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Projeto Visto: O Martim regrava Wado

“Quando sonhei e idealizei o Projeto Visto nunca pensei que os temas iriam emocionar tanto e ganhariam uma vida bem particular”, conta Pedro Marques Pereira, do Estúdio Fuga, já adiantando um pouco do clima presente no segundo volume da série, a ser lançado em breve.
O primeiro volume do Projeto Visto, reunindo quatro nomes brasileiros (Do Amor, Garotas Suecas, Los Porongas e Graveola) e dois tugas (A Armada e Vitorino Voador) foi lançado no Scream & Yell em março de 2013 e já soma mais de 900 downloads (se não baixou, baixe aqui).
O Projeto Visto 2 visa sedimentar essa troca de informações musicais e já abrir caminho para voos maiores. Entre os escalados estão nomes como Nevilton, Capitão Fausto e a lisboeta Ana Cláudia, que gravou uma bela versão de “João e o Pé de Feijão”, original de Cícero Rosa Lins.
Agora é a vez de você conhecer a segunda música do Projeto Visto 2. “Rosa”, uma parceria de Wado com Cícero presente no disco “Vazio Tropical” ganhou uma versão do músico português O Martim. O vídeo foi idealizado por Martim e pela atriz Mariana Silva e realizado por Filipe Casimiro. Assista abaixo.
A música portuguesa e o Scream & Yell
Da parceria com o jornalista lisboeta Pedro Salgado, que conta as novidades da nova música portuguesa para o Scream & Yell desde 2010, até a pesquisa desenvolvida em paralelo por Bruno Capelas, que passou seis meses em Portugal em 2013, a música portuguesa ganhou espaço definitivo no site.
Em entrevista ao Scream & Yell, o Martim contava sobre a influência da música brasileira em sua carreira. “Los Hermanos é a minha banda preferida. Adoro Amarante e o Camelo, aliás, estive com o Camelo há alguns dias, porque ele está gravando em Lisboa o disco novo do Wado, que conheci há pouco tempo e é brutal! (continue lendo)”.
Leia também:
– Bruno Capelas seleciona 15 Canções do Pop Português (aqui)
outubro 2, 2014 No Comments
Marcelo Costa no Vitrola Verde

O Vitrola Verde é um programa em vídeo comandado pelo produtor musical, radialista, palestrante e professor César Gavin, e é uma bate papo agradabilíssimo sobre cultura pop, com alguns dos programas focados na coleção de discos dos entrevistados. Recebi César em casa e conversamos sobre jornalismo na internet, festivais internacionais, artistas e, claro, discos. Aproveitando já incluo abaixo, junto da minha entrevista, os bate papos imperdíveis de César Gavin com três grandes amigos: os jornalistas Sérgio Martins, Ricardo Alexandre e Regis Tadeu além de Sabrina Parlatore. Assista!
setembro 6, 2014 No Comments
Bruno Souto indica sites na Billboard

julho 17, 2014 No Comments
Teenage Fanclub x BMX Bandits
Dica do @Rufatto
Duglas Stewart (BMX Bandits) no encarte do álbum “Gettin Dirty”
Leia também: – Conheça três discos da BMX Bandits (aqui)
junho 10, 2014 No Comments
Documentário: O Rap e a Mídia

Documentário sobre a relação do Rap e a Mídia contado por protagonistas de ambos os cenários assinado por Juliana, Pamella, Rebeca e Tomaz em um trabalho de conclusão de curso realizado por alunas da Universidade FIAM/FAAM em MAIO/2014.
maio 27, 2014 No Comments
Jesus and Mary Chain: quatro mixtapes
I Love Jesus and Mary Chain
01) I Hate Rock’n Roll (1998)
02) Upside Down (1984)
03) Never Understand (1985)
04) Happy When It Rains (1987)
05) April Skies (1987)
06) Head On (1989)
07) Reverence (1992)
08) Almost Gold (1992)
09) Sometimes Always (1994)
10) Just Like Honey (1985)
11) Surfin USA (1988)
12) I Love Rock’n Roll (1998)
The Jesus and Mary Chain Loves
01) The Beach Boys – Surfin’ USA ?[?Summer Mix?]
02) The Cramps – New Kind of Kick
03) Bo Diddley – Who Do You Love
04) Elvis Presley – Guitarman
05) Syd Barret – Vegetable Man
06) Howlin’ Wolf – Little Red Rooster
07) The Temptations – My Girl
08) The Pogues – Ghost of a Smile
09) Lee Hazleewood – I’m Glad I Never
10) 13th Floor Elevators – Reverberation (Doubt)
11) Prince – Alphabet Street
12) Can – Mushroom
10 faixas raras do Jesus and Mary Chain
01) Dirty Water ?[?William Vocal Demo?]
02) Rocket
03) Some Candy Talking ?[?NME Version?]
04) Happy When it Rains ?[?Demo Version?]
05) Mo Tucker ?[?BBC Radio Session?]
06) Just Like Honey ?[?Demo Version?]
07) Darklands ?[?String Version?]
08) Why’d You Want Me ?[?Alternate Version?]
09) New York City
10) In the Rain ?[?BBC Radio Session?]
A Corrente de Jesus e Maria
01) Ash: A Life Less Ordinary (Version 2008)
02) Japandroids: For the Love of Ivy (2012)
03) BRMC: Whatever Happened to My Rock’n’Roll (Punk Song) (2001)
04) The Walkmen: Don’t Get Me Down (Come On Over Here) (2006)
05) Spiritualized: Come Together (1997)
06) The Kills – No Wow (2005)
07) Glasvegas – Go Square Go (2006)
08) Teenage Fanclub – Like a Virgin (1991)
09) Raveonettes – The Love Gang (2003)
10) Dum Dum Girls – Trouble Is My Name (2014)
maio 23, 2014 No Comments
The Queen is Dead, Boys
Partindo para as “últimas” 200 páginas de “The Smiths – A Light That Never Goes Out, A Biografia”, de Tony Fletcher, o trecho que mais gostei até agora tinha que ser sobre uma das canções (e, principalmente, letras) que mais gosto da banda, “The Queen Is Dead”, que, segundo o biografo (e eu concordo), “passou a ser reverenciada como a melhor performance de estúdio dos Smiths”.
Como acontece com várias canções da banda no livro, Fletcher decupa a produção da faixa acrescentando detalhes interessantíssimos (como o fato do produtor Stephen Street ter cortado um minuto da canção – que pode ser ouvida na versão “original” no vídeo acima no post – às vésperas de entregar as masters para os advogados na pendenga Morrissey x Rough Trade, e isso ter ampliado o impacto da música, que, ainda assim, tem 6h24 de duração, e abre o disco).
Sempre lembro de um texto do José Augusto Lemos em alguma Bizz falando sobre “Rank”, o então álbum póstumo ao vivo dos Smiths: “Engrossado pela guitarra de Craig Gannon, o quarteto original decola com The Queen Is Dead, na fina fronteira entre o hard e o heavy… mas qual desses dois territórios já ostentou uma letra assim… “letrada” ?
E a letra de “The Queen Is Dead” (esmiuçada no livro) é talvez um dos pontos altos da carreira de Morrissey, aquele momento em que você saca que o cara não era “apenas” um letrista vocalista, mas estava acima, bem acima dos outros que o circundavam. Cortando para 2014 e olhando para os lados, é triste perceber que ninguém (seja no Brasil, seja fora) consegue falar de política e pobreza e família e tudo o mais como Morrissey fala nessa letra (se pegarmos as letras de todas as músicas lançadas em 2013, tirando um ou outro – Apanhador Só e Deolinda, por exemplo – parece que vivemos em um paraíso, mas não é bem assim que as coisas estão).
No livro, Tony cita um ensaio em que um cara compara, de forma brilhante, Morrissey com Thatcher, e depois conclui que, enquanto Thatcher era “notoriamente quase desumanamente desprovida de humor”, Morrissey estava “entre as estrelas mais espirituosas que o pop produziu”. E, novamente, “The Queen is Dead” surge como exemplo, como quando Morrissey imagina o Príncipe Charles vestido de mulher na capa do Daily Mail ou se imagina invadindo o palácio e confrontando a rainha, que diz:
“Ei, eu te conheço, e você não sabe cantar”
E eu disse: “Isso não é nada. Você devia me ouvir tocando piano”
Duas frases definitivas:
“Has the world changed, or have I changed?”
E “a narrativa visual que progredia retratando uma Grã-Bretanha varrida pela chuva, entorpecida pela sua subserviência à realeza, à religião ao álcool e às drogas, um local onde uma companhia é convidada a dar um passeio para conversar sobre coisas preciosas como ‘amor e lei’ e não poesia, mas ‘pobreza’ – um local onde, no fim, “Life is very long, when you’re lonely”.
Foda. Sinto falta de letras assim… (e de letristas que percebam o mundo além do eu e do ele/ela).
abril 9, 2014 No Comments
Belchior no Diário do Norte do Paraná
Reportagem de Wilame Prado publicada no Diário do Norte do Paraná sobre “Ainda Somos os Mesmos”, tributo a Belchior que será disponibilizado para download gratuito no Scream & Yell. Só clicar na imagem para ler online ou baixar o PDF.
Leia também:
– Ouça duas músicas do Tributo a Belchior e veja a capa (aqui)
– Jorge Wagner fala sobre Belchior para a Rolling Stone (aqui)
– Belchior no Scream & Yell (e no jornal O Globo) (aqui)
– Achados e Perdidos: Belchior no Correio Brasiliense (aqui)
março 25, 2014 No Comments
Belchior no Correio Brasiliense
Mais uma reportagem sobre o tributo a Belchior, que será distribuído gratuitamente pelo Scream & Yell. Assinada por Gabriel de Sá, Achados e Perdidos saiu na edição de domingo, 23 de março, do Correio Brasiliense. Só clicar na imagem para ler online ou baixar o PDF
Leia também:
– Ouça duas músicas do Tributo a Belchior e veja a capa (aqui)
– Jorge Wagner fala sobre Belchior para a Rolling Stone (aqui)
– Belchior no Scream & Yell (e no jornal O Globo) (aqui)
março 24, 2014 No Comments
A arte da capa do Tributo ao Belchior
Clique na imagem para ver a capa em alta qualidade
Com arte assinada por Renato Lima, da Pockets Comics, eis a capa de Ainda Somos os Mesmos, tributo ao álbum Alucinação, de Belchior, que será liberado para download gratuito no próximo dia 26 de março no Scream & Yell. Com curadoria do jornalista Jorge Wagner, o tributo ainda trará um EP bônus, com mais cinco faixas. Ouça duas músicas abaixo e confira o tracking list do projeto:
Álbum: Ainda Somos os Mesmos
1- Dario Julio & Os Franciscanos – “Apenas Um Rapaz Latino Americano”
2- Manoel Magalhães – “Velha Roupa Colorida”
3- Phillip Long – “Como Nossos Pais”
4- Nevilton – “Sujeito de Sorte”
5- Lucas Vasconcellos – “Como o Diabo Gosta”
6- Bruno Souto – “Alucinação”
7- Lemoskine – “Não Leve Flores”
8- Fábrica – “A Palo Seco”
9- Transmissor – “Fotografia 3×4?
10- Marcelo Perdido – “Antes do Fim”
EP Bônus: Entre o Sonho e o Som
1- nana – “Coração Selvagem”
2- Jomar Schrank – “Comentário a respeito de John”
3- Ricardo Gameiro – “Medo de Avião”
4- João Erbetta – “Paralelas”
5- The Baggios – “Todo Sujo de Batom”
março 21, 2014 No Comments




