Destaques da Virada Cultural Paulista
A Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo anunciou nesta quarta-feira a programação da Virada Cultural Paulista, que irá acontecer em 29 cidades do interior de São Paulo nos dias em 22 e 23 de maio. Abaixo estão os destaques, mas você póde conferir a programação completa de cada cidade aqui.
- Araçatuba: CPM 22, Falamansa, Multiplex e Vivendo do Ócio
- Araraquara: Copacabana Club, Lenine, Ludov, Manu Chao
- Assis: Rádio Taxi, Toquinho, CPM 22, Kid Vinil Experience
- Bauru: Demônios da Garoa, Pública, Ultraje a rigor, Wander Wildner
- Caragua: Anelis Assumpção, Plebe Rude, Sepultura
- Franca: Falamansa, Leci Brandão, Vitor Araújo, Tiê
- Indaiatuba: Bebel Gilberto, Macaco Bong, Pitty, Mônica Salmaso
- Jundiaí: Cat Power, Zeca Baleiro, Pitty, Cidadão Instigado
- Marília: Cachorro Grande, Madame Mim, Canastra e Paralamas
- Mogi das Cruzes: Mudhoney, Autoramas, Funk Como Le Gusta
- Mogi-Guaçu: Arnaldo Antunes, Beto Guedes, Arrigo Barnabé
- Piracicaba: Yann Tiersen, Paralamas do Sucesso, Toquinho
- Presidente Prudente: Lobão, Detonautas, Dona Ivone Lara
- Ribeirão Preto: Titãs, Toni Garrido, Nina Becker, Autoramas, Leela
- Santa Bárbara do Oeste: Móveis Coloniais, Ultraje, Maria Alcina
- São Carlos: Vanguart, Dead Rocks, Cordel do Fogo Encantado, Móveis
- São João da Boa Vista: Blitz, Ana Cañas, Canastra
- São José do Rio Preto: Mudhoney, Vivendo do Ócio, Canastra
- São José dos Campos: Cat Power, Banda Sinfônica de SP, Del Rey, Leela
- Soracaba: Titãs, Osesp, Quinteto em Branco e Preto, Heraldo do Monte
- Baixada Santista: Manu Chao, Zeca Baleiro, Otto, Cérebro Eletrônico
Janeiro 27, 2010 4 Comments
Opinião do Consumidor: Cerveja Czechvar
A Czechvar é um ícone da República Tcheca, mas lá é conhecida como Budweiser Budvar. Devido a uma pendenga judicial com a Anheuser-Busc, dona da Budweiser norte-americana, a Budvar precisou mudar seu nome para ser exportada para alguns países. É uma cerveja que lembra muito as brasileiras, com seu amargor característico marcando o paladar.
A Pilsen como a conhecemos nasceu na cidade de Pilsen, na República Tcheca. A Czechvar começou a ser produzida em 1895 pela Budejovicky Budvar, uma das mais respeitadas cervejarias do mundo, que começou sua história com cerveja em 1265 na cidade de Ceské Budejovice (sede do governo da região da Boémia do Sul), que fica a duas horas de Praga e a uma hora da fronteira com a Alemanha (região da Baviera).
Uma das marcas mais famosas em seu país (uma de suas concorrentes – em qualidade e história – é a 1795), a Czechvar é muito leve e refrescante, mas a dosagem perfeita de malte e lúpulo confere ao conjunto um sabor perfeito para esta que é considerada por muitos como uma das melhores pilsens do mundo. A long neck (300 ml) pode ser encontrada entre R$ 7 e R$ 10 enquanto a garrafa (500 ml) sai por R$ 12.
Czechvar (Budweiser Budvar)
- Produto: Cerveja Lager
- Nacionalidade: Tcheca
- Graduação alcoólica: 5%
- Nota: 3,9/5
Janeiro 27, 2010 No Comments
Jason Reitman, Guy Ritchie e Spike Jonze

“Amor sem Escalas”, Jason Reitman (2009)
O ponto de partida da história de “Up In The Air” (esqueça o título besta nacional) é excelente e perfeito para o atual momento (principalmente, o atual momento norte-americano): George Clooney é um dos empregados de uma empresa que é contratada para demitir funcionários de outras empresas, e faz o serviço com uma eficácia surpreendente. O desenrolar da história você já deve ter lido (ou visto no trailer). Clooney se envolve com duas mulheres (uma profissionalmente, a outra sexualmente) e a experiência o faz reavaliar sua vida. Jason Reitman é bom nisso, vide os ótimos “Obrigado por Fumar” e “Juno”, mas “Up In The Air” é o mais fraco dos três. Clooney está convincente e brilha em vários momentos, mas na segunda parte o roteiro derrapa para o melodrama cheio de boas intenções, o que não chega a incomodar totalmente, mas desperdiça uma excelente primeira hora de película. Azarão no Oscar.

“Sherlock Holmes”, Guy Ritchie (2009)
Não tem jeito: Guy Ritchie dificilmente irá fazer algo tão brilhante quanto “Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes” (um sub-Tarantino que ousou ser melhor que a safra do próprio na época), e parece ter sido o primeiro a ter descoberto isso. A opção do cineasta foi dedicar sua carreira ao saudável cinema fast-food: o público até se diverte na sala escura, mas esquece do que viu alguns dias depois. Desculpe-me os detratores, mas é bom para a sanidade não viver todos os dias apenas de cinema iraniano. Guy Ritchie merece ser saudado por atualizar o personagem de Sherlock Holmes (apesar dele e seu fiel companheiro Watson viverem na Londres do começo do século passado), e acertou na loteria ao escalar a dupla Robert Downey Jr para o papel principal e Jude Law para o secundário, mas o roteiro (repleto de enigmas mirabolantes) parece mais uma adaptação de Dan Brown do que Conen Doyle.

“Onde Vivem os Monstros”, Spike Jonze (2009)
Max é uma criança esperta típica: muita energia, necessidade de atenção e falta de amigos marcam seu cotidiano. A irmã, mais velha, já tem sua turma. A mãe, separada (provavelmente, o roteiro não esclarece) é atenciosa o tanto que consegue, mas está atolada de trabalho e tentando dar um jeito em sua vida sentimental. Após uma traquinagem, o garoto deixa a casa e sai correndo pelo bairro, chega ao rio, pega um barco e entra no mundo dos sonhos, de seus próprios sonhos, e encontra um grupo de monstros esquisitos (e carinhosos) que representam, cada um, suas próprias facetas. “Onde Vivem os Monstros”, de Spike Jonze, é uma fábula tristonha sobre a passagem da infância para a adolescência em um filme muito mais adulto que infantil. A trilha de Karen O (ex-namorada do cineasta) e a fotografia de Lance Acord são os pontos altos desta pequena e frágil epopéia de redescobrimento. Para lembrar a infância.
Janeiro 27, 2010 4 Comments






















