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07) “Um livro que quase foi abandonado”

Salvo na adolescência por “O Lobo da Estepe” (livro 2 dessa série) e atropelado por “Demian” na sequência (até hoje agradeço ao acaso de ter lido antes “O Lobo da Estepe”, que Hermann Hesse lançou em 1927, e só depois “Demian”, que saiu 10 anos antes), mergulhei completamente apaixonado por Hesse em “Sidarta” e… travei. E não é que eu travei uma vez: foram cinco ou seis vezes em que toda vez na parte em que o personagem começa o jejum (ali na página 30), eu simplesmente me desconectava da história, e ia ler outra coisa.

Essa sequência também traz uma característica do meu eu jovem leitor: sempre que eu gostava muito de um livro, eu ia atrás de quase tudo que eu conseguia do mesmo autor. Ou seja, eu era mais focado nos autores nessa época…

O fato é que entre começar a ler “Sidarta” e terminar foram uns cinco anos, e é um livro curtinho, de menos de 130 páginas. Porém, quando eu consegui avançar na história, não apenas me apaixonei por ela como também molhei as páginas com lágrimas no final. Foi um dos finais de livro mais especiais que já li…

Dia desses, quem sabe, eu pego pra reler…

#meus20livros

abril 5, 2025   No Comments