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06) “Um livro que você já leu várias vezes” (3/3)

Bora acelerar pois senão esse #meus20livros não acabará nunca :~

6) “Um livro que você já leu várias vezes” (3/3)

Os dois livros da foto trazem a mesma característica: são livros “comentados”, o que foi plenamente satisfatório para um adolescente desbravando o mundo das palavras e, em muitos casos, ainda sem a chama para perceber o sarcasmo, a entrelinha, a sutileza.

A coletânea de contos “Seleta” (1971) foi a primeira coisa que li de Lygia Fagundes Telles, e foi amor à primeira lida (duas décadas depois, uma amiga a encontraria em SP e a pediria em casamento para mim… ganhei um autógrafo – risos).

“Seleta” é um baú de tesouro. Está tudo aqui: “Eu era mudo é só”, “A caçada”, “O noivo”, (a obra prima) “Venha Ver o Por-do-Sol”, “As Pérolas”, um capítulo de “Ciranda de Pedra”, tudo comentado por Nelly Novais Coelho. É sublime.

Leio um conto vez em quando (ainda que um dos meus favoritos, “Lua Crescente em Amsterdã”, que adaptei com amigos para a aula de teatro na faculdade, não esteja aqui – mas está na obrigatória seleção “Os contos”, lançada pela Cia das Letras em 2018).

O outro volume é.. Shakespeare. A primeira vez que mergulhei em sua obra eu tinha 11 pra 12 anos, e o fato de ser uma edição comentada ajudou muito a (acreditar que eu poderia) entender aquele universo (eu voltaria a essa coleção – disponível na Biblioteca Municipal de Taubaté – no meu pós-crise dos 16 anos, aquele que Hesse e “O Lobo da Estepe” me tiraram – e era outra coisa, outro universo, outra amplitude, outra grandiosidade).

É uma edição portuguesa, da Lello e Irmão (sim, li Shakespeare em português – comentado! – de Portugal) que, cerca de 30 anos depois, consegui adquirir (com volumes extras) pra mim (conto a história aqui) e eu amo suas comédias de erros. Amo.

“Conto de Inverno” é absolutamente incrível! <3

#meus20livros

fevereiro 17, 2025   Encha o copo

06) “Um livro que você já leu várias vezes” (2/3)

Naturalmente é muito mais “fácil” reler poesia e contos do que um romance. Não tenho ideia de quantas centenas de vezes abri “Poetas franceses do século XIX”, coletânea da Editora Nova Fronteira de 1991 com, entre outros, textos de Mallarmé, Verlaine e Rimbaud.

O mesmo vale para o vizinho Guilherme de Almeida: “Meus versos mais queridos” é para ler em voz alta… e dançar.

Aliás, já leste (e dedicaste) para alguém “Tu e Eu”, do Luis Fernando Veríssimo (“Comédias da Vida Privada” é imprescindível)?

Na fase adolescente em que o “Best Of” (de 1985) do Doors virou ritual em casa, fui atrás de tudo que tivesse conexão com Jim Morrison. Passei por Huxley, e “As Portas Da Percepção / Céu E Inferno” me levaram à Castaneda, até chegam em William Blake – por essa época, as Mercenárias gravaram uma seleção de versos dos “Provérbios do Inferno” no clássico “Trashland”. Música e poesia <3

Fiquei tão fascinado pelos provérbios que, onde pudesse, eu os declamava.

Dois momentos marcantes: O primeiro foi um trabalho da disciplina Estética da Cultura de Massa em que eu e grupo fizemos da UNITAU o Inferno por uma noite. Era encerramento da Semana da Comunicação, teatro lotado. Assim que as portas se abriram, as pessoas saindo se deparavam com “fantasmas”, tochas de fogo e uma formação de banda espalhada pelos cantos do pátio que tinha eu declamando um poema em três partes (Huxley abrindo, um poema meu no meio e os Provérbios encerrando) sobre uma base eletrônica pesada (nas mãos do amigo DJ Gu) e arrastada e o melhor guiitarrista da cidade, o Cleber, solando enlouquecido, uma coisa meio NIN. Foi terrivelmente bonito. Tenho em algum DVD aqui em casa…

A outra foi num sarau na I Mostra Internacional de Cultura Independente de São Paulo, na Funarte, 2000. Tava eu lá juntando Ian Curtis, Black Francis e poemas meus até chegar em Blake. Um dos terríveis provérbios (ausente da música das Mercenárias) marcou esse dia:

“Melhor matar uma criança no berço do acalentar desejos insatisfeitos”

Um amigo estava filmando com o filho ao lado. Quando veio me cumprimentar ao final, o garoto balbuciou: “Ele vai matar a criancinha?”.

Aparentemente, consegui tranquiliza-lo.

Mas isso é Blake. <3

Ele sempre volta!

Ps. Leia aqui a integra d’Os Provérbios do Inferno.

Meus “20” livros

fevereiro 4, 2025   Encha o copo

Top 10 Janeiro de 2025 no Scream & Yell

TOP 10 TEXTOS MAIS LIDOS – JANEIRO DE 2025
01) APCA: Os 50 melhores discos de 2024 (aqui)
02) Três livros: “Eu Fui Traficante de Keith Richards”, “Nação Tomada Pelo Medo”, “Good Pop, Bad Pop: Um Inventário”, por Mac (aqui)
03) “Kubrusly – Mistério Sempre Há de Pintar, por Renan Guerra (aqui)
04) Patti Smith ao vivo em São Paulo, por Marcelo Costa (aqui)
05) Entrevista: Adriano Cintra (Superafim), por Alexandre Lopes (aqui)
06) Os vencedores da APCA 2024 em 11 categorias (aqui)
07) “Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa”, por JP Barreto (aqui)
08) Entrevista: Dana Colley (Vapors of Morphine), por Guss de Lucca (aqui)
09) Melhores de 2023 Scream & Yell (aqui)
10) Cinema: “Babygirl”, por Leandro Luz (aqui)

VIA GOOGLE: JANEIRO
01) Especial Melhores de 2023 Scream & Yell (aqui)
02) Cinema: “O Chef”, por Renan Guerra (aqui)
03) Cinema: Os 10 filmes de Wong Kar-Wai, por Marcelo Costa (aqui)

O EDITOR RECOMENDA: JANEIRO
01) Entrevista: Bianca Gismonti, por Bruno Capelas (aqui)
02) Entrevista: Alessandro Andreola, por Marcelo Costa (aqui)
03) Entrevista: Gueersh, por Alexandre Lopes (aqui)

Confira os textos mais lidos no Scream & Yell nos meses anteriores

fevereiro 3, 2025   Encha o copo

06) “Um livro que você já leu várias vezes” (1/3)

São vários. E tudo bem, pois você já percebeu que não estou me limitando a “um livro” mesmo. O fato é que adoro reler os livros que eu amo muito porque se aquele livro me fez sorrir uma vez, a chance de ele me fazer sorrir novamente é enorme (em dias cinzas costumo sacar o impagável “Socialismo para Milionários”, do Bernard Shaw, da estante, para gargalhar em silêncio – rs), e outro tanto porque envelhecer é (ou ao menos deveria), também, “crescer” espiritualmente e intelectualmente um pouquinho todos os dias, de forma que aquele livro que você leu 10, 20 anos atrás, pode soar completamente diferente hoje por tudo o que você viveu nesse período. Pode soar até um outro livro!

Dai que entre os livros que já li diversas vezes na vida, um dos principais é “Cartas a Um Jovem Poeta” (1929), de Rainer Maria Rilke, que aparece aqui na foto na edição que moldou meu caráter (a amarela, de 1985), e na reedição de 2001, mais “Elegias de Duíno”, que é outro papo.

Nos anos 90, quando o Scream & Yell era um fanzine (de papel) “popular”, eu me correspondia por carta com dezenas de pessoas de todo o país (isso soa tãooo século passado), e costumava enviar xerox reduzidas de cada uma das 10 cartas que compõe o livro a cada troca de correspondencia. Você conhece a história?

Bem, um aspirante a poeta completamente anônimo troca cartas com Rilke, que, atenciosamente, lhe fala de poesia… e da vida. É… lindo! Lançado três anos após a morte de Rilke, “Cartas a Um Jovem Poeta” é daqueles companheiros pra vida. (Re)Fiz alguns “testes” do livro (como tentar abandonar a escrita) e mergulhei em outro livro de Rilke, “Elegias de Duíno”, que também amo.

Então em 2012, após ter visto o Primavera Sound Barcelona, Guns em Paris, Lou Reed em Luxemburgo, Tom Petty em Cork, e voltado à Barcelona para ver Stone Roses, meu último “compromisso” da viagem era Bruce Springsteen em Trieste, a mesma cidade que também abriga o Castelo de Duíno, em que Rilke escreveu suas 10 elegias desesperadas.

Chorei na sacada do castelo olhando o Mar Adriático… Contei aqui 🙂

Meus “20” livros

fevereiro 1, 2025   Encha o copo

05) “Um livro cujo filme é melhor”

Assim como fiz na primeira vez que maratonei essa lista anos atrás, recorro a Stanley Kubrick, ainda que suas adaptações extrapolem o livro, pois, a favor do Cinema, Kubrick não titubeava em alterar passagens, fazer mudanças ou mesmo excluir coisas da história original que pudessem diminuir o impacto de seu filme.

Dito isso, prefiro “O Iluminado” filme ao livro mesmo com o Stanley fazendo lá suas mudanças, o que deixou o Stephen King tenha puto.

No caso do “Laranja Mecânica” (que, você sabe, “é filosofia pura“) é quase empate, os dois são indispensáveis, mas tendo a optar pelo filme também – o amigo Leonardo Tissot acrescenta: “O filme do ‘Laranja Mecânica’ é melhor porque elimina o último capítulo do livro (que é totalmente dispensável e até estraga um pouco a história).

Já “Lolita”, talvez, eu fique com o livro. Mas vale a declaração de amor: Kubrick, eu te amo.

***

Inevitavelmente, sinto vontade de falar de “Alta Fidelidade”, a série, novamente – ainda que tristemente ela não tenha sido renovada para uma segunda temporada (a primeira, incrível, dá conta de metade do livro clássico de Nick Hornby). E falo de “Alta Fidelidade” porque a série melhora o livro! Ou como escrevi no Scream & Yell na época do lançamento:

“Essa reinvenção consegue uma delicada façanha: ir além do livro, fazendo com que “High Fidelity 20” soe um (divertidíssimo) spin-off da versão literária, e não apenas a versão literária adaptada para a TV. (Mas) O que faz de ‘High Fidelity 20’, a série, imperdível é uma sensação de maturidade, de crescimento, que o livro quase negava aos personagens, os obrigando a carregar sua masculinidade tóxica e seu mansplaining eternidade a dentro entre vinis empoeirados (leia tudo aqui)”

“High Fidelity – Temporada 1” está disponível no Prime Video e recomendo muito!

***

Por fim, já se encantou por “Cem Anos de Solidão”, no Netflix?

Por fim 2: Vale o reforço sobre “A Comédia da Vida Privada”. Assisti a alguns episódios no Youtube esses dias (o DVD traz apenas 4 dos 21) e permanece uma adaptação incrível!

Meus “20” livros

janeiro 31, 2025   Encha o copo

04) “Um livro melhor que o filme”

Essa é fácil, pois condensar a trama de um livro num filme é um desafio que derrubou muitos (aliás, já assistiu “Cem Anos de Solidão” na Netflix? É sensacional!).

Escolho “Tudo Se Ilumina”, do Jonathan Safran Foer, com o cuidado de dizer que o filme “Uma Vida Iluminada”, com Elijah Wood e um sensacional Eugene Hütz (sim, o líder do Gogol Bordello) é ótimo, mas o livro é imbatível.

Adoro “Um Grande Garoto”, do Nick Hornby, com o Hugh Grant, mas a ausência do “trecho Nirvana” (talvez, a grande sacada do livro já que o próprio nome remete a uma canção de Kurt Cobain) é imperdoável. No geral, gosto de quase todas as adaptações de obras do Hornby (exceção: a italiana “Slam: Tutto Per Una Ragazza”), com preferência declarada pela série “High Fidelity”, que poderia estar no próximo post, pois MELHORA o livro (que ficou datado). “Juliet Nua e Crua” é ok também, mas o livro é melhor (já “Uma Longa Queda” supera o livro, mas nenhum dos dois é tão brilhante assim).

Gosto tb da adaptação de Fernando Meireles para “Ensaio Sobre a Cegueira”, do Saramago, que eu vi o filme primeiro e depois fui ler o livro, que mostrou-se muito mais amplo e profundo que o filme (como era de se esperar). E gosto do texto que escrevi na época do filme.

Por fim, amo “A Comédia da Vida Privada”, que também só não está no grupo 5 (de adaptações melhores que livros) pq não adapta o livro todo. Foram 3 temporadas e 21 episódios antológicos entre 1995 e 1997 (muitos com a nossa indicada ao Oscar de Melhor Atriz em 2025 brilhando em meio a um elenco incrível).Tem vários no Youtube! Recomendo!!

Aliás, sempre me lembro de um episódio (que não achei online) em que o personagem do Marco Nanini, que estava traindo a esposa (Deborah Bloch?), é prensado na parede após ela achar uma camisola no carro. Após ela questiona-lo muito perguntando de quem era o babydol, ele solta: “É MEU! ADORO USAR ROUPA DE MULHER, TÁ BOM!” E o episódio finaliza com ele entrando todo desajeitado no quarto pra dormir vestindo a peça feminina… risos

Luis Fernando Veríssimo, eu te amo <3

Ps. Uma decepção: “Pergunte ao Pó” com Colin Farrell e Salma Hayek!

Meus “20” livros

janeiro 30, 2025   Encha o copo

03) “Um livro que está na fila há anos”

Livro na fila é o que mais existe em casa (risos). É sério. Imagine soltar um cara apaixonado por livros e bibliotecas que vivia no interior numa Feira da USP durante 10 anos e o que você terá é um acervo para ler até os 100 (e um pouco mais).

Nesses 25 anos de SP fui adquirindo um monte de coisas que eu sempre quis ler, e a fila foi só aumentando. Na biblioteca aqui de casa devo ter 50% de títulos lidos, e mais uns 50 “na fila” pra ler (um dia).

Porém, é possível destacar alguns:

– “Graça infinita”, de David Foster Wallace: 10 anos atrás, a Cia das Letras promoveu um bate papo na extinta Livraria Cultura do Conjunto Nacional reunindo Cadão Volpato, Daniel Benevides, André Frateschi e eu com mediação da Marcia Scapaticio sobre a literatura de Nick Hornby (um dos preferidos aqui da casa). O “pagamento” pela presença era um voucher caprichado pra gastar na livraria, e não pensei duas vezes e peguei o “Graça infinita”. Desde então, ele ficou lindo na mesa da sala durante um tempo (eu acreditava que olhar pra ele iria me fazer ter coragem de enfrentá-lo) até ser encaminhado para a biblioteca. Mas sempre penso nele. Um dia eu leio… prometo!

– A coleção (comentada) “Em Busca do Tempo Perdido”, do Marcel Proust: Essa foi adquirida nas feiras da USP entre 2001 e 2010. Li na adolescencia “No caminho de Swann” e, como era de se esperar, passei anos pensando nele (vez em quando surge um flashback). Mas taí outro livro que necessita de foco e uma dedicação extrema que, nesses tempos de correria, anda difícil por aqui. Mas vai rolar! Um dia…

– “O som e a fúria”, de William Faulkner: existem livros que te metem medo?? Taí um que me “assusta”. Mesmo assim comprei… uns 20 anos atrás. Sempre ensaio de pegá-lo, mas outra coisa surge na frente “inesperadamente”…

O “2666” do Roberto Bolaño também era pra estar aqui, mas não o achei na biblioteca, só que não há como não acha-lo pq ele fica te encarando com aquela lateral imensa, então a Lili (que corajosamente comprou e leu!) deve ter emprestado. Ela falava tão empolgada dele nos meses que leu que eu sempre quis ler e deixei numa filinha na memória…

Meus “20” livros

janeiro 29, 2025   Encha o copo

02) “Um livro que marcou a sua adolescência”

Na adolescência (quase todos) somos apaixonadamente fatalistas, sofrendo por coisas que, anos depois, podem nos fazer rir. Ainda assim, você já teve a sensação de estar em um buraco depressivo impossível de sair? E, de repente, alguma coisa te tira de lá? Às vezes é um fato familiar, outras é uma paixonite (que pode ser duradoura ou mesmo passageira, daquelas de uma semana, o que basta para te lançar numa próxima fase), ou um disco, ou um filme ou… um livro.

“O Lobo da Estepe”, de Hermann Hesse, foi responsável por me tirar da depressão na adolescência, lançando luz aonde só havia uma vasta escuridão… Deve ter alguma explicação além de ser um livro sobre um cara depressivo viciado em álcool, Goethe e Mozart que encontra a luz (Hermínia), mas o fato foi que mergulhei na história e saí dela de outra maneira. E até hoje agradeço por ter lido “O Lobo da Estepe” (1927) antes de “Demian” (1917), que eu tb amo, pois o efeito poderia ter sido outro.

Depois aconteceu o que sempre acontecia comigo na adolescência: apaixonado por um livro, eu devorava absolutamente tudo do escritor, e vários livros dele permanecem na minha estantes (tenho uma paixão por “Caminhada” e outra história para contar sobre “Sidarta”, mas mais pra frente)….

Meus “20” livros

janeiro 28, 2025   Encha o copo

01) “Um livro que marcou a sua infância”

Bem, muitos amigos citam a Série Vaga-Lume, que incrivelmente passou batido por mim (sim, eu nunca li “O Escaravelho do Diabo”), mas os primeiros volumes da coleção “Para Gostar de Ler” foram o meu primeiro vício literário real. Como eu amava!

Tem coisa mais incrível pruma criança que “Continho”, do Paulo Mendes Campos:

“Era uma vez um menino triste, magro e barrigudinho, do sertão de Pernambuco. Na soalheira danada de meio-dia, ele estava sentado na poeira do caminho, imaginando bobagem, quando passou um gordo vigário a cavalo:
– Você aí, menino, para onde vai essa estrada?
– Ela não vai não: nós é que vamos nela.
– Engraçadinho duma figa! Como se chama?
– Eu não me chamo não, os outros é que me chamam de Zé.”

São cinco crônicas de cada escritor, textos curtos, hilários, inteligentes, espertos. Desse primeiro volume, meus textos favoritos são “Hora de Dormir”, do Fernando Sabino, o sensacional “Quero Lasanha”, de Drummond, e o antológico “Recado ao Senhor 903”, de Rubem Braga. Depois dele, fui atrás dos outros da coleção e eles abriram as portas para livros de cada um dos escritores, e de seus pares.

Agora é hora de ir atrás dos demais volumes pra apresentar ao meu pequeno que está começando a ler…

Meus “20” livros

janeiro 27, 2025   Encha o copo

Top 10 Dezembro de 2024 no Scream & Yell

TOP 10 TEXTOS MAIS LIDOS – DEZEMBRO DE 2024
01) Ao vivo: Information Society em Bangu, por Marco Barbosa (aqui)
02) Crítica: “Senna”, a série, por Leandro Luz (aqui)
03) Ao vivo: Caetano e Bethânia em SP, por Marcelo Costa (aqui)
04) Cinema: “O Auto da Compadecida 2”, por Renan Guerra (aqui)
05) Especial: “The Lamb Lies Down on Broadway”, do Genesis, por Bruno Moraes (aqui)
06) Entrevista: Clemente (Inocentes), por Leonardo Vinhas (aqui)
07) Entrevista: Nigéria Futebol Clube, por Alexandre Lopes (aqui)
08) Música: Os finalistas do Prêmio APCA 2024 (aqui)
09) Entrevista: Fran Healy (Travis), por Bruno Capelas e Igor Muller (aqui)
10) Entrevista: Geordie Greep, por Alexandre Lopes (aqui)

VIA GOOGLE: DEZEMBRO
01) Dois livros de Édouard Louis, por Renan Guerra (aqui)
02) Cinema: “Ás Vezes Quero Sumir”, por Eduardo Juliano (aqui)
03) Especial Melhores de 2023 Scream & Yell (aqui)

O EDITOR RECOMENDA: DEZEMBRO
01) Entrevista: Paula Cavalciuk, por Marcelo Costa (aqui)
02) Especial: Luiza Brina, por Bruno Lisboa (aqui)
03) Entrevista: Marcelo Gomes, por João Paulo Barreto (aqui)

TOP 10: Apenas textos de 2024
01) Melhores de 2023 Scream & Yell (aqui) FEV
02) Cinema: “A Sala dos Professores”, “Anatomia de Uma Queda”, “Dias Perfeitos”, por Marcelo Costa (aqui) MAR
03) Ao vivo: Roberto Carlos em SP, por Renan Guerra (aqui) NOV
04) Ao vivo: Keane no Rio, por Marco Antonio Barbosa (aqui) NOV
05) Cinema: “Saltburn”, por Marcelo Costa (aqui) JAN
06) Cinema: “Aumenta que é Rock’n’Roll”, por Leandro Luz (aqui) ABR
07) Especial: “The Lamb Lies Down on Broadway”, do Genesis, por Bruno Moraes (aqui) NOV
08) Ao vivo: Information Society em Bangu, por Marco Barbosa (aqui) DEZ
09) Cinema: “Semente do Mal”, por Leandro Luz (aqui) AGO
10) Cinema: “Bob Marley: One Love”, por JP Barreto (aqui) FEV

TOP 10 – Sem textos publicados em 2024
01) Cinema: “Amor à Primeira Vista”, “Felicidade para Principiantes” e “Amor ao Primeiro Beijo”, por Marcelo Costa (aqui) 2023
02) Filmografia comentada: Woody Allen, por Marcelo Costa (aqui) 2023
03) Cinema: Os 10 filmes de Wong Kar-Wai, por Marcelo Costa (aqui) 2020
04) Top 10: livros publicados no século XIX, por M. R. Terci (aqui) 2019
05) Dois livros de Édouard Louis, por Renan Guerra (aqui) 2023
06) Rockbitch: sexo, satanismo e hard rock, por João Pedro Ramos (aqui) 2021
07) Discografia comentada: Gal Costa, por Renan Guerra (aqui) 2020
08) Cinema: “O Chef”, por Renan Guerra (aqui) (aqui) 2022
09) Cinema: “Clube da Luta para Meninas”, por Lucas Reis (aqui) 2023
10) As 30 músicas mais tocadas de Aldir Blanc (aqui) 2020

TOP 10 GERAL 2024
01) Especial Melhores de 2023 Scream & Yell (aqui)
02) Cinema: “A Sala dos Professores”, “Anatomia de Uma Queda”, “Dias Perfeitos”, por Marcelo Costa (aqui)
03) Ao vivo: Roberto Carlos em SP, por Renan Guerra (aqui)
04) Ao vivo: Keane no Rio, por Marco Antonio Barbosa (aqui)
05) Cinema: “Amor à Primeira Vista”, “Felicidade para Principiantes” e “Amor ao Primeiro Beijo”, por Marcelo Costa (aqui) 2023
06) Cinema: “Saltburn”, por Marcelo Costa (aqui)
07) Cinema: “Aumenta que é Rock’n’Roll”, por Leandro Luz (aqui)
08) Filmografia comentada: Woody Allen, por Marcelo Costa (aqui)
09) Cinema: Os 10 filmes de Wong Kar-Wai, por Marcelo Costa (aqui)
10) Top 10: livros publicados no século XIX, por M. R. Terci (aqui)

Confira os textos mais lidos no Scream & Yell nos meses anteriores

janeiro 2, 2025   Encha o copo