Category — Vídeos
O Editor e as Possíveis Narrativas
Sob curadoria da jornalista Rachel Bertol, aconteceu de 8 a 10 de dezembro de 2010 no Itaú Cultural, em São Paulo, III Seminário Internacional Rumos de Jornalismo Cultural – pRINCÍPIOS iNCONSTANTES. Tive o prazer de participar ao lado de Jan Feld (UOL) e de Alex Needham (Guardian). Abaixo, os vídeos.
Marcelo Costa, Scream & Yell
Jan Feld, UOL
Alex Needham, Guardian
Bate papo final
julho 6, 2011 No Comments
Documentário Fanzineiros do Século Passado
“Olá Marcelo,
Quem me deu a dica do Scream & Yell foi o Leonardo Panço, porém acho que podemos ter nos falado anos atrás… Bem, estou lançando o documentário Fanzineiros do Século Passado, que conta um pouquinho da história dos zines por aqui. Está disponível em: http://vimeo.com/19998552 e foi feito de forma DIY. Se puder ajudar na divulgação, agradeço muito! Grande abraço e vamos nos falando!
Márcio Sno”
http://marciosno.blogspot.com
junho 6, 2011 No Comments
Três canções: R.E.M.
Radio Free Europe (10/06/1983)
So. Central Rain (06/09/1984)
Driver 8 (06/1994)
abril 28, 2011 No Comments
Três canções: Echo and The Bunnymen
The Killing Moon (19/06/2008)
Rust (22/01/2011)
Nothing Lasts Forever (19/06/2008)
março 22, 2011 No Comments
Três canções: Jon Spencer Blues Explosion
Honey Bee (05/2011)
Rock Hard (05/2011)
Blues Explosion Man (05/2011)
março 22, 2011 No Comments
Três canções: Manic Street Preachers
Some Kind Of Nothingness (23/09/2010)
If You Tolerate This Your Children Will Be Next (27/01/2011)
A Desing For Life (23/09/2010)
março 8, 2011 No Comments
Quatro vídeos do Lestics ao vivo em SP
“Dois de Paus”
“Gênio”
“Vazio”
“Tropeço”
Numa sala escura (e lotada) do terceiro andar do Sesc Consolação, em São Paulo, o pessoal do Lestics lançou o ótimo filme documentário sobre a banda produzido pelo pessoal da TV Cronópios (assista aqui), que lança luz sobre a formação dos músicos, o que cada um faz no Lestics além de apresentar números ao vivo e mais algumas curiosidades. Bem interessante (e divertido em várias partes).
Para celebrar o lançamento, o Lestics preparou um set especial (com as músicas que não tocaram no filme) que reverberou bem na sala pintada de negro, como várias letras do Olavo, que em certo momento da noite aproveitou para comentar: “Disseram que minhas letras são depressivas, mas acho que algumas delas tem uma certa dose de humor”. Na correria, na hora de optar por filmar em PB acabei também diminuindo o tamanho do imagem do vídeo sem querer. Uma pena porque as imagens estavam tão bonitas, mas o resultado ficou legal. O bom é que Lili fez fotos ótimas (aqui).
Senti a banda muito mais à vontade do que no show da Festa da Confraria Pop, e tudo (ao menos para mim) fluiu melhor. “Aos Abutres”, disco que o Lestics lançou em 2010, está no meu Top 5 do ano passado e pode ser baixado gratuitamente no site (aqui) dos caras (assim com os outros três ótimos CDs). Eles são uma das bandas que mais admiro na atualidade, e estão azeitando ao máximo essa formação em quinteto (que estreou no terceiro disco, “Hoje”, de 2009). Prestenção neles.
Bom som, boas letras e nenhuma pose. Like.
Umberto no final do show do Lestics. Mais fotos aqui
Leia também:
– “Aos Abutres”, do Lestics, é pop da melhor qualidade, por Mac (aqui)
janeiro 19, 2011 No Comments
Dois vídeos do Lou Reed em São Paulo
Uma frase do Marco Tomazzoni, em seu texto para o iG: “A experiência extrema do disco, ruídos e distorção pura, felizmente só serviu de inspiração – o show, ufa, tem momentos de melodia para afastar o desconforto”. Já Guilherme Werneck, em seu blog no Estadão, cravou: “Para os iniciados em noise e improvisação foi sensacional”. E realmente foi. Em cinquenta e tantos minutos intensos, Lou indicou o caminho para que Sarth Calhoun, nos computadores, e Ulrich Krieger, no saxofone e percussão, seguissem pelas densas brumas da barulheira.
Fisicamente ele está bem mais debilitado do que a última vez que cruzei com ele, em Málaga, na Espanha, três anos atrás. Aos 68 anos, Lou paga agora por uma vida de excessos. Paul McCartney, por exemplo, tem a mesma idade, e agita a galera durante quase três horas de show, se estrebucha no palco no fim após tropeçar em uma caixa de retorno, mas levanta na mesma hora e sai pulando saltitante inteiraço (assista ao vídeo aqui). Recado óbvio que fica: a maconha venceu a heroína. Mesmo assim, a lenda sobrevive.
No começo do show ele ficou brincando com uma mesa de ruídos. Depois alternou duas guitarras dando um trabalho danado para o roadie. O melhor momento da apresentação foi, inclusive, Lou castigando as cordas da guitarra com ferocidade e sorrisos. Ulrich mostrou momentos de melodia no sax e Sarth subvertia tudo via computador. O show é uma experiência sonora intensa, que faz a mente viajar. Muitas pessoas saíram do teatro desde os primeiros dez minutos reclamando do som ensurdecedor vindo do palco. Falta de aviso não foi.
Para quem ficou, Lou deu um presente de fazer a alma sorrir por meses a fio. Após o trecho final do show, em que ele posa de bad boy empunhando uma guitarra na frente do palco (único momento do show em que ele se levanta do banquinho), e os pedidos insistentes de bis, o músico voltou sozinho, sentou e tocou na guitarra uma versão carregada de barulho (e efeito de melodia de teclado) de “I’ll Be Your Mirror”, do clássico “The Velvet Underground & Nico” (1967). Finada a versão foi apertar a mão da turma de fãs que se acotovelava no gargarejo. A noite terminou com uma roadie mandando uma chuva de palhetas personalizadas. Uma delas está aqui… e eu não vendo.
😛
Leia também:
– Lou Reed dribla rigor e canta em SP, por Marco Tomazzoni (aqui)
– Lou Reed perturba de novo a ordem, por Jotabê Medeiros (aqui)
– Lou Reed ao vivo em Málaga, 2008, por Marcelo Costa (aqui)
– Lou Reed explica pq não canta as “velhas canções” (aqui)
– Lou Reed ao vivo em Sâo Paulo, 2000, por Marcelo Costa (aqui)
novembro 22, 2010 No Comments
Vários vídeos: Lafayette e Do Amor
Em termos de shows, a agitada semana que passou se encerrou para mim na quinta, após Lafayette e os Tremendões chacoalharem a choperia do Sesc Pompéia com um repertório de clássicos da Jovem Guarda, e o Do Amor fazer todo mundo sacolejar na lotadaça festa Versão Brasileira, no CB.
Lançando o álbum “As 15 Mais Quentes” (falei dele aqui), Lafayette surgiu acompanhado do escrete indie Os Tremendões (Érika Martins , Renato Martins, Melvin, Nervosoe Gabriel Thomaz) e tocou quase o dobro de clássicos da Jovem Guarda. Filmei dois números, um aqui e outro aqui, e o Tiago Agostini completou com este.
Já o Do Amor fez todo mundo dançar lambada, carimbó e axé. Bonito de se ver (bêbado). De brinde, Gabriel e Nervoso subiram ao palco para reviver momentos do Acabou La Tequila, com versões para “Flaming Moe” e “O Som da Moda” (assista aqui). Ainda tem “Meu Coração” (aqui), “Cachoeira” e “Perdizes” (aqui), as duas últimas filmadas pelo Agostini.
Acordei sem voz, de ressaca e gripadíssimo na sexta-feira. E feliz.
fevereiro 28, 2010 No Comments
Os caminhos da música
Em outubro do ano passado, após um show de Curumin na Galeria Olido (escrevi aqui), encontrei o Pedro, que estava com alguns amigos fazendo um mini-documentário sobre os caminhos da música. Ele me passou o link hoje e vale assistir mais pelas palavras do Curumin do que pelas minhas. É só clicar na imagem.
setembro 21, 2009 No Comments






