{"id":6340,"date":"2012-05-29T19:06:01","date_gmt":"2012-05-29T22:06:01","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2012\/05\/29\/londres-little-venice-camden-town-e-big-star\/"},"modified":"2012-05-29T19:54:09","modified_gmt":"2012-05-29T22:54:09","slug":"londres-little-venice-camden-town-e-big-star","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/2012\/05\/29\/londres-little-venice-camden-town-e-big-star\/","title":{"rendered":"Londres: Little Venice, Camden e Big Star"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/05\/little1.jpg\" alt=\"little1.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><em>texto e fotos por Marcelo Costa<\/em><\/p>\n<p>Novo dia de sol em Londres. E sol forte. A boa pedida do dia: um passeio de barco de cerca de 50 minutos pelo Regent\u2019s Canal, que liga o Maida Vale a Camden Town. Sua constru\u00e7\u00e3o foi iniciada em 1812, e o canal ainda mant\u00e9m todo o charme em um trajeto nost\u00e1lgico e bonito que passa na porta do Zool\u00f3gico de Londres e segue at\u00e9 Camden Lock, cora\u00e7\u00e3o de Camden Town numa paisagem que no in\u00edcio \u00e9 povoada por barcos casa e, depois, por pequenos pr\u00e9dios de dois andares com ancoradouros no quintal.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/05\/little2.jpg\" alt=\"little2.jpg\" \/><\/p>\n<p>O ponto inicial do passeio \u00e9 em Little Venice, jun\u00e7\u00e3o da Maida Avenue com o Warwick Crescent e Blomfield Road, em um pequeno lago. O metr\u00f4 mais perto \u00e9 o Warwick Avenue?, da Bakerloo Line e o passeio custa 7 pounds (10,50m ida e volta), e vale bem a pena. Quero fazer esse passeio de novo, mas desta vez n\u00e3o de barco, mas sim caminhando ao lado do canal, numa passarela que o acompanha at\u00e9 seu final em Camden Lock (v\u00e1rias pessoas fazem o trajeto a p\u00e9 ou mesmo de bicicleta).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/05\/little3.jpg\" alt=\"little3.jpg\" \/><\/p>\n<p>Descemos em uma Camden Lock muvucada de domingo debaixo de um sol de queimar brasileiro que acha que pode tudo. Uma passadinha r\u00e1pida em uma loja de CDs (com alguns piratas sensacionais) e depois uma esticada ao pub The Lock Tavern (esse\u00a0<a href=\"http:\/\/www.lock-tavern.com\/\" target=\"_blank\">aqui<\/a>), para provar a boa ale Pure Ubu e um dos pratos tradicionais de domingo para a fam\u00edlia inglesa: frango, batata e mais algumas coisas que voc\u00ea pode ver na foto abaixo. Depois disso, mais uma passada em uma loja de CDs e vinis, a excelente Music and Video Exchange.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/05\/little5.jpg\" alt=\"little5.jpg\" \/><\/p>\n<p>A MVE tem diversas filiais pelo Reino Unido (s\u00f3 em Londres devem ser umas 10 lojas) e trabalha com material usado, ou promocional, que eles colocam em suas prateleiras com pre\u00e7o muito mais em conta que o das megas HMV e Fopp. Claro, tem coisas caras como a primeira edi\u00e7\u00e3o do primeiro disco dos Rolling Stones, que estava saindo pela bagatela de 350 libras (cerca de R$ 1.100), ou a primeira tiragem de \u201cDark Side of The Moon\u201d, do Pink Floyd, que estava um pouco mais em conta: 265 pounds (R$ 830 em um vinil).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/05\/little4.jpg\" alt=\"little4.jpg\" \/><\/p>\n<p>Mas se voc\u00ea quiser pechincha, tem para todos os gostos. Por exemplo, uma promo\u00e7\u00e3o que pode ser encontrada n\u00e3o s\u00f3 na MVE, mas em v\u00e1rias outras lojas de usados: eles embalam um certa quantidade de CDs e\/ou vinis e colocando um pre\u00e7o no lote (e voc\u00ea tem que comprar sem saber o que h\u00e1 dentro). Algo como 60 vinis = 2 pounds \/ ou 120 CDs por 10 pounds (lembre-se: caixa fechada por sua conta e risco). N\u00e3o arrisquei, muito porque isso tudo pesa e tenho mais sei l\u00e1 quantos dias de viagem pela frente. E segundo porque iria ser um temp\u00e3o olhando tudo e pensando no que fazer com aqueles que n\u00e3o passaram no crivo pessoal.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/05\/little6.jpg\" alt=\"little6.jpg\" \/><\/p>\n<p>Depois at\u00e9 passei na HMV, e pela primeira vez deixei a loja sem um \u00fanico item que fosse. J\u00e1 na Fopp de Covent Garden n\u00e3o teve como escapar: dois vinis (Ben Kweller e M Ward, ambos por 16 pounds e com o CD de b\u00f4nus acompanhando o disco) mais alguns CDs (13th Floor Elevators, Regina Spektor e um antigo do Black Keys). A noite, fechando um dia corrido, show do Big Star (sem Alex Chilton, \u00f3bvio, mas com v\u00e1rios convidados ilustres) no Barbican Center (local em que o Mutates gravou seu disco ao vivo de retorno).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/05\/little7.jpg\" alt=\"little7.jpg\" \/><\/p>\n<p>O show foi bonito, mas excessivamente reverencial, como se ningu\u00e9m no palco ousasse encarar a alma de Alex Chilton. Dos convidados, bons momentos com Norman Blake, Mike Mills, Alexis Taylor, Jon Auer e Ira Kaplan (Brendan Benson deu cano), mas quem sacudiu mesmo o teatro foi Ray Davies, que surgiu para cantar a sua \u201cTill The End Of The Day\u201d, que Alex Chilton e compania gravaram nas sess\u00f5es do terceiro disco, \u201cThird \/ Sisters Lovers\u201d (j\u00e1 falamos do \u00e1lbum\u00a0<a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/secoes\/bigstar.html\" target=\"_blank\">aqui<\/a>).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/05\/little9.jpg\" alt=\"little9.jpg\" \/><\/p>\n<p>Tudo lindo, tudo bonito, at\u00e9 a hora de pegar o metr\u00f4 e descobrir que a sacola com os CDs e um acess\u00f3rio da Apple Store para um amigo ficou em alguma das baldea\u00e7\u00f5es. J\u00e1 escrevi para o \u201cAchados e Perdidos\u201d do metr\u00f4, mas acho dif\u00edcil aparecer. No entanto, escrevi e eles respondem em 21 dias (segundo o email que me enviaram). Esquecimento: coisas de muita cerveja misturada a noites mal dormidas e cansa\u00e7o de viagem. E olha que estou no come\u00e7o da minha tour&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/05\/little11.jpg\" alt=\"little11.jpg\" \/><\/p>\n<p>Eu at\u00e9 queria escrever mais! Detalhar o passeio de barco, que \u00e9 bem legal, falar mais do show truqueiro mas com cora\u00e7\u00e3o do Big Star, do bar Canela, que fica em Covent Garden e oferece comida brasileira (coxinha, feijoada, pastel de nata) e falar do maravilhoso Beef Carbonnade que comi no meu pub preferido de Londres, o Belgo (olha a descri\u00e7\u00e3o: &#8220;48 hour slow cooked beef, marinated in sweet Gueuze beer with Bramley apples and plums. Served with a choice of Stoemp mash or frites&#8221; -&gt; mais\u00a0<a href=\"http:\/\/www.belgo-restaurants.co.uk\/\" target=\"_blank\">aqui<\/a>). Mas o cansa\u00e7o bateu. Bora dormir&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/05\/little10.jpg\" alt=\"little10.jpg\" \/><\/p>\n<p>Melhor n\u00e3o brincar: nessa quarta come\u00e7a o Primavera Sound em Barcelona&#8230; bora descansar =)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>texto e fotos por Marcelo Costa Novo dia de sol em Londres. E sol forte. A boa pedida do dia: um passeio de barco de cerca de 50 minutos pelo Regent\u2019s Canal, que liga o Maida Vale a Camden Town. 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