego Perin (Banda Gentileza) e Vinícius Nisi, Luís Bourscheidt e Thiago Chave, os três da Banda Mais Bonita da Cidade. Você pode baixar o EP aqui e ler uma entrevista com o Lemos aqui.

Por fim, ainda quero ouvir um pouco mais “The Suburbs”, o novo e intenso disco do Arcade Fire, que vazou na sexta-feira. Os caras já lançaram dois discos matadores (falei do “Funeral” aqui e do “Neon Bible” aqui) e fazia muito, mas muito tempo, que uma banda não chacoalhava o cenário pop deixando todo mundo na expectativa. Se diz algo, a primeira audição de “We Used To Wait” causou arrepios. Fodona, massssss… aguarde.

julho 25, 2010   No Comments

Flashrock, Scream On The Radio e Nevilton

O Bruno, de Londrina, foi o sorteado na promoção Converse / Scream & Yell, e vai ganhar um Converse customizado pelo pessoal do Bicicleta Sem Freio. Já os relatos do Flashrock em Belo Horizonte confirmam sucesso de público (ficou gente de fora inclusive), que foi conferir as apresentações de Black Drawing Chalks, Macaco Bong, Chuck Hypolytho, Dead Lover’s Twisted Heart, Fusile, Proa e Hell’s Kitchen Project. O Conversation conta mais sobre o evento aqui.

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Gravamos ontem a segunda edição do Scream & Yell On The Radio, na Rádio Levis, que vai ao ar na próxima sexta-feira, 15h. O primeiro programa deve entrar para download hoje, máximo amanhã. Já conseguiu passar lá para sacar os novos programas especiais? http://www.radiolevis.com.br/

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Um dos fortes concorrentes ao posto de disco nacional de 2010 caiu no twitter ontem. Viu? Aqui. Eu tenho uns dois discos na manga, mas esse dai deve balançar o cenário…

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Quer ter uma pequena idéia de como andam sendo as apresentações ensandecidas do Nevilton? Os sócios do Urbanaque colocaram no ar o bootleg “Festa Urbanaque Apresenta Nevilton na Funhouse” com o show que o trio fez na casa da Rua Bela Cintra no dia 03/07. Baixe aqui.

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julho 20, 2010   No Comments

Download: discos e projetos do Supercordas

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O pessoal do Supercordas montou um blog para a (mu)shroom records e está disponibilizando toda discografia da banda além de projetos raríssimos ali. Simplesmente imperdível. Baixe tudo aqui.

maio 13, 2010   No Comments

Sobre o amor, a música e outras bobagens

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Dias atrás o cansaço bateu tão forte que a inevitável vontade de jogar tudo para o alto fez aquela visita corriqueira. Os amigos apareceram, deixaram comentários especiais, tão especiais que me sinto até envergonhado de agradecer. Estamos todos no mesmo barco, afundando, e por mais que essa vontade feladaputa de mandar tudo a merda seja tentadora, ainda não é hora.

Mesmo assim, devo e preciso agradecer ao Murilo, ao Carlos, ao Márcio, ao Júnior, à Cris, ao André, à Erika, ao Daniel, ao Giancarlo, ao Ivan e ao Samuel por dividirem impressões com seus comentários e fazer este espaço tão impessoal parecer uma mesa de bar, e vocês todos grandes amigos. Coisas do século 21. E tem gente que ainda tem medo da internet. Eu só posso agradecer pelos amigos que tenho.

Na sexta realizamos a terceira edição da Festa Scream & Yell, na Casa Dissenso, e em algum momento ali pelo meio do show, enquanto eu filmava a apresentação de Romulo Fróes que estava sendo transmitida via web, alguma ficha caiu. O cansaço dos dias anteriores foi deixado de lado por uma alegria imensa, que tem uma explicação muito simples, mas que se perde na correria do mundo moderno: o amor por algo.

No meu caso, eu amo a música de uma maneira tão intensa que seria tolo tentar traduzir em palavras. Eu não toco nenhum instrumento, mas a música exerce um poder sobre mim que influenciou alguns dos principais passos da minha vida. Eu não estaria aqui se não fosse a música. E não estaria só não conversando com você agora, mas o Scream & Yell não existiria, e eu não conheceria todos os meus amigos. Minha vida seria outra.

Se essa outra vida seria melhor ou pior, quem vai saber. Não tenho base nenhuma para falar dela, apenas algumas suposições que indicam que escolhi o caminho certo. No fim das contas, amo a pessoa que sou hoje, e a música tem boa parte na construção da personalidade desse cara que conversa com você agora. Já escrevi dezenas de vezes: minha alma está realizada faz tempo, o que não quer dizer que vou desistir do mundo.

E foi ali, sei lá, entre “Do Ponto do Cão”, “Qualquer Coisa em Você Mulher”, “Ela Me Quer Bem” e “Para Fazer Sucesso” (entre tantas outras canções brilhantes) que percebi que faço tudo que faço porque amo a música. Porque ali, com uma câmera na mão aos pés de uma grande banda, me emociono. O som que sai dos altos falantes invade o meu coração e me faz ser uma pessoa melhor. Em “O Chão Que Ela Pisa”, Salman Rushdie descreveu com soberba isso que estou sentindo.

“É um mistério tão alquímico quanto a matemática, ou o vinho, ou o amor. Talvez os pássaros tenham nos ensinado. Talvez não. Talvez sejamos, simplesmente, criaturas em busca de exaltação. Coisa que não temos muito. Nossas vidas não são o que merecemos. De muitas dolorosas maneiras elas são, temos de admitir, deficientes. A música as transforma em outra coisa. A música nos mostra um mundo que merece os nossos anseios, ela nos mostra como deveriam ser os nossos eus, se fôssemos dignos do mundo”.

No entanto, o momento de sublimação acontece quando um mero espectador do mundo como eu consegue dividir esse amor pela música com outras pessoas. Então lá estou, sentado com uma câmera na mão quando percebo que no mesmo lugar existem dezenas de outros amigos aproveitando esse momento mágico de felicidade sonora. E tenho participação nisso. É um sentimento que poderia ser descrito como o nirvana para os budistas, um estado de calma, paz, pureza de pensamentos, elevação espiritual.

E tudo isso por causa da música, por causa de um show.

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No palco, o trio afiado que acompanha Romulo Fróes soube usar com excelência a qualidade de som magnífica da Casa Dissenso. Era possível ouvir os mínimos detalhes do som do grupo. Do baixo afiado de Marcelo Cabral à levada de bateria singular de Pedro Ito até os devaneios enlouquecedores da guitarra de Guilherme Held, tudo flutuava no ar com uma qualidade raramente vista na noite paulistana, em que os detalhes das canções são sufocados pelo tilintar de garrafas vazias de cerveja arremessadas ao lixo.

À frente do grupo, Romulo Fróes dedicou-se a embaralhar as músicas de seu álbum duplo, “No Chão Sem o Chão”, e entregá-las ao público alguns quilômetros à frente das versões registradas em disco. O som amadureceu no palco, e a banda soa à vontade, brindando os presentes com “Nada Disso É Pra Você” (canção de Romulo e Clima gravada no segundo disco de Mariana Aydar) e dois belos números inéditos, que contam com a participação de Rodrigo Campos: “Onde Foi Que Nunca Vem” e “O Filho de Deus”.

Lili, que estava fazendo as fotos que ilustram esse post, em certo momento me disse ao pé do ouvido. “Esse é o melhor show que eu vi do Romulo”, corroborando minha própria opinião. A apresentação termina com “A Anti-Musa”, um fragmento de espaço/tempo que marca o encontro improvável de Nelson Cavaquinho com Sonic Youth. O noise tomou conta do ambiente, em quase dez minutos de delírios musicais.

Grandes shows podem ocorrer em qualquer cantinho do planeta, porém, muitas vezes, não estamos na vibe para assisti-los. Sabe aquele ditado que diz que o apaixonado percebe com mais facilidade as belezas do mundo? Isso. Um show não depende só de quem está no palco, mas sim de toda uma constelação de acontecimentos que leva cada pessoa a estar naquele lugar no mesmo momento. E o sentimento que nasce desse encontro pode gerar mil e uma interpretações.

A minha sobre a noite de sexta-feira é a seguinte: o melhor lugar do mundo para se estar entre 22h de sexta e 3h do sábado era a Casa Dissenso, na Rua dos Pinheiros, 747. Eu não queria estar à beira da Torre Eiffel, em Paris, na Piazza San Marco, em Veneza, no melhor restaurante do mundo, em qualquer outro show que fosse. Se eu tivesse que voltar no tempo, agora, quereria estar ali, no mesmo lugar, sentindo aquilo novamente.

E isso tem muito a ver com a presença de dezenas de amigos (e o Eric, a Muriel, a Lita, o João e o Elson, da Casa Dissenso, já se incluem nessa categoria), que não só foram para ver o show, como também para apoiar o trabalho que eu e o Tiago Agostini estamos fazendo. A vibe do lugar era tão boa, mas tão boa, que até deu vontade de fazer como Marcel Duchamp, e condensar “50 Miligramas do Ar da Casa Dissenso” num vidrinho, para guardar.

Uma das coisas que tiro dessa noite especialíssima é que nesse processo todo que estamos vivendo no cenário brasileiro, amar a música é essencial. Ultimamente a música tem sido deixada em segundo, terceiro plano enquanto a política e os desejos pessoais tomam a frente. Não tem como dar certo, pois é um sentimento oco, falso, sem alma. Pensa-se o formato, organiza-se o movimento, mas o mais importante é deixado de lado, como se a música fosse um mero adereço.

“Gosto de não ter de ouvir música porque tenho que ouvir música, mas ouvir música porque sem ela não consigo conceber a própria vida”, escreveu certa vez Ana Maria Bahiana, uma apaixonada. O show foda do Romulo Fróes na Casa Dissenso me trouxe de volta essa sensação que a Ana descreve, e encerrou de maneira brilhante o primeiro semestre de atividades do Scream & Yell. Agora é se concentrar na viagem e  ir matutando um monte de novidades legais que vão pintar em junho.

O site não para nesse período de viagem. Além do diário de férias (que você poderá acompanhar aqui pelo blog) teremos as entrevistas, os textos de cinema, música, cobertura de shows e tudo aquilo que movimento o site normalmente. Scream & Yell 10 anos amando a música. E viagem na bota. Obrigado de coração pela paciência, pela leitura e pelos pensamentos positivos. É hora de seguir em frente.

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maio 9, 2010   No Comments

Quatro shows

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 Jonathan Richman, no Sesc Pompéia

Difícil escrever algo desse show. Ou seria um anti-show? Fiquei longos minutos caraminholando uma teoria sobre vibe, que versa mais ou menos sobre a pessoa que está assistindo ao show estar na mesma vibe do artista. Quem estava na vibe de Jonathan Richman se divertiu horrores no Sesc Pompéia. O tempo que fiquei em frente ao palco foi bem cool, mas bastou sair pra comprar uma cerveja, e a vibe se foi. Fiquei de longe, com dois amigos, conversando enquanto Jonathan Richman divertia (ou enganava, escolha sua alternativa) o público lá na frente, já que o violão, não microfonado, parava nas primeiras fileiras. Jonathan Richman iria ganhar um dinheirão se fizesse shows em lual de beira de praia. No Sesc Pompéia, meia casa, ficou parecendo esforçado. E meio tolo, desculpa dizer.

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Guizado, no CB

Gostei pacas do álbum “Punx”, mas ao vivo acho um desperdício Guizado deixar o trompete como coadjuvante. No palco, as músicas do “Punx” ficam punks, pesadas e o trompete fica ali escondidinho debaixo de bases eletrônicas. Vez em quando aparece, dá um olá, encanta a alma, e se recolhe. Porém, o show não foi só de “Punx”. Guizado abriu a caixinha de novidades e apresentou várias canções novas, inéditas, que trazem como diferencial sua voz. Isso mesmo: Guizado vai cantar no próximo disco. Ao vivo as novas canções pareceram bem legais, e prometem um bom álbum. Resta esperar que entre encaixar voz, guitarras e programações, Guizado não se esqueça do trompete.

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Sapatos Bicolores, na Casa Dissenso

Não esperava muito desse show, mas o trio surpreendeu. “Quando o Tesão Bater”, disco novo dos caras, está lacradinho aqui em casa, muito pelo fato de que “Clube Quente dos Sapatos Bicolores”, o disco anterior, me soou certinho demais, jovem guarda demais para quem parece gostar do inferno. O show na Casa Dissenso, festa dos amigos do Urbanaque, porém, foi altos. Bons riffs de guitarra, bateria e baixo na medida certa e um tesão danado pelo rock and roll. Vou ouvir o disco novo para tirar a prova, mas os Sapatos Bicolores parecem o tipo de banda cujo palco é seu principal tradutor. Showzão.

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Karina Burh, no CB

Não é toda artista que consegue colocar no mesmo palco dois ícones da guitarra brasileira: Edgard Scandurra e Fernando Catatau. Eles dão um temperinho perfeito ao som da moça, que ainda ganha reforço com o trompete e as programações os efeitos de Guizado. As canções ficam mais pesadas ao vivo, e só fui perceber ali no CB entre cervejas a quantidade de baladas e canções lentas que compõe “Eu Menti Pra Você”, disco de estréia da ex-Comadre Fulozinha. A faixa título foi um dos destaques da noite acompanhada da divertidíssima “Plástico Bolha” e também de “Ciranda do Incentivo”, que eu filmei e coloquei aqui. Não sei se dá para perceber pelo vídeo, mas alguma produtora de moda podia ajudar a Karina na hora de se vestir, hein. Roupa terrível, mas show bom.

Fotos 1, 2 e 4: Marcelo Costa / Foto 3: Liliane Callegari

maio 5, 2010   No Comments

Festa Scream & Yell #3 com Romulo Fróes

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A Lili ficou encarregada dos cartazes das duas primeiras festas (aqui e aqui), e agora o Cleber Machado assina o belíssimo cartaz dessa terceira festa, que você pode ver em melhor definição clicando na imagem acima. Pode copiar, colocar no seu blog e nos ajudar na divulgação da Festa Scream & Yell #3, que além de show do Romulo Fróes irá contar com os amigos Rodrigo Levino (do Corpo de Berenice) e Dani Arrais (do don’t touch my moleskine) nas pick-ups junto comigo e com o Tiago Agostini. A festança promete. O serviço está abaixo.

Festa Scream & Yell #3
Sexta: 07/04
Abertura da casa: 22h
Show: Romulo Fróes às 00h (transmitido via web)
Discotecagem: DJ Set ScreamYell (Marcelo Costa e Tiago Agostini) + Dani Arrais e Rodrigo Levino
$15
Local: Casa Dissenso, Rua dos Pinheiros, 747, São Paulo, SP
Informações: www.screamyell.com.br

abril 28, 2010   No Comments

Gossip x Pipettes

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Em alta: Gossip

Nunca levei o Gossip muito a sério. O primeiro disco deles passou batidaço aqui em casa. Ok, o terceiro, “Standing in the Way of Control”, passou batidaço por mim (os outros dois passaram batido por todos).  Então eu cruzei com Beth Ditto e cia no Rock Werchter 2008 (fotos aqui, aqui e aqui), e até me diverti, o que não quer dizer que rompi o lacre do CD “Music For Men” (2009) assim que ele apareceu aqui em casa. Isso só foi acontecer algumas semanas atrás, e me surpreendi como a banda possa ter ficado tão legal de um disco pro outro. Eles freqüentam a praia do Public Image Ltd (se molhando com batidinhas dance) com a diferença de que no lugar de John Lydon é Beth Ditto, e a coisa toda funciona que é uma beleza. “Music For Men” é daqueles discos raros que você vai ouvindo, ouvindo e ouvindo, e quando percebe chegou ao final. Discão. Assista ao clipe de “Heavy Cross” aqui.

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Em baixa: The Pipettes

A saída de Julia Clark-Lowes foi quase o fim do trio vocal The Pipettes, cujo primeiro disco, “We Are The Pipettes” (2006), traz um punhado de cançonetas a lá Phil Spector que alegram a alma. “Pull Shapes”, um dos hits do álbum, está entre as dez músicas que mais ouvi nos últimos quatro anos, segundo a minha Last.Fm, e isso porque ela não conta o punhado de vezes que coloquei a música na pista em alguma discotecagem. Pois bem, o novo The Pipettes acaba de lançar um single, “Stop The Music” (2010), que é uma porcariazinha. Parece uma mistura sem inspiração de Abba com Bangles e Donna Summer. As outras três faixas (o poperozinho “So I’ll Say Goodbye”, a disco dancing “Our Love Was Saved By Spacemen” e a ridicula “Who Made You The Doctor?”) são constrangedoras. De bonus, um remix de “Stop The Music”. As meninas deveriam levar o refrão da canção à sério e parar com a música. Bons tempos de “Pull Shapes” (aqui em registro ao vivo).

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abril 19, 2010   No Comments

Scream & Yell apresenta Romulo Fróes

Depois de Charme Chulo na Festa Scream & Yell#1, e Cérebro Eletrônico na #2, dia 07/05, na Casa Dissenso: Romulo Fróes na Festa Scream & Yell #3.

abril 17, 2010   No Comments

Download: coletânea OViolão

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 Coisa fina. Versões exclusivas. Pra saber mais detalhes do projeto é só ler os dois textos de apresentação escritos por Bruno Natal e pelo Alexandre Matias. Enquanto isso, você pode ir baixando aqui.

1. Lulina – “Mentirinhas de Verão”
2. AVA – “Filha da Ira”
3. Lucas Santtana – “Nighttime In The Backyard”
4. Wado – “Frágil”
5. João Brasil – “Orgasmadance”
6. Burro Morto – “Navalha Cega (Violas)”
7. Frank Jorge – “São Tantas Tendências”
8. Momo – “Mas É o Fim”
9. Curumin – “Solidão Gasolina”
10. Kassin – “Pra Lembrar”
11. Nina Becker – “Polyester Tropical”
12. Gabriel Thomaz – “248-6279?
13. CéU – “Cangote”
14. Do Amor – “Mindingo”

abril 6, 2010   No Comments