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Category — Música

Disco do dia: The Cure

Disco do Dia: “Acoustic Hits” (2001), The Cure.

Bem, meu disco favorito da turma de Robert Smith é “Disintegration” (1989), mas num Top 3 da discografia deles ainda entrariam “The Top” (1984) e “The Head on The Door” (1985) com “Kiss Me” tentando forçar uma vaga (uma das canções que mais gosto deles, “Catch”, é desse álbum). Ainda assim, já faz um tempo que quando quero ouvir algo do Cure opto ou pelo box quádruplo “Join The Dots” (2004, e suspeito que o cassete da coleta “Standing on a Beach”, de 1986, com um lado b repleto de b sides raros e sensacionais tenha influencia nisso) ou por este delicado CD acústico, que surgiu como bônus em algumas edições do álbum “Greatest Hits”, em 2001. Gosto tanto do clima de leveza e de desconstração desse show acústico. Robert nunca cantou tão bem e tão a vontade como aqui, e os arranjos são delicados (o teclado emulando sanfona em “Just Like a Heaven” é de chorar e remete a “Catch”) e empolgantes num daqueles shows que emocionam em sua simplicidade.

julho 11, 2018   No Comments

Line-ups: 9 festivais de 2018 e 1 de 2019

Brasil Summerfest, New York City, EUA
De 29 de julho a 12 de agosto de 2018
Infos: http://brasilsummerfest.com/

Oya Festival, Oslo, Noruega
De 07 a 11 de agosto de 2018
Infos: https://oyafestivalen.no/en/
Experiência Scream & Yell: Eles sabem fazer um bom festival

Way Out West Festival, Gotemburgo, Suécia
De 09 a 11 de agosto de 2018
Infos: https://www.wayoutwest.se/

Locomotiva Festival, Piracicaba, São Paulo
Dias 18 e 19 de agosto de 2018
Infos: http://locomotivafestival.com/

Reading & Leeds Festival, Reino Unido
De 24 a 26 de agosto de 2018
Infos: https://www.readingandleedsfestival.com/

Riot Festival, Chicago, EUA
De 14 a 16 de setembro de 2018
Infos: https://riotfest.org/

Pop Montreal, Montreal, Canadá
De 26 a 30 de setembro de 2018
Infos: https://popmontreal.com/

Austin City Limits Music Festival, Austin, EUA
De 05 a 07 e de 12 a 14 de outubro de 2018
Infos: https://www.aclfestival.com/

Mandela 100 Global Citizen Fest, Johannesburg, África do Sul
02 de dezembro de 2018
Infos: https://www.globalcitizen.org/en/festival/south-africa/

Cayamo Festival Cruise 2019, da Jamaica ao México
De 10 a 17 de fevereiro de 2018
Infos: http://www.cayamo.com/

Confira o line-up de outros grandes festivais de música

julho 10, 2018   No Comments

Disco do Dia: Língua Franca

O disco do dia de hoje é “Língua Franca”, grande álbum projeto que une os brasileiros Emicida e Rael com os portugueses Capicua e Valete (no Screan & Yell, que desde 2010, batalha por uma maior colaboração musical entre tugas e brasileiros, há entrevista no Scream & Yell com Ana Matos e Rael falando sobre o projeto)…

 

julho 10, 2018   No Comments

Dylan com café, dia 69: Bangladesh

Bob Dylan com café, dia 69: No dia 01 de agosto de 1971, Bob subia em um palco pela terceira vez em cinco anos, mais precisamente desde o acidente de julho de 1966, para um concerto beneficente organizado por George Harrison no Madison Square Garden, em Nova York. Antes disso, Dylan tinha se apresentado apenas junto com a The Band no Carnegie Hall num tributo em homenagem a Woody Guthrie em janeiro de 68, e no Festival da Ilha de Wight em agosto de 69, por uma quantia enorme de dinheiro (50 mil dólares) conseguida por seu então empresário, Albert Grossman (este show está presente no volume 10 das Bootleg Series). “Depois de uma série de desastres naturais e uma sangrenta guerra civil, o recém-criado estado de Bangladesh estava enfrentando um desastre humanitário em 1971”, conta Howard Sounes em “Dylan, a Biografia”, lançada em 2002 no Brasil. “O músico Ravi Shankar levou a situação do povo de Bangladesh à atenção de George Harrison na esperança de que ele pudesse fazer alguma coisa para ajudar. Depois do sucesso de um disco (“All Things Must Pass”) e de um single no primeiro lugar das paradas, o ex-beatle organizou dois shows beneficentes monumentais no Madison Square Garden, um de tarde, outra na noite de 01 de agosto de 1971 (com cerca de 20 mil pessoas em cada sessão). Os shows seriam gravados para um álbum ao vivo e um filme, e os lucros iriam para a UNICEF”, explica Sounes.

Após uma primeira parte da apresentação (com participação de Eric Clapton, Ravi Shankar e Billy Preston), assim que terminou de tocar sua “Here Comes The Sun”, George olhou para o set list preso no corpo de sua guitarra e o próximo número trazia apenas a palavra “Bob” seguida de uma interrogação: “Eu olhei ao redor e Bob parecia tão nervoso, mas ele veio”. E então Harrison anunciou seu convidado especial: “‘Gostaria de chamar um amigo de todos nós, o senhor Bob Dylan’. Bob entrou em cena usando brim, com um violão Martin pendurado no ombro e uma armação de gaita em torno do pescoço. Ele estava muito parecido com o cantor folk dos velhos tempos, e foi recebido com entusiasmo, acompanhado na guitarra por Harrison, no baixo por Leon Russel e no pandeiro por Ringo Starr”, completa o biógrafo. Neste dia, Bob tocou “A Hard Rain’s A-Gonna Fall”, “It Takes a Lot to Laugh, It Takes a Train to Cry”, e poderosas versões de “Blowin’ in the Wind” e “Just Like a Woman” além de “Mr. Tambourine Man”, todas lançadas no lado cinco do vinil triplo que se seguiu (a versão em CD trouxe de brinde ainda “Love Minus Zero/No Limit”, com intro de “If Not For You” – que chegou a ser testada na passagem de som), e que fez um imenso sucesso, conquistando ainda um Grammy de Melhor Álbum do Ano em 1973. “Bob adorou a emoção de se apresentar após um longo período de inatividade”, pontua Howard Sounes, mas demoraria ainda mais três anos para que ele voltasse às turnês. Curiosidade: uma das fotos do show, de Bob conversando com George, foi usada em uma coletânea de Dylan lançada no mesmo ano (cortando Harrison da foto).

Especial Bob Dylan com Café

julho 9, 2018   No Comments

Disco do dia: Joni Mitchell

Disco do dia: o quarto disco de Joni Mitchell, a obra prima “Blue” (1971), foi influenciado por dois fatos: o imenso sucesso do disco anterior, “Ladies of The Canyon” (1970), com canções como o single “Big Yellow Taxi” e “The Circle Game” (gravada por Ian McCulloch numa versão que postei aqui nessa semana) e um Grammy de Melhor Artista Folk, sufocou Joni, que reduziu o calendário de shows e se mudou para um local mais privativo. Na esteira do sucesso e das mudanças, seu relacionamento com o namorado Graham Nash degringolou, o romance acabou e, machucada, Joni decidiu tirar férias e se refugiar em Creta, na Grécia, onde escreveu todas as canções de seu álbum mais confessional, que serviu tanto como um desabafo particular quanto como de uma geração, que via o fim do verão do amor, a morte de grandes idolos e o começo inseguro de uma nova década. É um disco intenso, lírico e, como diz Joni, “sem nenhum vocal desonesto”. Cat Power regravou a faixa titulo, Tori Amos já cantou tanto “River” quanto “A Case of You” e a Legião Urbana, em seu “Acústico MTV”, fez uma versão para “The Last Time I Saw Richard” 

julho 8, 2018   No Comments

Disco do dia: Arctic Monkeys

Disco do dia: “Tranquility Base Hotel + Casino”, o disco em que o Arctic Monkeys rompe com o passado (e com os fãs de “AM”) e se abre para um futuro promissor. Assim como o disco de Jack White, ainda tô degustando esse do Arctic Monkeys, que é bem mais fácil do que o do Jack, mas causou um alvoroço bacana deixando velhos fãs putinhos e causando umas comparações tolas. Por enquanto, tô ouvindo e curtindo…

 

julho 7, 2018   No Comments

Disco do dia: Jack White

Disco do dia: “Boarding House Reach” (2018), o exagerado terceiro disco solo de Jack White. Ainda estou me acostumando a ele, e gostando, mas a sensação é de que Jack White exagerou no desejo de soar estranho e chocar as pessoas…

julho 6, 2018   No Comments

Disco do dia: Ian McCulloch

Disco do dia: “Candleland”, de Ian McCulloch, lançado em 1989 logo após sua saída do Echo and The Bunnymen e com uma sonoridade que remete ao disco do Echo de 1987 (as lindas “The Game” e “Proud To Fall” são irmãs gêmeas). Elizabeth “Cocteau Twins” Frazer faz os backings líricos da faixa título e esta caprichada reedição dupla, lançada em 2012, traz 10 b-sides, duas versões da cover de “September Song” lançada por Ian em 1984, remixes e a linda versão de “The Circle Game”, canção de Joni Mitchell. O disco original, ainda em vinil, acalantou algumas centenas de noites perdidas…

julho 5, 2018   No Comments

Disco do dia: Aimee Mann

Disco do dia: “Lost in Space – Special Edition” é o quarto álbum de Aimee Mann, lançado de maneira independente por seu próprio selo, SuperEgo Records, em 2002, com essa luxuosa reedicão dupla numerada (a minha é a 613) lançada no ano seguinte. “Lost in Space” foi o disco imediatamente subsequente a “Bachelor n. 2” (2000), catapultado ao sucesso no embalo da trilha sonora (com oito músicas de Aimee Mann) do filme “Magnólia” (1999), de Paul Thomas Anderson, e flagra Aimee tentando se soltar das amarras folks, e conseguindo abrir uma fresta por onde ela seguiria carreira à frente. Dos meus discos favoritos dela!

julho 4, 2018   No Comments

Scream & Yell Vídeos: Programa 85

No Scream & Yell Vídeos número 85, mais um livro (“Carlos Viaja”, de China com arte de Tulipa Ruiz), um DVD (mais um box da série “O Cinema”, desta vez compilando seis filmes do gênio Luis Buñuel) e um CD (o segundo álbum da grande banda Maria Bacana!). Assista abaixo!

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julho 3, 2018   No Comments