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Top 10 Maio de 2020 no Scream & Yell

TOP 10 TEXTOS MAIS LIDOS – ABRIL DE 2020
01) Séries: “High Fidelity”, “My Brillant Friend”, “Chernobyl”, por Mac (aqui)
02) Download: “¡Estamos! – Canções da Quarentena” (aqui)
03) Entrevista: Dani Black, por Ananda Zambi (aqui)
04) A estreia solo de Hayley Williams (Paramore), por Richard Cruz (aqui)
05) Zona para Respiradores: Um rolê por 1975, de L. Lyra (aqui)
06) Entrevista: David Pajo (Slint), por Luiz Mazetto (aqui)
07) Vídeos 285: Tag Rock – Dead Fish, Armada, The Baggios… (aqui)
08) As 30 músicas mais tocadas de Aldir Blanc (aqui)
09) Entrevista: BaianaSystem, por Bruno Lisboa (aqui)
10) Documentário: “Um Crime Entre Nós”, por João Paulo Barreto (aqui)

DOWNLOAD
02) Selo Scream & Yell: “¡Estamos!” -> 2º link (aqui)
02) Selo Scream & Yell: “Dois Lados”, tributo ao Skank -> 21º link (aqui)
03) Selo Scream & Yell: Tributo a Milton Nascimento -> 42º link (aqui)

VIA GOOGLE
01) Três filmes de Domingos de Oliveira, por Renan Guerra (aqui)
02) Top 10: livros publicados no século XIX, por M. R. Terci (aqui)
03) Discografia comentada: Paralamas, por Leo Vinhas (aqui)

O EDITOR RECOMENDA
01) Entrevista: Callaz, por Pedro Salgado (aqui)
02) Entrevista: Linguachula, por Leonardo Vinhas (aqui)
03) Entrevista: Jup do Bairro, por Renan Guerra (aqui)

TOP 10 2020 – (05 meses)
01) Especial: Os 100 melhores discos dos anos 10 (aqui)
02) Especial: Os Melhores de 2019 Scream & Yell (aqui)
03) Anos 10: Os melhores filmes da década (aqui)
04) Download: “¡Estamos! – Canções da Quarentena” (aqui)
05) Entrevista: Iggor Cavalera, por Homero Pivotto (aqui)
06) Anos 10: Os melhores shows da década (aqui)
07) Entrevista: Andreas Kisser, por Paulo Pontes (aqui)
08) Matérias Antológicas: The Clash por Lester Bangs (aqui)
09) Entrevista: Armada, por Guilherme Lage (aqui)
10) Séries: “High Fidelity”, “My Brillant Friend”, “Chernobyl”, por Mac (aqui)

Confira os textos mais lidos no Scream & Yell nos meses anteriores

junho 2, 2020   Encha o copo

“¡Estamos!” no La Nacion

“¡Estamos! – Canções da Quarentena”, compilação com 21 artistas que o Scream & Yell lançou em abril, foi destaque no jornal argentino La Nacion. Conheça o álbum aqui.

maio 5, 2020   Encha o copo

Top 10 Abril de 2020 no Scream & Yell

TOP 10 TEXTOS MAIS LIDOS – ABRIL DE 2020
01) Especial Melhores de 2019 Scream & Yell (aqui)
02) Download: “¡Estamos! – Canções da Quarentena” (aqui)
03) Entrevista: Beastie Boys, por Rodrigo Salem (aqui)
04) Entrevista: Sepultura, por Paulo Pontes (aqui)
05) Entrevista: Mike Watt, por Leonardo Tissot (aqui)
06) Anos 10: Os melhores filmes da década (aqui)
07) Entrevista: Tony Belloto (Titãs), por Bruno Lisboa (aqui)
08) Soundtracks da Quarentena: Fountays of Wayne, André Takeda (aqui)
09) Os 100 melhores discos dos anos 10 (aqui)
10) Entrevista: Larissa Conforto (Aiyé), por Renan Guerra (aqui)

DOWNLOAD
02) Selo Scream & Yell: “¡Estamos!” -> 2º link (aqui)
02) Selo Scream & Yell: “Dois Lados”, tributo ao Skank -> 59º link (aqui)
03) Selo Scream & Yell: Tributo a Belchior -> 78º link (aqui)

VIA GOOGLE
01) Três filmes de Domingos de Oliveira, por Renan Guerra (aqui)
02) Três docs: “Not Alone”, “Residente” e “One of Us”, por Renan (aqui)
03) Três filmes: “My Cousin Rachel”, “Barreiras” e “O Zoológico de Varsóvia”, por Mac (aqui)

O EDITOR RECOMENDA
01) Entrevista: Shane Embury (Napalm Death), por Homero (aqui)
02) Entrevista: Rodrigo EBA!, por Leonardo Vinhas (aqui)
03) Entrevista: Dani Black, por Ananda Zambi (aqui)

TOP 10 2020 – (4 meses)
01) Especial: Os 100 melhores discos dos anos 10 (aqui)
02) Especial: Os Melhores de 2019 Scream & Yell (aqui)
03) Anos 10: Os melhores filmes da década (aqui)
04) Entrevista: Iggor Cavalera, por Homero Pivotto (aqui)
05) Entrevista: Andreas Kisser, por Paulo Pontes (aqui)
06) Anos 10: Os melhores shows da década (aqui)
07) Download: “¡Estamos! – Canções da Quarentena” (aqui)
08) Entrevista: Armada, por Guilherme Lage (aqui)
09) Matérias Antológicas: The Clash por Lester Bangs (aqui)
10) Os 50 discos nacionais de 2019 para a APCA (aqui)

Confira os textos mais lidos no Scream & Yell nos meses anteriores

maio 4, 2020   Encha o copo

Robert Pollard fala de “Alien Lanes”

A Matador Records anunciou uma edição em vinil festejando 25 anos do álbum “Alien Lanes”, do Guided By Voices, lançado originalmente em 1995. Inspirada na caixa de bateria colorida que aparece na arte do álbum, essa nova edição tem a prensagem em vinil colorido azul, verde e vermelho. Uma edição limitada com chaveiro/abridor de garrafas do Guided By Voices, com base no design original de 1995, estará disponível no pacote com o LP do 25º aniversário de Alien Lanes exclusivamente na webstore da Matador, enquanto durarem os estoques. Com apenas 2.500 cópias, a pré-venda para a edição exclusiva está disponível na loja Matador AQUI. A Matador também lançou uma versão atualizada do raro documentário de 1996 do Guided by Voices, Watch Me Jumpstart, dirigido por Banks Tarver, que pode ser assistido no final do post.

Originalmente lançado em 4 de abril de 1995, “Alien Lanes” foi o primeiro álbum do Guided by Voices lançado na Matador Records. Com 28 faixas em 41 minutos, o álbum alteraria fundamentalmente o conceito de como seria um disco de rock and roll. Rompendo os limites do rock clássico (“Game of Pricks”, “Closer You Are”), o power pop (“My Valuable Hunting Knife”, “Motor Away”), punk (“Pimple Zoo”, “My Son Cool”) , experimentalismo psicodélico (“ Ex-Supermodel“, ”Alright“) e baladas (“King And Caroline“, ”Blimps Go 90“, ”Chicken Blows“), “Alien Lanes” mergulha entre gêneros e sentimentos com eficiência e notável intelectualização da poesia abstrata do compositor e vocalista Bob Pollard.

Em uma declaração rara, Bob Pollard escreveu um pequeno ensaio refletindo sobre a criação e o legado desse álbum.

“Nós éramos destemidos no momento em que gravamos ‘Alien Lanes’. É por isso que ele acena a uma energia e confiança insana. Ainda estávamos aproveitando a crítica positiva em ‘Bee Thousand’ e provavelmente teríamos sucumbido à pressão de um sucessor a altura do anterior. Em vez disso, em nossa visão megalomaníaca, tínhamos dominado a 4-track faixas e começamos a gravar música após música com títulos como “Cuddling Bozo’s Octopus”, “My Valuable Hunting Knife”, “Pimple Zoo” e “After the Quake (Let’s Bake a Cake)”.

A porta estava aberta para lançarmos o máximo de ideias esquisitas que éramos capazes, e fizemos. Nós até pensamos que estávamos começando a parecer mais descolados e decidimos que a contracapa fosse uma fotografia nossa no porão, parecendo meio pseudo-intelectual de uma forma relaxada, de cabelos longos, allstars e uma caixa de Tide ao fundo.

Nossa amiga Kim achou o álbum muito bombástico. Muito frenético e difícil de digerir. Eu concordei. Estávamos orgulhosos de lançar nosso primeiro álbum na Matador e ele pareceu se encaixar ali. Nos custou US$ 10 para fazer. E vale um milhão. Pessoalmente, acho que é melhor que o ‘B-1000’ (mas não muito). São dois temas diferentes para os fãs do GBV discutir e debater.

Que Deus abençoe 1995 e os selos com o coração aberto como a Matador (e Scat antes dela) por permitir que bandas como nós, com os recursos limitado, arranquem as restrições e as noções pré-concebidas da arte voltados para a indústria que prefeririam muito que nós destruíssemos o cassetes de Alien Lanes, em prol do interesse da manufatura do som e do que é mais consumível nessa indústria. É melhor sair da fazenda do que continuar vasculhando a merda das vacas.”

Robert Pollard, 2020

abril 6, 2020   Encha o copo

Top 10 Fev / Mar de 2020 no Scream & Yell

TOP 10 TEXTOS MAIS LIDOS – FEVEREIRO DE 2020
01) Três filmes: “Joias Brutas”, “O Farol” e “Adoráveis Mulheres”, por Renan Guerra (aqui)
02) Os 100 melhores discos dos anos 10 (aqui)
03) Entrevista: Plebe Rude, por Guilherme Lage (aqui)
04) Entrevista: O Campo, por Leonardo Vinhas (aqui)
05) Três séries: “Inacreditável”, “Carnival Row” e “The Mandalorian”, por Adriano Costa (aqui)
06) Anos 10: Os melhores filmes da década (aqui)
07) Entrevista: Bruno Capelas, por Renan Guerra (aqui)
08) Entrevista: Coletivo Parquet, por Leo Vinhas (aqui)
09) Para entender: B-52s, por Leo Vinhas (aqui)
10) Matérias Antológicas: The Clash por Lester Bangs (aqui)

TOP 10 TEXTOS MAIS LIDOS – MARÇO DE 2020
01) Entrevista: Andreas Kisser (Sepultura), por Paulo Pontes (aqui)
02) Ao vivo: Fellini no Sesc Pompeia, por Mac (aqui)
03) Anos 10: Os melhores filmes da década (aqui)
04) Entrevista: Nada Surf, por Leonardo Tissot (aqui)
05) Soundtracks da Quarentena 1, por André Takeda (aqui)
06) “Ordinary Man”, de Ozzy Osbourne, por Paulo Pontes (aqui)
07) Entrevista: Pupillo, por Bruno Lisboa (aqui)
08) Quadrinhos: “American Jesus: O Eleito”, “Cesariana”, “Tabu” e “Malvados”, por Adriano Costa (aqui)
09) Soundtracks da Quarentena 2, por André Takeda (aqui)
10) Três livros: Stephen King, Chico Buarque, Fernanda Montenegro, por Adriano Costa (aqui)

DOWNLOAD
01) Selo Scream & Yell: “Dois Lados”, tributo ao Skank -> 14º link (aqui)
02) Selo Scream & Yell: Tributo a Milton Nascimento -> 31º link (aqui)
03) Selo Scream & Yell: Tributo a Belchior -> 50º link (aqui)

VIA GOOGLE
01) Discografia: Bob Dylan, por Gabriel I. (aqui)
02) Discos perdidos: Cilibrinas do Eden, por André Fiori (aqui)
03) Discografia: Bruce Springsteen, por Mac (aqui)

O EDITOR RECOMENDA
01) Entrevista: Karola Nunes, por Rafael Donadio (aqui)
02) Entrevista: Amaro Freitas, por Nelson Oliveira (aqui)
03) Entrevista: Filipe Sambado, por Pedro Salgado (aqui)

TOP 10 2020 – Três meses
01) Os 100 melhores discos dos anos 10 (aqui)
02) Anos 10: Os melhores filmes da década (aqui)
03) Entrevista: Iggor Cavalera, por Homero Pivotto (aqui)
04) Anos 10: Os melhores shows da década (aqui)
05) Entrevista: Armada, por Guilherme Lage (aqui)
06) Matérias Antológicas: The Clash por Lester Bangs (aqui)
07) Os 50 discos nacionais de 2019 para a APCA (aqui)
08) Três filmes: “Joias Brutas”, “O Farol” e “Adoráveis Mulheres”, por Renan Guerra (aqui)
09) Entrevista: Andreas Kisser (Sepultura), por Paulo Pontes (aqui)
10) Discografia: Bob Dylan, por Gabriel I. (aqui)

Confira os textos mais lidos no Scream & Yell nos meses anteriores

abril 2, 2020   Encha o copo

(Quase) 17 minutos de Bob Dylan

[Verse 1]
It was a dark day in Dallas, November ’63
A day that will live on in infamy
President Kennedy was a-ridin’ high
Good day to be livin’ and a good day to die
Being led to the slaughter like a sacrificial lamb
He said, “Wait a minute, boys, you know who I am?”
“Of course we do, we know who you are!”
Then they blew off his head while he was still in the car
Shot down like a dog in broad daylight
Was a matter of timing and the timing was right
You got unpaid debts, we’ve come to collect
We’re gonna kill you with hatred, without any respect
We’ll mock you and shock you and we’ll put it in your face
We’ve already got someone here to take your place
The day they blew out the brains of the king
Thousands were watching, no one saw a thing
It happened so quickly, so quick, by surprise
Right there in front of everyone’s eyes
Greatest magic trick ever under the sun
Perfectly executed, skillfully done
Wolfman, oh Wolfman, oh Wolfman, howl
Rub-a-dub-dub, it’s a murder most foul

[Verse 2]
Hush, little children, you’ll understand
The Beatles are comin’, they’re gonna hold your hand
Slide down the banister, go get your coat
Ferry ‘cross the Mersey and go for the throat
There’s three bums comin’ all dressed in rags
Pick up the pieces and lower the flags
I’m goin’ to Woodstock, it’s the Aquarian Age
Then I’ll go over to Altamont and sit near the stage
Put your head out the window, let the good times roll
There’s a party going on behind the Grassy Knoll
Stack up the bricks, pour the cement
Don’t say Dallas don’t love you, Mr. President
Put your foot in the tank and then step on the gas
Try to make it to the triple underpass
Blackface singer, whiteface clown
Better not show your faces after the sun goes down
Up in the red light district, they’ve got cop on the beat
Living in a nightmare on Elm Street
When you’re down on Deep Ellum, put your money in your shoe
Don’t ask what your country can do for you
Cash on the barrelhead, money to burn
Dealey Plaza, make a left-hand turn
I’m going down to the crossroads, gonna flag a ride
The place where faith, hope, and charity died
Shoot him while he runs, boy, shoot him while you can
See if you can shoot the invisible man
Goodbye, Charlie! Goodbye, Uncle Sam!
Frankly, Miss Scarlett, I don’t give a damn
What is the truth, and where did it go?
Ask Oswald and Ruby, they oughta know
“Shut your mouth,” said a wise old owl
Business is business, and it’s a murder most foul

[Verse 3]
Tommy, can you hear me? I’m the Acid Queen
I’m riding in a long, black Lincoln limousine
Ridin’ in the back seat next to my wife
Headed straight on in to the afterlife
I’m leaning to the left, I got my head in her lap
Hold on, I’ve been led into some kind of a trap
Where we ask no quarter, and no quarter do we give
We’re right down the street, from the street where you live
They mutilated his body and they took out his brain
What more could they do? They piled on the pain
But his soul was not there where it was supposed to be at
For the last fifty years they’ve been searchin’ for that
Freedom, oh freedom, freedom over me
I hate to tell you, mister, but only dead men are free
Send me some lovin’, then tell me no lie
Throw the gun in the gutter and walk on by
Wake up, little Susie, let’s go for a drive
Cross the Trinity River, let’s keep hope alive
Turn the radio on, don’t touch the dials
Parkland Hospital, only six more miles
You got me dizzy, Miss Lizzy, you filled me with lead
That magic bullet of yours has gone to my head
I’m just a patsy like Patsy Cline
Never shot anyone from in front or behind
I’ve blood in my eye, got blood in my ear
I’m never gonna make it to the new frontier
Zapruder’s film I seen night before
Seen it thirty-three times, maybe more
It’s vile and deceitful, it’s cruel and it’s mean
Ugliest thing that you ever have seen
They killed him once and they killed him twice
Killed him like a human sacrifice
The day that they killed him, someone said to me, “Son
The age of the Antichrist has just only begun”
Air Force One comin’ in through the gate
Johnson sworn in at 2:38
Let me know when you decide to throw in the towel
It is what it is, and it’s murder most foul

[Verse 4]
What’s new, pussycat? What’d I say?
I said the soul of a nation been torn away
And it’s beginning to go into a slow decay
And that it’s thirty-six hours past Judgment Day
Wolfman Jack, he’s speaking in tongues
He’s going on and on at the top of his lungs
Play me a song, Mr. Wolfman Jack
Play it for me in my long Cadillac
Play me that “Only the Good Die Young”
Take me to the place Tom Dooley was hung
Play “St. James Infirmary” and the Court of King James
If you want to remember, you better write down the names
Play Etta James, too, play “I’d Rather Go Blind”
Play it for the man with the telepathic mind
Play John Lee Hooker, play “Scratch My Back”
Play it for that strip club owner named Jack
Guitar Slim going down slow
Play it for me and for Marilyn Monroe

[Verse 5]
Play “Please Don’t Let Me Be Misunderstood”
Play it for the First Lady, she ain’t feeling any good
Play Don Henley, play Glenn Frey
Take it to the limit and let it go by
Play it for Carl Wilson, too
Looking far, far away down Gower Avenue
Play “Tragedy”, play “Twilight Time”
Take me back to Tulsa to the scene of the crime
Play another one and “Another One Bites the Dust”
Play “The Old Rugged Cross” and “In God We Trust”
Ride the pink horse down that long, lonesome road
Stand there and wait for his head to explode
Play “Mystery Train” for Mr. Mystery
The man who fell down dead like a rootless tree
Play it for the reverend, play it for the pastor
Play it for the dog that got no master
Play Oscar Peterson, play Stan Getz
Play “Blue Sky,” play Dickey Betts
Play Art Pepper, Thelonious Monk
Charlie Parker and all that junk
All that junk and “All That Jazz”
Play something for the Birdman of Alcatraz
Play Buster Keaton, play Harold Lloyd
Play Bugsy Siegel, play Pretty Boy Floyd
Play the numbers, play the odds
Play “Cry Me a River” for the Lord of the gods
Play Number nine, play Number six
Play it for Lindsey and Stevie Nicks
Play Nat King Cole, play “Nature Boy”
Play “Down in the Boondocks” for Terry Malloy
Play “It Happened One Night” and “One Night of Sin”
There’s twelve million souls that are listening in
Play “Merchant of Venice”, play “Merchants of Death”
Play “Stella by Starlight” for Lady Macbeth
Don’t worry, Mr. President, help’s on the way
Your brothers are comin’, there’ll be hell to pay
Brothers? What brothers? What’s this about hell?
Tell them, “We’re waiting, keep coming,” we’ll get them as well
Love Field is where his plane touched down
But it never did get back up off the ground
Was a hard act to follow, second to none
They killed him on the altar of the rising sun
Play “Misty” for me and “That Old Devil Moon”
Play “Anything Goes” and “Memphis in June”
Play “Lonely at the Top” and “Lonely Are the Brave”
Play it for Houdini spinning around in his grave
Play Jelly Roll Morton, play “Lucille”
Play “Deep in a Dream”, and play “Driving Wheel”
Play “Moonlight Sonata” in F-sharp
And “A Key to the Highway” for the king on the harp
Play “Marching Through Georgia” and “Dumbarton’s Drums”
Play darkness and death will come when it comes
Play “Love Me or Leave Me” by the great Bud Powell
Play “The Blood-Stained Banner”, play “Murder Most Foul”

março 29, 2020   Encha o copo

Guia Prático do Vinho em PDF

A Sociedade da Mesa Clube de Vinhos liberou um Guia Prático do Vinho em PDF. Clique na imagem e salve o arquivo!

março 29, 2020   Encha o copo

Playlist: Mulheres Portuguesas

Do Fado ao Hip Hop, das Raízes à Poesia, do Pop ao Rock, uma playlist portuguesa para o Dia Internacional da Mulher com Amália Rodrigues, Aline Frazão, Batucaderas di Funaná, Beatriz Costa, Capicua, Garda, Golgona Anghel, Joana Espadinha, Lena d’Água, Mafalda Veiga, Maria Emília, Marisa Liz, Natália Correia, Né Ladeiras, Rita Redshoes, Simone de Oliveira, Sophia, Susana Félix, Xana, entre tantas outras artistas que lançaram discos pelo selo Valentim de Carvalho.

março 6, 2020   Encha o copo

Top 10 Janeiro de 2020 no Scream & Yell

TOP 10 TEXTOS MAIS LIDOS – JANEIRO DE 2020
01) Os 100 melhores discos dos anos 10 (aqui)
02) Entrevista: Iggor Cavalera, por Homero (aqui)
03) Anos 10: Os melhores filmes da década (aqui)
04) Anos 10: Os melhores shows da década (aqui)
05) Entrevista: Armada, por Guilherme Lage (aqui)
06) Matérias Antológicas: The Clash por Lester Bangs (aqui)
07) Os 50 discos nacionais de 2019 para a APCA (aqui)
08) Três filmes: Dois Papas, A Lavanderia, História de um Casamento, por Mac (aqui)
09) Entrevista: Melvin Ribeiro, por Leonardo Panço (aqui)
10) Em Salvador: Luiza Brina, Julia Branco, Aíla e Livia Nery mostram a força das mulheres, por Nelson Oliveira (aqui)

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02) Selo Scream & Yell: “Dois Lados”, tributo ao Skank -> 32º link (aqui)
02) Selo Scream & Yell: Tributo a Milton Nascimento -> 44º link (aqui)
03) Selo Scream & Yell: Tributo a Belchior -> 73º link (aqui)

VIA GOOGLE
01) Os melhores discos dos anos 00 (aqui)
02) 100 cenas de nudez no cinema (aqui)
03) Telefonemas: Jeff Nascimento (aqui)

VOTOS MAIS ABERTOS – MELHORES dos ANOS 10
01) Marcelo Costa (Scream & Yell)
02) Regis Tadeu
03) Alexandre Matias (Trabalho Sujo)
04) Renato Vieira (O Estado de São Paulo)
05) Tony Aiex (Tenho Mais Discos Que Amigos)
06) Bruno Capelas (O Estado de São Paulo)
07) Terence Machado (Alto Falante)
08) Marcos Bragatto (Rock em Geral)
09) Alexandre Inagaki (Pensar Enlouquece)
10) Ricardo Seelig (Collectors Room)

O EDITOR RECOMENDA
01) Entrevista: Yannick Hara, por Bruno Lisboa (aqui)
02) Entrevista: Maria Reis, por Pedro Salgado (aqui)
03) Entrevista: Noal, por Renan Guerra (aqui)

TOP 10 2014/2020
01) Selo Scream & Yell: “Dois Lados”, tributo ao Skank (aqui)
02) Foda-se o Fascismo, diz Jello Biafra (aqui)
03) Melhores de 2017 no Scream & Yell (aqui)
04) Os 100 melhores discos dos anos 10 (aqui)
05) Entrevista: Duda Beat, por Renan Guerra (aqui)
06) Melhores de 2018 no Scream & Yell (aqui)
07) 11 points de cerveja artesanal em Buenos Aires, por Mac (aqui)
08) Pastor Adélio: “Nick Cave é servo de Satanás” (aqui)
09) Três filmes: “Extraordinário”, “Assassinato no Expresso do Oriente” e “Os Meyerowitz”, por Mac (aqui)
10) Rock nacional no mercado de raridades, por Mac (aqui)

Confira os textos mais lidos no Scream & Yell nos meses anteriores

fevereiro 4, 2020   Encha o copo

Cenas da vida em São Paulo: A marcenaria

A pessoa leva duas peças de madeira na marcenaria do bairro para um serviço, que havia sido orçado antes e já estava combinado. O dono está almoçando e, para não incomoda-lo, o rapaz sugere a um funcionário deixar as peças ali. E começa o diálogo:

– Mas avisa ele ali na cozinha…
– Hummm, ok!

– Oi, deixei as madeiras ali, ok?
– Ahh, deixa eu ir lá ver!
– Não precisa parar o almoço não, depois o senhor olha…
– Vamos lá ver…

– É para dividir no meio e fazer o acabamento nas bordas, certo?
– Isso.
– Então vão ficar quatro peças, quatro prateleiras.
– Exatamente.
– É para DVD?
– Sim!!!
– Samba, forró ou pagode?
– Filmes!!!
– Nossa, não me lembro a última vez que vi um filme. Hoje, se começasse a ver um, eu dormiria no meio…
– Eu adoro! Tento ver de dois a três por semana, ainda mais agora, que estou com um bebê de um ano em casa, e ir ao cinema ficou mais complicado…
– Cinema eu não tenho a mínima ideia a última vez que fui!
– Sério?
– Sim.
– Uma vez, muito tempo atrás, eu fui barrado no Cine Marrocos, porque naquela época para entrar no cinema era preciso ir de terno e gravata. Eu estava de blazer e com um jeans por baixo. O bilheteiro não me deixou entrar, e me devolveram o ingresso. Tive que ir embora…
– Naquela época o pessoal podia se dar ao luxo de perder cliente…
– Ahhh, era outra época. Acredita que quando saí de Recife para vir para São Paulo, 58 anos atrás, fiz uma viagem de nove dias. Naquela época, os ônibus de quem vinha de fora paravam sempre no Brás, e você nem bem descia do ônibus já tinha gente te puxando pelo braço para colocar numa Kombi e te levar prum trabalho. Eu cheguei a São Paulo com quatro ofertas de trabalho! Meu irmão já tinha ajeitado tudo para mim numa marcenaria. Mas ninguém ficava sem emprego não. Hoje, o rapaz estava me contando, tinha fila de dar volta no quarteirão para disputar 20 vagas em um supermercado…
– Como mudou…
– É muita gente, diz o funcionário, também com idade bastante avançada, que até então estava ouvindo a conversa. E continua:
– O problema é quer ser primeiro mundo com educação de terceiro mundo. Dai não dá.

É, não mesmo.

janeiro 13, 2020   Encha o copo