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BIZZ: Jornalismo, causos e Rock and Roll

Documentário de 25 minutos  que conta a trajetória da revista BIZZ com depoimentos de Regis Tadeu, Marcelo Costa, Ayrton Mugnaini Jr., Sonia Maia, Alex Antunes, Andre Fiori, Ricardo Alexandre, Johnny Hansen, Clemente Tadeu Nascimento, Bia Abramo e Elson Barbosa

Direção de Almir Santos e Marcelo Santos Costa (não sou eu!)
Produção: Almir Santos
Edição e trilha: Antonio Basilio
Assistente de edição: Mariana Velozo

agosto 22, 2012   Encha o copo

Três perguntas: Banda Gentileza

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Vasculhando minha caixa do antigo Hotmail (há muitas histórias ali), o primeiro contato que tive com Heitor Humberto, vocalista da Banda Gentileza, foi em novembro de 2007. Eu estava indo para Curitiba, e ele havia me escrito, pois queria entregar o EP de sua nova banda. Acabei não voando nesse dia (devido a um congestionamento monstro na Marginal), mas o recebi em minha casa três anos depois para uma longa e interessante entrevista lado a lado com Nevilton (terminamos todos no Ecléticos, o histórico boteco mais pé sujo da Augusta, escolhendo músicas na Jukebox), que buscava contar um pouco da história das duas bandas. Com um ótimo disco de estreia nas costas, a Banda Gentileza decidiu causar em 2012. Lançaram um clipe divertidíssimo de uma canção nova e um… game. “As próximas canções só vai ouvir quem passar de fase”, brincava Heitor às cinco da manhã numa pastelaria na Augusta, algumas semanas atrás. Aproveitando que a Banda Gentileza toca nos próximos dias em Santos (SESC, 23/08), São Paulo (Casa do Mancha, 24/08) e Campinas (Cartoons, 25/08), mandei três perguntinhas pro cara. O clipe você vê abaixo. O jogo aqui. Divirta-se.

Como rolou a ideia do clipe? E do game?
A gente estava um dia pensando em universos que combinariam com a estética de “Quem me Dera”. Acabou que fomos para o mundo dos caminhoneiros por conta daquele riff meio brega de metais que tem na música. E aí uma ideia foi levando à outra – mulher caminhoneira que leva a banda na caçamba, com perseguição policial e briga de bar. O game foi bem sem querer. A ideia surgiu quando estávamos pensando na identidade visual que o single teria – novo site da banda, thumbnail do download etc. Pensamos em fazer alguma coisa que remetesse aos jogos antigos e aí veio a ideia: “então por que não fazemos nosso próprio game?”. Pareceu meio distante, mas por coincidência o Tuna conhecia o pessoal da Monster Juice, que justamente faz esse tipo de trabalho. Eles curtiram a ideia e o negócio realmente acabou acontecendo. Ainda estamos nos divertindo com o fato de termos virado personagens de um game.

Vi umas fotos suas dançando (risos)… onde você aprendeu a dançar?
Cara, esse seu “(risos)” só comprova que eu justamente não aprendi a dançar! Acho que de fato estou precisando aumentar meu repertório com algumas aulas de verdade já que por intuição eu só sei balançar os braços e rebolar.

Quais os próximos passos da Banda Gentileza?
Estamos nos dedicando a  viajar para fazer shows de divulgação de “Quem me Dera”. Mas vem um novo single por aí nos próximos meses, também acompanhado por um clipe. Em 2013, a meta é lançar nosso segundo álbum.

http://www.bandagentileza.com.br/

agosto 21, 2012   Encha o copo

Três filmes: Costa-Gavras 1969, 2002, 2005

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“Z” (1969)
Eis uma das obras-primas incontestáveis do cinema político na história da sétima-arte, aquele tipo de filme que vale o chavão batido: tinha que ser exibido no primeiro dia de aula tanto no colegial quanto na faculdade tanto quanto ser visto ano a ano para não deixar o cérebro amolecer. Logo no começo, um aviso: “Qualquer semelhança com pessoas ou fatos NÃO é mera coincidência”. O roteiro assinado por Gavras e Jorge Semprún, baseado no romance homônimo de Vassilikos Vassilis lançado em 1966, acompanha a história de um chefe do partido comunista grego, que sofre um atentado após um comício. O juiz responsável pelo caso descobre uma série de irregularidades durante a investigação, auxiliado por um fotojornalista, e o desenrolar da trama é praticamente a história de todas as ditaduras do mundo, em maior e menor grau (incluindo a nossa), e pode deixar muita gente com dores de estômago. “Z” reconstitui a história verídica do político grego Grigoris Lambrakis, morto em 1963 em Thessaloniki por dois integrantes de um grupo de extrema-direita grego apoiado por generais (que logo tomariam o poder no país). Foi indicado ao Oscar nas categorias Melhor Filme (mesmo sendo falado em língua francesa) e Melhor Filme Estrangeiro, levando a estatueta nesta segunda categoria. Daqueles filmes obrigatórios.

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“Amém” (2002)
Baseado em uma peça chamada “O Vigário” (1963), escrita por Rolf Hochhuth com base no relatório verídico de um oficial da SS, “Amém” lança luz sobre a relação da Igreja Católica com os nazistas acusando o Papa Pio XII (e o alto clero do Vaticano) de silenciar ante os relatos de crimes cometidos contra judeus em diversos campos de concentração europeus. O núcleo da trama é conduzido pelo cientista Kurt Gerstein (em ótima atuação de Ulrich Tukur), que vê uma de suas invenções (o cianeto de hidrogênio, desenvolvido para erradicar o tifo) sendo usada para matar judeus. Gerstein é promovido a Oficial da SS e passa a acompanhar a rotina dos campos de concentração, colhendo números e dados que ele mesmo tenta passar a embaixadores de outras nações tanto quanto à Igreja Católica. O oficial consegue sensibilizar um padre (fictício), que leva a informação ao Vaticano, que opta por não se pronunciar sobre o genocídio. A história verídica é assustadora, mas Costa-Gavras não consegue criar tensão no filme (pelo contrário: o cinismo de um dos personagens acaba se sobrepondo à crítica que o roteiro tenta impingir à Igreja Católica). Vale por colocar o importante Relatório Gerstein em pauta, mas o diretor não consegue imprimir a força de, por exemplo, “Katyn” (2007), obra obrigatória e aterrorizante de Andrzej Wajda.

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 “O Corte” (“Le Couperet”, 2005)
O ponto de partida desta pequena epopeia cínica, genial e absurda do mundo moderno é o… desemprego. Após trabalhar 15 anos em uma empresa, que acaba de se fundir com outra, o executivo Bruno Davert é demitido. Ele tem 39 anos, e o argumento do RH é que eles precisam enxugar a folha de pagamento. A vida segue, mas não como ele planejava: após uma sequencia de entrevistas, Davert não consegue se recolocar no mercado, e a tensão começa a tomar conta da família. É neste momento que Davert tem uma grande ideia: montar uma firma fictícia, oferecer uma vaga semelhante a que ele procura, e… eliminar os possíveis concorrentes à vaga que ele também deseja. O roteiro (tão absurdo quanto provável) é inspirado no livro “The Ax”, de Donald E. Westlake, e a escolha de José Garcia para o personagem principal não poderia ter sido mais acertada. O ator consegue criar um personagem tão psicopata quanto idiota, e as cenas absurdas que se seguem servem como um piscar de olhos crítico de Costa-Gavras para o capitalismo desenfreado que tomou conta de boa parte do mundo nas três últimas décadas. Porém, mais do que um filme crítico e de muita importância para se analisar o estado atual das coisas, “O Corte” é uma deliciosa comédia de humor negro que resgata alguns dos melhores momentos de “Z”. Para assistir com o currículo nas mãos…

Leia também:
– “Katyn”, uma porrada tão forte que fica difícil respirar (aqui)

agosto 20, 2012   Encha o copo

Assista: Episódio #3 do Music Trends

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Leia também: Os quatro episódios do Music Trends (aqui)

agosto 20, 2012   Encha o copo

Show: Supercordas no Sesc Belenzinho

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Fotos: Liliane Callegari

Seis longos anos se passaram, e uma porção de indies velhos (“indie véio”, como diria um amigo) marcou presença numa noite bonita de sábado no Teatro do Sesc Belenzinho para presenciar o renascimento do Supercordas. Muita coisa aconteceu no cenário nacional desde que o grupo lançou o grande “Seres Verdes ao Redor”, em 2006, e tudo pelo que a banda passou desde então (das alegrias as alergias) esteve presente no palco do Sesc.

Ostentando um certo “indie pride”, o Supercordas tocou a integra de “A Mágica Deriva dos Elefantes”, recém-lançado disco (disponível para download gratuito no http://www.supercordas.org/, sem concessão a hits ou velhas canções durante o tempo normal do show. Quem ainda não tinha ouvido o álbum – ou aqueles que não estavam acostumados ao novo disco – fez uma imersão nas novas canções (o que também serviu pra banda tirar o peso de seis anos de suas próprias costas).

Sob um belo trabalho de imagens, o repertório de “A Mágica Deriva dos Elefantes” mostrou que a banda voltou apegada a riffs fortes, mas algumas coisas pareceram fora de foco no show, a principal delas relativa à saída de uma das (três) guitarras da última (e melhor) formação da banda para a entrada de um tecladista, o que acabou congestionamento o meio dos arranjos e apagando o belo trabalho do guitarrista Filipe Giraknob.

Alguns dos melhores momentos da noite aconteceram quando Pedro Bonifrate assumiu o violão e a gaita (expediente que ele já vinha usando muito bem em sua carreira solo), e o que o show e a nova formação explicitam, mais do que encerrar um silêncio de seis anos, é que “A Mágica Deriva dos Elefantes” soa como um disco necessário de transição, um peso do qual a banda se livrou para voltar a pensar tranquilamente em seus próximos passos.

No bis, os fãs antigos foram presenteados com boas versões de “Da Órbita de Um Sugador”, (presente no EP “Satélites de Bar”, de 2005) além da lindíssima “3000 Folhas” (com Bonifrate no violão e gaita compensando com lirismo a falta – do peso – da segunda guitarra no crescendo da canção do álbum “Seres Verdes ao Redor“), mas várias outras grandes canções ficaram de fora, mostrando uma preocupação do grupo em romper com o passado ao mesmo tempo em que deseja reafirmar o presente (e o futuro, que começa a partir de agora).

O Supercordas volta para São Paulo no dia 06 de setembro para tocar no Studio SP da Vila Madalena.

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Veja também:
– Download: “A Mágica Deriva dos Elefantes”, Supercordas (aqui)
– Três vídeos: Bonifrate ao vivo em São Paulo, por Mac (aqui)

agosto 19, 2012   Encha o copo

Três perguntas: Labirinto

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Me aproximei bastante do Erick e da Muriel, o casal que fica à frente do Labirinto (ele na guitarra, ela na bateria), em 2010, quando ao lado dos amigos (sócios) do Urbanaque fizemos uma série de festas na Casa Dissenso, um misto de estúdio, sala de shows e loja que ficava na Rua dos Pinheiros. Posso garantir sossegadamente que algumas das melhores noites daquele ano foram vividas naquele espaço assistindo a shows bacanas e bebendo e conversando sobre cerveja (Erick também é um apaixonado pelas boas cervejas). Fiquei felizmente impressionado com o esmero e carinho de todo o pessoal que gravita em torno da Dissenso (como a querida Lita, por exemplo), que começou um segundo semestre movimentado. Primeiro foi o lançamento do EP “Kadjwynh”, em vinil e CD, com quatro músicas novas (além de Erick e Muriel, o Labirinto é Daniel Fanta, Hugo Falcão e Ricardo Pereira). Depois a reinauguração do Dissenso Studio. Isso posto que em boa parte do primeiro semestre eles estiveram na estrada, entre Estados Unidos e Canadá, mostrando ao vivo as canções de “Anatema” e de “Kadjwynh”. Aproveitando todas as novidades, mandei três perguntinhas para eles.

Como está a repercussão do novo EP, “Kadjwynh”? Fiquei chapado com a arte do vinil!
Com o disco anterior, “Anatema”, conseguimos boa repercussão, no Brasil, e principalmente, no exterior. Lançamos o “Kadjwynh”, com o mesmo esmero e dedicação que o “Anatema”, mas sem a pretensão de repetir o mesmo feito, até pelo disco ser um EP. Nos surpreendemos com as críticas e a repercussão positiva. Estamos muito felizes com o “Kadjwynh”, que apresentou um conceito artístico diferente do disco anterior, e nos possibilitou experimentar novas formas de composição. O artista que produziu a arte do vinil, o grande Ricardo Sasaki, está trabalhando há alguns meses já em uma animação de uma das faixas do “Kadjwynh”, que será lançada no final deste ano.

Como foi a turnê norte-americana? Qual foi o melhor show?
A última turnê que fizemos pelos EUA e Canadá foi melhor que a primeira, que já tinha sido muito bacana. Mais shows, melhor estrutura, boa divulgação, conhecemos mais bandas e fizemos mais amigos, tocamos em dois festivais internacionais, e foi mais rentável economicamente. Foram 6 mil milhas em 40 dias. O melhor show que fizemos, certamente, foi na Casa del Popolo em Montreal, local de propriedade do baixista da banda Godspeed You! Black Emperor. A casa estava cheia e o público foi sensacional, tocamos com bandas que admiramos (thisquietarmy e Sweet Mother Logic), e para nós, o lugar era mítico, devido a toda sua história, e o que representa para diversas bandas que apreciamos. Esperamos tocar novamente lá na próxima tour!

Vocês estão reinaugurando o Dissenso Studio. Como ele vai funcionar?
O Dissenso Studio irá iniciar as atividades agora no mês de setembro, estamos finalizando os testes, e deixando todo o sistema de gravação tinindo, para podermos abrir o espaço aos clientes – que são desde bandas e artistas à pessoas que produzem trilhas, jingles, áudio para cinema, web, rádio, enfim, tudo o que envolva produção de áudio. O Dissenso Studio é o desenvolvimento, após dez anos, do primeiro espaço onde trabalhamos com estúdio, que foi o Velouriah. Depois do fechamento do Velouriah, em 2006, nos mudamos provisoriamente para o endereço da Casa Dissenso, em Pinheiros, onde realizamos alguns trabalhos com áudio, enquanto seguíamos com a construção do Dissenso Studio, paralelamente, no endereço onde ele está hoje, no bairro do Bom Retiro. Foi bacana que a Casa Dissenso, durante esse período de cinco anos, também teve uma série de atividades diferentes; shows, feiras de arte, lançamentos de discos, livros, toy art etc. No Studio, além dos serviços de gravações, também daremos um jeito de trazer mais atividades para o espaço! Faremos transmissão via web de sessões de gravação e apresentações no espaço do estúdio, e também teremos uma programação com apresentações em um canal online, de curadoria da equipe da Dissenso, com bandas selecionadas por nós. Parte desse material também estará na Dissenso Records, responsável pelos lançamentos e distribuição em mídias físicas e digital. Aliás, esta semana estamos lançando o site novo da Dissenso Records!

www.dissensorecords.com

agosto 16, 2012   Encha o copo

São Paulo: Cervejaria Nacional

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“Para mim, um bom bar/boteco/restaurante tem que ter três coisas: atendimento prestativo (sem ser inconveniente), bom cardápio de pratos e/ou petiscos e uma carta de bebidas interessante. O bar perfeito, que me faz querer voltar, tem que cumprir os três quesitos. Mas existem vários que cumprem ou outro, e pela excelência deste item isolado, eu volto” Marcelo Costa

Inaugurada em maio de 2011, já fazia um bom tempo que eu me devia uma visita à Cervejaria Nacional, uma fábrica-bar que produz cerveja artesanal em um prédio de três andares no bairro de Pinheiros: no térreo ficam os barris de produção de cerveja (totalmente à vista do público) enquanto o primeiro e o segundo piso abrigam os frequentadores com uma lotação máxima de 160 pessoas.

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Fui conhecer o local sozinho, num sábado à noite, e a primeira impressão foi ótima: o atendimento me fez sentir-me à vontade. As mesas estavam todas ocupadas (o que é perfeitamente compreensível pelo horário que cheguei, 22h), mas há um extenso balcão que estrategicamente atravessa o bar, e pode ser um bom local para solitários e/ou casais.

A Cervejaria Nacional trabalha com cinco cervejas próprias: Domina (Weiss), Sa’Si (Stout), Mula (IPA), Kurupira (Ale) e Y-Iara (Pilsen), e você pode prova-las em um sampler como o da foto. Além das cinco tradicionais, eles oferecem regularmente duas sazonais especiais, que neste dia eram uma Bock e uma XPA (mistura de IPA com Ale). As campeãs, para mim, foram a IPA e a Pilsen, deliciosas.

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Além das cervejas de torneira da casa há uma geladeira com boas cervejas de garrafa da Brew Dog (Punk IPA, 5Am Saint, Hardcore IPA, Trashy Blonde e Nany State), uma Extra Special Bitter, da Anderson Valley, mais as três belgas da Rochefort, três rótulos da Rogue (Mom Hefeweizen, Irish Style Lager e Chipotle Ale) e três da Anchor (Liberty Ale, Anchor Steam e Old Foghorn Barley Wine).

No quesito petiscos, muita coisa boa. Encarei uma meia porção (200 gramas) de calabresa com erva doce acompanhada de pão de bagaço de malte e porções de manteiga de cerveja ale e um ótimo molho de pimenta-verde. Fiquei curioso pelos sanduiches, pela alheira, pelos acepipes e pelo pão de alho da casa (e pelos pratos: desde picanha, feijoada e galeto até rabada com agrião e risoto de costelinha).

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 O preço (11/08/2012) do sampler com cinco cervejas foi R$ 19,90, a porção de calabresa saiu por R$ 26 e o pão de bagaço de malte (com os acompanhamentos) foi R$ 9. Bebi ainda uma Brew Dog para fechar a noite (R$ 16 a garrafa – os chopps da casa variam de R$ 8,90 a R$ 15,90). Importante: às terças e quintas tem pockets de bandas de jazz e blues, e de segunda a sexta, de 17h às 20h, double drink: pedi um chopp, ganha outro. Vou voltar.

Atendimento: Ótimo
Petiscos: Excelente
Bebidas: Excelente

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Endereço
Avenida Pedroso De Morais, 604, Pinheiros
Telefone para informações e reservas: (011) 3628-5000
Site oficial: www.cervejarianacional.com.br

Horário de funcionamento

De segunda a quarta das 17hà 00h
Quinta das 17h à 01h30
Sexta e sábado das 12h à 01h30
Domingo – Fechado

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agosto 13, 2012   Encha o copo

Assista: Episódio #2 do Music Trends

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Leia também: Os quatro episódios do Music Trends (aqui)

 

agosto 12, 2012   Encha o copo

Cinco fotos: Luxemburgo

 Clique na imagem se quiser vê-la maior

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Blue Shoes

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Água

Veja mais imagens de cidades no link “cinco fotos” (aqui)

agosto 10, 2012   Encha o copo

Gram Parsons por Keith Richards

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“Gram Parsons me ensinou country music – como ela funcionava. Era um grande contador de histórias, mas também tinha uma coisa única, que nunca vi outra pessoa conseguir: ele podia fazer as putas chorarem. Até mesmo as garçonetes descoladas, que já tinham ouvido de tudo na vida, não resistiam. Ele podia trazer lágrimas aos olhos delas e criar aquele sentimento de melancolia. Não era meloso, era coração. Ele tinha um jeito único de chegar àquelas cordas especiais, que tocavam o coração feminino. Eu ficava com os pés molhados por andar entre tantas lágrimas”…

Keith Richards sobre Gram Parsons em sua autobiografia “Vida”.

Leia também:
– Documentário: quando os Stones invadiram Matão (aqui)
– Keith Richards: “Gostar ás vezes é melhor do que amar” (aqui)
– Keith Richards, fala sobre o bootleg Rolling Stone Alone (aqui)

agosto 8, 2012   Encha o copo