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O que fazer no dia de aniversário?

Eu tinha planejado passar meu aniversário, 05 de agosto, em Liverpool, terra do… Echo and The Bunnymen (ok, ok, dos Beatles), mas acaba de surgir uma nova rota na viagem: de 01 de agosto a 10 de agosto acontece o Lokerse Feesten, em Lokeren, uma hora de Bruxelas. É um festival pequeno, poucos shows por noite, e sem muita “muvuca”. No dia 05 de agosto sobem ao palco o Sonic Youth tocando o “Daydream Nation” na integra, e em seguida o Supergrass. $20 euros só. Estou pensando em ir só neste dia, e ficar os outros em Londres mesmo, mas ainda estou na dúvida sobre o que fazer…

julho 6, 2008   Encha o copo

Festival Rock Werchter, Bélgica, Day 3

Ou “o dia em que o Sigur Ros roubou a festa do Radiohead”…

Bem, o terceiro dia do festival era disparado o de melhor line-up, e não só pela presença do Radiohead fechando a noite. O dia começou com a fofinha Beth Ditto encaixando “Psycho Killer”, dos Talking Heads, inteirinha dentro de “Listen Up”. E em toda pausa ela mostrava a potência de sua voz cantando “Crazy”, do Gnarls Barkley, que também iria tocar no Werchter neste mesmo dia (e no mesmo horário do Sigur Rós). O show do Gossip foi bem bom, com o ponto alto ficando, claro, para “Standing In The Way of Control”, com a pessoa mais cool do mundo em 2007, segundo a NME, cantando no meio do público.

O Hives veio na sequência. Os dois últimos discos não são lá grande coisa, mas o show é muuuito bom. Howlin Pelle Almqvist é um entertainment de primeira, um dos melhores do novo rock. Brinca com o público, conta histórias, faz piadas sobre a vida em turnê e obriga todo o público a esticar a mão direita e prometer sempre ouvir Hives. O show já seria bom se não tivesse hits, mas imagina o que cancões poderosas como “Main Offender”, “Tick Tick Boom” e a sensacional “Hate To Say I Told You So” podem fazer numa pista de dança e você terá ideia da festa que foi quando elas apareceram no Werchter. Pelle é responsa.

Já na hora do Hives a chuva tinha voltado, e não ia ser o Editors que iria me fazer encarar água e lama. Vi algumas músicas de longe, o vocal é muito bom ao vivo, mas nada me fez ter vontade de ir lá “pra frente”. O Kings of Leon, que fez um dos piores shows da história do Tim Festival uns anos atrás, mostrou competência, muito embora eu vá morrer sem saber qualé o motivo da existência do quarteto. Eles não tem sex-appeal, suas canções abusam dos clichês e o vocalista não consegue formar uma frase – em inglês – para se comunicar com o público. Definitivamente, não consigo entender. Já Ben Harper mostrou seu bom show (que passou pelo Brasil em 2007) com a galera cantando junto várias canções.

E então o Sigur Rós entrou no palco. Por um motivo de “estratégia”, eu estava encostado em uma das grades perto do palco, para ver melhor a turma de Thom Yorke que viria na sequência. Quem acompanha o Scream & Yell lembra que não fui muito simpático com os islandeses quando eles tiveram no Brasil, tocando entre Grandaddy e Belle and Sebastian. Na verdade, eu nunca tinha tido muita paciência com o grupo, e aquele show em particular foi uma balde de água fria para quem estava embalado pelas outras duas bandas da mesma noite. No Werchter, porém, o grupo fez um show apoteótico que descongelou meu coração.

De cara, tocaram seu maior “hit”, “Svefn-g-englar”, a única coisa que eu lembrava como sendo deles. No Werchter, ao vivo, o Sigur Rós me pareceu o meio termo, a ponte perfeita entre Arcade Fire e Mogwai. Os islandeses começam onde termina o som dos canadenses e terminam quando começa a usina de barulho dos escoceses. Rock com guitarra tocada com arco de violino. Baixo tocado com baqueta de bateria. Barulho e melodia no mesmo compasso. Comandado por Jón Þór Birgisson, e mais 11 pessoas (incluindo um quarteto de metais), o Sigur Rós emocionou (e nem precisava do por-do-sol às dez da noite).

Pela qualidade do show do Sigur Rós, o Radiohead iria ter que trabalhar muito para fazer uma apresentação mais poderosa, porém, quem diz que eles ligam para isso. Com uma decoração de palco fantástica, e o telão dividido em seis, com imagens flagradas das já populares mini-camêras que o quinteto tem usado em seu estúdio particular, o Radiohead fez um show de lados b eletrônicos no Werchter. É claro que o show foi fantástico, afinal, se eles fizerem um show com lados C e D, a possibilidade de ser uma apresentação sensacional é enorme, mas… faltaram mais hits, desculpa dizer isso.

A rigor, foi uma música do “The Bends” (“Just”), duas do “Ok Computer” (“Lucky” e “Paranoid Android”), cinco do “Kid A” (incluindo “Idioteque”, um dos grandes momentos da noite, e “Everything in Its Right Place” em versão eletro), uma do “Amnesiac” (“You and Whose Army?” completamente irreconhecivel), três do “Hail To Thief” (“There There”, “The Gloaming” e “2+2=5”) e oito cancoes do “In Raimbows” (“House of Cards” é uma das que ficou de fora).

É difícil explicar o que eu esperava de um show do Radiohead. A apresentação foi sensacional, a banda ao vivo é impecável, a melhor formação do mundo atual sobre um palco, mas ficou um gostinho de “podia mais”. Quem sabe eu mude de ideia na terça-feira, em Berlim, quando assisto novamente a banda ao vivo. Espero que eles mudem o repertório e que Thom Yorke esteja mais animado. Neste show ele só foi ao microfone uma vez para falar que era uma honra estar tocando no mesmo palco que Neil Young tocou um dia antes. “Ele é um dos meus ídolos”, disse Thom. Na boa, o show de Neil Young também foi melhor…

Saiba como foram os outros dias do Rock Werchter

julho 5, 2008   Encha o copo

Festival Rock Werchter, Bélgica, Day 2

Sol, sorvete de chocolate belga e duas horas de Neil Young. O segundo dia do Werchter começou com uma ótima noticia: sai a chuva, volta o sol. A área de fora do segundo palco parecia uma praia sem mar nem areia: belgas de biquíni, Stela gelada e Ben Folds (com a tenda absolutamente lotada) na versão trio para animar a festa com direito ao maestro Ben comandando um coro de vozes em “Annie Waits” e arrasando em “Army” e “Bastard”. No outro palco, o Slayer quebrava tudo com o riff clássico de “Angel of Death”.

O dia prometia muito, e uma das principais promessas se cumpriu: o Tim Maia britânico deu cano no Werchter. Foi o terceiro show consecutivo que Pete Doherty deixou passar batido. Pena, eu queria muito ver o Babyshambles. No palco secundário, o pessoal do My Morning Jacket pagava tributo aos anos 70. Eu sempre relutei em dizer isso, ainda mais depois que o mundo babou os caras após o bom álbum “Z”, mas eles são chatinhos. Um Wilco que não deu certo… vi três músicas e me mandei para o palco principal.

Jay-Z foi recebido com festa por lá. Encontrei a comitiva brasileira e como eu havia decidido sair da frente do palco, onde estávamos, para comprar cerveja e só voltar quando o rap acabasse, fiquei encarregado de trazer cerveja pra todos no retorno. O show acabou, peguei cinco cervejas e fui atrás dos caras. Quem disse que os achei? Alemães, ingleses, holandeses e até belgas de olho na bandeja de ouro, ops, cerveja, e não resolvi desperdiçar: encostei num canto e quando um dos brasileiros me achou eu já estava terminando o terceiro copo…

The Verve no palco. Richard Ashcroft comanda a galera em um coro que canta os hinos urbanos da banda: “Sonnet”, “The Drugs Dont Work”, “Lucky Man” e “Bitter Sweet Symphony”, que me fez derrubar uma lágrima de emocao. Fechando a noite, duas horas com o mestre Neil Young e seu show de guitarradas e clássicos como “Love and Only Love”,  “Hey Hey, My My”, “Everybody Knows This Is Nowhere”, “The Needle & The Damage Done”, “Unknown Legend” e “Heart of Gold”.

Num total de 17 canções emblemáticas, Neil Young transcendeu mesmo em duas covers: uma para a sua já famosa versão para “All Along The Whatchtower”, de Bob Dylan, tão tempestuosa quanto a imortalizada por Hendrix, e a outra no bis, surpreendendo com “A Day In The Life”, dos Beatles, em versão consagradora. No palco principal ainda havia Moby DJ Set, mas melhor guardar energias comendo sorvete de chocolate belga, afinal, neste sábado, Radiohead. Preciso me preparar espiritualmente…

Saiba como foram os outros dias do Rock Werchter

julho 4, 2008   Encha o copo

Festival Rock Werchter, Bélgica, Day 1

Rock, lama e por-do-sol às dez da noite. Também teve muita cerveja, comida gordurosa e bons shows, claro. Comentários rápidos pois o dia amanheceu ensolarado e tem Ben Folds e Babyshambles (se o Pete Doherty aparecer) abrindo a programação. No primeiro dia, após caminharmos e almoçarmos no centro de Leuven (cerveja Orval, boa, pero mui forte – acompanhado de um omelet de stek) fomos descobrir em que raios de lugar era o festival. E é longe.

Ok, o lugar é longe, mas existem vários ônibus fazendo o translado da estação de trem em Leuven e o festival. Chegando lá, a primeira coisa que impressiona é a quantidade de áreas de camping e toda a estrutura que as cerca, com barracas de roupas, produtos de limpeza, comida e, obviamente, muita cerveja. Como o mundo é pequeno, na hora de entrar, um carioca trabalhando no evento nos cumprimentou. Vai Brasil.

Lá dentro a coisa impressiona ainda mais. Estrutura mega, dá fácil para viver lá dentro. O Modern Skirts abriu a programação no palco secundário, e chegou carregando a responsa de ser a banda atual preferida de Mike Mills, do R.E.M., que viu o show da frente do palco. Mills já produziu a banda, que também é de Athens, e busca suas referencias nos anos 60. O tecladista parece um Jack Black ensandecido e o vocalista lembra o Mark Lanegan moleque. O show, a partir da terceira canção, foi muito bom. Um nome para ficar atento.

Os badalados moleques do Vampire Weekend fizeram do palco secundário uma festa cigana. O vocalista e guitarrista Ezra Koenig comanda o ritmo da banda ao lado do batera Chris Tomson e o som lembra um Police mais roqueiro nas partes rock e mais suingado nas partes suingadas. Bebendo na fonte dos africanos, o Vampire Weekend fez um show divertido com os hits “A-Punk” e “Cape Cod Kwassa Kwassa” cantadas em coro, mas o público pulou o show todo.

The National veio em seguida para mostrar como se faz barulho com violino e metais. O show ignorou completamente os dois primeiros álbuns e concentrou-se nos excelentes “Alligator” e “Boxer”. O vocalista Matt Berninger é ensandecido e comanda a banda com maestria, deixando o microfone cair, derrubando o pedestal e bebendo vinho, cerveja e o que tiver pela frente. “Apartment Story” e “Fake Empire” vieram em versões arrasadoras.

Pelo caminho teve Lenny Kravitz tocando no por-do-sol às dez da noite, chuva que fez o festival se transformar em um grande lamaçal, brasileira que estuda na Bélgica perdida no meio das mais de 100 mil pessoas e, claro, R.E.M., que fez o penúltimo show do palco principal (Chemical Brothers estava escalado para encerrar a primeira noite, mas como já os tinha visto em Sao Paulo, achei por bem dar um descanso para as pernas e sai após o R.E.M.).

A primeira coisa boa a se falar deste show novo do R.E.M. é que o repertório abriga várias coisas que eles não tocaram no Rio, em 2001, dito melhor show da minha vida (leia aqui), e só por isso já valeu estar aqui. Entraram no repertório “Ignoreland”, “Drive”, “Electrolite”, “Pretty Persuasion”, “Driver 8” e “Let Me In” em versão rancheira. Os hits, claro, não podiam faltar, então da-lhe “One I Love”, “Losing My Religion”, “Imitation of Life”, “Fall On Me”, “Supernatural Superserious” (uma das mais festejadas) e “Man On The Moon” fechando uma noite memorável.

Saiba como foram os outros dias do Rock Werchter

julho 3, 2008   Encha o copo

Em Leuven

Foi ,qis dqcil do aue eu imqginqvq. Traduzindo: as teclas do teclado são uma zona, não acho os acentos, e o q esta invertido com o a. É o seguinte: cheguei em Leuven, terra do Rock Werchter, e foi mais fácil do que eu imaginava. Vôo de duas horas de Madrid para Bruxelas, e de lá encontrei um trem que vinha direto do aeroporto para Leuven. Uhu. O Carlos, amigo que vem da Alemanha, chega em duas horas, então aproveitei para passear pelo centro da cidade: pânico! Está tudo escrito em flamengo, uma variacão do holandes!!!!! Mas deu para reconhecer o logo da Stela Artois em todos os bares, afinal, a cerveja é feita aqui. Bebi uma para refrescar – está um calor dos diabos – e tentei caminhar, mas levar 12 quilos de bagagem nas costas não é facil não. Mas o que importa e que estou aqui e amanhã tem… Vampire Weekend, The National, Chemical Brothers e… R.E.M.

julho 2, 2008   Encha o copo

Em Madrid

O teclado é péssimo, mas o aeroporto é algo. Estou a caminho de Bruxelas após um vôo longo e cansativo. O cara da imigracao nem olhou direito pra mim, carimbo no passaporte e vamos lá. Anota a primeira cerveza da viagem: a madrilenha Mahou, leve e deliciosa, apesar do teor alcóolico de 5,5%.  Foi no “jantar” de ontem no aviao, que ainda contou com pasta, salada e um bolo de chocolate com uma camada de creme de framboesa no meio e outra de creme de maracujá no final. Até me lembrei do maxi goiabinha (hehe). Agora, hora de ir. Já já de Bruxelas ou Leuven. 🙂

julho 2, 2008   Encha o copo

Malas prontas

Bem, estou terminando de abastecer os MP3 Players para a viagem. As malas já estão prontas, passaporte na mão, alguns euros já devidamente separados para a chegada e, espero, o próximo post será escrito de Bruxelas ou Leuven, na Bélgica, amanhã à tarde, se eu conseguir encontrar a rua onde devo ficar: Naamsesteenweg. Imagina se eu tivesse que falar o nome dessa rua para alguém? Bem, para a minha sorte, o Carlos (amigo que mora na Alemanha) também vai ao Werchter. Mas Naamsesteenweg é só o começo da viagem… vem mais por ai. A gente se vê. (hehe)

Trem que cruza a Naamsesteenweg, foto de Jakkes (veja mais aqui)

julho 1, 2008   Encha o copo

Motomix 2008

Eu nem ia no Motomix. Na verdade, nem estava sabendo direito do festival, um pouco por estar cuidando dos planos da viagem, outro tanto devido ao fato de nenhuma banda do Motomix chamar tanto a minha atenção. Meio sonado após almoçar chopps e bolinhos de bacalhau no Bar do Léo, e tirar uma siesta no meio da tarde, acordei com amigos mandando mensagem avisando que já estavam no Ibirapuera. Consegui chegar em tempo de ver a ótima apresentação do The Go Team!, grupo que nunca me convenceu em CD, mas que ao vivo me surpreendeu.

Já o Metric, banda canadense responsável pelo encerramento da noite, foi uma decepção. Existem 5637 bandas iguais a eles no mundo, e desse número, umas 3 mil são bem melhores. Cerys, do Catatonia, devia processar a vocalista Emily Haines por tamanho disparate em copiar seu tom de voz e seu jeito de cantar. E Emily devia processar o grupo por fazer um show tão insosso. O Metric é o tipo de banda que permite a você sair no meio do show para comer um lanche e voltar uns vinte minutos depois torcendo para que a tortura tenha acabado. Infelizmente, não. Eles até fizeram bis de três músicas. Grande engodo.

Fora a indi(e)gestão com o Metric e a boa apresentação do The Go Team!, o Motomix ainda impressionou pelo bom público que foi ao Ibirapuera conferir o festival, apesar do line-up mediano. Como comentou um amigo, se a organização do evento tivesse colocado ingressos à venda por R$ 15, nem 200 pessoas teriam aparecido no Ibira, mas como o festival foi de graça, tudo bem. Ok, o som estava bom, me disseram que Fujiya & Miyagi foi bem legal, mas o Motomix deveria pagar ao público para assistir ao Metric. A banda conseguiu ser menos empolgante que o show do Kasabian no Planeta Terra. E parece que eles nem se esforçaram para isso…

junho 29, 2008   Encha o copo

Quatro cervejas e Del Rey

Foram só quatro cervejas (ao menos é o que estava anotado na comanda) e acordei com uma leve ressaca. Como cantaria Wander Wildner, eu não bebo mais como eu bebia. Já o show do Del Rey foi… um pouquinho de vergonha alheia. Não sei, mas acho que criei muita expectativa de ver a banda e tal, e me decepcionei. A idéia de perverter o repertório do Rei é ótima, mas me falta humor suficiente para agüentar “Emoções”. O grande momento do show é um medley que une “Detalhes” a “Como é Grande o Meu Amor Por Você”, e mesmo aqui o grupo esbarra na pieguice. Vale muito como diversão, mas eu esperava mais. Só mais uma coisa: “Ilegal, Imoral ou Engorda” é foooooda.

Já sobre o novo espaço do Studio SP, na rua Augusta, uns dois minutos do meu apartamento,  me dividi. Ele ganha em localização (nada contra a Vila Madalena, mas a Mada já era no quesito balada), o espaço é maior, a pista é muito melhor, mas o pessoal precisa limitar o número de pessoas que entram na casa, pois senão fica intransitável fazendo com que o ato de pegar uma cerveja se transforme em uma tarefa árdua e cansativa (e vamos combinar: pegar cerveja tem que ser um prazer – hehe). No mais, o “novo” público da casa é interessante. E o que dizer de sair na balada e ver o Pereio alugando um cara no meio da pista. Sensacional, vai.

Ps. Último dia de trabalho. No fim da tarde, férias. Volto apenas 11 de agosto (ao iG). Na terça, Europa. Espero que a ressaca passe até lá (não a ressaca de ontem, mas a de hoje – Superguidis no CB – e a de amanhã – Autoramas no Inferno e/ou Curumin no Studio SP).

junho 27, 2008   Encha o copo

Podcast Frequência Damata #7

Está no ar a sétima edição do podcast Frequência Damata, comandado por Allan Lito e Jean Felipe, e com participação especial deste que vos escreve falando sobre o Scream & Yell, “Control” e “I’m Not There”. Na trilha, Unsane, Death cabie For Cutie, Lucio Maia, Jose Gonzalez, The Wombats, Santogold, Stephen Makmus, Cat Power e Jeff Tweedy. Ouça online.

junho 25, 2008   Encha o copo