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Category — Música

Monte a caixa de leite do Blur

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Grande dica do @Elson

janeiro 6, 2013   No Comments

So give me coffee and TV

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No Music Video Festival, no MIS: www.musicvideofestival.com.br

janeiro 6, 2013   No Comments

Download: o livro de André Midani

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Menos de três meses após seu lançamento, o livro “Música, Ídolos e Poder: do vinil ao download”, de André Midani, foi retirado das livrarias por ordem judicial. A família de Enrique Lebendiger, ex-dono da RGE, exigiu que o livro fosse recolhido, pois Midani descreveu Lebendiger como uma “figura exótica que não tinha capacidade nem seriedade profissional para acompanhar a carreira de um profissional do calibre de Chico Buarque”.

A editora Nova Fronteira tentou um acordo com a família de Lebendiger, mas o processo culminou na censura do livro. André Midani, por sua vez, criou um site e disponibilizou gratuitamente “Música, Ídolos e Poder” para download. “Podem ler… Podem baixar… Podem fazer o que quiserem, se quiserem, quando quiserem”, escreveu. O livro foi primeiro disponibilizado por capítulos, mas agora já se encontra em um arquivo único para download.

André Midani é um dos nomes mais importantes da indústria fonográfica brasileira dos anos 60 aos 90. Quando criança, esteve na Normandia em 1945 durante o desembarque das tropas aliadas no famoso “Dia D”. Depois veio ao Brasil, quando começou a trabalhar com música (oficio que ele já seguia em Paris antes de baixar na América do Sul) e se envolveu com a Bossa Nova, com a Tropicália e com os maiores nomes da música brasileira no período.

Uma policial mexicana, de posse de seus documentos, certa vez comentou: “Uma pessoa nascida na Síria, com passaporte brasileiro, que mora em Nova York, que vem de Medelím e passa pelo México, que diz trabalhar com música, e que fala espanhol com sotaque francês… não pode ser uma pessoa confiável!”. Como define Zuenir Ventura na introdução o livro, “Do vinil ao MP3” é uma espécie de Google da MPB moderna.

Download: http://www.andremidani.net/

Ps. Ainda vale citar a grande entrevista que André Midani concedeu à Folha de São Paulo em 2003 falando abertamente sobre jabá e explicando o caso Abril Music, que praticamente sepultou a música brasileira (leia a entrevista na integra aqui). Você, que está terminando a faculdade e precisa de um tema para o seu projeto de conclusão de curso (o TCC), tai uma bola quicando. É só rolar para as redes.

Ps2: em 2015, o livro virou um série imperdível da GNT. É possível assistir online aqui (clientes NET, Now, GVT, Sky, Claro HDTV, Multiplay, Vivo e Globosat)

dezembro 28, 2012   2 Comments

Os Melhores de 2012 do Guia da Folha

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A tradicional votação de melhores do ano do Guia da Folha, com várias categorias bacanas, está circulando nesta sexta-feira junto ao jornal Folha de São Paulo. No ano passado fui convidado para opinar sobre os melhores shows nacionais. Neste ano, palpitei sobre shows internacionais (num júri que ainda trouxe Pablo Miyazawa, Thales de Menezes, Ivan Finotti e Ronaldo Evangelista), e achei o resultado bem bacana.

Interessante é a votação para show nacional: cinco jornalistas votaram (entre eles o chapa Alexandre Matias), cada um em três shows, e os 15 shows votados foram diferentes! (empate triplo no 1º, no 2º e no 3º lugar). Já na categoria Festival a briga ficou entre Lollapalooza (que recebeu quatro votos) e Planeta Terra (que recebeu votos dos cinco convidados, e não venceu!) com o Sónar SP correndo por fora. Confira os resultados aqui

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dezembro 28, 2012   No Comments

Marcelo Jeneci: novo disco em maio

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Na semana passada, a Natura Musical anunciou os artistas e trabalhos selecionados dos Editais Nacional 2012 e Regionais Pará e Bahia. A Natura já havia anunciado três nomes em outubro – Ney Matogrosso, Lurdez da Luz e Grupo Uirapuru – e nesta segunda fase apresentou outra leva de projetos que serão desenvolvidos em 2013.

Um dos destaques desta seleção é Marcelo Jeneci, que terá apoio na gravação de seu segundo álbum, “Doce Loucura”. Seu disco de estreia, “Feito Pra Acabar”, foi eleito disco do ano no Scream & Yell, em 2010, vencendo por dois votos a estreia de Tulipa Ruiz, “Efemera” (40 votos a 38). “A ideia é começar a desenvolver o material agora, entrar em estúdio em março e lançar em maio”, adiantou Marcelo Jeneci.

Além de Jeneci, a Natura selecionou projetos de DJ Dolores, do músico Siba, da Abayomi Afrobeat Orquestra, de Hamilton de Holanda, que revive a obra de Pixinguinha, e os projetos Na Eira, do coletivo Ponto BR, e Caravana Pantanais e Música das Cachoeiras. No Edital Bahia, a Natura renovou o apoio a Márcia Castro e aposta em Russo Passapusso, Marcela Bellas, no grupo Ilê-Ayê e no festival de documentários musicais IN-Edit Bahia.

Já no Pará, o resgate às tradições culturais locais também foi ressaltado, além da efervescência cultural da nova cena do estado, representado pelo lançamento dos CDs de Natalia Matos, Camila Honda, Felipe Cordeiro e Juliana Sinimbú. Foram selecionados ainda o grupo CaBloco Muderno, Sebastião Tapajós, Mestre Solano e Ronaldo Silva. Em 2012, a Natura foi responsável pelo apoio aos discos de Tulipa Ruiz, Otto e Tom Zé, entre outros.

Leia também:
– Cinco perguntas para Marcelo Jeneci, por Marcelo Costa (aqui)
– Entrevista: Márcia Castro fala sobre “De Pés no Chão” (aqui)
– Natura Musical anuncia contemplados 2011 (aqui)

dezembro 21, 2012   No Comments

Melhores de 2012 da Superinteressante

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Já faz algum tempo que o site da revista Super Interessante realiza um dos especiais de Melhores do Ano mais caprichados da internet. No ano passado fiquei responsável por uma lista com 10 coisas a se esperar no quesito Música para 2012 (veja aqui) e neste ano pediram para que eu escrevesse um Top 10 das Melhores Músicas de 2012 (roubei um pouquinho e coloquei 11). Para conferir o Especial deste ano basta clicar na imagem ou aqui.

dezembro 17, 2012   No Comments

Marianne: Drogas, Sexo e Mick

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“A percepção pública de um casal saturado em drogas era ainda mais ilusória do que sua vida sexual supostamente desenfreada (depois de cerca de seis meses a paixão inicial entre ela e Mick esfriou, transformando-se em amizade). Embora Mick certamente tenha experimentado a maioria dos itens disponiveis no mercado de drogas, moderação era o seu lema, como em tudo o mais, exceto na vaidade; apesar de estar rodeado por usuários de drogas pesadas o tempo todo, ele nunca se excedeu ou perdeu um pingo de seu precioso autocontrole. Até mesmo do LSD desistiu em desespero depois de perceber que não havia quaisquer demônios interiores que pudessem perturbá-lo. Marianne, em comparação, viciava-se de maneira natural e tinha uma postura despreocupadamente aventurareira. De haxixe e ácido, ela logo evoluiu para a cocaína, que encontrou pela primeira vez em uma festa com Robert Fraser: seis linhas brancas puras para seis pessoas diferentes cheirarem através de uma nota de 100 dólares enrolada. Desconhecendo o protocolo, Marianne cheirou as seis carreiras, uma após a outra”.

Trecho de “Mick Jagger”, biografia escrita por Philip Norman (infos aqui)

dezembro 11, 2012   No Comments

Top 5 do Festival LAB 2012

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Fotos por Liliane Callegari

Maceió, no último fim de semana de outubro, rendeu muita praia, sol, camarão e cerveja, e uma sequencia rara de shows de alto nível em um mesmo evento. Em sua quarta edição, o Festival LAB dividiu-se em três datas buscando exibir ao público alagoano apostas e novas referências da música brasileira e latino-americana destacando um line-up cuidadoso e muito bem selecionado. Entre os nomes, gente como Momo, Franny Glass, ruído/mm, Holger e Mellotrons além do Top 5 pessoal abaixo apenas do último fim de semana (que contou com uma noite em parceria com o Coletivo Popfuzz).

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01) Jair Naves
Jair Naves sempre foi um cara que se entrega no palco de uma maneira sem volta. Isso desde os tempos do Ludovic, quando cada show parecia ser o último. Em Maceió, sozinho com seu violão no palco do Teatro de Arena, um espaço minúsculo, aconchegante e perfeito – anexo ao imponente Teatro Deodoro –, Jair Naves se emocionou chegando as lágrimas, fez gente chorar e mostrou um repertório que, além de incluir canções do EP “Araguari” e do recém-lançado (e bastante elogiado) “E você se sente numa cela escura, planejando a sua fuga, cavando o chão com as próprias unhas”, ainda trouxe versões improvisadas de uma canção do Bright Eyes e de “Que Sera, Sera (Whatever Will Be, Will Be)”, famosa na voz de Doris Day. Um show para guardar na memória.

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02) Coutto Orchestra de Cabeça
À primeira vista, prostrados no palco, esse combo que vem do Sergipe lembra o Móveis Coloniais de Acajú. Um pouco pela formação extensa (neste caso, um sexteto que se multiplica no palco) e outro tanto pela metaleira (trombone e trompete, muito bem usados). Mas, felizmente (Móveis é muito legal, mas não precisa de cópias), os sergipanos apostam num instrumental que une beats com sertanismo, que eles mesmos apelidaram de eletrofanfarra (que será o nome do álbum que eles lançam no começo de 2013), e que convida à dança mesmo quem nunca os tinha ouvido – um mérito e tanto. No LAB não foi diferente. O público do festival caiu no forró, gesticulou o tango só faltando a rosa nos lábios, valsou, cumbiou, bailou, pulou e aplaudiu muito um grupo que merece animar muitas cidades Brasil (e, principalmente, mundo) afora. Fique de olho neles. Vale a pena.

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03) Tratak
Ali pelo finalzinho de seu show de estreia (abrindo para Jair Naves), Matheus Barsotti resumiu a apresentação (e o próprio álbum “Agora Eu Sou Silêncio”) como uma terapia pessoal. O show em Maceió marcava o lançamento de seu álbum de estreia (após anos de serviços prestados como baterista de bandas como Margot, Alfajor, Labirinto e Stella-Viva), e, enquanto contava histórias nos intervalos das canções, fazia o público rir, mas assim que começava a dedilhar o violão (eventualmente acompanhado por Heitor Dantas), levava os presentes para seu mundo pessoal, uma casa pintada com tintas depressivas e delicadamente sombrias. O resultado foi uma daqueles raros momentos em que o desnudamento artístico não só comove como se transforma em admiração. Um belo show.

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04) Gato Zarolho
Jogando em casa, o Gato Zarolho deu uma pausa na produção do segundo disco para ser recebido com louvação no Festival LAB. As músicas do primeiro álbum, “Olho Nu Fitando Átomo” (2010), foram cantadas em coro pela plateia, e Marcelo Marques, vocalista e violonista, aproveitou para mostrar várias canções do vindouro segundo álbum. A sonoridade é, perdoe a simplificação grosseira, MPB de faculdade: bem escrita, bem tocada (e cada vez mais musicalmente ampla) e com um q de intelligentsia que anda fazendo falta não só no mainstream nacional como também no cenário independente. Em homenagem aos Guarani-Kaiowás, o grupo sacou do baú uma composição grandiosa de Caetano para fechar a noite: “Um Índio”. Extremamente oportuno.

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05) Lise + Barulhista
Ainda no caminho para o festival, Daniel Nunes (o “Lise”, e também baterista da elogiada Constantina) falava sobre seu desapego com o formato canção propondo-se a compor trilhas-sonoras. Ao vivo, neste encontro com Davidson Soares (o “Barulhista”), o som que saia dos dois laptops, teclados e eventualmente da bateria (alternada pelos dois músicos) era algo em constante desenvolvimento, e poderia ser descrito como trilha sonora para provocar e ampliar os horizontes musicais de um público cada vez mais apegado a banalismos. Perfeitamente adequados ao LAB (e a seu público), Lise + Barulhista fizeram um show contemplativo, mesmo com as porradas de Daniel nos pratos da bateria, e serviram como uma excelente introdução para uma noite de música variada de alta qualidade.

Veja também:
– Download: baixe o CD do Festival LAB 2012 (aqui)
– Download: baixe “Agora Eu Sou o Silêncio”, do Tratak (aqui)
– Download: baixe o CD do Jair Naves (aqui)
– Ouça o EP “Aratu Milonga”, do Coutto Orchestra de Cabeça (aqui)
– Download: baixe os CDs do Lise (aqui) e do Barulhista (aqui)

novembro 7, 2012   No Comments

The Gift na Gazeta de Limeira

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novembro 5, 2012   No Comments

Três perguntas: Leo Bigode, Goiânia Noise

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No próximo fim de semana, de sexta (09), até domingo (11), Goiânia volta a se tornar a meca do barulho no Brasil. Isso é uma constante desde que o hoje mítico festival Goiânia Noise ousou enfrentar a ditadura dos sertanejos e mostrar que a cidade também tinha sede por bons shows de rock. Lá se vão 18 anos e muitas histórias, algumas delas registradas no livro “10 Anos de Goiânia Noise”, de Pablo Kossa, lançado em 2004, e que precisa ser atualizado, afinal, o festival agora é maior de idade.

“Ao longo desses anos todos, o festival teve várias caras, formatos, locais… mas sem nunca perder seus conceitos básicos e objetivos”, diz Leo Bigode, um dos fundadores do festival em 1995, ao lado de Márcio Jr. De lá pra cá, Leo e Márcio viram passar pelo palco do Goiânia Noise praticamente toda cena independente brasileira, e muito mais: de Bidê ou Balde a Ratos de Porão; de Hermeto Pascoal e Gerson King Combo até Los Hermanos, Pato Fu e Lobão; de Black Lips e Vaselines até Nebulla e The BellRays. Mais de 300 shows em 18 anos. Respeito.

Em 2012, serão 56 shows que passarão pelos três palcos do 18º Noise. Artistas de Goiás, São Paulo, Santa Catarina, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Distrito Federal e Pernambuco, além de 7 atrações internacionais vindas dos Estados Unidos, Suécia, Áustria, Argentina e Equador. “É uma mistura de linguagens, estilos, sotaques e loucuras numa mesma noite”, resume Léo Bigode. “Reflete um momento interessante da música brasileira”, avalia o produtor. Abaixo, três perguntas. Na sexta, volume no máximo:

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18 anos de festival? Você esperava que o Goiânia Noise fosse tão longevo?
Nem nos meus delírios mais absurdos eu imaginava que o Noise fosse chegar tão longe… mas hoje já acredito que ele irá ainda mais longe. São poucos eventos de música com uma história tão longa. Mas é muito gratificante olhar pra trás e ver tudo que já fizemos. Isso dá um puta orgulho e nos motiva a seguirmos em frente, inventando coisas novas, pirando cada vez mais. Agora, por mais que se falem que hoje existe uma cultura independente em ascensão, que existe mais visibilidade com a internet, ou mesmo que existe um “circuito” de festivais, é sempre uma batalha fazer um festival como o Noise. São 18 anos, mas algumas das dificuldades são as mesmas das primeiras edições, principalmente relacionadas a patrocínios.

Esse é o primeiro festival após a reestruturação da Monstro e da própria produção do Goiânia Noise. Muda alguma coisa?
Se o que você quer dizer como “reestruturação da Monstro” seja a saída do Fabrício, não. No ano passado ele já não participou do Noise. Agora, a Monstro está sempre se reestruturando, se reinventando, inovando… e o Noise segue essa nossa tendência e inquietação. Existe uma ideia errada de que o Fabrício foi um dos criadores do Noise ou que ele era fundamental no processo. Na verdade, o Noise surgiu em 1995 apenas comigo e com o Márcio Jr. Nós carregamos o festival sozinhos por 6 edições. Em 2001 o Fabrício e o Leo Razuk entraram na Monstro, no 7º Goiânia Noise. Ao longo desses anos todos o festival teve várias caras, formatos, locais… mas sem nunca perder seus conceitos básicos e objetivos: fortalecer e fomentar a produção local, gerar intercâmbio entre artistas, promover a divulgação e circulação de bandas de todo o País, e ser uma vitrine, um raio-x do que de melhor está ocorrendo na música independente, sem abrir concessões ou se submeter a pressão dos grandes, sejam eles a indústria cultural, governos ou patrocinadores.

Este ano a Monstro passa de novo por uma reestruturação com a entrada de um novo sócio. O Guilherme Batista Pereira é um amigo das antigas, baterista, já tocou em várias bandas, inclusive no Mechanics, e chegou para agregar muito à sociedade e ao festival. Esta 18ª edição volta ao Centro Cultural Oscar Niemeyer, que é um espaço fantástico, mas com uma cara nova. São dois palcos, um estúdio, que funcionará como um palco 3, com bandas fazendo shows e gravando ao vivo, 7 atrações internacionais e uma programação que não traz grandes medalhões, mas reflete um momento interessante da música brasileira. Faremos também um domingo diferente, apenas com shows na área externa… e toda a montagem será de um jeito novo também.

Estamos, como sempre empolgados, e com o mesmo gás das primeiras edições.

O line up tem mais de 50 bandas em três dias. Quem você está muito a fim de ver ao vivo? E quais bandas locais que o público não pode perder?
Putz! Tem muita coisa que eu quero ver. Aliás, a programação é pensada justamente dessa forma: bandas que nós gostaríamos de ver! E ela é sempre bem diversa… uma mistura de linguagens, estilos, sotaques e loucuras numa mesma noite. Trash Talk e Madrid! Lirinha e Worst! Space Truck e Boom Boom Kid! Lord Bishop Rocks e Fabulous Bandits! Crucified Barbara e Hellsakura! Essa diversidade é sempre uma das características do Noise. Entre as bandas locais, algumas já são instituições do rock goiano como Violins, Mechanics, TNY e Shakemakers, mas tem uma turma nova botando pra fuder também… Space Truck, Girlie Hell (que está num momento fantástico), Dry, Chimpanzés de Gaveta, The Galo Power… vai ser bem divertido isso!

18º Goiânia Noise Festival
Dias 9, 10 e 11 de novembro
Centro Cultural Oscar Niemeyer
Ingressos:
R$ 50 (meia-entrada) – Passaportes para os 3 dias
R$ 30 (meia-entrada) – individual para sexta ou sábado
R$ 10 (meia-entrada) – individual para domingo

Infos:
www.goianianoisefestival.com.br
www.facebook.com/MonstroDiscos

PROGRAMAÇÃO

Sexta-feira, 9/11
18h – Coerência (GO)
18h30 – Dirty Harry (GO)
19h – Mortuário (GO)
19h30 – Space Truck (GO)
20h – Worst (SP)
20h30 – Mapuche (SC)
21h – Boom Boom Kid (ARG)
21h50 – Kamura (GO)
22h30 – PEZ (ARG)
23h10 – Madrid (SP)
23h50 – Trash Talk (EUA)
00h50 – Chimpanzés de Gaveta (GO)
01h40 – Lirinha (PE)

Sábado, 10/11
16h – Jam Fuzz (GO)
16h30 – Leave me Out (MG)
17h – SELETIVA PDR
17h30 – Versário (GO)
18h – Fabulous Bandits (PR)
18h30 – Judas (DF)
19h – Grindhouse Hotel (SP)
19h30 – Dry (GO)
20h – The OverAlls (AUS)
20h30 – TNY (GO)
21h – Lord Bishop Rocks (EUA)
21h50 – Atomic Mambo All-Stars (SC)
22h30 – Girlie Hell (GO)
23h10 – Hellsakura (SP)
23h50 – Autoramas (RJ)
00h30 – Karina Buhr (PE)
01h30 – Crucified Barbara (SWE)

Domingo, 11/11
14h – Damn Stoned Birds (GO)
14h30 – Corja (GO)
15h15 – Shakemakers (GO)
16h – Valdez (DF)
16h45 – The Galo Power (GO)
17h30 – Motel Overdose (SC)
18h15 – Cassino Supernova (DF)
19h – Violins (GO)
19h45 – Os Skrotes (SC)
20h30 – Mechanic[KISS] (GO)
21h15 – Indigno (EQU)

novembro 5, 2012   No Comments