Category — Cervejas
Minha primeira Verboden Vrucht
A cervejaria belga Hoegaarden não produz apenas a clássica e deliciosa cerveja que leva o nome da casa. Além da própria, nascida em 1966 (com a cervejaria defendendo que a receita original data de 1441), a Hoegaarden ainda fabrica a Grand Cru (1985), com 8,5% de teor alcoólico e sabor marcante; a Speciale (1995), quase uma versão de luxo da Hoegaarden tradicional; a Rosée (2007), com sabor de framboesa; e a Citron (2008), quase uma limonada com um tiquinho de álcool (só 3%).
Não presente no site oficial, mas também fabricada pela cervejaria surge a Verboden Vrucht, que em bom português significa Fruto Proibido. Não é a toa que no rótulo Adão e Eva (em imagem inspirada no quadro de Peter Paul Rubens) trocam a maçã por um copo de cerveja. A ilustração tornou esta cerveja de alta fermentação rara, já que um processo da American Bureau of Álcool, Tobacco and Firearms, nos Estados Unidos, acusou a cervejaria de pornografia, e proibiu a Verboden Vrucht em território norte-americano.
Uma pena, já que a Strong Ale pecadora da Hoegaarden é simplesmente uma delícia. Esqueça a delicadeza da versão tradicional (bastante refrescante, mas inocente perto da Verboden Vrucht). O álcool (8,5%) está presente e se destaca na composição, do aroma ao paladar. O primeiro é marcado por malte, algo entre caramelo e café, e também uvas passas e cravo. Já o paladar é intenso, reafirmando o que pode ser sentido no aroma – mas valorizando o adocicado, que se esconde atrás do álcool no aroma, mas surge para contrabalancear no paladar.
Fato interessante: ela fica bem mais gostosa conforme vai esquentando no copo. Seu sabor se torna mais presente (e mais adocicado e frutado, mas não enjoativo), mas não é recomendável abusar da quantidade (cuidado, cuidado com os 8,5%).
Hoegaarden Verboden Vrucht
– Produto: Dark Strong Ale
– Nacionalidade: Bélgica
– Graduação alcoólica: 8,5%
– Nota: 3,71/5
Ps. Agradecimento a Marco Antonio Bart pelo presente raro 😛
novembro 30, 2010 No Comments
De La Coruña, 1906 Reserva Especial

Fabricada pela Estrella Galícia, a 1906 Reserva Especial é uma Vienna Lager que homenageia a data de fundação da cervejaria espanhola, mas nasceu apenas nas comemorações do centenário da fábrica, em 2006, presenciada inclusive pelo rei da Espanha, Juan Carlos. Fundada por José Maria Rivera Curral na cidade de La Coruña, a Estrella Galícia ainda continua na família sendo administrada pela quarta geração do patriarca.
De coloração âmbar caramelada, a 1906 Reserva Especial exibe um creme branco de baixa formação e permanência, e destaca no nariz um aroma forte e alcóolico, com os 6.5% da receita batendo ponto e chamando a atenção ao lado das notas de caramelo tradicionais do estilo, e derivadas do malte, mais milho (presente na receita) e certa sugestão de condimentação, provavelmente fruto da picância do álcool.
Na boca, o álcool novamente é a estrela, mas divide de forma elegante a atenção com o malte tostado, que comparece em notas adocicadas remetendo a melaço e caramelo, com o lúpulo se encarregando de equilibrar o conjunto (o amargor surge dividido entre álcool e lúpulo). Novamente, uma sensação de condimentação marca presença. O final é adocicado e levemente picante enquanto o retrogosto traz caramelo e uma leve adstringência. Boa.
1906 Reserva Especial
– Produto: Vienna Lager
– Nacionalidade: Espanha
– Graduação alcoólica: 6,5%
– Nota: 2,69/5
Leia também:
– Top 500 Cervejas, por Marcelo Costa (aqui)
– Leia sobre outras cervejas (aqui)
novembro 18, 2010 No Comments
Opinião do Consumidor: Murphy’s Irish Red
Tradicionalmente, a Red Ale é irlandesa. Lá ela é chamada também de Irish Red, e o que a diferencia das outras ales (as cervejas de alta fermentação) é sua cor avermelhada – devido ao malte tostado, que marca não só a cor como o aroma e também o paladar.
A cervejaria Murphy’s foi fundada em Cork, na República da Irlanda, em 1856, o que garante o slogan de mais de 150 anos de tradição cervejeira. Em 1983, a fábrica foi vendida para a Heineken International, passando desde então a produzir, além da Murphy’s Irish Red e da Stout, a Heineken para o mercado irlandês (dominado pela lager Harp).
O negócio também serviu para exportar a Murphy’s Irish Red, uma ótima representante do estilo, para o mundo (inclusive para o Brasil). O malte tostado (seu grande segredo) já é perceptível no aroma, agradável, que deixa escorrer um pouco de madeira e caramelo. O sabor segue o aroma, com o malte marcando o final com leve e interessante amargor, mas o aguado desequilibra um pouco o conjunto.
Mesmo assim, em território irlandês, para quem quiser fugir das stouts (cuja representante mais famosa é a Guiness, cerveja escura número 1 do Reino Unido) e das lagers (a Harp, cerveja número 1 da Irlanda, é leve e gostosa, mas bem parecida com as nossas), a Murphy’s Irish Red é uma excelente pedida. Não é perfeita, mas tem um conjunto bastante agradável.
Teste de Qualidade: Murphy’s Irish Red
– Produto: Red Ale
– Nacionalidade: Irlanda
– Graduação alcoólica: 5%
– Nota: 2,85/5
Leia também:
– Harp, uma lager irlandesa muito boa (aqui)
– Outras cervejas (aqui)
novembro 15, 2010 No Comments
Da Alemanha, Tucher Doppelbock Bajuvator
Terceiro exemplar da cervejaria alemã Freiherrlich von Tucher’sche a freqüentar este espaço (as outras duas foram a Helles e a Dunkless), a versão Doppelbock Bajuvator é simplesmente a melhor da fábrica a baixar por estes lados. Feita somente no inverno, e com graduação alcoólica de 7,2%, a Doppelbock Bajuvator é repleta de particularidades e sensações que criam uma cerveja especialíssima – receita original da Bavária.
O aroma é bastante maltado, sugerindo também café e um pouquinho de chocolate, bastante mel e açúcar mascavo. O sabor, de inicio, é adocicado, mas logo o frutado marca presença sugerindo uvas passas e, novamente, café – e chocolate amargo – características provenientes do forte malte torrado (aqui em dosagem caprichada). O final é seco, com um tiquinho de amargor que se esvai rapidamente.
Apesar de parecer doce, a Doppelbock Bajuvator mantém um equilíbrio preciso entre amargor e adocicado que convida a próximas taças mantendo o bom nível da Dunkless da cervejaria (a Helles, clara, é bem fraquinha). Para este ano, a Tucher atualizou o look com uma braçadeira dourada no alto da garrafa (que lhe confere estilo) e uma garota ruiva segurando taças que parecem ser de chocolate gelado no rótulo, mas é cerveja mesmo. E boa.
Tucher Doppelbock Bajuvator
– Produto: Doppelbock
– Nacionalidade: Alemanha
– Graduação alcoólica: 7,2%
– Nota: 3,75/5
Leia também:
– Duas cervejas da Bavária, uma clara, outra escura (aqui)
setembro 8, 2010 No Comments
Opinião do Consumidor: Köstritzer
Na minha primeira viagem para a Europa, em 2008, a única cerveja alemã a freqüentar o top 10 (lotado de marcas belgas e algumas espanholas) foi esta belíssima Köstritzer, a cerveja escura mais famosa da Alemanha, fabricada pela cervejaria de mesmo nome desde 1593 (seguindo o acordo da Lei da Pureza Alemã de 1516).
Segundo consta, um dos mais famosos bebedores da Köstritzer foi Goethe, que se sustentou da famosa cerveja preta quando era incapaz de comer durante um período de sua doença. Essa foi para você, caro leitor, que sempre brinca que vai jantar pão liquido. Goethe jantou e almoçou Köstritzer durante um bom tempo.
A Köstritzer é moderadamente amarga e muito leve. Sua produção é baseada no estilo Pilsner, mas ela é bem mais saborosa culpa do malte especial que as nossas expoentes nacionais do estilo, tanto claras quanto escuras. Embora não tenha nada de adocicado, pode surpreender e conquistar os fãs da docinha Malzbier nacional.
Outro paralelo possível é com as Stouts (brinde ao malte torrado), porém a Köstritzer se destaca por ser mais leve e ter um aroma de café menos intenso que as possíveis rivais (Guiness inclusa). Carro chefe das schwazerbier (cervejas pretas), é uma cerveja deliciosa que pode salvar alguns almoços. Goethe que o diga.
Teste de Qualidade: Köstritzer
– Produto: Cerveja Pilsner
– Nacionalidade: Alemanha
– Graduação alcoólica: 4,8%
– Nota: 3,5/5
Leia também:
– Top Ten de Cervejas Européias – 2008 (aqui)
– Top 68 de Cervejas Européias – 2010 (aqui)
agosto 19, 2010 No Comments
Opinião do Consumidor: La Brunette
E não é que a cervejaria gaúcha Schmitt chegou ao empate técnico aqui em casa! Após sair perdendo por 2 a 0 (a Schmitt Ale e a Schmitt Sparkling foram tiros n’agua – leia sobre elas nos links no final do texto), e diminuir com a ótima Barley Wine, agora é a vez da boa Stout da cervejaria conquistar o paladar (e o olhar pelo rótulo bonito): La Brunette.
A Stout é originária da Irlanda (não à toa, a Stout mais famosa do mundo é a Guiness) e feita a partir de cevada torrada, que produz um malte especial escuro, que deixa um sabor amargo conferido pelo lúpulo associado ao adocicado do malte. As Stouts tradicionais eram carregadas de álcool (por volta de 7% a 8%), e a exemplar da Schmitt deixa a desejar nesse ponto ficando nos 4,5% tradicionais do mercado nacional.
Apesar do ponto a menos no quesito gradução alcoólica, a La Brunette merece uma conferida. É uma cerveja escura e cremosa com malte tostado bastante presente no paladar (e que lembra muito café) e, um pouco, no aroma (que também tem uma leve presença de chocolate, mas bem leve). O forte amargor pode incomodar os incautos, e atrapalhar uma segunda dose, mas vale arriscar o paladar. Perde em comparação com as gringas, mas faz bonito para uma nacional.
Teste de Qualidade: La Brunette
– Produto: Cerveja Stout Gaúcha
– Nacionalidade: Brasil
– Graduação alcoólica: 4,8%
– Nota: 2,2/5
Leia também:
– A dose tripla de malte da Schmitt Barley Wine (aqui)
– A Schmitt Ale se perde entre o azedo e o aguado (aqui)
– Sparkling Ale (sem bolhas) lembra demais a Schmitt Ale (aqui)
agosto 15, 2010 No Comments
Opinião do Consumidor: Baltijos Dark Red
A Lituânia é uma das três Repúblicas Bálticas (a saber, as outras duas são a Letônia e a Estônia) cuja história destaca invasões russas e prussianas, união com a Polônia, ocupação nazista, outra invasão russa após a segunda guerra mundial até se conseguir se firmar independente em 1990. Atualmente soma aproximadamente 4 milhões de habitantes e é desse país pouco conhecido pelos brasileiros que vem a Baltijos Dark Red, uma Dunkel avermelhada extremamente maltada e interessante.
A Baltijos é a mais antiga da família de cervejas Švyturys, uma cervejaria que abriu as portas em 1784 (a mais antiga da Lituânia) e que chega ao Brasil com site especial em português (veja aqui) e mais seis rótulos. O surgimento da cervejaria (número 1 de seu país) é bastante particular: um comerciante deixou de exportar cerveja alemã para a cidade e, na falta, os moradores decidiram fazer sua própria cerveja, nascendo assim a Švyturys em Klaipeda (na costa Lituana, Mar Báltico).
A Baltijos é uma boa pedida para quem gosta de cervejas adocicadas. O caramelo do malte se sobrepõe ao conjunto e se destaca, marcando não só o aroma, mas também o sabor, sem chegar a enjoar (na primeira garrafa). Há notas florais no paladar, mas o conjunto fica no meio do caminho entre uma Pale Ale (mais forte e encorpada) e uma Dunkel tradicional (mais leve e não tão adocicada). Interessante para variar o cardápio, mas não para ser consumida com regularidade.
Teste de Qualidade: Baltijos Dark Red
– Produto: Cerveja Munich Dunkel
– Nacionalidade: Lituânia
– Graduação alcoólica: 5,8%
– Nota: 2,5/5
Leia também:
– Tour Europa 2010: 68 cervejas em 30 dias (aqui)
– Schmitt Barley Wine, Tucher, Edelweiss e outras (aqui)
julho 10, 2010 No Comments
Opinião do Consumidor: Schmitt Barley Wine
Finalmente, uma das gaúchas me conquistou. Após mostrar má vontade com a Schmitt Ale e desaprovar a Schmitt Sparkling, eis que a versão Barley Wine da cervejaria artesanal de Porto Alegre conseguiu um pontinho a favor com meu paladar cervejeiro – e agora é esperar que a La Brunnete Stout empate a peleja e a Magnum vire o jogo.
O segredo da Barley Wine é a dose tripla de malte que deixa a cerveja encorpada e agressiva não só no sabor, mas também na graduação alcoólica: 8,5% (contra 4,5% das nossas tradicionais de boteco) mesma graduação da Duvel, cerveja belga que se chama Demônio e reina absoluta aqui em casa.
O aguado e o azedo característico das versões Ale e Sparkling também batem ponto aqui, porém, logo cedem lugar para o amargor que deixa clara a valorização do álcool no ótimo conjunto. Nota-se ainda um pouco de frutado e cítrico no paladar, que ficam em segundo plano. À frente, brilhando, vem o álcool e o malte.
A top das Schmitt é uma cerveja que pode ser guardada por bastante tempo (essa da foto poderia ser consumida até novembro de 2014), e pede-se para bebê-la como se fosse conhaque. Recomenda-se, inclusive, envelheça-la (as Barley Wine inglesas, por exemplo, podem ser consumidas em até 25 anos). Pode ser encontrada em lojas e revendedores entre R$ 6 e R$ 8 a garrafa de 355 ml.
Teste de Qualidade: Schmitt Barley Wine
– Produto: Cerveja Ale
– Nacionalidade: Brasil
– Graduação alcoólica: 8,5%
– Nota: 3,5/5
Leia também:
– A Schmitt Ale se perde entre o azedo e o aguado (aqui)
– Sparkling Ale (sem bolhas) lembra demais a Schmitt Ale (aqui)
maio 13, 2010 No Comments
Opinião do Consumidor: Tucher
Quando fiz minha listinha top ten de cervejas européias da viagem de 2008 (link no final do texto), e coloquei apenas uma cerveja alemã entre as dez escolhidas, um alemão chamado Wolfgang questionou nos comentários: “Sou alemão e fiquei um pouco assustado. Na Alemanha tem mais de 2500 fábricas de cerveja. Da próxima vez que você for a Europa, vá à Bavária e experimente as cervejas de lá (mais aqui)”. Não fui a Bavária, mas a Bavária veio até mim através da Tucher.
Fundada em 1672, a cervejaria Städtisches Weizenbrauhaus (Cervejaria de Trigo Municipal) foi a primeira a produzir cerveja de trigo em Nüremberg. Em 1806, o Reino da Bavária anexou o território de Nüremberg, e a cervejaria passou a se chamar Königliches Weizenbrauhaus (Cervejaria de Trigo Real). 50 anos depois, a família von Tucher comprou a cervejaria, mudando em definitivo seu nome, que passou a ser: Freiherrlich von Tucher’sche Brauerei (Cervejaria do Barão von Tucher).
Hoje em dia, a cervejaria do Barão von Tucher continua se dedicando as cervejas de trigo (que eles fazem desde o século 17) de baixa (Tucher Übersee Export e Tucher Bajuvator) e alta fermentação (Tucher Dunkles Hefe Weizen e Tucher Helles Hefe Weizen). Essas duas últimas podem ser encontradas com certa facilidade no Brasil (entre R$ 9 e R$ 14), mas não mantém o mesmo padrão. Enquanto a Helles (clara) é uma delicia, a Dunkles (escura) deixa bastante a desejar.
A Dunkles é uma cerveja de trigo da Bavária elaborada com malte de cevada pálido e tostado e malte de trigo. A Helles é feita com malte de cevada e malte de trigo. Ambas trazem o sabor característico de uma Weiss: notas de banana, cravo e na escura, um pouco de café e chocolate. Porém, a Dunkel é muito aguada, o que acaba prejudicando seu conjunto. Já a Helles é bastante saborosa, se destacando com uma das melhores cervejas de trigo que já provei. Pouco amargor, sabor delicioso e uma suavidade que não é característica principal das Weiss credenciam a Tucher Helles. Deixe a morena de lado e se concentre na loira.
Teste de Qualidade: Tucher
– Produto: Weiss
– Nacionalidade: Alemanha
– Graduação alcoólica: 5,3% (a Dunkles), 5,2% (a Helles)
– Nota: 3,8/5 para a Helles (clara)
– Nota: 1,2/5 para a Dunkles (escura)
Leia também:
– Top Ten de cervejas européias, tour 2008 (aqui)
maio 10, 2010 No Comments
Da Austria, Edelweiss
Um dos carros chefes da cervejaria Hofbräu Kaltenhausen, a Edelweiss Weissbier é a cerveja de trigo número 1 da Áustria e a terceira (e melhor) cerveja austríaca a integrar este espaço (a saber, as outras são a densa double bock Eggenberg e a ótima scoth ale Mac Queens Nessie – links no final). A Hofbräu foi fundada em 1475 em Kaltenhausen, uma pequena vila perto de Salzburgo, e a Edelweiss Weissbier começou a ser fabricada em 1986.
Seu nome foi inspirado na flor Edelweiss, que cresce no alto dos Alpes, cuja coleta é proibida por lei. Assim, dizem os austríacos, ao invés de dar uma flor, você pode presentear sua amada com uma taça de Edelweiss (boa, vai). A cerveja é feita com água de um reservatório próprio nos Alpes, e, dizem, entre as especiarias que integram o rótulo está a tal flor proibida. O processo todo pode ser conferido no site oficial da cervejaria (aqui).
De cara, é uma das melhores cervejas de trigo que já experimentei. Não tirou a apaixonante Hoegaarden do topo da lista, mas está ali. A comparação não é à toa: a Edelweiss lembra muito as witbier belgas (que acrescentam especiarias na fórmula). O aroma doce característico de banana que marca uma boa Weiss está presente. O sabor é marcante, refrescante, uma delicia. Tem um pouco de banana, especiarias, malte de trigo. A long neck pode ser encontrada por ai em torno de R$ 8 enquanto a garrafa de 500 ml sai por R$ 13. Belo investimento.
Teste de Qualidade: Edelweiss Weissbier
– Produto: Weiss
– Nacionalidade: Austríaca
– Graduação alcoólica: 5,5%
– Nota: 3,87/5
Leia também:
– Eggenberg, “a cerveja mais forte do mundo” (aqui)
– Mac Queens Nessie, feita com malte de uísque escocês (aqui)
maio 5, 2010 No Comments











