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Category — Jornalismo

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Reportagem da revista Fast Life #20

Leia também:
– O que você para produzir conteúdo: Marcelo Costa (aqui)

março 1, 2012   No Comments

Dez perguntas para Muricy Ramalho

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por Marcelo Costa
Foto Leandro Amaral / Divulgação Santos FC

Alguns meses atrás desci a serra para conversar rapidamente com o melhor técnico do país. Você pode discordar, a razão dos apaixonados por futebol é bastante particular, mas Muricy Ramalho é (para este corintiano que o entrevistou) um vencedor com todas as letras. O papo foi rápido, descontraído e sossegado. Muricy respondeu as respostas sem rodeios, sorriu em vários momentos e, na hora da foto, brincou com o fotógrafo: “Quer que eu faça cara de mau? Sempre me pedem isso”.

Torcedor de futebol tem sempre uma opinião muito particular. Tudo que envolve o time dele é melhor. Porém, com o passar dos anos, você conseguiu um respeito que ultrapassa os limites do clube que você está dirigindo. Por exemplo: minha sogra, que é são-paulina, quando soube que eu vinha conversar com você, pediu um autógrafo. Ou seja: Muricy é uma pessoa que a torcida adversária pede autógrafo. Como você conseguiu isso?
Isso acontece mesmo em todo o lugar que vou. As pessoas chegam e dizem: “Sou santista, (ou) sou corintiano, mas quero um autógrafo seu porque te admiro”. Acho que é minha forma de ser. Em todos os times que vou (trabalhar), além de ganhar títulos, fico um tempo. Quando tenho chance de trocar de time, não troco. (Acabo não fazendo) esse tipo de coisa que é normal técnico fazer no futebol: o cara está em um time e quando recebe uma proposta (de outro), vai embora. Acho que as pessoas acreditam nisso (de ficar no time, respeitar o contrato). É uma coisa séria que o torcedor se identifica. E é engraçado… no Campeonato Paulista fomos jogar contra o São Paulo, no Morumbi, quando no intervalo do primeiro tempo toda torcida são-paulina começou a gritar o meu nome. Os jogadores do Santos até se surpreenderam. É uma novidade o técnico adversário ser aplaudido, mas quando vou jogar contra o Náutico, em Recife, também é assim. Em Porto Alegre também.

E isso também vem da sua própria relação com o torcedor? Uma vez li uma entrevista sua para o Ricardo Kotscho em que você dizia que recebia 60 cartas por mês…
É verdade. Algumas eu respondo, outras mando camisas… (os torcedores) me pedem todo tipo de coisa. É um carinho que tenho para com o torcedor. Trabalho duro demais para o time em todo o lugar que vou, e o torcedor reconhece. Ele sabe que eu vou lá para trabalhar. Sou um profissional, tenho um contrato, mas sempre vou fazer o melhor por eles.

Você foi eleito melhor Treinador do Campeonato Brasileiro cinco vezes nos últimos seis anos: 2005, 2006, 2007, 2008, 2010. Isso é só trabalho?
Acho que é (risos). Não sou muito simpático com os negócios. Não sou um cara que faço lobby, não vou a muitos lugares, só dou entrevista uma vez por semana, vou muito pouco à televisão (quase uma vez por ano em cada emissora), então acho que é tudo pelo meu trabalho mesmo. E pelo resultado porque no futebol não adianta você ser simpático, se não ganhar vão te mandar embora. Nestes cinco anos que ganhei meu trabalho foi muito bom, mas com títulos.

Você chegou ao Santos em um momento em que o time estava instável. Nos últimos jogos da Libertadores, no entanto, começaram a surgir muitas comparações deste seu time do Santos como aquele time dos sonhos com Pelé, Zito… Você sempre está pedindo reforços, mas como é treinar esse time do Santos?
É legal. Claro, não tem muitas comparações porque naquele tempo os jogadores eram muito bons. Mas acho que é legal (treinar o Santos hoje) porque estamos tendo a chance de treinar um time que têm alguns jogadores diferentes. No país temos poucos jogadores diferentes, e dois deles são do Santos (Ganso e Neymar). É muito legal trabalhar com eles porque eles são jovens e são jogadores que entendem logo o que o treinador quer, e isso facilita.

Eles pensam rápido…
É muito bom trabalhar com essa molecada, mudar de ares. Trabalhei com muito time experiente…

Você conquistou a Libertadores. Qual foi a sensação de conquistar algo que você buscou tanto?
Pra mim foi um alivio (risos). Não foi como o sentimento de alegria dos torcedores e da diretoria do Santos. Porque quero sempre estar na ponta, entre os melhores técnicos do país, e era contestado porque não ganhava a Libertadores. Não me conformava com isso. Não importa que o cara não tenha ganhado a Libertadores. Tem tantos bons treinadores que nunca ganharam. E não é porque ganhei que passo a ser um bom treinador. Eu sou um bom treinador há alguns anos! Mas no Brasil não adianta: você tem que ganhar algumas coisas. Tem que quebrar alguns tabus. Esse era um que me perturbava um pouco, era sempre a mesma pergunta e não adiantava mostrar meu currículo porque eles queriam saber da Libertadores. Então meu sentimento foi muito mais de alivio do que alegria. Tanto é que após o jogo fui lá para o meu sitio (e não festejei). Eu tinha que ganhar para me manter na ponta, como gosto. Existem muitos outros treinadores jovens surgindo, fortes, e a gente tem sempre que estar ganhando. Graças a Deus deu certo agora. Eu já estava buscando fazia algum tempo…

Agora é o Mundial de Clubes? Como você prepara isso na sua cabeça? Afinal, parece não existir descanso. Você vence um título à noite e na manhã a torcida já começa a querer outro.
Você tem razão: perguntaram no dia seguinte! Como sei separar bem as coisas, e até lá tem muito tempo, nós temos ainda um campeonato brasileiro importante pela frente. O problema é que no Brasil, pra gente que é técnico, é muito difícil perguntar do Mundial de Clubes. Já para o (Josep) Guardiola, técnico do Barcelona, é fácil. Porque ele vai começar a pré-temporada agora e vai chegar ao final do ano, no Mundial de Clubes, com os mesmos jogadores – e alguns reforços. Eu não sei nem com que time vou chegar na semana que vem! Então como posso responder… É uma coisa muito importante para o clube e é possível, embora o Barcelona seja o favorito (é um baita time), mas nem sei o que vai acontecer (com o time do Santos) até lá. Essa é a dificuldade de ser técnico no Brasil: estou com um time, mas não sei quantos vão ficar (até o fim do ano). Está todo mundo muito valorizado… O Mundial de Clubes é uma competição muito importante, e nós temos essa incerteza, o que é pior pra gente, mas ninguém sabe o que vai acontecer.

Mas entra ano e sai ano você é campeão…
E isso é importante. Nos últimos seis meses ganhei três títulos: o Campeonato Brasileiro com o Fluminense, o Campeonato Paulista e a Taça Liberadores com o Santos. É isso que me mantém. Para você ser um profissional, não só no futebol, mas em todas as áreas, você precisa ser consistente… para permanecer numa situação boa. E isso faço bem: sou muito consistente no meu trabalho, toda hora ganho títulos e, por isso, sou muito valorizado.

O desabafo sobre a seleção após o título do Fluminense: “Minha palavra eu tenho de cumprir, foi o que meu pai ensinou”. Por mais que seja da sua personalidade, foi algo muito admirável e bonito de se ver como exemplo mesmo para quem está em casa. È o tipo de ato que as pessoas públicas deveriam exercer mais.
Foi uma decisão complicada… Imagina, todo jogador tem sonho de ir para a seleção brasileira. Todo técnico também. O meu sonho quando era jogador também era o de jogar na seleção, surgiu uma oportunidade, mas tive uma contusão… Foi a maior frustração da minha vida. Então claro que sonho em ir para a Seleção Brasileira como técnico, só que tenho uma linha de cumprir meus trabalhos, cumprir meus contratos, porque minha família me ensinou assim, meu pai me ensinou assim. Mas mesmo assim foi muito difícil. Meus filhos não acreditavam que falei não para a Seleção Brasileira. Eles ficaram enlouquecidos comigo. Mas sempre passo para eles: o que você assina, o que você conversa, você tem que cumprir. Senão nesse país nunca ninguém vai cumprir nada. Temos que ser assim. E é duro das pessoas aceitarem isso, mas naquele momento, o Fluminense (3 anos brigando para não cair, 26 anos sem ganhar título) estava começando a entrosar o time… eu tinha dado a minha palavra que iria permanecer… algumas semanas depois sou convidado para a Seleção Brasileira… não iria ficar bem comigo mesmo se aceitasse o convite. Não me arrependo porque o Fluminense me deu um título super importante. É preciso cumprir com as obrigações.

Com tantos títulos conquistados, o que falta para Muricy Ramalho conquistar?
(risos) Falta o Mundial… o pessoal já está me cobrando. Ganhei Brasileiro, Paulista e Libertadores, ganhei regional em tudo quanto é lugar (até campeonato chinês), agora resta o (Mundial de Clubes no) fim do ano. Mas, sinceramente, não me preocupo com isso. Me preocupo com o hoje. Em treinar o Santos, melhorar o jogador, melhorar o time. Esse é o meu trabalho, é o que gosto de fazer. Não tenho essa obsessão. Eu queria ganhar a Libertadores, mas não era uma loucura. Pode ser que eu não ganhasse agora, mas uma hora eu iria ganhar – toda hora eu estava perto. O sonho do Mundial é importante, mas não é uma loucura.

Leia também:
– Dez perguntas para Marisa Monte, por Marcelo Costa (aqui)

dezembro 14, 2011   No Comments

Palestra no II CoMúsica, em Maceió

novembro 26, 2011   No Comments

David Fonseca responde perguntas de sites

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Aproveitando a passagem do músico português David Fonseca no Brasil, a gravadora Universal convidou 10 blogs e sites (Scream & Yell incluso) para participarem de uma coletiva virtual. Cada um dos sites enviou uma pergunta para David, e ele responde a todas calmamente no vídeo abaixo (gravado no Parque Lage, no Rio de Janeiro).

“Between Waves”, disco novo de David, chega às lojas do Brasil hoje. O cantor volta ao país para tocar no dia 02/10 no Palco Sunset do Rock in Rio. A ideia da Universal foi bem bacana. Paralelamente, devido ao excelente trabalho do colaborador lisboeta Pedro Salgado, o Scream & Yell vem focando bastante na nova música portuguesa.
Abaixo você pode conferir algumas entrevistas e textos:

– Nuno Prata, um dos grandes escritores portugueses de canções (aqui)
– Especial: conheça a nova cena musical portuguesa (aqui)
– Deolinda ao vivo em Lisboa: o triunfo do fado pop (aqui)
– B Fachada: as raízes portuguesas atravessaram uma alma (aqui)
– Os Pontos Negros: “É bonito falar em triunfar fora de Portugal” (aqui)
– Os Lábios: “O nosso objetivo é tocar ao vivo”, por Pedro Salgado (aqui)
– Orelha Negra: “Nosso som funciona mais para tomar um copo” (aqui)
– Peixe : Avião: “Queremos experimentar diferentes abordagens” (aqui)

setembro 13, 2011   No Comments

Roteiros de uísque na GQ #6

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A nova edição da GQ já está nas bancas com Wagner Moura na capa e muita coisa interessante (como os bastidores do “Nevermind”, do Nirvana, trazendo depoimentos de todo mundo que importa – de Greil Marcus a Butch Vig e advogados, empresários e, claro, Chris, Dave e Jack Endino) além duas coisinhas minhas: indicações de lojas de discos legais pelo país e tours de uísque pelo mundo.

A primeira pauta é bem simples, mas muito útil: uma listinha com comentários rápidos de lojas “pontos de resistência” que insistem em vender CDs e vinis em nove capitais brasileiras (além de garantir bons papos no balcão – não à toa a pauta se chama… “Alta Fidelidade”). A volta do vinil, inclusive, tem abastecido várias destas lojas. Vale olhar a listinha (e ir às lojas).

A segunda tem base na viagem que fiz em julho para a Irlanda (e que contou com uma pequena esticada até Benicàssim). O mote era conhecer as destilarias de uísque (com jeitão de museus) da badalada Jameson em Dublin e Cork. O roteiro incluiu muita coisa legal (aprendi a fazer Irish Cofee – última foto -, bebi uísque retirado direto do barril e me apaixonei pelo folk irlandês – contei aqui).

Na revista falo deste tour pela Old Distillery Jameson, em Dublin, e sobre outros três tours bacanas e muito interessantes de uísque – na Escócia e nos Estados Unidos. Você sabia, por exemplo, que existem cidades nos Estados Unidos em que a Lei Seca ainda vigora? Está tudo na revista, já nas bancas.

Pra fechar, Martin Wain, do jornal argentino La Nacion, que também estava na Irlanda, conta um pouco sobre a história toda. “Verás que tiene algo de ficción”, ele avisa no email brincando enquanto o texto descreve: “No hay que creerle a un mexicano cuando dice ‘una más y nos vamos’. Tampoco a un chileno de ojos colorados ni a un paulista que a estas horas no entiende nada de español, aunque lo hable casi perfecto”. Leia aqui.

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Leia também:
– Muricy Ramalho na GQ #5, por Marcelo Costa (aqui)
– Uma noite inesquecível em Cork, na Irlanda (aqui)
– Tudo sobre a edição 2011 do Festival Benicàssim (aqui)

setembro 3, 2011   No Comments

Debate: Rock Brasileiro, que barulho é esse?

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1986. O pessoal da revista Bizz decidiu colocar em uma mesma sala algumas cabeças pensantes do rock nacional para tentar entender mercado, influência, mídia e outras picuinhas. O debate reuniu Renato Russo (Legião), Herbert Vianna (Paralamas), Felipe Lemos (Capital), Gutje (Plebe), Paulo Ricardo (RPM), Charles Gavin (Titãs), Carlos Maltz (Engenheiros), João Gordo (Ratos), Skowa, Nasi (Ira!), Sandra Coutinho (Mercenarias), Thomas Pappon (Fellini) e Alex Antunes (Akira S).

O debate tomou oito páginas do miolo da revista Bizz de fevereiro de 1988 (e que tinha duas capas: uma com Marina Lima, para as bancas, e outra com Jesus and Mary Chain, para os assinantes) e Paulo Marchetti, autor do livro “A História do Rock de Brasília”, republicou todo o extenso material em seu blog, o Sete Doses de Cachaça, dividido em seis posts. Abaixo, os links diretos para cada um deles. Vale muito ler.

Debate Rock Nacional, Parte 1 (aqui)
Debate Rock Nacional, Parte 2 (aqui)
Debate Rock Nacional, Parte 3 (aqui)
Debate Rock Nacional, Parte 4 (aqui)
Debate Rock Nacional, Parte 5 (aqui)
Debate Rock Nacional, Parte 6 (aqui)

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agosto 30, 2011   No Comments

Um monte de entrevistas nerds

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Hoje o Marco Pessoa, do Setup Brasil (@usaisso), um site bacana que busca descobrir o que as pessoas usam para produzir seus conteúdos, publicou o meu depoimento com base em quatro perguntas simples:

1) Quem é você, e o que você faz?
2) Que hardware você usa?
3) E que  software?
4) Qual o seu setup dos sonhos?

As respostas estão aqui: http://usaisso.com/entrevista/marcelo-costa/

Ps. Foto de Martín Wain, do La Nacion / Cork, 2011

agosto 22, 2011   No Comments

O Editor e as Possíveis Narrativas

Sob curadoria da jornalista Rachel Bertol, aconteceu de 8 a 10 de dezembro de 2010 no Itaú Cultural, em São Paulo, III Seminário Internacional Rumos de Jornalismo Cultural – pRINCÍPIOS iNCONSTANTES. Tive o prazer de participar ao lado de Jan Feld (UOL) e de Alex Needham (Guardian). Abaixo, os vídeos.


Marcelo Costa, Scream & Yell


Jan Feld, UOL


Alex Needham, Guardian


Bate papo final

julho 6, 2011   No Comments

Download: e-book Dez Anos a Mil

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de: Victor de Almeida
para: Marcelo Costa
data: 19 de maio de 2011 14:48
assunto: E-bookE aí, Marcelo…

Tudo bem?

Cara, estou enviando um livro que estamos para lançar. É um e-book gratuito que aborda temas relacionados à circulação de música e práticas de consumo contemporâneas. Está disponível em formatos PDF, ePub (compatível com iPad) e mobi (Kindle). Faço parte da organização do livro junto com Jeder Janotti (esteve mediando uma mesa sobre crítica naquele evento do Itaú Cultural que você participou) e Tatiana Lima (doutoranda em Comunicação da Universidade Federal da Bahia). No livro, temos discussões sobre cenas musicais, novo cenário do mercado musical, novos modelos de consumo musical, Lady Gaga, Michael Jackson e outras coisas…

Seria legal que você pudesse nos ajudar a divulgar”

Site para download: www.dezanosamil.com.br

maio 23, 2011   No Comments

Semana de Comunicação e Jornalismo Cultural

O pessoal da Livraria Cultura liberou o material de divulgação da 1ª Semana de Comunicação e Jornalismo Cultural, que será realizada de 21 a 24 de março na Livraria Cultura do Bourbon Shopping São Paulo, R. Turiassu, 2100, Perdizes, São Paulo. Vão ser quatro dias de debates, e estou na terceira mesa ao lado dos amigos André Forastieri, Pablo Miyazawa e da Letícia Zioni, da Agência Cartaz. A mesa terá mediação de Sérgio Miguez, da Revista da Cultura.

Muita gente boa irá passar pelo local nos quatro dias: Beatriz Monteiro (Catraca Livre), Ivan Finotti (Folha de S.Paulo), Michelle Franco (Comunicação da Secretaria de Cultura de São Paulo), Carola González (Yb Music), Fabiana Batistela (Agência Inker), Pamela Leme (Agência Alavanca), Christian Rôças (Grudaemmim), João Paulo Bueno (Coordenador de Compras de CDs e DVDs da Livraria Cultura) e Daniel Silveira (Diretor Artístico da Universal Music).

Boa oportunidade para discutir cultura e jornalismo. Apareça.

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Clique na imagem abaixo para conferir a programação

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Mais infos aqui

março 12, 2011   No Comments