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O sexto ap que morei em São Paulo

Da Cardeal Arcoverde fui para a Teodoro Sampaio, de lá para a Rua Rocha, dai para a Antônio Carlos e depois para uma esquina da Rua Rosa e Silva, pertinho do Minhocão, tudo isso em três anos de São Paulo. Não me dei muito bem com um dos caras da república que fui morar na Rosa e Silva, o que me fez alguns dias depois sair a procura de algum lugar para morar sozinho. Dei sorte. Eu estava trabalhando no UOL, mas não dentro do UOL, e sim cuidando de uma parceria que a empresa havia “herdado” após a compra da Zip.Net, e era PJ. Ou seja, estava difícil comprovar renda, mas alguns dos apartamentos que vi no primeiro dia que sai a busca permitiam o esquema de depósito de três alugueis. E foi assim que fui parar em uma quitinete na esquina da Rua Dr. Vila Nova com a Rua Maria Antonia, em um dos períodos mais bacanas da minha vida em São Paulo. Eram só 38 metros no quinto andar que eu mobilei com uma cama de casal, uma TV 29 polegadas, araras para as roupas e uma vasta coleção de livros, CDs e vinis. Não, não tinha geladeira e nem fogão, mas a vizinhança trazia vários lugares para se comer a qualquer hora do dia ou da noite. Era na rua do Sesc Consolação, do lado do Bar do Zé (onde o pessoal da era dos festivais colava depois dos shows), tinha toda a movimentação do Mackensie, era sensacional. Rolou um medinho de “como eu vou me comportar vivendo sozinho comigo mesmo”, e algumas semanas depois eu estava completamente viciado no silêncio do pensamento, que permitia ideias e planos. Foi um período bacana demais num pequeno espaço que abriu horizontes imensos para mim. Depois de cinco apartamentos diferentes em três anos, o sexto apartamento havia chego para ficar… ao menos até o sétimo vagar ali do lado, e me permitir um pequeno salto de qualidade de vida. Mas isso é assunto para outro post.

Os apartamentos anteriores

julho 5, 2017   Encha o copo

Textos mais lidos: Junho de 2017

TOP 10
01) Download: “Dois Lados”, tributo ao Skank (aqui)
02) “Vem”, de Mallu Magalhães: entrevista e crítica (aqui)
03) 30 discos que completam 30 anos, por Mac (aqui)
04) Balanção: Vento Festival, por Leonardo Vinhas (aqui)
05) Scream & Yell Discos – Episódios de Junho (aqui)
06) Entrevista: Father John Misty, por Carlos Messias (aqui)
07) Cinco músicas para entender Rush, por Leo Vinhas (aqui)
08 ) 12 filmes do Festival In-Edit Brasil, por Mac (aqui)
09) Harry Styles e a adolescência da música, por Ana Clara (aqui)
10) Entrevista: Kevin Johansen, por Leonardo Vinhas (aqui)

DOWNLOAD
01) Download: Tributo a Belchior -> 14º link (aqui)
02) Download: Tributo a Alceu Valença -> 15º link (aqui)
03) Download: Tributo a Milton Nascimento -> 16º link (aqui)

VIA GOOGLE
01) Três filmes: O sexo no cinema brasileiro (aqui)
02) Entrevista: Chico Buarque, por Daniel C. e Thiago A. (aqui)
03) Alemanha: Três cervejas da Kaiserdom (aqui)

O EDITOR RECOMENDA
01) Slowdive: o shoegaze chega à maturidade, por Pedro Damian (aqui)
02) Faixa a Faixa: “2 atos”, Matéria Prima, por Bruno Lisboa (aqui)
03) Entrevista: Zé Bigode, por Rafael Donadio (aqui)

julho 3, 2017   Encha o copo

Scream & Yell Discos: Giovani Cidreira

Giovani Cidreira é responsável por um dos grandes discos de estreia de 2017, “Japanese Food”, que pode ser baixado gratuitamente em seu site oficial. Acima eu falo um pouco sobre Giovani e o disco!

julho 2, 2017   Encha o copo

Dicas Scream & Yell: Electrafixion

Depois que Will Sargeant decidiu dar um tempo com o Echo and The Bunnymen em 1993, ele procurou Ian McCulloch, que havia deixado a banda em 1989, e juntos eles embarcaram no Electrafixion, que lançou um álbum sensacional em 1994, “Burned”.

junho 30, 2017   Encha o copo

Cinco fotos: Rua Augusta

Veja mais imagens de cidades no link “cinco fotos” (aqui)

junho 29, 2017   Encha o copo

Cinco fotos: Cidade Linda

Veja mais imagens de cidades no link “cinco fotos” (aqui)

junho 29, 2017   Encha o copo

Dicas Scream & Yell – The Pogues

Estreando hoje o Dicas Scream & Yell, uma variável mais concisa do Scream & Yell Discos que visa vasculhar a estante de discos aqui de casa atrás de álbuns especiais em vídeos mais curtos, mas ainda assim informativos. A estrela deste primeiro programa é The Pogues!

junho 28, 2017   Encha o copo

Sobre “Ok Computer” no Alto Falante

Depois de falar sobre “Dig Your Own Hole”, do Chemical Brothers, retorno ao programa Alto Falante acompanhado dos jornalistas Sérgio Martins e Luiz Cesar Pimentel para falar de “Ok Computer”, o clássico terceiro álbum do Radiohead. Eu já havia escrito algumas palavrinhas sobre “Airbag”, a música que abre o disco, prum faixa a faixa especial do Correio Popular (leia aqui) e falado algumas coisas sobre o disco para os amigos do Sounds Like Us (leia aqui). Assista o programa do Alto Falante abaixo! <3

junho 28, 2017   Encha o copo

Scream & Yell Discos 14: Discos de 1987

Esse foi um dos programas mais difíceis da série até agora, pois havia muito conteúdo e mesmo que eu falasse pouco que fosse sobre cada disco, o programa ficaria enorme. E ficou… a ponto de eu decidir, junto com o diretor Tiago Trigo, dividir o programa em dois. Neste texto eu falo um pouco mais sobre os discos, faço uma lista e essas coisas. Curiosidade: quando eu estava preparando para começar a gravar, com um exemplar da revista Bizz com os melhores de 1987 nas mãos, vi que na votação deles havia entrado “Kicking Against The Pricks”, um disco que amo de Nick Cave com as Bad Seeds, mas que era de 1986. Nem pensei na hora: tirei da estante e coloquei no meu Top 3 de 1987. Foi. Dai fiz um mea-culpa num programa seguinte, que fez com alguns fossem atrás do disco e descobrissem essa obra prima de Nick Cave. Ou seja, às vezes um erro pode render um acerto (risos). Assista aos programas:

Assista aos programas anteriores da série

 

junho 25, 2017   Encha o copo

Dez fotos: Rio em PB

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junho 25, 2017   Encha o copo