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Scream & Yell Discos: Latinos e Tugas

Nestes dois programas seleciono alguns dos meus discos favoritos do pop rock cantando em espanhol e também da nova cena portuguesa, dois especiais além fronteira. Espero que você curta : )

julho 17, 2017   Encha o copo

Cinco fotos: Street Art SP

Veja mais imagens de cidades no link “cinco fotos” (aqui)

julho 15, 2017   Encha o copo

Dicas Scream & Yell: “Então?”

Marcelo Viegas compila neste livro suas reportagens sobre Música, Skate e Arte. São mais de 20 anos dedicados ao jornalismo cultural esbarrando ainda na criação de um selo próprio (que chegou a lançar um disco do Pin Ups) e na função de editor na importante Edições Ideal.

julho 14, 2017   Encha o copo

Dicas Scream & Yell: Luna

Formado no começo dos anos 90, na esteira do fim do Galaxie 500, o Luna despejou nas prateleiras uma sequencia de álbuns imperdíveis até anunciar um hiato em 2005 (e voltar em 2015 para shows). Neste vídeo falo sobre o “Best Of” da banda, que traz um segundo CD especialíssimo recheado apenas de covers.

julho 14, 2017   Encha o copo

Scream & Yell Discos: Paul McCartney

Quem acompanha o Scream & Yell sabe o quanto sou fã de Elvis Costello, e ele é figura central na retomada da carreira de Paul McCartney nos anos 80, quando trabalharam juntos no álbum “Flowers In The Dirt”, que retornou ao mercado em 2017 numa versão recheada de bônus tracks imperdíveis. Esse é o tema do Scream & Yell Discos 16!

julho 12, 2017   Encha o copo

Livro de Lee Ranaldo ganhará edição nacional

Publicado originalmente em 1998, “jrnls80s – Poems, Lyrics, Letters, Observations, Wordplay and Postcards from the Early Days of Sonic Youth”, de Lee Ranaldo, irá ganhar edição nacional nos próximos meses. O livro compila relatos de Lee Ranaldo sobre os primeiros anos de estrada do Sonic Youth, poesia, rascunhos de letras e doideiras. Segundo Marcelo Viegas, que está cuidando da parte editorial do livro (e lançou recentemente seu próprio livro, “Então? Coletânea de entrevistas de Música, Skate e Arte”), “jrnls80s é tão experimental quanto um disco do Sonic Youth: tem momentos ‘normais’ e coisas bem dissonantes”. O lançamento está em fase final de tradução devendo chegar nas livrarias entre setembro e outubro por uma nova editora, a Terreno Estranho.

Leia também:
– Lee Ranaldo desfila Fenders detonadas em show no Largo da Batata (aqui)
– Intimismo valoriza “Sonic Youth: Sleeping Nights Awake” (aqui)
– “Girl in a Band”, de Kim Gordon, uma intensa confissão de fracasso (aqui)
– “1991 – The Year Punk Broke”: difícil não se apaixonar por Kim (aqui)
– Thurston Moore em SP: “Vocês estão sentindo o gosto do inferno? (aqui)
– Faixa a Faixa: “Murray Street”, do Sonic Youth (aqui)
– Claro Que é Rock 2005: Sonic Youth cansa em um show sonolento (aqui)
– “Between The Times And The Tides”, um belo disco de Lee Ranaldo (aqui)
– “Demolished Thoughts”, Thurston Moore soa interessado em sossego (aqui)

julho 11, 2017   Encha o copo

Cervejas da Pöhjala chegam ao Brasil

A Estônia é um pequeno país no Mar Báltico que faz divisa com Letônia e Russia, e do outro lado do mar observa Finlândia e Suécia. Com uma população total de um milhão e 300 mil pessoas e a capital Tallinn tomando para si pouco mais de um 1/3 dessa população, a Estônia entrou no mapa cervejeiro em 2013, quando um mestre cervejeiro que trabalhava na Brewdog aceitou a proposta de se mudar para Tallinn e ajudar a criar uma nova cervejaria. Nascia a Pöhjala, sob o comando do mestre cervejeiro Chris Pilkington, que em menos de quatros anos se tornou uma das cultuadas jovens cervejarias europeias.

A Pöhjala desembarcou no Brasil pela primeira vez agora em julho, via Beer Concept, e já chega com nada menos do que 18 rótulos. A convite da importadora, o Scream & Yell participou de uma degustação que apresentou seis Pöhjalas e também quatro novidades da norte-americana Against The Grain, no segundo container da cervejaria que aporta no Brasil. Das Pöhjalas, o que se pode perceber na degustação é que a cervejaria está criando um ótimo cardápio básico, com estilos necessários e importantes e cervejas bem caprichadas, mas que eles já iniciaram um processo experimental que pode render coisas bem boas no futuro.

Para abrir a degustação,a Pöhjala Prenzlauer Berg (R$ 40), uma Raspberry Berliner, foi ideal. Sabe tortinha de morango? Então, lembra. Uma cerveja leve e refrescante. Na sequencia, entramos na especialidade da casa: cervejas escuras. A primeira foi a (pornográfica) Pöhjala Must Kuld (R$ 34), uma Porter produzida com lactose, equilibrada e agradável, seguida de sua versão caprichada, a Pöhjala Must Kuld Colombia (R$ 46), uma Coffee Porter que recebe adição de café Caturra, da Finca La Chorrera, na Colombia. Produzida durante a noite mais longa da Estônia, a Pime ÖÖ (R$ 86) é uma potente Russian Imperial Stout de 13.6% de álcool.

Os destaques da Pöhjala nesta degustação foram a Kolm Null Null Kolm Imperial Porter Barrel Aged Red Moscatel (R$ 86), uma cerveja colaborativa entre a Põhjala e a cervejaria britânica Brew By Numbers, que é envelhecida em barris de Moscatel Roxo, e apresenta delicada doçura e 11.1% de graduação alcoólica. A estrela da noite foi a Põhjala Öö XO (R$ 86), uma Baltic Porter que passa por envelhecimento em velhos barris que antes abrigaram conhaque. Com 11.5% de álcool (belamente inseridos), a Põhjala Öö XO impressionou a mesa, e saiu com o título de preferida dos jornalistas presentes.

Da norte-americana Against The Grain experimentamos a pornográfica (e excelente) Babyschläger Adambier (olha esse rótulo!), colaborativa com Freigeist, cervejaria alemã da nova escola germânica (que eu adoro!), a Rico Sauvin (uma Double IPA de rótulo hipster que agradou bastante a mesa), a incrível Jackyale (uma Double Brown Ale maturada em barris de Bourbon) e a deliciosa Brettie Paige (desde então minha favorita da Against The Grain: uma Saison com Brettanomyces que integra a All Funked Up Wild Series da casa) – só a Rico Sauvin dessa lista veio em latão, as outras três vieram em garrafas de 750 ml.

julho 10, 2017   Encha o copo

Dicas Scream & Yell: Supergrass

Mais um Dicas Scream & Yell no ar, desta vez focando na grande banda britânica Supergrass, mais especificamente na coletânea “Supergrass is Ten”, mas em sua versão dupla com um disquinho de raridades. Confira acima.

julho 7, 2017   Encha o copo

De Molen e Omnipollo de volta ao Brasil

Badalada entre beergeeks, a Brouwerij De Molen é uma premiada micro cervejaria, destilaria e restaurante localizada na área rural de Bodegraven, uma cidade com menos de 20 mil habitantes próxima a Utrecht, na Holanda. Fundada em 2004 dentro de um antigo moinho (De Molen, em dutch) construído em 1697, a cervejaria começou a chamar a atenção ao recriar receitas históricas (com uma pegada norte-americana) tanto quanto produzir um vasto catálogo baseado em círculos de produção extremamente curtos e sazonais. Em 2010, a Brouwerij De Molen entrou na lista de 100 cervejarias mais notáveis do mundo, segundo o Ratebeer, e seus rótulos continuam provocando o bebedor, já a partir da arte, simples e econômica, que remete a apresentação de remédios.

Após um período ausente do Brasil, a Brouwerij De Molen retorna agora via importação da Beer Concept, que coloca 22 cervejas da casa nas prateleiras brasileiras, numa tabela de preços que flutua de R$ 31 (a Vuur & Vlam IPA) a R$ 96, preço dos rótulos mais festejados da casa, que geralmente passam por envelhecimento em barricas. Algumas destas foram apresentadas para a imprensa esta semana no Empório Alto de Pinheiros, e surpreenderam: a Bommen & Granaten Barley Wine chega em versão básica (R$ 49) e uma espetacular Barrel Aged Rioja (R$ 96), envelhecida em barricas que antes continham vinho Rioja. Outra das favoritas da degustação foi a Verdeel & Heers Barreal Aged With Brett (R$ 96), uma Imperial Stout com uma carga incrível de defumado e turfa, derivados dos barris que a envelheceram.

Pelo Scream & Yell já passaram 24 De Molens diferentes (o meu Untappd soma 35), sendo que algumas que chegam agora neste container estão entre as prediletas da casa, como a Tsarina Esra (R$ 49), uma poderosa Imperial Porter que ocupa a sexta posição no meu ranking pessoal de 1001 cervejas. A De Molen Hel & Verdoemenis (R$ 49) chega em sua versão base sendo que no meu ranking pessoal destaco a versão Cuvee (34º lugar), que eu trouxe de Amsterdã em uma viagem. Outra presente no ranking é a De Molen Mooi & Meedogenloos (R$ 40), que figura na posição 196. Chegaram ainda a Hemel & Aarde Russian Imperial Stout (R$ 49), a Rook & Vuur Smoked Stout (R$ 49), a Rasputin Russian Imperial Stout (R$ 49), a Mout & Mocca Russian Imperial Stout With Coffee (R$ 49), que eu bebi em Amsterdam, entre outras.

Já a sueca Omnipollo retorna ao Brasil com 11 rótulos, sendo que apenas dois deles eu havia bebido anteriormente: a Leon Belgian Pale Ale (R$ 31) e a Nebuchadnezzar Imperial IPA (R$ 40). Dos rótulos apresentados para a imprensa pela Beer Concept, o mais elogiado foi o da espetacular Omnipollo Anagram Blueberry Cheesecake Stout (R$ 82), uma Russian Imperial Stout de 12% de álcool incrível feita em colaboração com a também sueca Dugges. Chamaram a atenção também a bela Magic 3.5 Pineapple (R$ 47), uma deliciosa gose com sal marinho e também abacaxi, a Selassie Vanilla Beans and Ethiopean Coffee (R$ 82), uma Imperial Stout com favas de baunilha e café etíope, e as duas versões Ice Cream, feita em colaboração com a cervejaria britânica Buxton: Original Rock Road e Original Texas Pecan (minha preferida), ambas chegando ao preço de R$ 82 a garrafa.

julho 7, 2017   3 Brindes

Dicas Scream & Yell: Raw Power

Quem assistiu a “Gimme Danger”, o doc sobre os Stooges assinado por Jim Jarmusch, deve ter percebido a pendenga que pesa sobre a mixagem de David Bowie para “Raw Power”. Não à toa, Iggy Pop lançou em 1996 a sua própria versão selvagem da mixagem deste clássico!

Assista aos programas anteriores da série

julho 5, 2017   Encha o copo