{"id":815,"date":"2008-08-16T19:35:27","date_gmt":"2008-08-16T22:35:27","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2008\/08\/16\/josh-rouse-ao-vivo-em-sp\/"},"modified":"2010-06-18T20:38:51","modified_gmt":"2010-06-18T23:38:51","slug":"josh-rouse-ao-vivo-em-sp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/2008\/08\/16\/josh-rouse-ao-vivo-em-sp\/","title":{"rendered":"Josh Rouse ao vivo em SP"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"><a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/maccosta\/2769336430\/sizes\/l\/\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/08\/josh_mac.jpg\" style=\"width: 450px; height: 338px\" width=\"450\" height=\"338\" \/><\/a><\/p>\n<p>Se o consumismo n\u00e3o fosse t\u00e3o forte, se n\u00e3o existissem paradas do sucesso, jabacul\u00e9s e afins, se o que importasse no mundo fosse o simples prazer pelo prazer (e n\u00e3o por modismos, v\u00edcios ou enganos), Josh Rouse seria um cara muito mais reconhecido. O m\u00fasico norte-americano, ap\u00f3s um auto-ex\u00edlio na Espanha, prepara sua volta aos Estados Unidos enquanto coloca na web e nas lojas discos cujo cerne \u00e9 a simplicidade das boas can\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Em S\u00e3o Paulo, Josh tocou para uma plat\u00e9ia animada que n\u00e3o esgotou os ingressos do teatro do Sesc Vila Mariana (era poss\u00edvel comprar na porta minutos antes do show), mas que conhecia \u2013 e bem \u2013 o repert\u00f3rio do show, mesmo com seus \u00faltimos \u00e1lbuns in\u00e9ditos no Brasil. &#8220;Voc\u00eas compraram pela internet, n\u00e3o \u00e9 mesmo?&#8221;, brincou o m\u00fasico em certo momento da apresenta\u00e7\u00e3o, concentrada em material de seus \u00faltimos quatro \u00e1lbuns (&#8220;1972&#8221;, &#8220;Nashville&#8221;, &#8220;Subtitulo&#8221; e &#8220;Country Mouse, City House&#8221;).<\/p>\n<p>O bonito &#8220;Subtitulo&#8221; (2006), primeiro \u00e1lbum gravado por Josh na Espanha, foi respons\u00e1vel por abrir a noite com as encantadoras &#8220;His Majesty Rides&#8221;, &#8220;It Looks Like Love&#8221; e &#8220;Summertime&#8221;, em vers\u00f5es superiores ao \u00e1lbum (mesmo com o cantor esquecendo um trecho da letra da \u00faltima). Do \u00e1lbum ainda marcaram presen\u00e7a &#8220;Givin&#8217; It Up&#8221; e a bel\u00edssima &#8220;Quiet Town&#8221;.<\/p>\n<p>Seu disco mais recente, &#8220;Country Mouse, City House&#8221; (2007), foi representado apenas por tr\u00eas can\u00e7\u00f5es: a fofa &#8220;Sweetie&#8221;, a jazzy &#8220;Pilgrim&#8221; e o rock &#8220;Hollywood Bass Player&#8221;, em vers\u00e3o urgente. Vestido de jeans, t\u00eanis e blazer e alternando-se entre a guitarra ac\u00fastica e o viol\u00e3o, Josh confessou paix\u00e3o pela m\u00fasica brasileira, mesmo sem entender a l\u00edngua: &#8220;Como voc\u00eas devem ter lido nos jornais, sou f\u00e3 de m\u00fasica brasileira. N\u00e3o entendo o que eles dizem, mas tudo soa t\u00e3o bem. N\u00e3o \u00e9 isso o que importa?&#8221;.<\/p>\n<p>O show foi estrategicamente dividido em blocos que procuravam representar algum de seus \u00faltimos (quatro) \u00e1lbuns, ignorando totalmente os tr\u00eas primeiros. Desta forma, &#8220;Comeback (Light Therapy)&#8221; e &#8220;Love Vibration&#8221;, ambas do \u00f3timo &#8220;1972&#8221; (2003) chegaram no meio da apresenta\u00e7\u00e3o para dar um toque mais suingante para a noite (com detalhe para a slide guitar de Mike Cruz \u2013 que tamb\u00e9m tocou teclados &#8211; e a linha de baixo marcante de James Haggerty).<\/p>\n<p>A parte final foi inteiramente dedicada ao \u00e1lbum &#8220;Nashville&#8221;, um dos discos favoritos dos f\u00e3s. &#8220;Winter in The Hamptons&#8221;, &#8220;Carolina&#8221;, &#8220;Streetlights&#8221;, &#8220;Why Won&#8217;t You Tell Me?&#8221; e &#8220;It&#8217;s The Nighttime&#8221; fecharam o show contagiando o p\u00fablico. Para o bis, &#8220;Slaveship&#8221; (do &#8220;1972&#8221;), &#8220;Sad Eyes&#8221; (outra p\u00e9rola do &#8220;Nashville&#8221;) e &#8220;Directions&#8221; (a pedido do p\u00fablico), \u00fanica concess\u00e3o do m\u00fasico a material antigo, neste caso do \u00e1lbum &#8220;Home&#8221; (e tamb\u00e9m da trilha sonora do filme <a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/cinema\/vanillasky.html\" target=\"_blank\">&#8220;Vanila Sky&#8221;<\/a>), de 2000, lan\u00e7ado no Brasil pela Trama. Um belo show.<\/p>\n<p>&#8211; &#8220;Directions&#8221; ao vivo no Sesc Vila Mariana, por Marcelo Costa (<a href=\"http:\/\/br.youtube.com\/watch?v=tCf-w4z2MhM\" target=\"_blank\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; &#8220;Country Mouse, City House&#8221;, de Josh Rouse, por Marcelo Costa (<a href=\"http:\/\/revoluttion.blig.ig.com.br\/2007\/36\/disco-da-semana-country-mouse-city-house-de-josh-rouse.html\" target=\"_blank\">aqui<\/a>)<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/lilianecallegari\/2768576139\/sizes\/l\/\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/08\/josh_lili.jpg\" style=\"width: 450px; height: 338px\" width=\"450px\" height=\"338px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><em>Fotos: 1) Marcelo Costa 2) Liliane Callegari<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se o consumismo n\u00e3o fosse t\u00e3o forte, se n\u00e3o existissem paradas do sucesso, jabacul\u00e9s e afins, se o que importasse no mundo fosse o simples prazer pelo prazer (e n\u00e3o por modismos, v\u00edcios ou enganos), Josh Rouse seria um cara muito mais reconhecido. 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