{"id":6565,"date":"2012-07-02T02:32:33","date_gmt":"2012-07-02T05:32:33","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2012\/07\/02\/bruce-springsteen-infiamma-trieste\/"},"modified":"2018-02-15T09:16:36","modified_gmt":"2018-02-15T12:16:36","slug":"bruce-springsteen-infiamma-trieste","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/2012\/07\/02\/bruce-springsteen-infiamma-trieste\/","title":{"rendered":"Bruce Springsteen infiamma Trieste"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/bruce6.jpg\" width=\"450\" height=\"338\" \/><br \/>\n<em>Texto e fotos por Marcelo Costa<\/em><\/p>\n<p>O Est\u00e1dio Nereo Rocco, em Trieste, era a casa do Unione Sportiva Triestina Calcio, time que lutou muito para fazer parte da elite do futebol italiano, mas naufragou este ano caindo para a Lega Pro Seconda Divisione (quarta divis\u00e3o do futebol profissional da It\u00e1lia) no mesmo momento em que a dire\u00e7\u00e3o do clube declarava fal\u00eancia e dissolvia o time de futebol. Uma triste hist\u00f3ria para um est\u00e1dio que, no dia 11 de junho, recebeu 30 mil pessoas, n\u00e3o para um jogo de futebol, mas sim para um concerto de rock and roll.\n<\/p>\n<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/bruce2.jpg\" width=\"450\" height=\"300\" \/><\/p>\n<p>N\u00e3o um show qualquer. A paix\u00e3o que Bruce Springsteen inspira na It\u00e1lia (e tamb\u00e9m na Espanha) \u00e9 algo emocionante. N\u00e3o havia um quarto sequer na grande maioria dos hot\u00e9is da cidade (segundo a Secretaria de Turismo, 11 mil camas foram ocupadas) assim como os 30 mil ingressos colocados \u00e0 venda estavam esgotados. Trieste era a terceira parada italiana da turn\u00ea Wrecking Ball (que havia passado por Mil\u00e3o e Floren\u00e7a), e o show era assunto em todas as regi\u00f5es mais pr\u00f3ximas \u2013 de Lombardia ao Veneto \u2013 e at\u00e9 em pa\u00edses vizinhos (consta que 3 mil pessoas vieram em excurs\u00f5es dos Balc\u00e3s, da Austria, do Cro\u00e1cia e da Eslov\u00eania).<\/p>\n<param value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/PTyyLZXTepw\" name=\"movie\"\/>\n<param value=\"true\" name=\"allowFullScreen\"\/>\n<param value=\"always\" name=\"allowscriptaccess\"\/>\n<p align=\"center\"><embed src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/PTyyLZXTepw\" width=\"450\" height=\"300\" allowfullscreen=\"true\" allowscriptaccess=\"always\"\/><\/p>\n<p>Marcado para \u00e0s 21h, as luzes s\u00f3 foram se apagar (para del\u00edrio da italianada) \u00e0s 21h20, quando, um a um, os quinze integrantes da E Street Band foram subindo ao palco, com a fila sendo encerrada pelo guitarrista (e ex-Sopranos) Steven Van Zandt, aplaudid\u00edssimo. Bruce veio na sequencia, olhou para o mar de gente, e cumprimentou (em italiano e esloveno): \u201cGrande Trieste, urla, dobrodo\u0161li\u201d. Alguns segundos depois come\u00e7ava a festa com os hinos \u201cBadlands\u201d e \u201cNo Surrender\u201d.<\/p>\n<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/bruce3.jpg\" width=\"450\" height=\"338\" \/><\/p>\n<p>\u00c9 dif\u00edcil demais explicar emo\u00e7\u00e3o, ainda mais de tanta gente junta. O cara vai, conta \u201cone, two\u201d, a E Street Band entra com peso e um est\u00e1dio inteiro acompanha a m\u00fasica com um \u201c\u00f4\u00f4\u00f4\u00f4\u00f4\u201d que parece a coisa mais simples do mundo, como se todos tivessem ouvido \u201cBadlands\u201d por toda sua vida, e esse fosse o momento para mostrar que aprenderam direitinho o oficio. Quando Jake Clemons, sobrinho de Clarence, faz o solo do tio no sax, o est\u00e1dio quase vem abaixo. \u00c9 s\u00f3 a primeira m\u00fasica.<\/p>\n<param value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/NWk13ZSl2F4\" name=\"movie\"\/>\n<param value=\"true\" name=\"allowFullScreen\"\/>\n<param value=\"always\" name=\"allowscriptaccess\"\/>\n<p align=\"center\"><embed src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/NWk13ZSl2F4\" width=\"450\" height=\"300\" allowfullscreen=\"true\" allowscriptaccess=\"always\"\/><\/p>\n<p>Nestas duas primeiras can\u00e7\u00f5es, Springsteen exercita aquilo que far\u00e1 durante as pr\u00f3ximas tr\u00eas horas: largos sprints de um lado para o outro no palco, que geralmente terminam nos bra\u00e7os do p\u00fablico, em alguma das tr\u00eas passarelas que cortam o gargarejo. O p\u00fablico enlouquecido recebe muito bem \u201cWe Take Care of Our Own\u201d, primeiro single de \u201cWrecking Ball\u201d, que abre um bloco de can\u00e7\u00f5es do novo \u00e1lbum na noite \u2013 seguem-se a faixa t\u00edtulo e a irlandesa \u201cDeath to My Hometown\u201d.<\/p>\n<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/bruce4.jpg\" width=\"450\" height=\"336\" \/><\/p>\n<p>Lan\u00e7ado em mar\u00e7o, \u201cWrecking Ball\u201d alcan\u00e7ou o n\u00famero 1 nos Estados Unidos, e Bruce mostra que confia muito no novo repert\u00f3rio, acertadamente, porque tanto a faixa t\u00edtulo quanto \u201cDeath to My Hometown\u201d trazem o p\u00fablico fazendo coro e parecem t\u00e3o inseridas no repert\u00f3rio do homem que soam como se fossem um cl\u00e1ssico de algum disco do Boss nos anos 70 (mesmo tendo menos de tr\u00eas meses de exist\u00eancia).<\/p>\n<param value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/hfQG6gazI4o\" name=\"movie\"\/>\n<param value=\"true\" name=\"allowFullScreen\"\/>\n<param value=\"always\" name=\"allowscriptaccess\"\/>\n<p align=\"center\"><embed src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/hfQG6gazI4o\" width=\"450\" height=\"300\" allowfullscreen=\"true\" allowscriptaccess=\"always\"\/><\/p>\n<p>Surge ent\u00e3o \u201cMy City of Ruins\u201d, do \u00e1lbum \u201cThe Rising\u201d (2001), com Bruce apresentando em italiano \u2013  &#8220;Questa \u00e8 la canzone dei saluti e degli arrivederci, delle cose che ci lasciano e di quelle che restano con noi, per sempre!&#8221;  (algo como &#8220;Esta \u00e9 uma can\u00e7\u00e3o de despedida, de pessoas e coisas que partem, mas mesmo assim ficam com a gente para sempre\u201d) \u2013 e aproveitando para apresentar o time da E Street Band e mostrar outra novidade: a tour 2012 tem&#8230; suingue.<\/p>\n<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/bruce5.jpg\" width=\"450\" height=\"338\" \/><\/p>\n<p>Isso mesmo. Quem estava acostumado com a explos\u00e3o de energia das turn\u00eas anteriores de Bruce Springsteen ir\u00e1 se surpreender como a \u201cWrecking Ball Tour\u201d namora o soul e o blues, e a emocionante jam session de \u201cMy City of Ruins\u201d, em vers\u00e3o arrepiante de quase 13 minutos, tem o poder de transformar um est\u00e1dio com 30 mil pessoas em um pequeno boteco de beira de estrada. \u00c9 tudo enorme demais, mas \u00edntimo, um dos v\u00e1rios grandes momentos da noite.<\/p>\n<param value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/9T7tslPp7hM\" name=\"movie\"\/>\n<param value=\"true\" name=\"allowFullScreen\"\/>\n<param value=\"always\" name=\"allowscriptaccess\"\/>\n<p align=\"center\"><embed src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/9T7tslPp7hM\" width=\"450\" height=\"300\" allowfullscreen=\"true\" allowscriptaccess=\"always\"\/><\/p>\n<p>\u201cSpirit in the Night\u201d, do \u00e1lbum de estreia de Bruce, \u201cGreetings From Asbury Park, N.J.\u201d, de 1973, surge em um arranjo soul de fazer a alma de James Brown sorrir de orelha a orelha. Bruce se joga no palco, se arrasta e vai pra galera. No caminho, o chef\u00e3o pega uma guitarra de papel\u00e3o de algu\u00e9m da frente do palco, brinca de tocar, e olha o pedido do f\u00e3: \u201cDownbound Train\u201d, do \u00e1lbum \u201cBorn in the U.S.A.\u201d (1984), vem na sequencia, trazendo o rock de volta ao Est\u00e1dio Nereo Rocco.<\/p>\n<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/bruce11.jpg\" width=\"450\" height=\"338\" \/><\/p>\n<p>&#8220;Jack of All Trades&#8221;, outra nova, surge em uma vers\u00e3o bonita, que ganha ainda mais for\u00e7a com o discurso de Bruce antes de come\u00e7ar a can\u00e7\u00e3o: \u201cNa Am\u00e9rica, os tempos s\u00e3o muito dif\u00edceis, as pessoas perderam seus empregos, suas casas e h\u00e1 muito pouco trabalho. Sei que voc\u00eas tamb\u00e9m est\u00e3o enfrentando problemas, e houve o terremoto. Esta \u00e9 uma can\u00e7\u00e3o para todos aqueles que lutam\u201d. Na sequencia, \u201cYoungstown\u201d, do subestimado \u201cThe Ghost of Tom Joad\u201d (1995), prova que h\u00e1 muitas p\u00e9rolas escondidas nos \u00e1lbuns de Bruce.<\/p>\n<param value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/HZDJ_ZCN7O4\" name=\"movie\"\/>\n<param value=\"true\" name=\"allowFullScreen\"\/>\n<param value=\"always\" name=\"allowscriptaccess\"\/>\n<p align=\"center\"><embed src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/HZDJ_ZCN7O4\" width=\"450\" height=\"300\" allowfullscreen=\"true\" allowscriptaccess=\"always\"\/><\/p>\n<p>\u201cJohnny 99\u201d \u00e9 outro dos grandes momentos da turn\u00ea atual. Bruce traz o quinteto de metais para a passarela central, entre o pessoal do gargarejo, e a galera fica toda ali improvisando, com o p\u00fablico tocando seus p\u00e9s. Outra de \u201cBorn in the U.S.A.\u201d (\u201cWorking on the Highway\u201d) e outra nova (\u201cShackled and Drawn\u201d) mant\u00e9m a audi\u00eancia aquecida e cantando. Parece que todos na plateia pensam: &#8220;se Bruce, aos 60, consegue, eu tamb\u00e9m consigo&#8221;. E d\u00e1-lhe correria e \u201c\u00f4\u00f4\u00f4\u00f4\u201d .<\/p>\n<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/bruce8.jpg\" width=\"450\" height=\"308\" \/><\/p>\n<p>\u201cWaitin&#8217; on a Sunny Day\u201d, do \u00e1lbum \u201cThe Rising\u201d (2001) e um dos maiores hits de Bruce nos \u00faltimos 15 anos, \u00e9 outro momento grandioso. Bruce vai pra galera, escolhe um moleque e o puxa para o palco (assim como ele havia feito em Roma na turn\u00ea de 2010). O menino sobe sem um dos t\u00eanis (algu\u00e9m passa o par perdido pra Bruce, que segura), pega o microfone e canta gaguejante a letra, convidando na sequencia: \u201cCome on E Street Band\u201d, e a banda obedece. L\u00e1grimas.<\/p>\n<param value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/911E-9uXF0k\" name=\"movie\"\/>\n<param value=\"true\" name=\"allowFullScreen\"\/>\n<param value=\"always\" name=\"allowscriptaccess\"\/>\n<p align=\"center\"><embed src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/911E-9uXF0k\" width=\"450\" height=\"300\" allowfullscreen=\"true\" allowscriptaccess=\"always\"\/><\/p>\n<p>\u201cApollo Medley\u201d \u00e9&#8230; foda, uma declara\u00e7\u00e3o de amor ao soul que hipnotiza e encanta. Na poderosa \u201cThe River\u201d, o p\u00fablico acompanha Bruce cantando a trajet\u00f3ria do rapaz que engravidou a namorada Mary e teve que se casar aos 19 anos. Parecia imposs\u00edvel, mas o p\u00fablico faz ainda mais barulho quando o piano lan\u00e7a as notas de \u201cBecause the Night\u201d, parceria hist\u00f3rica de Bruce com Patti Smith, e o show se encaminha para o final com \u201cThe Rising\u201d, \u201cWe Are Alive\u201d e o hino \u201cThunder Road\u201d, que sozinha valeria o pre\u00e7o do ingresso.<\/p>\n<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/bruce9.jpg\" width=\"450\" height=\"338\" \/><\/p>\n<p>O show termina, mas ningu\u00e9m sai do palco e o bis come\u00e7a com \u201cRosalita (Come Out Tonight)\u201d, emenda os hinos \u201cBorn in the U.S.A.\u201d e \u201cBorn to Run\u201d, traz ainda \u201cBobby Jean\u201d e \u201cHungry Heart\u201d (a mais cantada da noite) e fecha com \u201cSeven Nights to Rock\u201d (cover do Moon Mullican), \u201cDancing in the Dark\u201d (com v\u00e1rios f\u00e3s dan\u00e7ando com integrantes da banda no palco e Bruce dan\u00e7ando com a m\u00e3e de uma f\u00e3) e \u201cTenth Avenue Freeze-Out\u201d. Acabou. Bruce diz \u2018eu te amo\u2019 (em italiano) para a plateia, manda beijos e deixa o palco. O rel\u00f3gio marca 00h40. A ter\u00e7a-feira est\u00e1 apenas come\u00e7ando.<\/p>\n<param value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/kgGS4mSdHUk\" name=\"movie\"\/>\n<param value=\"true\" name=\"allowFullScreen\"\/>\n<param value=\"always\" name=\"allowscriptaccess\"\/>\n<p align=\"center\"><embed src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/kgGS4mSdHUk\" width=\"450\" height=\"300\" allowfullscreen=\"true\" allowscriptaccess=\"always\"\/><\/p>\n<p>No dia seguinte, o jornal italiano Il Piccolo manchetava na primeira p\u00e1gina: \u201cSpringsteen infiamma Trieste: Storico concerto senza confini, il Boss regala musica e emozioni\u201d. Imposs\u00edvel discordar. Por tr\u00eas horas e vinte minutos (semanas depois, Bruce bateria seu recorde tocando por inimagin\u00e1veis tr\u00eas horas e quarenta e oito minutos em Madri), Bruce Springsteen entregou ao p\u00fablico italiano um dos melhores shows do planeta, sen\u00e3o o melhor.<\/p>\n<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/bruce10.jpg\" width=\"450\" height=\"397\" \/><\/p>\n<p>Musicalmente impec\u00e1vel, um show de Bruce Springsteen n\u00e3o \u00e9 bom apenas porque \u00e9 longo (inclusive, h\u00e1 muita banda por ai que n\u00e3o deveria tocar mais que uma hora &#8211; para o nosso bem), mas sim porque Bruce faz valer cada segundo, cada gota de suor que derrama no palco, e n\u00e3o parou no tempo: boa parte do set list \u00e9 de can\u00e7\u00f5es novas, m\u00fasicas recentes que o p\u00fablico transforma em novos hinos numa rela\u00e7\u00e3o apaixonada rara na m\u00fasica pop: Bruce \u00e9 amado por seu p\u00fablico, e o ama na mesma intensidade. Vale a pena assistir essa hist\u00f3ria de amor ao vivo.<\/p>\n<param value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/Uy9Aqps4UNc\" name=\"movie\"\/>\n<param value=\"true\" name=\"allowFullScreen\"\/>\n<param value=\"always\" name=\"allowscriptaccess\"\/>\n<p align=\"center\"><embed src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/Uy9Aqps4UNc\" width=\"450\" height=\"300\" allowfullscreen=\"true\" allowscriptaccess=\"always\"\/><\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; Tr\u00eas horas de Bruce Springsteen em Roma (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2009\/07\/20\/tres-horas-de-bruce-springsteen-em-roma-2\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; As diferen\u00e7as de &#8220;Because The Night&#8221; (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2012\/06\/19\/as-diferencas-de-because-the-night\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Hist\u00f3rias de Bruce Springsteen no SXSW (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2012\/03\/15\/historias-de-bruce-springsteen-no-swsw\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; F\u00e9 em Bruce Springsteen (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2011\/09\/02\/sob-o-cel-2\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Bruce em Madri, o show mais longo, por Rodrigo James (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2011\/09\/02\/sob-o-cel-2\/\" target=\"_blank\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Texto e fotos por Marcelo Costa O Est\u00e1dio Nereo Rocco, em Trieste, era a casa do Unione Sportiva Triestina Calcio, time que lutou muito para fazer parte da elite do futebol italiano, mas naufragou este ano caindo para a Lega Pro Seconda Divisione (quarta divis\u00e3o do futebol profissional da It\u00e1lia) no mesmo momento em que [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[46],"tags":[223],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6565"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6565"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6565\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16824,"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6565\/revisions\/16824"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6565"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6565"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6565"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}