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A arte de Natália Xavier

Chamar a atenção para um artista é sempre um grande desafio. E depois que as midias físicas se tornaram objeto de nicho, ficou ainda mais difícil, pois quando existia CD (em grande escala), ele apresentava o trabalho: havia o release contextualizando a obra, mas a capa, o encarte (com a ficha técnica, algo precioso) e as músicas davam o recado.

Quando a produção de CD virou artigo de luxo, muita gente começou a buscar maneiras de chamar a atenção: e da-lhe camisetas e copos, velas aromáticas, seda para enrolar cigarro, iPod (oi Maria Rita) e uma infinidade de outros badulaques.

Hoje, copos (e algumas camisetas) coloco diretamente na estante de doação que temos em casa, tenho certeza que alguém fará um uso melhor do que eu, que nem tenho espaço para tantos livros e tantos discos e tantas camisetas (e, agora, os brinquedos do filho).

Não me entenda mal, por favor, mas só vou vestir a camiseta de um artista se eu realmente gostar muito dele.

Tô dizendo tudo isso porque essa semana chegou um pacotinho incrível da @nataliaxavier___ aqui em casa, divulgação em parceria com a @buildupmedia, assessoria que respeito demais.

Trata-se de um postal que marca o lançamento de quatro singles da Natália (“Seiva”, o primeiro, já está nas plataformas), um livretinho de 8 páginas com as letras e a ficha técnica dos singles ( <3 ), uma cartinha e um “oráculo poético” em 10 cards que chamou a atenção do Martín, o que por sua vez chamou a minha atenção: se você consegue a atenção de uma criança de seis anos, algo tem.

Detalhe: não é o primeiro material caprichado que recebo da Natália: em 2022, ela me enviou um pequeno livro apresentando seu disco “Eu Também Sou Teus Rios”. Fiz um vídeo que está na galeria para tentar dar uma pequena ideia de sua beleza.

Claro que não é algo para todo mundo fazer ou uma fórmula: além de cantora e compositora, Natália Xavier é artista visual e poeta, ou seja, línguagens que ela desenvolve nesse material que me enviou. A questão é achar a sua maneira de apresentar um trabalho (o Pato Fu mandava um queijo mineiro na época da lendária “Pato Fu Demo”).

O da Natália estende sua obra.

Obrigado, Natália.
Obrigado Build Up Media.

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