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04) “Um livro melhor que o filme”

Essa é fácil, pois condensar a trama de um livro num filme é um desafio que derrubou muitos (aliás, já assistiu “Cem Anos de Solidão” na Netflix? É sensacional!).

Escolho “Tudo Se Ilumina”, do Jonathan Safran Foer, com o cuidado de dizer que o filme “Uma Vida Iluminada”, com Elijah Wood e um sensacional Eugene Hütz (sim, o líder do Gogol Bordello) é ótimo, mas o livro é imbatível.

Adoro “Um Grande Garoto”, do Nick Hornby, com o Hugh Grant, mas a ausência do “trecho Nirvana” (talvez, a grande sacada do livro já que o próprio nome remete a uma canção de Kurt Cobain) é imperdoável. No geral, gosto de quase todas as adaptações de obras do Hornby (exceção: a italiana “Slam: Tutto Per Una Ragazza”), com preferência declarada pela série “High Fidelity”, que poderia estar no próximo post, pois MELHORA o livro (que ficou datado). “Juliet Nua e Crua” é ok também, mas o livro é melhor (já “Uma Longa Queda” supera o livro, mas nenhum dos dois é tão brilhante assim).

Gosto tb da adaptação de Fernando Meireles para “Ensaio Sobre a Cegueira”, do Saramago, que eu vi o filme primeiro e depois fui ler o livro, que mostrou-se muito mais amplo e profundo que o filme (como era de se esperar). E gosto do texto que escrevi na época do filme.

Por fim, amo “A Comédia da Vida Privada”, que também só não está no grupo 5 (de adaptações melhores que livros) pq não adapta o livro todo. Foram 3 temporadas e 21 episódios antológicos entre 1995 e 1997 (muitos com a nossa indicada ao Oscar de Melhor Atriz em 2025 brilhando em meio a um elenco incrível).Tem vários no Youtube! Recomendo!!

Aliás, sempre me lembro de um episódio (que não achei online) em que o personagem do Marco Nanini, que estava traindo a esposa (Deborah Bloch?), é prensado na parede após ela achar uma camisola no carro. Após ela questiona-lo muito perguntando de quem era o babydol, ele solta: “É MEU! ADORO USAR ROUPA DE MULHER, TÁ BOM!” E o episódio finaliza com ele entrando todo desajeitado no quarto pra dormir vestindo a peça feminina… risos

Luis Fernando Veríssimo, eu te amo <3

Ps. Uma decepção: “Pergunte ao Pó” com Colin Farrell e Salma Hayek!

Meus “20” livros

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