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Category — Festas

DJ Set com Wander Wildner na Sensorial

No próximo sábado (14/01) tem Heatwave! + Scream & Yell no Razzmatazz (https://goo.gl/XLpYWG) e no sábado seguinte (21/01) tem o grande Wander Wildner tocando na bacana Sensorial Discos comigo colocando canções (gaúchas, latinas, portuguesas e alguma cosita anglo saxã) no DJ Set. Confirma presença aqui: https://goo.gl/g9SIGo

janeiro 11, 2017   No Comments

Scream & Yell nas Midsummer Nights


Na próxima sexta-feira, 19/08, o amigo Rodrigo Lariu (Midsummer Madness) junto a Jp Cardoso (Shake Shake) promovem a segunda edição das Midsummer Night, na Neu Club, em São Paulo, e eu e Igor Ventura somos os convidados para dividir o som da noitada com eles. De quebra, para deixar a noite ainda mais bacana, tem show da Young Lights, de Belo Horizonte. Bora lá? Confirma presença aqui que o seu nome já vai pra lista de desconto!

Ps. A arte linda do cartaz é do João Paulo Pesce!

Horários:
portas – 22h
show – 22h30 – Young Lights
festa – 23h59

Preços:
$10 até 23h59 (quem chegar pro esquenta, fica pra festa)
$15 com nome aqui no evento (lista até 19/08 – 20h30)
$20 na porta, após 00h00

*Venha de taxi. Apresentando o recibo você e até três amigos pagam preço de lista.

Double de cerveja até meia noite

agosto 14, 2016   No Comments

Scream & Yell nas Noites Trabalho Sujo

Hoje tem Scream & Yell nas #NoitesTrabalhoSujo da Trackers Tower, no centro de São Paulo! Eu, Bruno Capelas, Bruno Dias, Natalia Julio, Renato Moikano, Tiago Agostini e Tiago Trigo estaremos na pista preta enquanto o escrete badalado convidado pelo Alexandre Matias embala a pista azul. Bora? Não esquece de mandar o nome pra lista: noitestrabalhosujo@gmail.com (mais infos aqui: goo.gl/syP4l9)

agosto 13, 2016   No Comments

Festa em Vitória: o set list

A Festa Scream & Yell do sábado, no Liverpub Vitória, foi bastante especial. Adorei o local, fui muito bem recebido pela turma da casa (obrigado pelo convite, Renato e Bianca!) e por um grupo especial de amigos (abraços Vagner, Bruno, Jane, Thais, Marina, Carol, Aline, Marcelo e todo mundo mais com quem conversei rapidamente na noite e no encontro cervejeiro de tarde). Abaixo, o set que fiz, pra variar, improvisado. Já dizia outro, “discotecagem é como sexo, você tem que seduzir, acariciar”, e eu fui todo avançadinho tocando “Punk Song” logo no começo do set. Tive que usar Corrine para dar uma baixada no pique e recomeçar. Dai em diante gosto do embalo que a noite tomou. E eu acho que foi mais ou menos isso daqui…

Taylor Swift vs. NIN – “Shake It Off (The Perfect Drug)”
1975 – “Sex”
The Breeders – “So Sad About Us”
Palma Violets – “Best Of Friends”
Cake – “War Pigs”
BRMC – “Whatever Happened to My Rock’n’Roll (Punk Song)”
Corrine Bailey Rae – “Steady As She Goes”
Jack White – “Love Interruption”
Wanda Jackson – “You Know, I’m No Good”
Sister Sparrow & The Dirty Birds – “Bordeline”
Nancy Sinatra – “Day Tripper”
The Pippetes – “Pull Shapes”
Backbeat – “Please Mr. Postman”
Ramones – “Do You Remember Rock & Roll Radio?”
Manics – “Can’t Take My Eyes Off You”
We Are Scientists – “Be My Baby”
The Beatles vs Beck – “Taxman Polution”
Social Distortion – “Ring Of Fire”
Los Pirata – “Blackbird”
Babyshambles – “Delivery”
Afghan Whigs – “Miles Iz Ded”

agosto 18, 2015   No Comments

Discotecagem na Funhouse

Set só de covers. Deve ter sido isso. E a pista não esvaziou…

Backbeat – Please, Mr. Postman
Manic Street Preachers – Can’t Take My Eyes Off You
Nancy Sinatra – Day Tripper
Amy Winehouse – Valerie
Arctic Monkeys – You know I’m No Good
Ben Folds – In Between Days
Dinosaur Jr – Just Like Heaven
Calexico – Love You Tears Us Apart
Nirvana – Jesus Doesn’t Want Me For A Sunbeam
Raveonettes – I Wanna Be Adored
Wannadies – Blister in The Sun
Ramones – Surfin’ Bird
Yeah Yeah Yeahs – Sheena Is a Punk Rocker
Social Distortion – Ring of Fire
My Chemical Romance – Song 2
Toy Dools – Livin’ la Vida Loca
Cake – War Pigs
Weezer – Kids / Pokerface
We Are Scientists – Be My Baby

fevereiro 24, 2013   No Comments

Festa Scream & Yell #3 com Romulo Fróes

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A Lili ficou encarregada dos cartazes das duas primeiras festas (aqui e aqui), e agora o Cleber Machado assina o belíssimo cartaz dessa terceira festa, que você pode ver em melhor definição clicando na imagem acima. Pode copiar, colocar no seu blog e nos ajudar na divulgação da Festa Scream & Yell #3, que além de show do Romulo Fróes irá contar com os amigos Rodrigo Levino (do Corpo de Berenice) e Dani Arrais (do don’t touch my moleskine) nas pick-ups junto comigo e com o Tiago Agostini. A festança promete. O serviço está abaixo.

Festa Scream & Yell #3
Sexta: 07/04
Abertura da casa: 22h
Show: Romulo Fróes às 00h (transmitido via web)
Discotecagem: DJ Set ScreamYell (Marcelo Costa e Tiago Agostini) + Dani Arrais e Rodrigo Levino
$15
Local: Casa Dissenso, Rua dos Pinheiros, 747, São Paulo, SP
Informações: www.screamyell.com.br

abril 28, 2010   No Comments

Scream & Yell apresenta Cérebro Eletrônico

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Um dos nomes mais celebrados da nova cena musical brasileira, o quinteto paulistano Cérebro Eletrônico faz uma pausa nas gravações de seu terceiro disco para tocar na 2ª edição da Festa Scream & Yell, no dia 16 de abril, na Casa Dissenso.

Formado por Tatá Aeroplano (voz e brinquedos), Fernando Maranho (guitarra), Fernando TRZ (teclado), Renato Cortez (baixo) e Gustavo Souza (bateria), o Cérebro Eletrônico ganhou notoriedade com seu segundo disco, “Pareço Moderno”, lançado em 2008, com a mistura da Tropicália de Caetano Veloso, o romantismo de Roberto Carlos e a irreverência de Sérgio Sampaio. “Pareço Moderno” figurou em várias listas de melhores discos de 2008.

No momento, a banda prepara o disco Deus e o Diabo no Liquidificador, que deve ser lançado no final de junho. Para registrar o processo de gravação, o Cérebro colocou no ar um hot site com vídeos dos ensaios (http://cerebroeletronico.com/site/), áudio das versões demos das músicas e um blog onde os músicos contam bastidores do estúdio. O destaque do novo repertório é a música “Cama”, com uma melodia que remete à força de “Como dois e dois”, de Caetano Veloso.

A festa integra o calendário de comemorações de dez anos do site Scream & Yell (http://screamyell.com.br/), que começou em março com show do grupo Charme Chulo na Casa Dissenso, e discotecagem com o melhor do pop, rock e indie. Desta vez, uma pitada de sons brasileiros deve ser jogada no caldeirão de sons que sairá das pick-ups comandadas pelos jornalistas e dublê de DJs Marcelo Costa e Tiago Agostini.

A Casa Dissenso fica na Rua dos Pinheiros, 747, quase esquina com a Rua Mourato Coelho. Com ambiente intimista, seu diferencial é a qualidade de som de primeira para as bandas, garantida com a aquisição de novos e potentes equipamentos. O bar se destaca por oferecer uma variada carta de cervejas nacionais e importadas, atendendo aos numerosos amantes da bebida. Durante a festa, a Loja Dissenso estará aberta vendendo artigos relacionados à cultura pop. E não deixe de experimentar o delicioso sorvete da casa.

SERVIÇO
Festa Scream & Yell #2
Sexta 16/04
Abertura da casa: 22h
Show: Cérebro Eletrônico às 00h em ponto (transmitido via web)
Discotecagem: DJ Set Scream & Yell (Marcelo Costa e Tiago Agostini)
$15
Local: Casa Dissenso, Rua dos Pinheiros, 747, São Paulo, SP

abril 7, 2010   No Comments

Festa Scream & Yell #1 na Casa Dissenso

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Ok, me desculpem, estava devendo um relato sobre a primeira edição da Festa Scream & Yell, na Casa Dissenso, com show do Charme Chulo, mas foi tudo tão corrido nos últimos dez dias que fui adiando, adiando e adiando, mas estou aqui. O embalo da festa começou na quinta-feira, quando a Casa Dissenso abriu às portas para convidados que presenciaram um show excelente do Soundscapes (foto abaixo) e discotecagem minha e do Agostini.

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Na sexta, novamente djset screamyell. Abri os trabalhos, e o Agostini assumiu as pick-ups entre o show competente do Soundscapes (ainda melhor que na quinta) e o inferno do Herod Layne (foto abaixo). Tudo nos trilhos para a estréia da festa no sábado: a casa é extremamente aconchegante, a variedade de cervejas impressiona e o som é simplesmente foda. Foda. E ainda teríamos link ao vivo. Bacana.

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No sábado, uma chuvinha, uma chuvinha. Na passagem de som, o pessoal do Charme Chulo brincou com uma versão divertidíssima de “Tic Tic Nervoso”, de Kid Vinil, e deixou o som ajeitado elogiando a casa. “Esse é um dos melhores sons que a gente já tocou”, comentavam. A lista amiga estava extensa, mais de 170 nomes para um lugar que cabe 80. No fim da noite, aproximadamente 60 pessoas passaram pelo local.

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Agostini abriu os trabalhos com uma discotecagem mais suingada, com muita coisa nacional, mas teve que acelerar a pista pois fomos obrigados a atrasar o show. Batemos o martelo que o show deveria começar às 23h, mas pouca gente tinha chego ao lugar nesse horário.  Uma pena. Começamos meia noite em ponto, e o Charme Chulo fez um show emocionante, daqueles bastante especiais, que eu fiz questão de apresentar, nos moldes de Bill Graham apresenta…

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Uma turma acompanhou o show online, no link ao vivo da Casa Dissenso. Fiquei aqui e ali resolvendo pendengas, cumprimentando umas três dezenas de amigos que marcaram presença no lugar enquanto o Charme Chulo encavalava uma grande canção atrás da outra no show. Assumi as pick-ups assim que a banda deu o último acorde, e ainda não lembro de quase nada.

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Fiz um set bem pop, para a galera dançar, dançar e dançar. Passei vontade umas três ou quatro vezes de enfiar um sambinha ali no meio, mas abortei a idéia por acreditar na paixão pelas guitarras de quem estava na pista. Ali pelas duas da manhã chegou mais uma galera e a festa seguiu até umas três e meia da manhã. Alma lavada: as comemorações dos dez anos do Scream & Yell começaram.

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Fazer uma primeira festa ajudou a gente a entender a mecânica de produzir um show, se preocupar com a qualidade da discotecagem, do som da casa, com a proposta do lance todo (aliás, no telão deixamos passando “Stardust Memories”, o “8 ½” de Woody Allen enquanto a discotecagem rolava). Demos nosso primeiro passo, tomamos prejuízo (faz parte, né), mas vamos repetir a história nos próximos meses. Torce pela gente. A gente ainda sonha em mudar o mundo, ou, no mínimo, colocar música boa pra tocar. Aguarde.

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Fotos do Charme Chulo e Mac: Liliane Callegari (mais aqui)
Fotos do Soundscapes, Herod Layne e Casa Dissenso: Joaquim Prado

março 28, 2010   No Comments

A defesa de uma brasilidade esquecida

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por Tiago Agostini

“Não tenho mais vergonha em me passar por mim.” Formado em Curitiba, mas com a origem remontando à infância em Maringá, no norte do Paraná, o Charme Chulo parece ter atingido a certeza do seu papel dentro da nova cena de rock independente no Brasil: ser a voz do interior, do povo simples que sai de suas pequenas cidades em busca da tão sonhada e prometida vida melhor nos grandes centros.

Os primos Igor Filus (voz) e Leandro Delmonico (guitarra, violão e viola) eram fãs do rock britânico dos anos 80. Durante algum passeio pelo calçadão da rua XV de Novembro, em Curitiba, olharam as dezenas de mendigos, artistas de ruas simples e fizeram a conexão deles com a música das rádios AMs que embalaram sua criação no interior do estado. Foi um passo para Leandro aprender a tocar viola e o Charme Chulo surgir, com a inusitada mistura de Tonico e Tinoco e Smiths, Tião Carreiro e Pardinho e Violent Femmes. Tudo fazendo muito sentido.

Em tempos de valorização da cultura nacional, o Charme Chulo toma para si a defesa de uma brasilidade facilmente esquecida por boa parte da população. Com o discurso da metrópole sendo dominante, é fácil considerar o samba como linguagem universal do brasileiro. Mas, como diz a letra manifesto da música “Nova Onda Caipira”, “o carnaval é quatro dias, a viola é durante o ano inteiro”. Não poderiam estar mais certos esses curitibanos.

Tomando a bandeira dos caipiras, eles se alinham ao Cidadão Instigado como cronistas dos migrantes nos grandes centros. Mas, enquanto Fernando Catatau maneja com propriedade a sofisticação da mistura de Odair José com Pink Floyd para tratar de temas românticos e de questões mais pontuais desta vida, sempre de forma lírica, o Charme Chulo é mais direto na abordagem, resvalando na crítica política e social, quase um punk da roça – graças, muito, à bateria precisa de Rony Carvalheiro – completa a banda o recém-admitido baixista Luciano Assumpção.

Quantas pessoas vivem longe de suas famílias, seus lares? É só observar a lotação e o caos das grandes rodoviárias em feriados para perceber que somos muitos. O Charme Chulo funciona como uma lembrança doce de nossas raízes, resgatando o melhor do cancioneiro popular que acompanha as manhãs de domingo com o pai assando um churrasco ou a mãe fazendo o almoço. Nostalgia brega, charme chulo, mas sincero.

Espertamente dançante como poucas bandas no Brasil, o Charme Chulo une a bateria marcante com dedilhados suaves e riffs simples, que ora remetem ao pós-punk inglês ora ao melhor do cancioneiro country norte-americano. Apesar de ser uma banda de rock, é quando Leandro assume a viola que a banda consegue os melhores resultados de sua alquimia. Virtuose do instrumento, mesclando acordes cheios com solos minimalistas, ele cria diálogos cheios de emoção como um Johnny Marr do sertão. Ao vivo, a equação é amplificada. O vocalista Igor Filus parece ser possuído por alguma entidade no palco, fazendo as vezes de um Ian Curtis caipira.

“Eu nasci no Norte e fui pro Sul, deixei muita alma pra trás.” Charme Chulo faz rock para dialogar com as grandes massas. Não estariam deslocados tocando em alguma grande feira popular, como o a Festa do Peão de Barretos. O discurso é simples, a melodia é pegajosa. Sobra humildade e noção de contexto histórico, porém. “Certas coisas não se podem escolher, eu sei onde é o meu lugar.” É por sempre lembrar e valorizar suas raízes que o Charme Chulo consegue dosar corretamente o retrô e o contemporâneo. Soa universal com um pé no passado e nas tradições, mas sem deixar de mirar o futuro.

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Clique na imagem para ver o flyer numa versão maior

Festa Scream & Yell #1
Sábado: 20/03
Abertura da casa: 22h
Show: Charme Chulo às 23h (transmitido via web)
Discotecagem: DJ Set Scream & Yell (Marcelo Costa e Tiago Agostini)
$20 na porta $15 na lista (screamyell@gmail.com)
Local: Casa Dissenso, Rua dos Pinheiros, 747, São Paulo, SP

Leia também:
– Entrevista: Charme Chulo fala da moda caipira, por Murilo Basso (aqui)
– A caprichada carta de cervejas e mais seis coisas da Festa S&Y #1 (aqui)

março 17, 2010   No Comments

7 coisas sobre a Festa Scream & Yell #01

1) A banda que vai tocar na primeira festa está fechada. Para a segunda festa, em abril, estamos sondando dois nomes…

2) A festa vai começar às 22h, e o show está marcado pontualmente para às 23h, com áudio transmitido ao vivo pela “rede mundial de computadores”, como diz aquele grupo de televisão.

3)  Aproveitando o gancho da transmissão ao vivo, vamos selecionar os melhores momentos de cadaum dos shows para lançar o “Scream & Yell Sessions”, modelo John Peel.

4) A carta de cervejas da casa é grande. Nacionais: Skol, Brahma, Sol, Heineken, Stella, Eisenbahn e outras de fabricação artesanal. Importadas: Warsteiner, Erdinger, 1790, Guiness, Chimey e Isenbeck.

5) A loja da Casa Dissenso estará aberta, e vamos colocar à venda badulaques do site, de botons a camisetas.

6) O DJ Set Scream & Yell vai ser variado, mas de bom gosto. Música pra ser feliz na pista.

7) Essa primeira festa marca o início das comemorações de 10 anos do site. Muita coisa legal virá pela frente, mas o agito começa dia 20/03.

março 6, 2010   No Comments