{"id":4693,"date":"2011-07-18T09:41:05","date_gmt":"2011-07-18T12:41:05","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2011\/07\/18\/fib-2011-dia-4\/"},"modified":"2016-07-18T08:29:55","modified_gmt":"2016-07-18T11:29:55","slug":"fib-2011-dia-4","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/2011\/07\/18\/fib-2011-dia-4\/","title":{"rendered":"FIB 2011, Dia 4"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/fib31.jpg\" alt=\"fib31.jpg\" \/><\/p>\n<p> Se a escala\u00e7\u00e3o dos palcos secund\u00e1rios n\u00e3o ajudava nada no quarto e \u00faltimo dia do FIB 2011, o palco principal tornaria-se respons\u00e1vel por dois shows sensacionais. Respeitando o desgaste dos dias anteriores e dedicando-se a dobradinha de destaque do palco principal, a noite do \u00faltimo dia do badalado Festival de Benicassim come\u00e7ou de verdade apenas \u00e0s 23h do domingo quando Betty Gibbons adentrou o palco com o Portishead.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/fib32.jpg\" alt=\"fib32.jpg\" \/><\/p>\n<p>A primeira coisa ouvida do palco foi a frase em portugu\u00eas que abre \u201cSilence\u201d, primeiro tema do terceiro disco do Portishead. O blues eletr\u00f4nico sofrido do grupo de Bristol comandando pela voz inacredit\u00e1vel de Beth Gibbons ninou a alma de milhares de espectadores. Os hits foram vindo, um a um, gelando a espinha. \u201cMysterons\u201d, \u201cOver\u201d, \u201cSour Times\u201d, \u201cCowboys\u201d e o hino \u201cGlory Box\u201d mostraram um contraponto depressivo para a alegria do Primal Scream na terceira noite.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/fib33.jpg\" alt=\"fib33.jpg\" \/><\/p>\n<p>Se a voz e a postura t\u00edmida de Beth Gibbons s\u00e3o o destaque \u00f3bvio do show (ela agora at\u00e9 brinca com a persona amea\u00e7ando pegar o microfone nos intervalos para falar algo ao p\u00fablico, mas sempre se esquivando \u2013 no fim do show, surpresa: ela desceu at\u00e9 o fosso para ser tocada pela audi\u00eancia), o instrumental \u00e9 dilacerante com Geoff Barrow arrasando nos scratchs e Adrian Utley perfeito nas guitarras e teclados. Vale destacar tamb\u00e9m o bel\u00edssimo trabalho de imagens via tel\u00e3o, que consegue deixar ainda melhor um show perfeito.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/fib34.jpg\" alt=\"fib34.jpg\" \/><\/p>\n<p>Para fechar a tampa de um dos melhores festivais de 2011, a melhor banda da atualidade sobre um palco. E o Arcade Fire n\u00e3o decepcionou e fez aquele show ca\u00f3tico que parece melhorar ainda mais a cada apresenta\u00e7\u00e3o (e esta, segundo Win Butler, foi a \u00faltima da tour \u201cThe Suburbs\u201d na Europa). Seja em Chicago, seja no Coachella, seja em Benicassim, a entrega e a felicidade expressa no rosto de cada integrante do grupo impressionam.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/fib35.jpg\" alt=\"fib35.jpg\" \/><\/p>\n<p> No FIB, a banda mudou ligeiramente a ordem do set list deixando a esporrenta \u201cMonth of May\u201d para o meio e abrindo com cinco can\u00e7\u00f5es para deixar f\u00e3 sem respirar: \u201cReady to Start\u201d, \u201cKeep the Car Running\u201d, \u201cNeighborhood 2 (Laika)\u201d, \u201cNo Cars Go\u201d e \u201cHa\u00efti\u201d. Aparentemente, R\u00e9gine assumiu a bateria principal em um grupo maior de can\u00e7\u00f5es, mas o destaque da noite foi o normalmente ensandecido William, que escalou a estrutura do palco durante \u201cRebellion (Lies)\u201d para tocar seu bumbo metros acima da banda. \u201cWake Up\u201d, no bis, novamente lembrou uma missa com todos os f\u00e3s fi\u00e9is erguendo as m\u00e3os ao alto e gritando como se isso fosse a \u00faltima coisa a fazer. Que show.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/fib36.jpg\" alt=\"fib36.jpg\" \/><\/p>\n<p>O FIB 2011 encerrou sua 17\u00aa edi\u00e7\u00e3o com a impressionante marca de 200 mil pessoas (m\u00e9dia de 50 mil por dia). Os brit\u00e2nicos invadiram a est\u00e2ncia tur\u00edstica, mas mesmo com o grande n\u00famero de pessoas foi poss\u00edvel assistir a todas as apresenta\u00e7\u00f5es com sossego, comer e beber o que quisesse sem enfrentar longas filas e entrar e sair do festival (inclusive deixando o carro em um estacionamento) sem maiores problemas. Um exemplo de como ganhar dinheiro respeitando os direitos do p\u00fablico. Os ingressos para o ano que vem j\u00e1 est\u00e3o \u00e0 venda, mas primeiro \u00e9 melhor cuidar dos joelhos&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/fib30.jpg\" alt=\"fib30.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\">\u00a0 &#8211; Fotos: Marcelo Costa <a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/maccosta\" target=\"_blank\">http:\/\/www.flickr.com\/photos\/maccosta<\/a><br \/>\n&#8211; Destaques dos quatro dias do FIB 2011, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/tag\/fib2011\">aqui<\/a>)<a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/maccosta\" target=\"_blank\"><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se a escala\u00e7\u00e3o dos palcos secund\u00e1rios n\u00e3o ajudava nada no quarto e \u00faltimo dia do FIB 2011, o palco principal tornaria-se respons\u00e1vel por dois shows sensacionais. 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