Helter Skelter em pedaços
Só o vocal do Paul…
Só o baixo…
Só as guitarras
Só a bateria
abril 6, 2012 Encha o copo
Cinco fotos: Salvador
Clique na imagem se quiser vê-la maior
Leia também:
– Top 5 – Conexão Vivo Salvador 2011 (aqui)
– Três dias e meio em Salvador, por Marcelo Costa (aqui)
Veja mais imagens de cidades no link “cinco fotos” (aqui)
abril 2, 2012 Encha o copo
Opinião do Consumidor: Bernard Brewery
O carro chefe da Úvodní Stránka, ou melhor, cervejaria Bernard, da República Tcheca, é a Bernard Dark, que já ganhou medalha de ouro em premiação internacional, e segue levando o nome desta pequena cervejaria do século 16 que, falida, foi recuperada em 1991 por três irmãos, que colocaram a fábrica de pé com receitas originais até que a Duvel Moortgat entrasse com um aporte financeiro. Hoje a Bernard é exportada para 26 países, e além da Dark (link sobre ela no fim do post), outras duas chegam ao Brasil: Amber e Celebration.
A Bernard Amber (conhecida na República Tcheca como Bernard Polotmavý Ležák 11°) é uma lager escura cujo aroma adocicado remete com leveza a malte de caramelo e chocolate. Não espere intensidade, mas sim suavidade. O paladar transforma em realidade o que o aroma pronuncia, com o malte de caramelo dominando o conjunto e o lúpulo marcando de amargor uma proximidade com café torrado em uma cerveja leve e saborosa, que até parece um pouco mais aguada do que deveria, mas ainda assim tem um saldo bastante positivo.
Já a Bernard Celebration, que começou a ser fabricada em 1995, é uma autêntica pilsen tcheca (Humpolec, a cidade da Bernard, fica a duas horas da cidade de Pilsen) com o lúpulo e o malte marcando presença de forma intensa no aroma e no paladar (de final amargo e seco). Refermentada na garrafa, a Bernard Celebration sugere equilíbrio e tradição, mas fica no fim da fila das cervejas da Úvodní Stránka, distante da versão Amber e, principalmente, da Bernard Dark (que é premiada e tal, mas também não é tudo isso).
As três Bernard estão chegando ao Brasil com preço que varia de R$ 11 a R$ 14 (a garrafa de 500 ml com flip-top, uma tampa de pressão bonita e bastante funcional). Vale experimentar.
Bernard Amber
– Produto: Amber Lager
– Nacionalidade: República Tcheca
– Graduação alcoólica: 4,7%
– Nota: 3,05/5
Bernard Celebration
– Produto: Premium Lager
– Nacionalidade: República Tcheca
– Graduação alcoólica: 5%
– Nota: 3,01/5
Leia também
– Bernard Dark, por Marcelo Costa (aqui)
– Top 100 Cervejas, por Marcelo Costa (aqui)
abril 2, 2012 Encha o copo
Três shows: Smiths, Echo e REM
The Smiths: The Complete Haçienda Films (1983)
Echo & The Bunnymen – Live Spain (1984)
R.E.M – Live Germany (1985)
março 30, 2012 Encha o copo
Europa 2012: 5º rascunho de viagem
Agora meu roteiro está praticamente fechado: ticket comprado para ver Stone Roses, em Barcelona, dia 09/06, um dos shows do Festival de Benicàssim que eu mais queria ver. Já não há espaço para muita coisa… então é o roteiro é 95% isso abaixo:
24/05 – Londres – Elvis Costello (Royal Albert Hall)
25/05 – Londres – I’ll Be Your Mirror
26/05 – Londres – I’ll Be Your Mirror
27/05 – Londres – I’ll Be Your Mirror
28/05 – Londres – Big Star
29/05 – Barcelona
30/05 – Barcelona – Primavera Sound
31/05 – Barcelona – Primavera Sound
01/06 – Barcelona – Primavera Sound
02/06 – Barcelona – Primavera Sound
03/06 – Barcelona – Primavera Sound
04/06 – Luxemburgo
05/06 – Luxemburgo
06/06 – Lou Reed, Luxemburgo
07/06 – Cork, Irlanda
08/06 – Tom Petty, Cork, Irlanda
09/06 – Stone Roses – Barcelona
10/06 – Trieste, Itália
11/06 – Bruce Springsteen, Trieste, Itália
Datas possíveis
22/05 – Brendan Benson, Scala, Londres
23/05 – Brendan Benson, Ruby Lounge, Manchester
29/05 – Soundgarden – Paris – Le Zenith
04/06 – Soundgarden e Afghan Whigs, Milão, Itália
10/06 – Black Sabbath – Download Festival – Reino UNido
10/06 – Optimus Primavera Sound, Barcelona
março 30, 2012 Encha o copo
Uma manhã na cervejaria Wäls

No começo de 2011, procurando novos rótulos de cerveja, me encontrei em um empório frente as garrafas estilosas (do modelo do vasilhame passando pelo rótulo até a rolha) de uma cervejaria mineira, a Wäls. Peguei dois de cada um dos três exemplares (Dubbel, Trippel e Quadruppel) que estavam à venda, já percebendo que os mineiros tinham certa queda pelo estilo belga de fazer cerveja.
Em casa, abri (sem querer) logo a mais forte do conjunto, a Quadruppel, e foi paixão ao primeiro gole. Escrevi sobre as três cervejas aqui, e comecei a comentar com os amigos sobre aquela que passou a ser a minha cerveja brasileira preferida, incentivando a descoberta. Em dezembro escrevi para o mestre cervejeiro da casa, o José Felipe, para tirar algumas dúvidas para uma matéria que saiu em janeiro na GQ Brasil (essa aqui).

E no mesmo janeiro, aproveitando uma passagem rápida por Belo Horizonte, visitei à fábrica da cervejaria, que nasceu em 1999 e cresceu rapidamente em qualidade e personalidade, sendo hoje uma das principais cervejarias nacionais. Os irmãos Thiago e Felipe, e o pai Miguel, costumam abrir as portas da fábrica para o público no sábado, e recebem os visitantes com aquela atenção mineira que faz parecer que você os conhece há alguns bons anos.
Particularmente dei muita sorte: era o sábado em que eles iriam começar a brasagem da primeira leva da Wäls Petroleum (parceria da Wäls com a curitibana Dum), uma Russian Imperial Stout inédita no mercado nacional. Experimentei uma versão teste (que incluía chocolate Lindt na fórmula), deliciosa, e bati um papo com os irmãos, que falaram um pouco da cervejaria, da Petroleum e do sonho de fazer cerveja artesanal no Brasil.

Experimentei também a X-Wäls, que surpreendeu (uma pilsen levíssima, mas bastante saborosa), e, ainda, uma versão teste da Wäls Quadruppel envelhecida em antigos barris de carvalho que, um dia, envelheceram uísque, e fiquei com a feliz impressão de que eles não descansam de pensar experimentos para novas cervejas, o que justifica a frase de José Felipe: “Eu não faço cerveja, eu faço arte”.
A fábrica, eles planejam, se transformará num ponto de encontro para amantes de cerveja, com restaurante, um pequeno museu e a cerveja da casa tirada direto da torneira. Deve demorar um pouco, o que não impede de visita-los. Abaixo, alguns vídeos do meu bate papo com os irmãos, que integrariam um videocast de cerveja que logo mais deve chegar aos compartilhadores de vídeos (já está gravado, mas a edição é complicada).

O quarto vídeo foi feito pelo pessoal da Dum, que também estava na cervejaria (em janeiro) acompanhando a primeira brasagem da Petroleum, que foi lançada duas semanas atrás, e faturou uma medalha de ouro no South Beer Cup (saiba mais aqui). Queria mandar um abraço pro Alexandre (que fez as filmagens), agradecer a hospitalidade do seu Miguel, do José Felipe e do Thiago e pedir desculpas para a mãe deles por não poder ficar para o almoço (mais um pouco e eu perdia o voo). Quem sabe da próxima…
Com vocês, a Wäls
Ps. Há um Beer Tour, comandado pelo beer sommelier Rodrigo Lemos, que em um sábado passa em quatro ou cinco cervejarias artesanais na região de Belo Horizonte (Wäls inclusa). Infos aqui
“Eu não faço cerveja, eu faço arte”, José Felipe
José Felipe fala sobre a Wäls Petroleum
Thiago Carneiro conta um pouco da história da Wäls
Depoimento para o pessoal da Dum Cervejaria
março 29, 2012 Encha o copo
Da Harboes Bryggeri, Bear Beer

A Harboes Bryggeri é a maior cervejaria da Dinamarca. Fundada em 1883 em Skaelskor, uma cidadezinha de 7 mil habitantes na ilha da Zelândia (cerca de uma hora e meia de Copenhague), a Harboes tem uma carta de cervejas diversificada, sendo que a maioria delas circula apenas na Dinamarca, e alguns rótulos são feitos exclusivamente para a Escandinávia (onde as Bear Beer deste post se chamam Bjørne Bryg e não ultrapassam 3,5% de graduação alcoólica). Para exportação (incluindo o Brasil) apenas as trava-língua Bear Beer.
A versão popular da casa é a Bear Beer Premium Lager, 5% de graduação alcoólica e quase nenhuma diferença das (nossas) cervejas premium tradicionais. O aroma é bastante maltado, com o lúpulo floral marcado presença com delicadeza. No paladar, como manda o estilo, a regra se inverte: o lúpulo traz o amargor suave para frente do conjunto enquanto o malte tenta dar um pouquinho de sabor em uma cerveja cuja função primordial é refrescar (como as nossas). Se você estiver na Dinamarca, procura outras.
A Strong Lager da Harboes Bryggeri é uma versão um pouquinho mais densa da Premium Lager (e muito mais leve que a porrada Extra Strong). No aroma tudo praticamente se repete: bastante malte e lúpulo delicado. A diferença é a presença do álcool, ainda comportado (principalmente em comparação com a próxima), mas presente. O paladar é um pouco mais amargo, remetendo levemente a nozes e malte, que dominam o final (nada amargo). Das três cervejas da casa, a mais equilibrada (ainda que nada sensacional).
Já a Bear Beer Extra Strong é uma patada de urso. Sério. São 12% de álcool que se apresentam ao freguês já no aroma, que ainda deixa passar notas de malte, de milho e… conhaque. No paladar, o álcool bate no céu da boca e fica. E não espere mais nada. Ok, ela ainda é levemente adocicada, muito embora você vá esquecer isso (e do mundo) no segundo gole. Os 12% de álcool são alcançados através da fermentação, e isso fica evidente no conjunto, que chega a enjoar. Para beber e cair (ou se esquentar do frio se você estiver no inverno europeu). E só.
As Bear Beer estão chegando ao Brasil entre R$ 7 e R$ 9,50, mas já tem gente que encontrou em boteco por R$ 6 (e vale, principalmente a patada de urso, se a ideia é se embebedar sem prestar atenção ao sabor). Acima disso parece exagerado para uma cerveja que não traz tantas qualidades nem diferenças de exemplares nacionais próximos. Se o seu negócio é ficar bêbado, duas Bear Beer Extra Strong podem fazer uma noite. Se o seu negócio é boa cerveja, vale dar uma conferida no Top 1000 deste blog (aqui). Tem coisa muito boa ali.
Bear Beer Premium Lager
– Produto: Premium Lager
– Nacionalidade: Dinamarca
– Graduação alcoólica: 5%
– Nota: 2/5
Bear Beer Strong Lager
– Produto: Strong Lager
– Nacionalidade: Dinamarca
– Graduação alcoólica: 7,7%
– Nota: 2,1/5
Bear Beer Extra Strong
– Produto: Strong Lager
– Nacionalidade: Dinamarca
– Graduação alcoólica: 12%
– Nota: 1,9/5

Leia também
– Top 1000 Cervejas, por Marcelo Costa (aqui)
– Leia sobre outras cervejas (aqui)
março 26, 2012 Encha o copo
Graveola ao vivo em São Paulo
Em janeiro fui a Belo Horizonte conferir o show de lançamento do novo álbum do Graveola, “Eu Preciso de um Liquidificador”, no pomposo (e grande) Palácio das Artes. O público lotou o maior teatro da cidade (o mesmo em que Chico Buarque lançou seu último CD) e deu um show particular numa bela apresentação que marcava o lançamento do clipe de “Farewell Love Song” e a gravação do primeiro DVD ao vivo da banda.
Fiquei felizmente impressionado tanto com a receptividade do público, que cantou, sambou e pulou em canções como “Insensatez: a Mulher Que se Fez”, do primeiro álbum, “Graveola e o Lixo Polifonico”, tanto quanto recebeu bem as boas faixas de “Eu Preciso de Um Liquificador”, um dos grandes nacionais álbuns de 2011 (a deliciosa “Desdenha” rolou por vários dias aqui em casa).
A ideia era ter escrito um textão para o site na volta da viagem, mas o tempo atropelou o desejo, e cá está a banda se apresentando nesta terça-feira, no Sesc Vila Mariana, em São Paulo, um bom motivo para sair de casa e encontrar uma grande banda ao vivo. Os dois discos (mais a coletânea bootleg “Um e Meio”) estão liberados para download no site oficial dos mineiros. Baixe, ouça e tente ir ao show. Vale a pena.
Ps. O grupo volta a se apresentar em São Paulo no dia 12 de abril, às 21h, no Teatro do Sesc Ipiringa.

março 25, 2012 Encha o copo
Europa 2012: 4º rascunho de viagem
Mais um ticket comprado: Big Star’s Plays Legendary “Sister Lovers” album. Ok, não tem Alex Chilton (o vi com o Big Star em 2008 aqui), mas terá Mitch Easter, Jody Stephens, Chris Stamey, Ken Stringfellow e participações especiais de Mike Mills (R.E.M.), Alexis Taylor (Hot Chip), Jon Auer (The Posies), Brendan Benson (The Raconteurs), Norman Blake (Teenage Fanclub), John Bramwell (I Am Kloot), Ira Kaplan (Yo La Tengo), Sondre Lerche e Sharon Van Etten. Dia 28/05 no Barbican (que já era um lugar que eu queria conhecer).
Então a viagem está quase fechada. Quase. Só bato o martelo quando começar a comprar os trechos internos e reservar os hotéis, o que quer dizer que alguma coisa pode mudar ainda. Por exemplo: o trecho de Porto, no final da viagem (com show do Suede Optimus Primavera Sound do domingo), pode não rolar. As passagens estão caras, principalmente para sair de Porto na segunda e chegar em tempo de ver Bruce Springsteen na Itália, na segunda-feira. Estou pensando seriamente em ter um fim de semana italiano para descansar…
24/05 – Londres – Elvis Costello (Royal Albert Hall)
25/05 – Londres – I’ll Be Your Mirror
26/05 – Londres – I’ll Be Your Mirror
27/05 – Londres – I’ll Be Your Mirror
28/05 – Londres – Big Star
29/05 – Barcelona
30/05 – Barcelona – Primavera Sound
31/05 – Barcelona – Primavera Sound
01/06 – Barcelona – Primavera Sound
02/06 – Barcelona – Primavera Sound
03/06 – Barcelona – Primavera Sound
04/06 – Luxemburgo
05/06 – Luxemburgo
06/06 – Lou Reed, Luxemburgo
07/06 – Cork, Irlanda
08/06 – Tom Petty, Cork, Irlanda
09/06 – Porto – Optimus Primavera Sound ?
10/06 – Porto – Optimus Primavera Sound ?
11/06 – Bruce Springsteen, Trieste, Itália
Datas possíveis
22/05 – Brendan Benson, Scala, Londres
23/05 – Brendan Benson, Ruby Lounge, Manchester
29/05 – Soundgarden – Paris – Le Zenith
04/06 – Soundgarden e Afghan Whigs, Milão, Itália
10/06 – Black Sabbath – Download Festival – Reino UNido
março 24, 2012 Encha o copo
Duas inglesas: Spitfire e Bishops Finger
Inaugurada na cidade de Kent, no sudoeste da Inglaterra (a cerca de uma hora de Londres), em 1698, a Shepherd Neame é a mais antiga cervejaria inglesa tendo transformado a bitter ale (um ale amarga, lupulada – para padrões ingleses) através das décadas em paixão nacional perfeitamente reconhecível ao primeiro gole. Hoje em dia, a Shepherd Neame produz cerca de oito rótulos e possui mais de 360 pubs no Reino Unido (em Kent, Londres e Essex) tendo conseguido atravessar fronteiras e conquistar até os suecos.
Dois rótulos da Shepherd Neame se destacam: o primeiro é o Dedo do Bispo (Bishops Finger), que começou a ser produzido em 1958, quando o conselho de administração da Inglaterra liberou os cervejeiros para testar novos rótulos (o pós-guerra provocou um racionamento do malte – entre dezenas de outras coisas, e a ordem do governo era clara: “Quantidade, não qualidade). O cervejeiro da casa apostou nos lúpulos da cidade (hoje famosos), na água tirada de um poço artesiano há 200 metros do chão e em uma receita simples, que virou lenda.
Para ter uma ideia de como a produção da Bishops Finger é levada a sério, o conselho da Shepherd Neame decretou que a cerveja, produzida apenas às sextas-feiras, precisa semanalmente passar pelo crivo de um dos conselheiros. O resultado é uma english pale ale caprichada, com o aroma lupulado, que ainda traz notas de madeira, malte e frutas. O paladar crava o que o aroma sugere, mas com muita leveza, deixando um rastro de ameixa e uva passa num final que é surpreendentemente balanceado entre o amargo e o adocicado.
Já a Spitfire Premium Kentish Ale nasceu em 1990 – e logo se tornou o carro chefe da cervejaria – como uma homenagem à cidade de Kent, onde a Luftwaffe (Força Aérea Alemã) e a Royal Air Force (Força Aérea Britânica) lutaram durante a Segunda Guerra Mundial. Spitfire era o nome do caça britânico mais usado na época, e seu símbolo (uma bola vermelha dentro de uma bola azul – veja na foto) estampa a tampa da cerveja. E, claro, Kent também é famosa por seus lúpulos, sendo que três deles são usados na composição da Spitfire Premium Kentish Ale.
Ela já mostra sua personalidade através do aroma delicioso, um q de amadeirado com muito lúpulo floral e malte de caramelo que flutua no ar assim que o líquido é colocado no copo. No paladar, todas as características de uma autêntica bitter ale inglesa surgem: o amargor pronunciado devido aos três tipos de lúpulo gruda no céu da boca arrastando um bocadinho de caramelo e melaço do malte, o que torna o conjunto bem interessante e deixa uma sensação agradável no final, levemente amargado. Ótima cerveja.
Fiquei bem curioso pelos outros rótulos da Shepherd Neam (principalmente pela Original Porter e pela Goldings Summer Hop Ale, que creio deva lembrar bastante a Bodebrown Hop Weiss, ótimo exemplar de Curitiba). Tanto a Spitfire Premium Kentish Ale quanto a Bishops Finger podem ser encontradas com facilidade no Brasil. Ou nos supermercados da rede Pão de Açucar, ou em empórios especializados com o preço variando entre R$ 14 e R$ 19 (a garrafa bonitinha de 500 ml).
Bishops Finger
– Produto: English Pale Ale
– Nacionalidade: Inglaterra
– Graduação alcoólica: 5,4%
– Nota: 3,24/5
Spitfire Premium Kentish Ale
– Produto: Standart Bitter Ale
– Nacionalidade: Inglaterra
– Graduação alcoólica: 4,5%
– Nota: 3,31/5
Leia também
– Top 500 Cervejas, por Marcelo Costa (aqui)
março 23, 2012 Encha o copo









