Random header image... Refresh for more!

Maratona

Começo neste fim de semana uma maratona de eventos pré viagem para Europa que deve bagunçar completamente a minha cabeça. Sábado viajo para Parati, para passar o final de semana prolongado a base de lasanha de palmito pupunha e cachaça. No final de semana seguinte, não bastasse ter Virada Cultural em São Paulo, estou de plantão no iG. Ou seja, na hora em que eu deveria dormir, vou estar trabalhando. :/ No fim de semana seguinte, voo para Porto Alegre com destino a São Leopoldo, casamento de um casal querido de amigos. O quarto fim de semana por enquanto está vago, mas o quinto já está ocupado com uma nova viagem para Porto Alegre, destino Ijuí, outro casamento de amigos queridos. Terminou? Não. Para o sexto fim de semana apareceu outro casório especial, desta vez de uma amiga querida da Lili, e lá vamos nós para… Brasília (achou que fosse Porto Alegre de novo, né).

Ou seja: dos próximos seis fins de semana, cinco estão ocupados. E eu ainda nem escrevi para a professora de inglês (acho que perdi o papel com o e-mail dela) e nem comecei a preparar as reservas da viagem de férias para a Europa. Medo. Três vezes.

*************

Tô querendo ver o DoAmor no Studio SP, nesta quinta, mas tô com uma preguiça…

*************

Na sexta passada listei seis filmes que eu gostaria de assistir no cinema nesta semana. Já foram três: “Um Beijo Roubado” (o texto fala por si só), “Senhores do Crime” (nem me deu vontade de escrever, apesar de ser um bom filme) e “A Culpa é do Fidel”. Este último deu uma balançada no meu coração apolítico. Chorei quando começaram a cantar a vitória do Salvador Allende…

*************

“Flávio Basso é o equivalente nacional de Amy Winehouse no que diz respeito à chapação”. Com essa frase abro a 500 Toques desta semana: Júpiter Maçã, Aerocirco e Beto Só (leia aqui).

*************

Comprei a edição dupla em DVD do “Vidas Amargas”, uma coletânea dupla da Clara Nunes, e chegaram via correio a edição quádrupla do “Un Viaje”, do Café Tacuba (três CDs e um DVD) além da versão remaster do álbum de estréia do Violent Femmes, com uma penca de canções extras além de um CD bônus. Vi “Mais Estranho Que Ficção” em casa. Filmão, hein. Ah, já achou o álbum de estréia do “supergrupo” (ahn?) The Last Shadow Puppets? Só achei o EP e… será que vou me arrepender por escrever agora que achei o lance meia boca? Ok, só ouvi três vezes, mas pelo que li em alguns blogs amigos, parecia que estava surgindo a terceira guerra mundial. Tsc, não parece nem uma briga de torcedores do Juventus contra os da Portuguesa… mas prometo ouvir melhor. Antes, vou tomar banho… e dormir.

 

abril 16, 2008   Encha o copo

Nuvem Nove e Pasolini

A Nuvem Nove, uma das lojas de CDs mais bacanas de São Paulo, fechará às portas no dia 26 de abril. A primeira vez que fui à loja foi em 2000. Recém mudado para São Paulo, e trabalhando no iG (na primeira das minhas três passagens pelo portal), fui convidado a conhecer o local por dois Fábios, Sooner e Bianchini, com mais alguns outros amigos. Tratava-se da Confraria da Sacola Azul, uma turma de jornalistas que baixava na loja todo dia 15 e 30 (vale e pagamento) para se abastecer dos bons itens que a loja oferecia. A Confraria não durou muito tempo, mas a loja permaneceu firme até o mês passado, quando o Zé, dono da loja, anunciou o fechamento.

Passei por lá hoje, e as prateleiras já estão bem vazias, mas há ainda como encontrar boas coisas por bons preços. Dentre os achados de hoje estão o “Peace and Noise” da Patti Smith, o “1999? do Prince, “Lê Danger” da Françoise Hardy, o volume 2 do songbook do Ary Barroso, e o grande achado dos últimos meses: o box “A Trilogia da Vida”, de Píer Paolo Pasolini, com “Decameron” (1971), “Os Contos de Canterbury” (1973) e “As Mil e Uma Noites” (1974). Dos três, assisti apenas ao último em uma sessão no CCBB, anos atrás.

Fiquei tão apaixonado pelo cinema do cineasta italiano que comentei com um amigo, Márcio, cinéfilo de longa data, que relembrou como tinha sido assistir ao polêmico “Saló” em uma das primeiras edições da Mostra Internacional de São Paulo, em 1979. “Estava uma bagunça na sala, falação e piadinhas, coisa de quem não estava acostumado com um evento como a Mostra. Parecia uma sala de aula, e ficou assim até uns dez minutos de filme, quando começaram a sair pessoas da sala assustadas com Pasolini”. Sensacional.

Este reencontro com Pasolini e as lembranças de vários amigos nesse post servem para mostrar o quanto uma loja interessante quanto a Nuvem Nove pode fazer parte da vida afetiva de qualquer pessoa. Boas lojas de CDs, sebos, livrarias, cinemas e shows são lugares ótimos para se encontrar pessoas legais. Na Nuvem Nove (assim como na Sensorial e na Velvet CDs, estas duas na Galeria Presidente, no centro de São Paulo), porém, o interessante não era só comprar música, mas conversar sobre ela. Não à toa, vários encontros de participantes da comunidade da revista Bizz no Orkut foram marcados ali.

Com o fechamento das portas da Nuvem Nove, São Paulo não perde apenas mais uma loja de CDs, mas perde sim um ponto de encontro de pessoas apaixonadas por boa música, algo que pode soar tolamente romântico, mas é a mais pura verdade. Uma grande perda, sem dúvida.

abril 15, 2008   Encha o copo

Coisas que não combinam

Ressaca com ir ao trabalho numa segunda-feira nublada.

abril 14, 2008   Encha o copo

Uma frase

“Não existe guerra alguma, é só o capital cruzando o mar”

Fred 04

abril 12, 2008   Encha o copo

Cinema: “Um Beijo Roubado”

“Um Beijo Roubado”, de Wong Kar-Wai – Cotação 2,5/5

“My Blueberry Nights” (”Um Beijo Roubado”) narra à história de Elizabeth (Norah Jones emprestando fraqueza a um personagem que sobrevive disso), uma jovem que foi trocada por outra mulher na vida de um homem. Ela não aceita. Procura vasculhar os detalhes interrogando o dono de um café localizado na esquina da casa do ex-namorado.  Jeremy (Jude Law em atuação discreta), o dono do café, como quase todas as pessoas que já passaram dos trinta anos, coleciona histórias de amor que não terminaram bem. Da última restou um molho de chaves e o desejo do esconderijo atrás de um balcão.

Elizabeth e Jeremy tornam-se grandes amigos. Inspirada pela decisão de cercear o ex, Elizabeth passa a freqüentar o café todos os dias, devorando tortas de blueberry e ouvindo as histórias do amigo. Afundada no desespero do fim de relacionamento, e pressentindo a aproximação romântica do amigo, Elizabeth deixa Nova York para trás e parte em busca de sanidade do coração entregando-se ao trabalho e ao cansaço em mundos que a desconhecem. Nessa epopéia romântica, é jogada no centro de histórias de perda, que colocam sua dor em segundo plano.

Lizzie parte, mas não deixa de manter contato com Jeremy. Através de postais (um hábito tão demodê em tempos de internet, e tão romântico), ela vai contando ao amigo de suas aventuras e desventuras na estrada. Ele, por sua vez, sai a caça dela ligando para todos os restaurantes de Memphis procurando por uma Elizabeth, pela sua Elizabeth, mas não a encontra. Mais de mil quilômetros os separam, e eles estão muito mais próximos – romanticamente – do que centenas de casais que dividem a mesma cama todas as noites em lugares tão díspares quanto São Paulo, Pequim ou Nova York.

“My Blueberry Nights” dura 90 minutos apenas, mas parece muito mais (interessantemente) extenso pela maneira que Wong Kar-Wai explora as histórias secundárias. Norah Jones e Jude Law não inspiram compaixão, mas se a história de amor de Arnie Copeland com Sue Lynne (David Strathairn e Rachel Weisz excelentes) não lhe deixar sem ar, é melhor consultar o doutor William Butler Yeats, pois a chance de seu coração ter perdido o ponto cardíaco romântico é grande. São nos fragmentos secundários que Kar-Wai exercita sua crença nos desencontros, e consegue alcançar (por mais rápidas que sejam as passagens) a beleza de “Amor à Flor da Pele” e “2046?.

A rigor, o diretor ainda conta suas histórias com delicadeza, calma e segurança, iluminando a tela com imagens que se sobrepõe umas as outras valorizando os tons verdes e vermelhos. A crença no desamor permanece, e as vidas semi destruídas dos personagens secundários, que precisam recomeçar do zero após terremotos emocionais, rendem bons momentos na tela (Natalie Portman, abandonada no fim do mundo, está sensacional com sotaque texano), mas não chegam a dar unidade ao filme, o que não chega a comprometer a película, mas a diminui em comparação direta com a obra anterior do cineasta.

Hollywood parece ter amolecido a crença do chinês Wong Kar-Wai nos desencontros românticos. Após duas obras dramáticas e sublimes de temática dolorida, Kar-Wai estréia na língua inglesa com um drama romântico que mantém em grande parte do tempo sua característica de bom contador de histórias trágicas de amor envolvidas em belas fotografias, mas cede as convenções do mercado norte-americano, ao premiar seu personagem principal com a oportunidade de recomeçar após ser jogado no reino dos corações partidos. Poderia ser entendido como uma segunda chance do cineasta aos românticos, se as entrelinhas não fossem notadamente cruéis. Mas você tinha dúvida disso, caro leitor?

Leia também:
– Três filmes: Wong Kar-Wai 1994, 1994, 1995 (aqui)
– Três filmes: Wong Kar-Wai 1990, 2000, 2004 (aqui)

abril 12, 2008   Encha o copo

Cinema: “Em Paris”

“Em Paris”, de Christophe Honoré – Cotação 4/5

Jonathan acorda. É de manhã. Do lado esquerdo da cama, uma mulher. Do lado direito, um homem. Ele se desenrola do lençol e salta sorrateiramente, nu. Coloca uma samba-canção, sai do quarto, encontra o pai dormindo sentado na sala, beija-lhe levemente a face, e vai para a sacada do apartamento. Ali ele encontra o espectador, e trava um monólogo com a pessoa sentada à frente da tela procurando explicar o que se viu minutos atrás, e preparar o terreno para o que virá a seguir encerrando o bate papo entre personagem e público com uma pergunta: “É possível pular de uma ponte por amor?”.

Com este início pouco usual e deliciosamente interessante, o jovem diretor Christophe Honoré joga as cartas na mesa acerca de seu terceiro longa, o drama romântico familiar “Em Paris”. Paul (Romain Duris da dobradinha “Albergue Espanhol”/”Bonecas Russas”) acabou de sair de um relacionamento, e está como quase todo mundo fica ao sair de um relacionamento: um bagaço sentimental. Ao sair da casa da ex, optou por voltar a casa do pai, deslocando o irmão Jonathan (Louis Garrel de “Os Sonhadores”) para uma cama improvisada na sala.

O cenário é de caos familiar. Paul está naquele momento em que a melancolia quer afundar a pessoa dentro de um buraco inacessível a todo e qualquer ser-humano. Ele não come, não ri, passa o dia inteiro na cama de pijama ouvindo compactos franceses antigos. Jonathan, por sua vez, está detonado. Chegou no meio da madrugada da balada, se ajeitou desajeitadamente na sala e foi acordado nas primeiras horas da manhã pelo pai, Mirko (Guy Marchand em belíssima atuação), que só desiste da tarefa de fazer o filho levantar quando este pula da cama improvisada no sofá, nu novamente.

Christophe Honoré usa esse núcleo familiar caótico formado por três homens para fazer um elogio à amizade, ao amor e a Paris. O pai procura de uma forma afavelmente descontrolada tirar o filho do poço fundo da tristeza. O irmão vai por outro caminho, evitando tocar no assunto que desencadeou todo o drama, e enquanto luta para mostrar a Paul que a vida vale a pena, caminha pelas ruas da cidade-luz apaixonando-se a cada esquina e demorando mais de doze horas para completar um percurso que deveria demorar apenas trinta minutos.

Lidar com destreza com a ocupação do tempo na tela é um mérito de Christophe Honoré. O argumento de “Em Paris” – o valor da amizade e da vida – poderia render um filme piegas (e na maioria das vezes rende), mas o diretor francês acerta em quase todas as suas escolhas bastante pessoais, como a abertura que traz um dos personagens conversando diretamente com o público, convidando-o a sair da cadeira do cinema e a adentrar a história como observador. Durante o filme, Jonathan olhará para o espectador mais algumas vezes ressaltando a cumplicidade.

Chega a ser surpreendente como o diretor traduz de forma sublime a melancolia (”Subestimamos a tristeza dos outros”, diz Paul em certo momento, mostrando delicadamente a maneira correta de se agir perante um afogado em desilusão), o amor familiar (quando o pai desfere um tapa no rosto do filho, que ri, mas não por desrespeito, e sim por entender o quanto aquilo que ele falou bateu forte no peito do velho) e os romances desfeitos (em um emocionante dueto ao telefone de Paul com Anna – Joana Preiss –, sua ex) em um filme que teria tudo para se tornar uma bobagem na mão de muitos outros diretores, mas que nas mãos de Christophe Honoré torna-se grande arte.

Ps. Sobre a resposta a pergunta do primeiro parágrafo, bem, é óbvia, não é mesmo.

abril 11, 2008   Encha o copo

Da melancolia

Um filme e cinco Bohemias. Faz nove anos que moro em São Paulo, e só hoje experimentei a sensação de assistir a um filme de dentro do café da sala do Cinesesc. Explico para quem não é de São Paulo: a sala do Cinesesc, na Augusta, é um relíquia dos quase extintos cinemas de rua. O Sesc comprou a sala, que abrigava o Cinema 1, em 1979, e se preocupou em manter seu principal destaque: um café dentro da sala. Isso mesmo. Separado da sala por um vidro, e com som ambiente do filme, o café permite ao espectador assistir ao filme dali de dentro enquanto saboreia um delicioso bolo de banana com nozes, uma quichê de alho-poró, ou bebe-se. Não dispensei a quichê nem o bolo, mas me abasteci de cinco latas de Bohemia durante a exibição de “Em Paris”.

Bem, não vou falar muito sobre o filme, já que ele merece um texto só dele, mas é incrível como os filmes franceses têm me chacoalhado nos últimos anos. O último filme que me fez encher garrafas de 500ml com lágrimas foi “Bonecas Russas”. “Em Paris” não exibe tantas semelhanças com “Bonecas Russas” além de trazer o mesmo ator no papel principal (o bom Romain Duris), não me fez chorar como “Bonecas Russas”, mas deu uma boa chacoalhada no coração e na alma. Sai da sala meio bêbado, parei no carrinho de pipoca na rua, caminhei na garoa e comecei a lembrar de coisas dispersas, tipo o que cada bar da Augusta me lembra (reunião de pauta com amigos em um, termino de namoro em outro, açai com vodka em outro, e bons amigos que deixaram de ser amigos em outro) e cheguei em casa emocionado.

Mais do que me preocupar com a pergunta inicial de um dos personagens (”será que alguém pularia de uma ponte por amor?”), talvez pela resposta ser óbvia demais para mim, o que mais gostei em “Em Paris” foi sua leveza e sua maneira simples e direta de lidar com a tristeza e melancolia. Nada melhor do que encontrar uma boa tradução para estes meus dias melancólicos e… eu tinha mais coisa para escrever quando abri esse post, mas perdi em algum lugar que não consigo encontrar. Se eu achar, continuo. Se não, não se preocupe. A melancolia passa, um dia qualquer, mas passa. (risos – que post mais sem pé nem cabeça).

Ps. Já que esse post está uma bagunça, custa nada bagunçar mais: escrevi de Elvis Costello e Whiskeytown. Leia aqui.

abril 10, 2008   Encha o copo

Dois discos para baixar

O cantor e compositor Beto Só antecipa seu novo disco, “Dias Mais Tranqüilos”, no MySpace. O disco ficará disponível na integra por dez dias no http://www.myspace.com/betoso.

“Não Esperem Por Nós”, derradeiro álbum do Pipodélica, também está disponível no My Space. Aqui: http://www.myspace.com/pipodelica.

abril 10, 2008   Encha o copo

Quatro dias na Bélgica

No começo de março postei o line-up do Rock Werchter, festival que irá acontecer de 03 a 06 de julho em uma cidadezinha pertinho de Bruxelas. Ontem foi anunciado que Raconteurs e Gnarls Barkley vão engrossar o line-up que já tinha R.E.M., Radiohead, Neil Young, Beck, Chemical Brothers, Soulwax, Verve, Babyshambles, Hives, Editors, Gossip e Kaiser Chiefs, entre outros. Então fui olhar novamente o line-up no site oficial, e não é que existem mais nomes que eu não sabia que já tinham sido confirmados: Vampire Weekend, Ben Folds, Slayer, My Morning Jacket e… Grinderman!!!! Abaixo, o line-up atualizado e meu pré-roteiro de viagem.

Julho
01 Bruxelas (Bélgica)
02 Bruxelas, Leuven (Bélgica) *
03, 04, 05, 06, Leuven / Rock Werchter (Bélgica)
07 Leuven, Bruxelas (Bélgica) e Berlim (Alemanha) *
08 Berlim / Radiohead (Alemanha) **
09 Berlim (Alemanha) e Glasgow (Escócia) *
10 Glasgow (Escócia)
11, 12 e 13 Glasgow / T In The Park (Escócia) ***
14 Glasgow (Escócia)
15 San Sebastian / Bruce Springsteen (Espanha) ****
16 San Sebastian / Madri (Espanha)
17 Madri / Bruce Springsteen (Espanha) ****
18 e 19 – Madri, Benicassim FIB 2008 (Espanha)
20 – Benicassim FIB 2008 (Espanha)
21 – Benicassim / Madri (Espanha)
22 – Madri / Lou Reed (Espanha)
23 – Madri (Espanha) / Paris (França) *****
24 – Paris (França) *****
25 – Paris (França) *****
26 – Paris (França), Londres (Inglaterra) *****
27 – Londres (Inglaterra) *****
28 – Londres (Inglaterra) *****
29 – Londres (Inglaterra) *****
30 – Londres (Inglaterra) *****

* Viajar de madrugada (de trem, se possível) para economizar na hospedagem
** Ingressos do Radiohead já estão esgotados, mas vou até a porta pois quero ficar ao menos dois dias em Berlim
*** Se rolar vender os ingressos, bye bye T In The Park (tomara que role)
**** Esse é o mais complicado show da viagem; não sei se quero ir até San Sebastian, local em que os ingressos pro show ainda não esgotaram; em Madri já esgotou, mas estou cogitando ir até a porta do estádio e tentar comprar de cambista em um preço camarada; porém, dependo de saber se neste mesmo dia, terá alguma grande atração em Benicassim. Ou seja, dia 17 é um dia bem complicado!
***** Esse é um desejo pessoal, mas não posso garantir que vai ser assim por: 1) Ainda não tenho idéia de quanto vou gastar até o dia 22, e a chance de ter que encurtar a viagem é enorme 2) Preciso acertar essa segunda perna da viagem com os amigos que vão fazer a viagem comigo. 3) Quero pegar mais algum showzinho (barato, please) por estes dias.

Ps. Carteira de Alberguista e Passaporte em mãos. Agora falta treinar beeeem o péssimo inglês…

abril 9, 2008   Encha o copo

Extra, extra, extra

Raconteurs e Gnarls Barkley confirmaram presença no Werchter 2008, festival belga que será minha primeira parada em terras européias em julho. Tô vendendo meus tickets do T In The Park. :)

abril 8, 2008   Encha o copo