{"id":662,"date":"2008-07-03T22:22:27","date_gmt":"2008-07-04T01:22:27","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2008\/07\/03\/werchter-day-1\/"},"modified":"2017-04-04T09:45:58","modified_gmt":"2017-04-04T12:45:58","slug":"werchter-day-1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/2008\/07\/03\/werchter-day-1\/","title":{"rendered":"Festival Rock Werchter, B\u00e9lgica, Day 1"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/werchter1.jpg\" \/><\/p>\n<p>Rock, lama e por-do-sol \u00e0s dez da noite. Tamb\u00e9m teve muita cerveja, comida gordurosa e bons shows, claro. Coment\u00e1rios r\u00e1pidos pois o dia amanheceu ensolarado e tem\u00a0Ben Folds e Babyshambles (se o Pete Doherty aparecer) abrindo a programa\u00e7\u00e3o. No primeiro dia, ap\u00f3s caminharmos e almo\u00e7armos no centro de Leuven (cerveja Orval, boa, pero mui forte &#8211; acompanhado de um omelet de stek) fomos descobrir em que raios de lugar era o festival. E \u00e9 longe.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/werchter4.jpg\" \/><\/p>\n<p>Ok, o lugar \u00e9 longe, mas existem v\u00e1rios \u00f4nibus fazendo o translado da esta\u00e7\u00e3o de trem em Leuven e o festival. Chegando l\u00e1, a primeira coisa que impressiona \u00e9 a quantidade de \u00e1reas de camping e toda a estrutura que as cerca, com barracas de roupas, produtos de limpeza, comida e, obviamente, muita cerveja. Como o mundo \u00e9 pequeno, na hora de entrar, um carioca trabalhando no evento nos cumprimentou. Vai Brasil.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/werchter3.jpg\" \/><\/p>\n<p>L\u00e1 dentro a coisa impressiona ainda mais. Estrutura mega, d\u00e1 f\u00e1cil para viver l\u00e1 dentro. O Modern Skirts abriu a programa\u00e7\u00e3o no palco secund\u00e1rio, e chegou carregando a responsa de ser a banda atual preferida de Mike Mills, do R.E.M., que viu o show da frente do palco. Mills j\u00e1 produziu a banda, que tamb\u00e9m \u00e9 de Athens, e busca suas referencias nos anos 60. O tecladista parece um Jack Black ensandecido e o vocalista lembra o Mark Lanegan moleque. O show, a partir da terceira can\u00e7\u00e3o, foi muito bom. Um nome para ficar atento.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/werchter_modern.jpg\" \/><\/p>\n<p>Os badalados moleques do Vampire Weekend fizeram do palco secund\u00e1rio uma festa cigana. O vocalista e guitarrista Ezra Koenig comanda o ritmo da banda ao lado do batera Chris Tomson e o som lembra um Police mais roqueiro nas partes rock e mais suingado nas partes suingadas. Bebendo na fonte dos africanos, o Vampire Weekend fez um show divertido com os hits &#8220;A-Punk&#8221; e &#8220;Cape Cod Kwassa Kwassa&#8221; cantadas em coro, mas o p\u00fablico pulou o show todo.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/werchter_vampire.jpg\" \/><\/p>\n<p>The National veio em seguida para mostrar como se faz barulho com violino e metais. O show ignorou completamente os dois primeiros \u00e1lbuns e concentrou-se nos excelentes &#8220;Alligator&#8221; e &#8220;Boxer&#8221;. O vocalista Matt Berninger \u00e9 ensandecido e comanda a banda com maestria, deixando o microfone cair, derrubando o pedestal e bebendo vinho, cerveja e o que tiver pela frente. &#8220;Apartment Story&#8221; e &#8220;Fake Empire&#8221; vieram em vers\u00f5es arrasadoras.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/werchter_national.jpg\" \/><\/p>\n<p>Pelo caminho teve Lenny Kravitz tocando no por-do-sol \u00e0s dez da noite, chuva que fez o festival se transformar em um grande lama\u00e7al, brasileira que estuda na B\u00e9lgica perdida no meio das mais de 100 mil pessoas e, claro, R.E.M., que fez o pen\u00faltimo show do palco principal (Chemical Brothers estava escalado para encerrar a primeira noite, mas como j\u00e1 os tinha visto em Sao Paulo, achei por bem dar um descanso para as pernas e sai ap\u00f3s o R.E.M.).<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/werchter_lenny.jpg\" \/><\/p>\n<p>A primeira coisa boa a se falar deste show novo do R.E.M. \u00e9 que o repert\u00f3rio abriga v\u00e1rias coisas que eles n\u00e3o tocaram no Rio, em 2001, dito melhor show da minha vida (leia aqui), e s\u00f3 por isso j\u00e1 valeu estar aqui. Entraram no repert\u00f3rio &#8220;Ignoreland&#8221;, &#8220;Drive&#8221;, &#8220;Electrolite&#8221;, &#8220;Pretty Persuasion&#8221;, &#8220;Driver 8&#8221; e &#8220;Let Me In&#8221; em vers\u00e3o rancheira. Os hits, claro, n\u00e3o podiam faltar, ent\u00e3o da-lhe &#8220;One I Love&#8221;, &#8220;Losing My Religion&#8221;, &#8220;Imitation of Life&#8221;, &#8220;Fall On Me&#8221;, &#8220;Supernatural Superserious&#8221; (uma das mais festejadas) e &#8220;Man On The Moon&#8221; fechando uma noite memor\u00e1vel.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/werchter_rem.jpg\" \/><\/p>\n<p align=\"center\"><strong>Saiba como foram os outros dias do <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/tag\/werchter2008\/\">Rock Werchter<\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Rock, lama e por-do-sol \u00e0s dez da noite. Tamb\u00e9m teve muita cerveja, comida gordurosa e bons shows, claro. Coment\u00e1rios r\u00e1pidos pois o dia amanheceu ensolarado e tem\u00a0Ben Folds e Babyshambles (se o Pete Doherty aparecer) abrindo a programa\u00e7\u00e3o. No primeiro dia, ap\u00f3s caminharmos e almo\u00e7armos no centro de Leuven (cerveja Orval, boa, pero mui forte [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[20],"tags":[57],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/662"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=662"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/662\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14973,"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/662\/revisions\/14973"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=662"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=662"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=662"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}