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SY00: “Canção para OAEOZ“, OAEOZ (2007)

O Selo Scream & Yell nasceu meio por acaso (como o zine/site, aliás), e, por isso, a numeração do catálogo estava meio bagunçada até que decidi mapear tudo uns dois ou três anos atrás. Todos os lançamentos estão liberados para download gratuito no site, mas menos da metade está nas plataformas, e um ou outro até já tem lançamento em vinil.

Oficialmente, o primeiro lançamento foi “AoVivo@Asteroid“, da Walverdes, que liberamos em 2011, uma pedrada digna de abrir os trabalhos (que continua inédita em streaming, aliás).

Conto mais desse bootleg da Walverdes (uma banda que eu amo) mais pra frente, porque organizando o catálogo percebi que a gente já tinha disponibilizado umas coisas antes desse disco. Dessa forma, decidi começar uma nova contagem do selo, atualizada.

Assim, o marco zero do selo (ou SY00) passou a ser “Canção Para OAEOZ“, um compacto virtual que lançamos em 2007 em parceria com a De Inverno Records, de Curitiba, do Ivan Santos e da Adriane Perin.

Na época, o OAEOZ está festejando 10 anos de atividade, e tinha lançado o primeiro single de seu vindouro novo trabalho pelo Senhor F, do Fernando Rosa, desde sempre, uma inspiração.

E eles escolheram o Scream & Yell para divulgar o segundo single, uma parceria que já vinha de antes – e que eu vou tentar contar mais um pouco ainda hoje por aqui em outro post.

O compacto “Canção Para OAEOZ” traz como “lado b” uma versão para “Loucura”, música do Ídolos da Matinee, banda curitibana dos anos 80, e foi lançado no site em 15 de setembro de 2007.

No arquivo para download incluimos o primeiro single compacto, “Impossibilidades”, que trazia como lado b uma versão emocionante de “Città Piu Bella”, do Fellini.

Os dois singles ganharam lançamento em edição artesanal física em CD para divulgação, e as duas versões permanecem inéditas em streaming!

Alias, o grande Manoel Magalhães e seu Estúdio 8-bics vem fazendo um trabalho essencial de resgatar discos ausentes do streaming, e colocou quase toda a discografia do OAEOZ nas plataformas (vale a pena ir atrás: recomendo muito os álbuns “Ás Vezes Céu” e “Falsas Baladas e Outras Canções de Estrada”).

Porém, esses dois singles permanecem online oficialmente apenas no Scream & Yell! Baixe e ouça aqui!

Mais sobre o Selo Scream & Yell

maio 13, 2025   Encha o copo

Top 10 Abril de 2025 no Scream & Yell

TOP 10 TEXTOS MAIS LIDOS – ABRIL DE 2025
01) Bush ao vivo no Rio, por Marco Antonio Barbosa (aqui)
02) Jon Spencer ao vivo em SP e Jundiaí, por Marcelo Costa (aqui)
03) Entrevista: Andrés Calamaro, por Diego Queijo (aqui)
04) Séries: “Ruptura – 2ª Temporada”, por Marcelo Costa (aqui)
05) Entrevista: Lucio Ribeiro, por Marcelo Costa (aqui)
06) Entrevista: Pedro Abrunhosa, por Leandro Saueia (aqui)
07) Entrevista: Buzz Osbourne (Melvins), por Luiz Mazetto (aqui)
08) “Lonely People With Power”, do Deafheaven, por Guilherme Lage (aqui)
09) Três filmes: “História de Amor em Copenhague”, “Meio Grávida”, “A Lista da Minha Vida”, por Marcelo Costa (aqui)
10) Séries: “Adolescência”, por Leandro Luz (aqui)

VIA GOOGLE:
01) Cinema: Os 10 filmes de Wong Kar-Wai, por Marcelo Costa (aqui)
02) Cinema: “O Chef”, de Philip Barantini, por Renan Guerra (aqui)
03) As 30 músicas mais tocadas de Aldir Blanc (aqui)

O EDITOR RECOMENDA:
01) Entrevista: Francis Hilme, por Diego Queijo (aqui)
02) Entrevista: Supervão, por Bruno Capelas (aqui)
03) Entrevista: My Morning Jacket, por Leonardo Vinhas (aqui)

TOP 10: Apenas textos de 2025 (quatro meses)
01) Melhores do Ano Scream & Yell 2024 (aqui) FEV
02) Simply Red ao vivo em São Paulo, por Bruno Capelas (aqui) MAR
03) Especial Oscar 2025, de Alexandre Inagaki (aqui) FEV
04) Entrevista: Adriano Cintra, por Alexandre Lopes (aqui) JAN
05) Bush ao vivo no Rio, por Marco Antonio Barbosa (aqui) ABR
06) APCA: Os 50 melhores discos de 2024 (aqui) JAN
07) Três livros: “Eu Fui Traficante de Keith Richards”, “Nação Tomada Pelo Medo”, “Good Pop, Bad Pop: Um Inventário”, por Mac (aqui) JAN
08) Patti Smith ao vivo em São Paulo, por Marcelo Costa (aqui) JAN
09) “Kubrusly – Mistério Sempre Há de Pintar, por Renan Guerra (aqui) JAN
10) Entrevista: Dana Colley (Morphine), por Gustavo de Lucca (aqui) JAN

TOP 10 – Sem textos publicados em 2025 (quatro meses)
01) Cinema: “O Chef”, de Philip Barantini, por Renan Guerra (aqui) 2022
02) Entrevista: Daniel Groove, por Marcelo Costa (aqui) 2022
03) Cinema: Os 10 filmes de Wong Kar-Wai, por Marcelo Costa (aqui) 2022
04) Matérias Antológicas: The Clash por Lester Bangs (aqui) 2019
05) As 30 músicas mais tocadas de Aldir Blanc (aqui) 2020
06) Discografia comentada: Bob Dylan, por Gabriel Innocentini (aqui) 2010
07) Top 10: livros publicados no século XIX, por M. R. Terci (aqui) 2019
08) Discografia comentada: Gal Costa, por Renan Guerra (aqui) 2020
09) Filmografia comentada: Woody Allen, por Marcelo Costa (aqui) 2023
10) Rolling Stone USA lista os 50 melhores discos de rock latino (aqui) 2023

TOP 10 GERAL 2025 (quatro meses)
01) Melhores do Ano Scream & Yell 2024 (aqui)
02) Simply Red ao vivo em São Paulo, por Bruno Capelas (aqui)
03) Especial Oscar 2025, de Alexandre Inagaki (aqui)
04) Entrevista: Adriano Cintra, por Alexandre Lopes (aqui)
05) Cinema: “O Chef”, de Philip Barantini, por Renan Guerra (aqui)
06) Bush ao vivo no Rio, por Marco Antonio Barbosa (aqui)
07) Entrevista: Daniel Groove, por Marcelo Costa (aqui)
08) Cinema: Os 10 filmes de Wong Kar-Wai, por Marcelo Costa (aqui)
09) APCA: Os 50 melhores discos de 2024 (aqui)
10) Três livros: “Eu Fui Traficante de Keith Richards”, “Nação Tomada Pelo Medo”, “Good Pop, Bad Pop: Um Inventário”, por Marcero Costa (aqui)

Confira os textos mais lidos no Scream & Yell nos meses anteriores

maio 3, 2025   Encha o copo

09) “Um livro que te fez chorar”

Foram vários, mas vou me concentrar em apenas um: “Achei Que Meu Pai Fosse Deus”, coletânea de contos da vida norte-americana compilada pelo escritor Paul Auster.

Não me lembro o que eu esperava quando recebi esse volume da Companhia das Letras, mas o fato de Paul Auster estar envolvido dava crédito. Porém, quando comecei a ler, foi como mergulhar em um oceano e nadar, nadar, nadar sem pensar em parar, apenas seguindo o fluxo, absolutamente arrebatador.

Contextualizando: “Achei Que Meu Pai Fosse Deus” reúne, na edição nacional, contos que Paul Auster selecionou do programa que ele apresentava na National Public Radio (a popular NPR).

Primeiramente foi oferecido ao escritor um programa mensal em que ele apresentaria um texto próprio. Auster não gostou da ideia, mas sua mulher, a também escritora Siri Hustvedt, sugeriu que ele pedisse para que os ouvintes lhes mandassem as histórias.

Auster foi ao rádio e explicou aos ouvintes o projeto estabelecendo três pré-requisitos para os textos: que eles fossem verdadeiros, curtos e que desafiassem nossas expectativas em relação ao mundo.

Um ano depois, o projeto começou em dezembro de 1999, Auster tinha mais de 4 mil histórias nas mãos. “A maioria era suficientemente emocionante para prender a minha atenção até a última palavra”, dizia o escritor.

Dos 4 mil textos, 121 enriquecem a edição nacional (179 na edição original), divididos em 10 seções: animais, objetos, famílias, situações cômicas, estranhos, guerra, amor, morte, sonhos e meditações.

A idade dos autores varia dos 20 aos 90 anos. Textos de pessoas comuns.

Chorei não uma, nem duas, muito menos cinco, mas diversas vezes lendo esse livro.

Auster, autor de dezenas de livros sensacionais (e alguns clássicos), retira o foco de luz de si mesmo e o joga sobre pequenas histórias recheadas de magia, mistério e pequenos milagres. “Achei Que Meu Pai Fosse Deus” é um livro imperdível.

Ao dar voz aos comuns, Auster engrandeceu a literatura mundial com um livro essencial para se entender que “nunca fomos perfeitos, mas somos reais”. Todos nós.

Esse eu preciso ler de novo…

Ps. Leia meu texto de 20 anos atrás sobre o livro (e dois contos) aqui

#meus20livros

abril 23, 2025   Encha o copo

8) Um livro que você nunca conseguiu terminar

Três novamente, ok.

O primeiro da lista é “Os Versos Satânicos”.

Comecei Salman Rushdie por “O Chão Que Ela Pisa” por causa do U2, que musicou a letra de “The Ground Beneath Her Feet”, do personagem do livro. É um livro… “breguinha”, mas bonito. E tem um dos mais belos trechos sobre música da literatura:

“Por que a gente gosta de cantores? Onde se esconde o poder das canções? Talvez se origine da mera estranheza de se existir canto no mundo. A nota, a escala, o acorde; melodias, harmonias, arranjos, sinfonias, ragas, óperas chinesas, jazz, blues: o fato de essas coisas existirem, de termos descoberto os intervalos mágicos e as distâncias que produzem o pobre punhado de notas, todas ao alcance da mão humana, com as quais construímos nossas catedrais sonoras, é um mistério tão alquímico quanto a matemática, ou o vinho, ou o amor. Talvez os pássaros tenham nos ensinado. Talvez não. Talvez sejamos, simplesmente, criaturas em busca de exaltação. Coisa que não temos muito. Nossas vidas não são o que merecemos. De muitas dolorosas maneiras elas são, temos de admitir, deficientes. A música as transforma em outra coisa. A música nos mostra um mundo que merece os nossos anseios, ela nos mostra como deveriam ser os nossos eus, se fôssemos dignos do mundo”.

Inspirado por “O Chão Que Ela Pisa”, decidi encarar “Os Versos Satânicos” e… travei. Acho que nunca passei da página 20. Depois de ler “Fúria” (que é ótimo), tentei “Os Versos Satânicos” novamente… e travei de novo. Quem sabe um dia…

Falando em “Um Dia”, comecei a ler o livro do David Nicholls e… achei breguinha e parei. Dai vi o filme (Anne Hathaway <3) e desisti de vez do livro. Tempos depois, me encomendaram um texto sobre “Nós”, do David Nicholls. Pagando bem, que mal tem, certo? Resultado: adorei o livro, o texto que escrevi sobre ele e a playlist (com Tom Waits, Bjork e Etta James cantando “Purple Rain”) que acompanha (leia o texto “Sobre Douglas Petersen, David Nicholls, Beatles e… nós“).

Pra fechar, “O Som e a Fúria”, do Falkner, mas esse, de verdade, eu ainda não desisti…

Meus “20” livros

abril 18, 2025   Encha o copo

07) “Um livro que quase foi abandonado”

Salvo na adolescência por “O Lobo da Estepe” (livro 2 dessa série) e atropelado por “Demian” na sequência (até hoje agradeço ao acaso de ter lido antes “O Lobo da Estepe”, que Hermann Hesse lançou em 1927, e só depois “Demian”, que saiu 10 anos antes), mergulhei completamente apaixonado por Hesse em “Sidarta” e… travei. E não é que eu travei uma vez: foram cinco ou seis vezes em que toda vez na parte em que o personagem começa o jejum (ali na página 30), eu simplesmente me desconectava da história, e ia ler outra coisa.

Essa sequência também traz uma característica do meu eu jovem leitor: sempre que eu gostava muito de um livro, eu ia atrás de quase tudo que eu conseguia do mesmo autor. Ou seja, eu era mais focado nos autores nessa época…

O fato é que entre começar a ler “Sidarta” e terminar foram uns cinco anos, e é um livro curtinho, de menos de 130 páginas. Porém, quando eu consegui avançar na história, não apenas me apaixonei por ela como também molhei as páginas com lágrimas no final. Foi um dos finais de livro mais especiais que já li…

Dia desses, quem sabe, eu pego pra reler…

#meus20livros

abril 5, 2025   Encha o copo

Top 10 Março de 2025 no Scream & Yell

TOP 10 TEXTOS MAIS LIDOS – MARÇO DE 2025
01) Simply Red ao vivo em São Paulo, por Bruno Capelas (aqui)
02) L7, Garbage e Mudhoney ao vivo no Rio, por Marco Barbosa (aqui)
03) Punk is Coming Festival: Offspring ao vivo, por Marcelo Costa (aqui)
04) Rolling Stone USA lista os 50 melhores discos de rock latino (aqui)
05) Entrevista: Mark Arm (Mudhoney), por Leonardo Tissot (aqui)
06) Entrevista: Jon Spencer, por Marcelo Costa (aqui)
07) Teatro: “Avenida Paulista, da Consolação ao Paraíso”, por Renan Guerra (aqui)
08) Mudhoney, L7 e Garbage ao vivo em SP, por Marcelo Costa (aqui)
09) Ao vivo: Amyl and the Sniffers no Cine Joia, por Marcelo Costa (aqui)
10) Ao vivo: Superguidis em São Paulo, por Marcelo Costa (aqui)

VIA GOOGLE:
01) Entrevista: Daniel Groove, por Marcelo Costa (aqui)
02) Cinema: “O Chef”, de Philip Barantini, por Renan Guerra (aqui)
03) Discografia comentada: Bob Dylan, por Gabriel Innocentini (aqui)

O EDITOR RECOMENDA:
01) Entrevista: Manger Cadavre?, por Bruno Lisboa (aqui)
02) Entrevista: The Completers, por Homero Pivotto Jr. (aqui)
03) Entrevista: Memória de Peixe, por Pedro Salgado (aqui)

TOP 10: Apenas textos de 2025 (três meses)
01) Melhores do Ano Scream & Yell 2024 (aqui) FEV
02) Simply Red ao vivo em São Paulo, por Bruno Capelas (aqui) MAR
03) Especial Oscar 2025, de Alexandre Inagaki (aqui) FEV
04) Entrevista: Adriano Cintra, por Alexandre Lopes (aqui) JAN
05) APCA: Os 50 melhores discos de 2024 (aqui) JAN
06) Patti Smith ao vivo em São Paulo, por Marcelo Costa (aqui) JAN
07) “Kubrusly – Mistério Sempre Há de Pintar, por Renan Guerra (aqui) JAN
08) Três livros: “Eu Fui Traficante de Keith Richards”, “Nação Tomada Pelo Medo”, “Good Pop, Bad Pop: Um Inventário”, por Mac (aqui) JAN
09) Entrevista: Dana Colley (Morphine), por Gustavo de Lucca (aqui) JAN
10) Três filmes: “Emilia Pérez”, “Conclave”, “Anora”, por Mac (aqui) FEV

TOP 10 – Sem textos publicados em 2025 (três meses)
01) Entrevista: Daniel Groove, por Marcelo Costa (aqui) 2022
02) Cinema: “O Chef”, de Philip Barantini, por Renan Guerra (aqui) 2022
03) Matérias Antológicas: The Clash por Lester Bangs (aqui) 2019
04) Cinema: Os 10 filmes de Wong Kar-Wai, por Marcelo Costa (aqui) 2022
05) Discografia comentada: Bob Dylan, por Gabriel Innocentini (aqui) 2010
06) Rolling Stone USA lista os 50 melhores discos de rock latino (aqui) 2023
07) Discografia comentada: Gal Costa, por Renan Guerra (aqui) 2020
08) As 30 músicas mais tocadas de Aldir Blanc (aqui) 2020
09) Cinema: “Ás Vezes Quero Sumir”, por Eduardo Juliano (aqui) 2024
10) Filmografia comentada: Woody Allen, por Marcelo Costa (aqui) 2023

TOP 10 GERAL 2025 (três meses)
01) Melhores do Ano Scream & Yell 2024 (aqui)
02) Simply Red ao vivo em São Paulo, por Bruno Capelas (aqui)
03) Especial Oscar 2025, de Alexandre Inagaki (aqui)
04) Entrevista: Adriano Cintra, por Alexandre Lopes (aqui)
05) Entrevista: Daniel Groove, por Marcelo Costa (aqui)
06) Cinema: “O Chef”, de Philip Barantini, por Renan Guerra (aqui)
07) APCA: Os 50 melhores discos de 2024 (aqui)
08) Patti Smith ao vivo em São Paulo, por Marcelo Costa (aqui)
09) “Kubrusly – Mistério Sempre Há de Pintar, por Renan Guerra (aqui)
10) Três livros: “Eu Fui Traficante de Keith Richards”, “Nação Tomada Pelo Medo”, “Good Pop, Bad Pop: Um Inventário”, por Mac (aqui)

Confira os textos mais lidos no Scream & Yell nos meses anteriores

abril 1, 2025   Encha o copo

Top 10 Fevereiro de 2025 no Scream & Yell

TOP 10 TEXTOS MAIS LIDOS – FEVEREIRO DE 2025
01) Melhores do Ano Scream & Yell 2024 (aqui)
02) Especial Oscar 2025, de Alexandre Inagaki (aqui)
03) Três filmes: “Emilia Pérez”, “Conclave”, “Anora”, por Mac (aqui)
04) Entrevista: Adriano Cintra, por Alexandre Lopes (aqui)
05) Cinema: “Capitão América: Admirável Mundo Novo”, por Davi Caro (aqui)
06) Três filmes: “Hallelujah”, “Becoming Led Zeppelin” e “Um Completo Desconhecido”, por Mac (aqui)
07) Entrevista: Dana Colley (Morphine), por Gustavo de Lucca (aqui)
08) Três shows: CIRCUITO Nova Música, Papangu, Pullovers, por Mac (aqui)
09) Entrevista: Jody Stephens (Big Star), por Bruno Capelas e Igor Muller (aqui)
10) Ao vivo: Odair José no Sesc Pompeia, por Bruno Capelas (aqui)

VIA GOOGLE:
01) Matérias Antológicas: The Clash por Lester Bangs (aqui)
02) Cinema: Os 10 filmes de Wong Kar-Wai, por Marcelo Costa (aqui)
03) Discografia comentada: Gal Costa, por Renan Guerra (aqui)

O EDITOR RECOMENDA: 
01) Entrevista: Tindersticks, por Leonardo Vinhas (aqui)
02) Entrevista: Mia Tomé, por Pedro Salgado (aqui)
03) Entrevista: Rodrigo Aragão, por Leandro Luz (aqui)

TOP 10: Apenas textos de 2025 (dois meses)
01) Melhores do Ano Scream & Yell 2024 (aqui) FEV
02) Especial Oscar 2025, de Alexandre Inagaki (aqui) FEV
03) Entrevista: Adriano Cintra, por Alexandre Lopes (aqui) JAN
04) APCA: Os 50 melhores discos de 2024 (aqui) JAN
05) Patti Smith ao vivo em São Paulo, por Marcelo Costa (aqui) JAN
06) Três livros: “Eu Fui Traficante de Keith Richards”, “Nação Tomada Pelo Medo”, “Good Pop, Bad Pop: Um Inventário”, por Mac (aqui) JAN
07) “Kubrusly – Mistério Sempre Há de Pintar, por Renan Guerra (aqui) JAN
08) Três filmes: “Emilia Pérez”, “Conclave”, “Anora”, por Mac (aqui) FEV
09) Entrevista: Dana Colley (Morphine), por Gustavo de Lucca (aqui) JAN
10) “Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa”, por JP Barreto (aqui) JAN

TOP 10 – Sem textos publicados em 2025 (dois meses)
01) Cinema: “O Chef”, por Renan Guerra (aqui) 2022
02) Cinema: Os 10 filmes de Wong Kar-Wai, por Marcelo Costa (aqui) 2022
03) Melhores de 2023 Scream & Yell (aqui) 2024
04) Matérias Antológicas: The Clash por Lester Bangs (aqui) 2019
05) Os 100 melhores discos dos anos 10 (aqui) 2020
06) As 30 músicas mais tocadas de Aldir Blanc (aqui) 2020
07) Cinema: “Ás Vezes Quero Sumir”, por Eduardo Juliano (aqui) 2024
08) Discografia comentada: Gal Costa, por Renan Guerra (aqui) 2020
09) Dois livros de Édouard Louis, por Renan Guerra (aqui) 2023
10) Crítica: “Senna”, a série, por Leandro Luz (aqui) 2024

TOP 10 GERAL 2025 (dois meses)
01) Melhores do Ano Scream & Yell 2024 (aqui)
02) Especial Oscar 2025, de Alexandre Inagaki (aqui)
03) Entrevista: Adriano Cintra, por Alexandre Lopes (aqui)
04) APCA: Os 50 melhores discos de 2024 (aqui)
05) Patti Smith ao vivo em São Paulo, por Marcelo Costa (aqui)
06) Três livros: “Eu Fui Traficante de Keith Richards”, “Nação Tomada Pelo Medo”, “Good Pop, Bad Pop: Um Inventário”, por Mac (aqui)
07) “Kubrusly – Mistério Sempre Há de Pintar, por Renan Guerra (aqui)
08) Três filmes: “Emilia Pérez”, “Conclave”, “Anora”, por Mac (aqui)
09) Entrevista: Dana Colley (Morphine), por Gustavo de Lucca (aqui)
10) Cinema: “O Chef”, por Renan Guerra (aqui)

Confira os textos mais lidos no Scream & Yell nos meses anteriores

março 1, 2025   Encha o copo

06) “Um livro que você já leu várias vezes” (3/3)

Bora acelerar pois senão esse #meus20livros não acabará nunca :~

6) “Um livro que você já leu várias vezes” (3/3)

Os dois livros da foto trazem a mesma característica: são livros “comentados”, o que foi plenamente satisfatório para um adolescente desbravando o mundo das palavras e, em muitos casos, ainda sem a chama para perceber o sarcasmo, a entrelinha, a sutileza.

A coletânea de contos “Seleta” (1971) foi a primeira coisa que li de Lygia Fagundes Telles, e foi amor à primeira lida (duas décadas depois, uma amiga a encontraria em SP e a pediria em casamento para mim… ganhei um autógrafo – risos).

“Seleta” é um baú de tesouro. Está tudo aqui: “Eu era mudo é só”, “A caçada”, “O noivo”, (a obra prima) “Venha Ver o Por-do-Sol”, “As Pérolas”, um capítulo de “Ciranda de Pedra”, tudo comentado por Nelly Novais Coelho. É sublime.

Leio um conto vez em quando (ainda que um dos meus favoritos, “Lua Crescente em Amsterdã”, que adaptei com amigos para a aula de teatro na faculdade, não esteja aqui – mas está na obrigatória seleção “Os contos”, lançada pela Cia das Letras em 2018).

O outro volume é.. Shakespeare. A primeira vez que mergulhei em sua obra eu tinha 11 pra 12 anos, e o fato de ser uma edição comentada ajudou muito a (acreditar que eu poderia) entender aquele universo (eu voltaria a essa coleção – disponível na Biblioteca Municipal de Taubaté – no meu pós-crise dos 16 anos, aquele que Hesse e “O Lobo da Estepe” me tiraram – e era outra coisa, outro universo, outra amplitude, outra grandiosidade).

É uma edição portuguesa, da Lello e Irmão (sim, li Shakespeare em português – comentado! – de Portugal) que, cerca de 30 anos depois, consegui adquirir (com volumes extras) pra mim (conto a história aqui) e eu amo suas comédias de erros. Amo.

“Conto de Inverno” é absolutamente incrível! <3

#meus20livros

fevereiro 17, 2025   Encha o copo

06) “Um livro que você já leu várias vezes” (2/3)

Naturalmente é muito mais “fácil” reler poesia e contos do que um romance. Não tenho ideia de quantas centenas de vezes abri “Poetas franceses do século XIX”, coletânea da Editora Nova Fronteira de 1991 com, entre outros, textos de Mallarmé, Verlaine e Rimbaud.

O mesmo vale para o vizinho Guilherme de Almeida: “Meus versos mais queridos” é para ler em voz alta… e dançar.

Aliás, já leste (e dedicaste) para alguém “Tu e Eu”, do Luis Fernando Veríssimo (“Comédias da Vida Privada” é imprescindível)?

Na fase adolescente em que o “Best Of” (de 1985) do Doors virou ritual em casa, fui atrás de tudo que tivesse conexão com Jim Morrison. Passei por Huxley, e “As Portas Da Percepção / Céu E Inferno” me levaram à Castaneda, até chegam em William Blake – por essa época, as Mercenárias gravaram uma seleção de versos dos “Provérbios do Inferno” no clássico “Trashland”. Música e poesia <3

Fiquei tão fascinado pelos provérbios que, onde pudesse, eu os declamava.

Dois momentos marcantes: O primeiro foi um trabalho da disciplina Estética da Cultura de Massa em que eu e grupo fizemos da UNITAU o Inferno por uma noite. Era encerramento da Semana da Comunicação, teatro lotado. Assim que as portas se abriram, as pessoas saindo se deparavam com “fantasmas”, tochas de fogo e uma formação de banda espalhada pelos cantos do pátio que tinha eu declamando um poema em três partes (Huxley abrindo, um poema meu no meio e os Provérbios encerrando) sobre uma base eletrônica pesada (nas mãos do amigo DJ Gu) e arrastada e o melhor guiitarrista da cidade, o Cleber, solando enlouquecido, uma coisa meio NIN. Foi terrivelmente bonito. Tenho em algum DVD aqui em casa…

A outra foi num sarau na I Mostra Internacional de Cultura Independente de São Paulo, na Funarte, 2000. Tava eu lá juntando Ian Curtis, Black Francis e poemas meus até chegar em Blake. Um dos terríveis provérbios (ausente da música das Mercenárias) marcou esse dia:

“Melhor matar uma criança no berço do acalentar desejos insatisfeitos”

Um amigo estava filmando com o filho ao lado. Quando veio me cumprimentar ao final, o garoto balbuciou: “Ele vai matar a criancinha?”.

Aparentemente, consegui tranquiliza-lo.

Mas isso é Blake. <3

Ele sempre volta!

Ps. Leia aqui a integra d’Os Provérbios do Inferno.

Meus “20” livros

fevereiro 4, 2025   Encha o copo

Top 10 Janeiro de 2025 no Scream & Yell

TOP 10 TEXTOS MAIS LIDOS – JANEIRO DE 2025
01) APCA: Os 50 melhores discos de 2024 (aqui)
02) Três livros: “Eu Fui Traficante de Keith Richards”, “Nação Tomada Pelo Medo”, “Good Pop, Bad Pop: Um Inventário”, por Mac (aqui)
03) “Kubrusly – Mistério Sempre Há de Pintar, por Renan Guerra (aqui)
04) Patti Smith ao vivo em São Paulo, por Marcelo Costa (aqui)
05) Entrevista: Adriano Cintra (Superafim), por Alexandre Lopes (aqui)
06) Os vencedores da APCA 2024 em 11 categorias (aqui)
07) “Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa”, por JP Barreto (aqui)
08) Entrevista: Dana Colley (Vapors of Morphine), por Guss de Lucca (aqui)
09) Melhores de 2023 Scream & Yell (aqui)
10) Cinema: “Babygirl”, por Leandro Luz (aqui)

VIA GOOGLE: JANEIRO
01) Especial Melhores de 2023 Scream & Yell (aqui)
02) Cinema: “O Chef”, por Renan Guerra (aqui)
03) Cinema: Os 10 filmes de Wong Kar-Wai, por Marcelo Costa (aqui)

O EDITOR RECOMENDA: JANEIRO
01) Entrevista: Bianca Gismonti, por Bruno Capelas (aqui)
02) Entrevista: Alessandro Andreola, por Marcelo Costa (aqui)
03) Entrevista: Gueersh, por Alexandre Lopes (aqui)

Confira os textos mais lidos no Scream & Yell nos meses anteriores

fevereiro 3, 2025   Encha o copo