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Category — Música

Ouvindo: “Alma de Gato”, Tatá Aeroplano

Seguindo o esquema de alternar um disco novo com um antigo, esse é um lançamentaço: “Alma de Gato” é o quarto álbum solo de Tatá Aeroplano (descontando um belo disco com @Bárbara Eugênia e os dois álbuns com o codinome Frito Sampler), um cara por quem tenho profunda admiração e respeito pela maneira cuidadosa que vem conduzindo sua carreira. “Alma de Gato” é reflexo direto da mudança de casa de  Tatá, que em 2016 trocou o bairro de Santa Cecília pela Vila Romana (ambos em São Paulo) e começou a “frequentar intensamente as ruas, parques, centros culturais e casas de shows das redondezas”. Segundo ele, “esse novo disco está cheio de vivências e experiências dessa nova fase na cidade de São Paulo”. O álbum está disponível (físico) no site do Tatá (http://tataaeroplano.com) e no seu portal de streaming favorito. Sempre tô fervilhando de ideias de coisas que quero fazer, e a ideia do momento é uma série de entrevistas em casa, bebendo cerveja. Já começou (preciso decupar o papo delicioso que tive com Olavo, doLestics) e logo quero beber e conversar com Tatá aqui em casa. Aguarde (e, enquanto isso, ouça o disco) 🖤🎸

outubro 25, 2018   No Comments

Ouvindo: “Country Mouse, City House”, Josh Rouse

Um disco “antigo” (de 2007). Na primeira metade de sua carreira, Josh Rouse (natural de Nebraska, USA) quase sucumbiu ao alcoolismo enquanto vertia belas canções depressivas e grandes álbuns. Para combater o vício que estava colocando sua criatividade em xeque, Josh Rouse abandonou os Estados Unidos e foi morar na Espanha, se apaixonou (pela cantora Paz Suay) e encontrou a paz que procurava. Desde “Subtitulo” (2006), seu sexto álbum e primeiro no auto-exílio, que ele vem numa escalada de felicidade que contagia pessoas que torcem pela alegria do próximo. Este “Country Mouse City House” foi lançado em 2007 (comprei o vinil na maravilhosa Grimey’s, loja de discos – com porão que já registrou até show do Metallica – em Nashville). Ao falar sobre o disco, Josh conta que seu “som é o dos songwriters dos anos 70. É o meu estilo favorito de música e tem algo que muitos lançamentos modernos não tem”. Como escrevi no final da resenha sobre o disco em 2007, ele não diz o que é esse algo, mas arrisco uma palavra: alma. 🖤🎸

outubro 24, 2018   No Comments

Ouvindo: “Sam’s Town”, The Killers

Matando saudade de uns discos que eu não tenho a mínima saudade. Até achei que tivesse escrito sobre “Sam’s Town” no site na época, mas nem isso deu vontade. Achei um trechinho dum comentário na resenha que fiz sobre “Day & Age”: “Brandon Flowers é o fanfarrão da década. Surgiu clonando o rock britânico (mesmo sendo de Las Vegas) na estréia e depois deu discos de Bon Jovi e Springsteen para os amigos ouvirem. O resultado, “Sam’s Town”, lembrava Queen e U2″. Mas, ok, os shows são bons (e o do Lolla neste ano um dos melhores que eles fizeram por aqui – quem mais tava naquele Tim que acabou as 6 da manhã da segunda-feira?) e “When You Were Young” é um puta single (essa versão deluxe traz duas faixas bônus no CD e um DVD com clipe e making of de “When You Were Young”). Saldo final: deu vontade de ouvir “Hot Fuss”.

outubro 23, 2018   No Comments

Ouvindo: “Estação Cidade Baixa”, Nobat

“Estação Cidade Baixa” é o terceiro disco de Luan Nobat, lançado originalmente em três EPs, reunidos aqui. No Scream & Yell há um faixa a faixa especial sobre o disco!

outubro 23, 2018   No Comments

Em novembro, Festival Conexão Latina SP

Três frentes, três endereços, um único propósito. O Festival Conexão Latina chega à sua primeira edição trazendo atividades de música, gastronomia e educação, que se realizarão em três espaços de expressão na cena cultural de São Paulo. O objetivo do evento é, assumidamente, imodesto: ser mais uma iniciativa de integração latino-americana pela cultura.

“Somos todos latinos”, frisam Mayra Rizzo e Leonardo Vinhas, produtores e curadores do evento. “E por isso acreditamos que os laços entre nós e os países vizinhos devem ser estreitados”. Na concepção de ambos, a cultura é o melhor meio de realizar essa aproximação, por isso o festival planejou atividades variadas durante seus três dias.

No dia 09 de novembro, sexta-feira, acontece a Jam Eletroacústica, no Lab Mundo Pensante. Ali, todos os músicos que se apresentarão no festival se revezarão em esquema “palco aberto”, tocando juntos de maneira improvisada. Também acontecerá uma oficina de composição de canções, no mesmo local.

O dia 10 de novembro, sábado, traz o formato de “Fiesta Latina”, com shows nacionais e internacionais no Mundo Pensante. Compõem o line-up o argentino Edu Schmidt, o uruguaio Nicolás Molina e a chilena Renata Espoz, além dos brasileiros Yangos (RS), Lila May (SP) e Gabriela Pensanuvem (SP).

Já no dia 11, domingo, o festival se encerra na Casa Japuanga, com a Jam Gastronomusical conduzida por Edu Schmidt. Além de músico, o argentino é chef de cozinha, e improvisará com comida e canções de sua autoria para os presentes, com a possibilidade de interagirem com o músico tanto na parte cancioneira como na culinária.

O evento é uma realização da agência produtora Conexão Latina com o Mundo Pensante, com apoio do fundo ibero-americano para as artes Ibermúsicas, do Projeto Alberto Seabra 1128, da Casa Azul e dos sites culturais Scream & Yell (Brasil) e Zona de Obras (Espanha).

Site oficial: https://www.conexaolatina.org/

Serviço:
Festival Conexão Latina
Todos os eventos têm entrada GRATUITA

Sexta, 09/11: ¡Aguante!
15h às 18h – Oficina de Composição Musical com Edu Schmidt (ARG)
Informações e inscrições pelo e-mail: conexaolatinabrasil@gmail.com

19h – Jam Eletroacústica + Discotecagem Scream & Yell
Local: LAB Mundo Pensante >> R. Treze de Maio, 733 – Bela Vista

Sábado, dia 10/11: ¡Dale!
15h – La Fiesta Latina começa cedo (!) com discotecagem da DJ Gabriela Pensanuvem
16h – Nicolás Molina (Uruguai) + Yangos (RS)
18h – Edu Schmidt (Argentina) + Lila May (SP) + Renata Espoz (Chile)

Además, a tarde será regada com deliciosos drinks típicos para garantir a imersão na ¡Latinidad!
Local: Mundo Pensante >> R. Treze de Maio, 830 – Bela Vista

Domingo, dia 11/11: ¡Disfrútalo!
16h – Jam Gastronomusical
Local: Casa Japuanga // Projeto Alberto Seabra 1128 >> Rua Japuanga, 38 – Alto de Pinheiros

 

outubro 19, 2018   No Comments

“Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia do Queen

A 20th Century Fox divulgou nova cena do filme “Bohemian Rhapsody”. O trecho mostra uma conversa entre os integrantes do Queen enquanto “We Will Rock You” é criada. Filme estreia em todo Brasil em 1º de novembro!

 

outubro 18, 2018   No Comments

Fique ao lado dos oprimidos, sempre!

“Lavar as mãos no conflito entre poderosos e despossuídos não significa ser neutro, mas colocar-se ao lado dos poderosos.”

Essas palavras de Paulo Freire ficavam penduradas atrás da porta de entrada da Positive Force House. Durante mais de uma década, cada visitante da nossa “comuna punk” era confrontado por esse pôster ao entrar – e aqueles que moravam na casa viram essa frase tantas vezes que o seu significado deve ter sido absorvido por nossa corrente sanguínea. Na minha opinião, ela é talvez a melhor expressão daquilo que a “política punk” deveria ser: ficar ao lado dos oprimidos, para que juntos possamos encontrar o poder. Afinal, a palavra “punk” sempre referiu-se ao oprimido, ao excluído, às pessoas descartáveis, àqueles que foram esquecidos. Aqueles que assumem esse rótulo devem definitivamente tomar partido dessas pessoas, na sua própria comunidade, em qualquer lugar do mundo. Isso também demonstra que ideias como o punk são globais em sua relevância. Assim, estou muito feliz de saber que a história da cena punk de DC significa bastante para tantas pessoas não apenas no Brasil, mas na América Latina como um todo. Claro, eu sei que o Brasil tem a sua própria história no punk, iniciada nos anos 1970, e que diversas vezes incluiu as ideias do straight edge, do riot grrrl, do “faça você mesmo” e ações políticas que também foram absolutamente centrais na comunidade de DC. Ao descrever as palavras de Paulo Freire como palavras “punk”, estou fazendo uma dupla reivindicação. Primeiro, que o punk aprende com todas as outras formas de resistência, absorvendo essas ideias e criando as suas próprias, expressando-as de modo único… e devemos muito a esses precursores. Em segundo lugar, que o espírito e a atitude que poderíamos chamar de “punk” não é uma propriedade exclusiva dos amantes do rock, com piercings, tatuagens ou quaisquer outras características estereotipadas do movimento. Não, “punk” é apenas mais um rótulo para a criatividade, a indignação e a compaixão que têm alimentado cada componente do progresso humano desde tempos imemoriais. Dessa forma, temos que buscar aliados em lugares inesperados, estabelecendo conexões com comunidades diferentes para construirmos um movimento que tenha a força para mudar de fato o nosso mundo, ou seja, para fazer a revolução. Isso significa que, ao mesmo tempo em que pago tributo para tudo aquilo que as bandas brasileiras e a comunidade punk latino-americana já conquistaram (e conquistaram muito), outras vozes punks também me inspiraram – e continuam me inspirando. “Quando dou comida aos pobres, chamam-me de santo. Quando pergunto por que eles são pobres, chamam-me de comunista.” Essas palavras saíram da boca de um bispo brasileiro – Dom Hélder Câmara –, mas como elas poderiam ser mais punk? Ou então a ação direta de movimentos como o MST, lutando no mais puro esquema “faça você mesmo” por necessidades vitais, por direitos humanos? Ou mesmo Leonardo Boff, desafiando toda a estrutura da hierarquia católica para viver de acordo com a sua própria prática revolucionária encontrada no livro Igreja: carisma e poder? Aqueles que estão protestando contra a corrupção ou contra a brutalidade policial não são também “punks” no melhor sentido da palavra? Não deveríamos desafiar um “partido dos trabalhadores” a ficar do lado dos trabalhadores, e não ser governado pelo deus-dinheiro? Ou lutar para ver os assassinos uniformizados de Eduardo de Jesus (e tantos outros como ele) enfrentarem a justiça? Se pararmos para analisar, vamos descobrir que o punk está em todos os lugares, muitas vezes nos mais inesperados, fazendo aliados incomuns – mas essenciais. Isso ainda sugere que a energia e o idealismo que alimentam nossos movimentos do underground também precisam ser deslocados das margens para o centro, para construir um mundo que tenha lugar para todos, no qual todas as pessoas sejam importantes e ninguém seja esquecido. Nós começamos no underground, fazendo tudo o que podemos com aquilo que temos, onde quer que estejamos… mas não paramos por aqui. Esta é uma missão de vida, e o poder do punk é eternamente relevante em todos os momentos, em todos os lugares. Eu já disse antes que o “agora” é sempre mais importante do que o “passado”. Se for assim, eu espero que essa história de garotos-tornando-se-adultos enquanto tentam se manter fiéis aos seus princípios seja o combustível para todos vocês em suas próprias jornadas, em suas próprias aventuras. Que este livro (e todas as diversas esperanças e sonhos que ele contém) seja uma inspiração para você ir além, da sua própria maneira, para fazer aquilo que ainda não foi feito, transformando “o que é” em “o que pode ser”. De todo modo, obrigado por reservar um tempo para ler essas palavras sobre a saga punk de DC – não existem palavras mais importantes nesse mundo para mim. Essa história contém o melhor de muitas vidas, e agora é parte da sua também, se você quiser.

“So I say to the youth right now/don’t sway to the unjust/no matter what they say/ never give in/never give in!” (“Então eu digo para os jovens agora/Não vacile perante os injustos/Não importa o que eles dizem/Nunca desista/Nunca desista!”) – Bad Brains, 1980

Com amor, Mark Andersen. 23 de maio de 2015.

Introdução à edição brasileira de “Dance of Days: duas décadas de punk na capital dos EUA”, de Mark Andersen e Mark Jennis. Leia resenha aqui

outubro 2, 2018   No Comments

1963: Bob Dylan e os comunistas

Bem, eu estava sentindo triste e na fossa
Eu não sabia o que diabos eu iria fazer
Os comunistas estavam vindo
Eles estavam no ar, eles estavam no chão
Eles não deixariam em paz

Então eu corri o mais rápido possível
E me juntei a Sociedade de John Birch
Eu ganhei um cartão de membro secreto
E comecei a andar pela estrada
Yee-hoo, Eu sou um verdadeiro John Bircher agora!
Vejam comunistas!

Agora todos nós concordamos com a visão de Hitler
Apesar que ele matou seis milhões de judeus
Não importa tanto se ele era um fascista
Pelo menos não pode dizer que ele era comunista!
Isso é como dizer que se você ficar com frio, você deve tomar uma dose de malária!

Bem, eu estava procurando pelos malditos comunistas
Eu levantei de manhã e olhei debaixo da minha cama
Olhei na pia, atrás da porta
Olhei no porta-luvas do meu carro
Não consegui encontrá-los

Eu estava procurando pelos Reds em todo o lugar
Eu estava olhando na pia e por baixo da cadeira
Eu olhei dentro do buraco da chaminé
Eu até olhei no fundo da minha privada
Eles escaparam

Bem, eu estava sentado em casa sozinho e comecei a suar
Eu imaginei que eles estivessem na minha TV
Espiei atrás do quadro de imagem
Tomei um choque no pé que bateu direto no cérebro
Os comunistas fizeram isso!
Eu sei que eles fizeram, os cascas-grossas

Ora, eu me demiti do meu trabalho para que pudesse trabalhar sozinho
Então mudei meu nome para Sherlock Holmes
Segui algumas pistas da minha mochila de detetive
E descobri que tinha listras vermelhas na bandeira americana!
Aquela velha Betty Ross!

Bem, eu investiguei todos os livros da biblioteca
90% deles foram queimados
Eu investiguei todas as pessoas que conheço
98% delas tem que ir
Os outros dois porcentos são colegas Birchers, assim como eu

Agora Eisenhower é um espião russo
Lincoln, Jefferson e aquele cara do Roosevelt
Para mim só tem um homem
Que é um verdadeiro americano: George Lincoln Rockwell
E sei que de fato odeia comunas porque ele vetou o filme “Exôdus”

Ora, eu comecei a pensar direito
Quando eu fiquei sem coisas para investigar
Não conseguia imaginar fazendo qualquer outra coisa
Então agora eu tô sentado em casa investigando a mim mesmo!
Espero que eu não descubra nada, hmm, bom Deus!

setembro 24, 2018   No Comments

Dylan com café, dia 85: Copyright Collection

Os últimos quatro cafés lidavam com material raro de Bob do inicio dos anos 60, grande parte dele ou pirateada na cara de pau por um mercado paralelo que existe desde o final dos anos 60 buscando saciar fãs insaciáveis ou ainda recentemente lançados de maneira oficial (pero no mucho) numa brecha da lei de direitos autorais da Inglaterra. As Bootleg Series surgiram para dar vazão a esse material raro disputado por fãs no mercado paralelo, mas muita coisa ainda estava engavetada, e para tentar driblar a Lei de Direitos Autorais europeia, a Columbia Records decidiu oficializar o material de 1962 que estava prestes a completar 50 anos em 2012 (e entrar em domínio público) lançando-o numa tiragem limitadíssima de 100 cópias (um conjunto de quatro CDRs) apenas para registro de lançamento e de computo de direitos autorais, repetindo a artimanha em 2013 (com o material de 1963), 2014 (1964), 2015 (1965) e 2016, único ano que teve amplo lançamento com todos os shows de Dylan no período reunidos em um box com 36 CDs (tema de um café futuro).

A “The 50th Anniversary Collection: The Copyright Extension Collection, Volume 1”, que mapeia as raridades de 1962, mergulha nas sessões de “The Freewheelin’ Bob Dylan” com mais de 50 gravações inéditas e ainda oficializa as Mackensie Home Tapes, o set na Gerde’s Folk City e o famoso show no Finjan Club, em Montreal (um dos bootlegs mais famosos do período). Há ainda seis faixas no Gaslight Café que ficaram de fora do álbum lançado em parceria com a Starbucks. Imperdível. No “Volume 2”, que mapeia o material raro de 1963 de posse da gravadora, Dylan já caminhou quilômetros e está com um domínio incomparável de sua arte (basta colocar lado a lado a sessão de 1962 no Gerde’s Folk City com a de 1963 para perceber a evolução). Muito do material que abastece diversos bootlegs (o “Many Faces of Bob Dylan” incluso) batem ponto aqui como a sessão imperdível no Studs Terkel Wax Museum, em Chicago, e o registro potente no Town Hall, que nunca foi registrado oficialmente porque, aparentemente, o microfone do violão está muito próximo e Bob o toca diversas vezes, prejudicando o registro. O terceiro volume da coleção (lançado em nove vinis em 2014 mapeando o ano de 1964) reúne material de um show na TV em Toronto, a fita Eric Von Schmidt’s House (outro bootleg famoso finalmente oficializado) e shows em Londres, Filadélfia, São José e São Francisco (alguns de baixa qualidade) além de registros das sessões do álbum “Another Side Of Bob Dylan”.

O quarto volume lançado da série (2015) lança luz sobre material de 1965, e mapeia a turnê acústica em material geralmente de qualidade bem baixa, mas vale atenção ao concerto (em excelente qualidade) no Free Trade Hall, em Manchester (um ano antes da revolução sônica que rendeu o grito de Judas em 1966), e também ao show da BBC. Após 149 músicas ouvindo Bob ao violão acompanhado de sua gaita, o registro ensandecido de “It Takes A Lot To Laugh, It Takes A Train To Cry” com banda (e Michael Bloomfield solando loucamente) no Newport Festival 65 talvez dê uma pequena ideia da loucura que foi essa reviravolta no mesmo evento que o levou às massas nos anos anteriores. E essa é a canção que divide as fases neste volume das “The Copyright Extension Collection”: a partir daqui, registros no Hollywood Bowl, em Forest Hills e em Berkeley trazem os shows metade acústico, metade elétrico, para desespero dos puristas. Lançados de maneira limitada, os quatro boxes estão obviamente esgotados e os poucos disponíveis em sites de revenda custam pequenas fortunas que podem ir de R$ 1500 até R$ 10 mil. Itens raros, mas que valem muito a audição. Porém, para quem não conseguiu pegar os boxes ou acha um exagero todo esse material, a Columbia lançou em larga escala em 2018 o CD duplo “Live 1962 – 1966: Rare Performances from The Copyright Collections”, um best of com 26 canções retiradas da coleção. É uma boa introdução a esse material imperdível.

Especial Bob Dylan com Café

setembro 19, 2018   No Comments

Festivais: Sete line-ups 2018

Palco Ultra Festival, Belo Horizonte
Dia 22 de setembro de 2018
Infos: https://www.facebook.com/underdiscos/
Entrevista: Barral Lima fala sobre o Palco Ultra Festival

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Porão do Rock, Brasília
Dias 29 e 30 de setembro de 2018
Infos: https://www.facebook.com/FestivalPoraoDoRock/
Experiência: Porão 2014Porão 2015Porão 2016

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Pitchfork Music Festival Paris, França
De 01 a 03 de novembro de 2018
Infos: https://pitchforkmusicfestival.fr/

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Tropicalia Music Festival, Long Beach, EUA
Dias 03 e 04 de novembro de 2018
Infos: https://tropicaliafest.com/

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Le Guess Who Festival?, Utrecht, Holanda
De 08 e 11 de novembro de 2018
Infos: https://www.leguesswho.nl/

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Riptide Music Festival, Fort Lauderdale Beach, EUA
De 30 de novembro a 02 de novembro de 2018
Infos: http://www.riptidefest.com/

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Festival Indio Catrina, Parque Piramide de Cholula, México
Deia 08 de dezembro de 2018
Infos: http://www.catrinafestival.mx/

Confira o line-up de mais festivais de música

setembro 13, 2018   No Comments