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Category — Música

loudQUIETloud: a film about the Pixies


Não sei se já aconteceu com você, mas comigo, várias vezes: você passa um tempo danado sem falar com uma pessoa (as coisas talvez não tenham terminado bem da última vez ou algo assim), e acha que tudo bem, a vida segue, mas chega um determinado momento em que você a reencontra, e todas as coisas se encaixam – como se o tempo não tivesse passado.

Acredite, acontece. Particularmente, sou um cara super estranho com as amizades. O motivo, olhando para mim mesmo, talvez seja porque eu necessite muito da solidão (ou eu necessito, ou eu acho que necessito), e as amizades existem exatamente para impedir que você fique sozinho. Lógico, para muitas outras coisas, mas fazemos amigos essencialmente para termos alguém com quem conversar e trocar ideias.

Risos. Engraçado como falar de uma banda que a gente ama pode entregar mais do que aquilo que a gente imagina. Ok, tenho meus amigos, mais até que do mereço, e eles são uma parte especial da vida. Existem aqueles que estão vivendo o aqui agora, aqueles que já viveram e vira e mexe aparecem para uma cerveja ou para um email carinhoso bissexto, e, alguns, que por algum motivo ficaram pelo caminho.

Existem também os amigos invisíveis, como diria Edgard Scandurra. As bandas, as músicas que sempre nos acompanharam, mas que por algum motivo desaparecem de nossas vidas. Não me lembro o motivo, mas eu tinha brigado com o Pixies. Eles continuaram na minha vida, não tinha como esquecê-los (imagina: toda vez que não ouço algo lembro que fiquei quase surdo por causa de “Doolittle”), mas algo nos distanciava.

Tentei ir vê-los quando eles tocaram em Curitiba, mas não rolou. Quando o Danilo e o Ricardo, da Mojo Books, me pediram uma história sobre um disco, não pensei duas vezes: Pixies (você pode baixar o livro gratuitamente aqui). As músicas iam e vinham, mas a volta da banda me deixou com um pé atrás, não sei o motivo. Os vi, depois, no Primavera Sound, e também no SWU, e algo em mim esperava mais, não sei o que.

Hoje assisti “loudQUIETloud: a film about the Pixies”, e parece que tudo se encaixou. As estranhezas das letras do Frank Black, os sorrisos chapados de cerveja sem álcool da Kim Deal, o olhar suspeito de Joey Santiago, a alegria nonsense de David Lovering, quatro pessoas que por algum motivo estiveram na mesma banda, fizeram grandes discos, brigaram e não tinham percebido o valor do que fizeram.

“loudQUIETloud: a film about the Pixies” mostra por a+b que ter uma banda é praticamente como viver em família, você cercado por pessoas estranhas cuja união é o sobrenome e o sangue – e muitos gens que fazem você reproduzir gestos e parecer com seus familiares. Tire os gens e você tem uma banda: pessoas estranhas que se juntam para fazer música.

A juventude preenche as lacunas dos espaços vazios quando você é jovem, mas quando se passa dos 30 e acumula tristezas (lembre-se: viver é acumular tristezas), as pessoas tendem a ficarem mais frias, cínicas e receosas sobre o mundo. Daí o silêncio. “loudQUIETloud: a film about the Pixies” é lotado de SILÊNCIOS, mas abre importantes clareiras para se entender uma banda tão estranha e genial como o Pixies.

E, por que não, nós mesmos?

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http://loudquietloud.com/

maio 3, 2011   1 Comment

Três canções: R.E.M.


Radio Free Europe (10/06/1983)


So. Central Rain (06/09/1984)


Driver 8 (06/1994)

abril 28, 2011   No Comments

Uma noite com PJ em San Francisco

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São 20h40, e o show está atrasado 40 minutos. O público que esgotou os ingressos do charmoso Warfield, em São Francisco, começa a ecoar “PJ, PJ, PJ”, e de repente o grito se torna uníssono clamando pela presença da cantora. Ela surge virgem, de vestido longo branco, mas com bota de couro negro e um arranjo também negro nos cabelos. Sequer olha para a plateia, pega sua auto-harpa e começa a desfilar as canções desoladoras de “Let England Shake”.

A faixa título abre caminho no campo de batalha seguida de outras duas canções – “The Words That Maketh Murder” e “All & Everyone” – do excelente disco novo e dão o tom que será seguido durante 99% da noite: Polly Jean Harvey em silêncio entre as músicas, e partindo para o microfone não como se estivesse cantando, mas sim narrando desgraças. Chega a chocar a disparidade de público e artista. A plateia urra a cada número, feliz, mas as letras de “Let England Shake” não inspiram felicidade, mas realidade.

PJ segue seu caminho tortuoso sem prestar atenção as pessoas à sua frente, escoltada pelos cavaleiros Mick Harvey, John Parish e Jean-Marc Butty. Ela só larga a auto-harpa na quarta canção da noite, “The Guns Called Me Back Again”, b-side do single “The Words That Maketh Murder”. São 21 músicas no set list, sendo 13 do álbum novo (12 do disco mais um b-side), o que demonstra não só fé na qualidade do repertório de “Let England Shake”, mas também muita coragem.

A audiência, que parece ter aprovado o álbum, aplaude efusivamente cada canção, mas vai a loucura mesmo quando a cantora saca da escuridão alguma pérola empoeirada pelo tempo, como “The Devil” (“White Chalk”, 2007), “The Sky Lit Up” (“Is This Desire?”, 1998) e “Pocket Knife” (“Uh Huh Her”, 2004), mas, inevitavelmente, é a dobradinha matadora da parte final que faz o coração de boa parte dos presentes quase parar: “Down By the Water” e “C’mon Billy” (com PJ de harpa em punho) surgem redentoras, brilhantes, inesquecíveis.

Mais de 70 minutos se passam e a única coisa que o Warfield ouviu de PJ Harvey foram canções. E ela pesca mais três números de “Let England Shake” e fecha o show de forma emocionante, quase pastoral, com “The Colour of the Earth”, canção do ex-Bad Seeds Mick Harvey, que dueta com PJ de forma lírica. Nem um goodbye, nada. Ela apenas se curva para os 2300 presentes e leva suas botas negras em direção ao camarim. Fim do show.

O público não arreda o pé frente a frieza da cantora. Aplaude, urra, faz coro. Ela resiste. O público insiste, 2300 pessoas em pé, e, quase cinco minutos depois, PJ surge sorrindo e fala a primeira frase da noite: “Incrível. Vocês são campeões”. Apresenta a banda e retorna ao tempo em que, vestida de micro-saia preta e top, dizia que precisava de uma pistola. “Big Exit” surge intensa, escorada no riff cortante, abrindo caminho para “Angelene”, outro hit improvável.

O show termina em silêncio com… a apropriada “Silence”. A voz de PJ ecoa pela excelente acústica do Warfield – como se ela estivesse entoando um canto lírico – e a musa deixa o palco dizendo obrigado – pela primeira e única vez na noite – seguido de adeus. Leva consigo o coração de muita gente, e isso a reforça para a próxima batalha. Afinal, todo dia é uma guerra, e PJ sabe melhor do que ninguém disso. Esta noite, no Warfield, ela saiu vencedora. E nós também.

Set List

Let England Shake
The Words That Maketh Murder
All & Everyone
The Guns Called Me Back Again
Written on the Forehead
In the Dark Places
The Devil
The Sky Lit Up
The Glorious Land
The Last Living Rose
England
Pocket Knife
Bitter Branches
Down By the Water
C’mon Billy
Hanging in the Wire
On Battleship Hill
The Colour of the Earth

Bis
Big Exit
Angelene
Silence

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Leia também:
– O novo disco político de Polly Jean Harvey (aqui)
– “A Woman A Man Walked By” retalha fases da carreira de PJ (aqui)
– “Let England Shake”: PJ retorna observa o mundo em guerra (aqui)
– PJ Harvey ao vivo no Paradiso: quebrando o protocolo da turnê  (aqui)
– “White Chalk” é denso, sombrio e renascentista (aqui)

abril 15, 2011   No Comments

De Luis Buñuel para Erasmo Carlos

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Sai o surrealismo e entra a jovem guarda. Troca necessária neste momento. Em sua excelente biografia (recomendadíssima), o cineasta espanhol inspira a desordem, provoca o pensamento e instiga o caos social. Não há como ficar alheio ao mundo, e isso pode até enlouquecer (no mínimo garantir uma boa dor de estômago). Extremamente inspirador. E (deliciosamente) perigoso.

Por sua vez, em “Minha Fama de Mau”, Erasmo Carlos mostra toda a inocência dos primeiros anos do rock and roll. De mau Erasmo (e a jovem guarda) não tinha nada. Basta colocar lado a lado um filme de Buñuel de 1930 (“A Idade do Ouro”) e uma música de Erasmo e Roberto de 1963 (“Parei na Contramão”). 60 anos separam as duas obras, e quem era mau mesmo?

Erasmo narra um punhado de histórias inocentes de um garoto pobre do bairro da Tijuca. De causos de adolescência a histórias da jovem guarda (incluindo passagens de parcerias com Roberto até exemplos de sua rotina ao lado de um homem com toc), os capítulos surgem com um verniz de inocência que caracteriza (e muito) o período. Parecia não haver maldade. É tudo tão simples que, por vezes, soa simplório.

“Tocaram a campainha e fui atender. Tinha 17 anos e vivia com minha mãe – e os gatos, os periquitos e o cágado – no quarto alugado da rua Professor Gabizo. O tal casarão de beleza decadente, com seus azulejos coloniais e suas incontáveis pulgas. Na porta, estavam Trindade, Arlênio e um outro cara, que eles queriam me apresentar. O sujeito morava no bairro de Lins de Vasconcelos e se chamava Roberto Carlos. Ele fizera parte do Sputnicks e, com o fim do grupo, resolvera seguir em carreira solo. Já cantava boleros e sambas-canção em sua terra natal, Cachoeiro do Itapemirim, no Espírito Santo.

Gostei dele. Era simpático, usava topete e costeletas e vestia calça faroeste com uma jaqueta vermelha tipo James Dean. Conversamos bastante sobre rock, bebemos água da moringa de barro que eu tinha no quarto e comemos biscoito Aymoré. Num certo momento, a meu pedido, ele afinou o precário violão de cravelhas de pau que eu havia ganhado da minha avó Maria Luiza pouco tempo antes e cantou “Tutti Frutti” e “Don’t Be Cruel”. Arlênio e Trindade iniciaram um vocal que timidamente apoiei. Eu não tocava nem cantava, mas tinha a intenção de aprender. Foi demais!

O motivo daquela visita era saber se eu tinha a letra de “Hound Dog”, o grande hit de Elvis Presley que tocava adoidado nas rádios – Bill Halley ans His Comets viriam se apresentar em breve no Maracanãnzinho e o Clube do Rock, do qual Roberto fazia parte, iria fazer o pré-show. Ele queria aprender a canção e incluí-la no seu repertório.

Eu tinha a letra e prontamente o atendi, recorrendo aos meus arquivos musicais. Naquele mesmo instante ele começou a treinar o seu inglês capixaba enquanto levava sua batida com meu violão. Na saída, entre abraços e piadas sobre as pulgas, agradecido pela hospitalidade, ele disse a frase que mudaria minha vida:

‘Bicho, aparece lá na televisão.’”

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Erasmo com Tim Maia

Leia também:
– De Stanley Kubrick para Luis Buñuel (aqui)
– Luis Buñuel e uma estranha reunião de fantasmas (aqui)
– Luis Buñuel: o que aconteceu com o surrealismo? (aqui)
– Luis Buñuel: o bar é um exercício de solidão (aqui)

março 25, 2011   No Comments

Três canções: Echo and The Bunnymen


The Killing Moon (19/06/2008)


Rust (22/01/2011)


Nothing Lasts Forever (19/06/2008)

março 22, 2011   No Comments

Três canções: Jon Spencer Blues Explosion


Honey Bee (05/2011)


Rock Hard (05/2011)


Blues Explosion Man (05/2011)

março 22, 2011   No Comments

Três canções: Manic Street Preachers


Some Kind Of Nothingness (23/09/2010)


If You Tolerate This Your Children Will Be Next (27/01/2011)


A Desing For Life (23/09/2010)

março 8, 2011   No Comments

A volta da Escola de Escândalo

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Brasília, começo dos anos 80, tudo acontecendo ao mesmo tempo agora. A cidade que catapultou Legião Urbana, Capital Inicial e Plebe Rude também viu nascer – praticamente ao mesmo tempo – outras bandas promissoras, quatro delas cravadas no imaginário pop de muitos através da coletânea “Rumores”. Lançado em 1985, este disco marca a estreia dos grupos Escola de Escândalo, Finis Africae, Elite Sofisticada e Detrito Federal, com duas canções de cada um deles.

A Escola de Escândalo foi formada em 1983 por Bernardo Mueller (irmão de Andre Mueller, da Plebe Rude, na voz) e Geraldo “Geruza” Ribeiro (irmão de Loro Jones, ex-Capital Inicial, no baixo), que vinham da banda XXX. Entre 1984 e 1985 entraram na banda o lendário guitarrista Fejão (1965-1996), o baterista Alessandro “Itália” e Marielle Loyola, como apoio vocal para Bernardo, e participou da coletânea “Rumores” com as faixas “Complexos” e “Luzes” (a segunda regravada pela Plebe Rude).

Segundo “O Diário da Turma”, livro de Paulo Marchetti, a banda acabou em 1988 deixando mais de 20 canções inéditas, faixas que ainda circulam pela web em versões demo e ao vivo, mas nunca foram registradas oficialmente pela banda. Fejão foi para o Anjos Caídos (depois Dungeon) e Marielle partiu para o Arte no Escuro (que lançou um álbum produzido por Gutje, da Plebe Rude) e, depois, Volkana.

Corte para 2010. De conversas por e-mail entre Geraldo e Marielle surge a possibilidade de resgatar o repertório da Escola de Escândalo. Com apoio de Bernardo Mueller, que aprovou a idéia, mas decidiu ficar de fora do projeto, Geraldo e Marielle resolveram realizar um registro das muitas músicas da Escola de Escândalo, convocando o baterista Totoni (que tocou na banda em 1984) e o guitarrista Alexandre Parente, parceiro musical de Fejão no Fallen Angel, para as gravações.

Assim, a Escola de Escândalo iniciou a produção do disco em outubro de 2010 fechando o repertório em dez faixas: “Caneta Esferográfica”, “Luzes”, “Complexos”, “Grande Vazio”, “Popularidade”, “Lavagem Cerebral”, “Quatro Paredes”, “Más Línguas,” “Só Mais Uma Canção de Soldados e Guerras” e “Celebrações” (do Arte no Escuro). O álbum deverá estar à disposição em março. Abaixo, “Complexos” ao vivo em Brasília, 22/01/11. Giovanni Casanova não faria melhor.


“Complexos”

janeiro 30, 2011   No Comments

Quatro vídeos do Los Porongas ao vivo em SP


“Silêncio”


“Não Há”


“O Lago”


“Come Together”

Prepare-se: os acreanos do Los Porongas retornam, quatro anos após um excelente álbum de estréia, com o primeiro grande álbum da música brasileira em 2011. “O Segundo Depois do Silêncio”, recém-lançado segundo disco do quarteto, já está rolando em alguns lugares (duas músicas, “Sangue Novo” e “Silêncio”, podem ser baixadas no site oficial gratuitamente) – e é excelente.

Após abrir o ano lançando o álbum com um show no Rio Branco, no Acre, o quarteto baixou em São Paulo, no Sesc Consolação, para mostrar diversas faixas do disco novo (entre elas “O Lago”, “Silêncio”, “Dois Lados” e “A Verdade”) ao lado de grandes números do álbum de estréia (“Espelho de Narciso”. “Nada Além”, “Enquanto Uns Dormem”, “Não Há”) além de uma cover poderosa de “Come Together”.

A banda continua matadora no palco. Diogo Soares (num visual meio Jim Morrison) continua cantando muito e interagindo muito com a platéia. A mão pesada de Jorge Anzol conduz a bateria com estilo na companhia do baixo de Márcio Magrão, sempre muito bem colocado dentro da canção. Já a fúria e o veneno dos ótimos riffs da guitarra de João Eduardo são um show à parte formando uma sonoridade coesa e encorpada.

Anote: “O Segundo Depois do Silêncio”, um dos grandes discos de 2011, desde já. E o ano nem começou…

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Leia também:
– Los Porongas, um choque entre o rock setentista e a MPB (aqui)

janeiro 22, 2011   No Comments

Tim Maia retorna ao mercado em 20 CDs

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Chega às bancas no dia 28/01 o primeiro volume da caixa Coleção Tim Maia, da Abril Coleções. Com 15 volumes, o grande atrativo do box são os três álbuns da fase Racional do cantor, o último, inclusive, inédito.

Reunião mais extensa de álbuns de Tim Maia já colocados no mercado, a Coleção Tim Maia perde a chance de se tornar completista ao deixar de fora os sensacionais álbuns de 1972 e de 1976 em favorecimento de álbuns de covers do fim da carreira do cantor (e dois discos ao vivo). Ainda assim vale muito investir no box (principalmente pelo acabamento em formato livreto).

O primeiro álbum que ficou de fora, de 1972, popularmente conhecido como “Volume 3”, traz os hits “Canário do Reino” e “O Que Me Importa” além da sensacional “Sofre” (tocamos no podcast 6. Baixe aqui). Já o “Volume 5”, de 1976, tem “Rodésia”. Outro bom título que ficou de fora foi “Tim Maia” de 1977 (volume 6).

A gravadora Universal, por sua vez, havia colocado um box de Tim nas lojas no fim do segundo semestre do ano passado (pelo jeito, a família resolveu o imbróglio de direitos autorais com todo mundo) com oito CDs e um DVD, sendo que ali estão presentes os “Volume 3” e “5” além de outros três títulos que não aparecem na coleção da Abril.

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“Tim Maia Racional Vol. 3” acaba sendo a grande vedete do box da Abril Coleções. Após se desiludir com a seita, Tim deixou as canções do que viria a ser o “Volume 3” da fase Racional inacabadas em estúdio, e as canções foram recuperadas e terminadas em 2010 por músicos que participaram das gravações anteriores – algumas destas versões já haviam caído na internet nos últimos anos (leia sobre aqui e aqui). O CD, porém, não será vendido em bancas, mas “dado” para aqueles que comprarem os 14 volumes da coleção.

A coleção da Abril (15 CDs) pode ser comprada semanalmente em bancas ao preço de R$ 14,90 (CD + Livreto), sendo que o primeiro disco, a clássica estreia de Tim, sai por R$ 7,90. O box inteiro custa R$ 201,60 em 5 parcelas de R$ 40,32 (14 volumes + Racional 3 grátis) ou R$ 216,50 (14 volumes + Racional 3 grátis + caixa com desconto). O box “Tim Maia Universal” (8 CDs e um DVD) está custando R$ 159.

Ao todo, as duas coleções juntas somam 20 CDs diferentes reeditados de Tim Maia (apenas três títulos se repetem nas duas caixas).  Compare abaixo as duas seleções e escolha a melhor (ou, quem sabe, as duas). Como diz um amigo, aproveita porque (tratando-se de Tim Maia) esses álbuns podem sumir de catálogo a qualquer momento.

Coleção Tim Maia (Abril)
http://www.colecaotim.com.br/
CD 1. Tim Maia 1970
CD 2. Tim Maia 1971
CD 3. Tim Maia 1973
CD 4. Racional 1
CD 5. Racional 2
CD 6. Tim Maia Disco Club | 1978
CD 7. Tim Maia 1978
CD 8. Nuvens – 1982
CD 9. Dance Bem – 1990
CD 10. Tim Maia interpreta clássicos da Bossa Nova – 1990
CD 11. Tim Maia ao vivo – 1992
CD 12. Só você – 1997
CD 13. What a wonderful world – 1997
CD 14. Tim Maia in Concert – 2007
CD 15. Racional 3

Tim Universal Maia (Universal)
CD 1: Tim Maia 1970
CD 2: Tim Maia 1971
CD 3: Tim Maia – 1972
CD 4: Tim Maia – 1973
CD 5: Tim Maia – 1976
CD 6: Tim Maia – 1980
CD 7: Descobridor dos Sete Mares (1983)
CD 8: Sufocante (1984)
DVD: Tim Maia ao vivo | 1992

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janeiro 21, 2011   No Comments