{"id":3484,"date":"2010-10-13T08:46:41","date_gmt":"2010-10-13T11:46:41","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2010\/10\/13\/eu-acampei-no-swu-por-elson-barbosa\/"},"modified":"2010-10-13T08:54:28","modified_gmt":"2010-10-13T11:54:28","slug":"eu-acampei-no-swu-por-elson-barbosa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/2010\/10\/13\/eu-acampei-no-swu-por-elson-barbosa\/","title":{"rendered":"&#8220;Eu acampei no SWU&#8221;, por Elson Barbosa"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2010\/10\/camping_divulgacao.jpg\" alt=\"camping_divulgacao.jpg\" \/><br \/>\n<em>Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n<p>\u00c0 convite do Scream &amp; Yell, Elson Barbosa (<a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.herodlayne.com\/\">Herod Layne<\/a>, <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/sinewave.com.br\/\">Sinewave<\/a>) conta como foi o camping no primeiro SWU. Divirta-se:<\/p>\n<p><em>&#8220;Acampamento, como se sabe, \u00e9 para aventureiros. Gente que se disp\u00f5e a dormir mal, comer mal, se sujeitar a diversos tipos de priva\u00e7\u00f5es. Mas at\u00e9 a\u00ed megafestival tamb\u00e9m \u00e9, e a quantidade de perrengues em um pode ser t\u00e3o grande quanto no outro. Quando recebi a liga\u00e7\u00e3o de um grande amigo me chamando para o camping do SWU, a primeira rea\u00e7\u00e3o foi o proverbial &#8220;n\u00e3o tenho mais idade pra isso&#8221;. Mas tem aquele lance que idade \u00e9 estado de esp\u00edrito, etc, e certamente n\u00e3o seria pior do que um m\u00fasico enfrenta durante uma turn\u00ea. Topei.<\/em><\/p>\n<p><em>O camping do SWU at\u00e9 teve seus problemas. Mas estes n\u00e3o foram nada perto do caos que muita gente enfrentou nas sa\u00eddas dos shows. No geral est\u00e1vamos em um ambiente t\u00e3o legal (e offline) que n\u00e3o sab\u00edamos de problema nenhum acontecendo no mundo al\u00e9m das catracas.<\/em><\/p>\n<p><em>Passamos por um primeiro perrengue na entrada, quando levamos quatro horas para conseguir acesso para a \u00e1rea de camping devido \u00e0 falta de informa\u00e7\u00e3o do evento. Informa\u00e7\u00e3o \u00e9 primordial em qualquer tipo de processo. Alguns avisos espalhados pela \u00e1rea teriam um custo quase zero e evitariam uma situa\u00e7\u00e3o que custou quatro horas de centenas de pessoas. Mas ok, esse tipo de problema n\u00e3o \u00e9 exclusividade do SWU e muito menos do Brasil &#8211; j\u00e1 passei por problemas bem maiores em festivais em outros pa\u00edses. Faz parte. Chegamos na \u00e1rea de camping, montamos a barraca, e partimos para o festival, j\u00e1 com v\u00e1rios bons shows perdidos.<\/em><\/p>\n<p><em>Vale descrever a \u00e1rea de camping. Oficialmente um kart\u00f3dromo, ficava ao lado de uma \u00e1rea de lazer e pescaria. A \u00e1rea de lazer, aberta 24h, tinha diversas lanchonetes, um restaurante, lojinhas, banheiros. A comida por l\u00e1 era melhor, mais variada e mais barata que na arena de shows. Fazendo um bom planejamento de hor\u00e1rios, era poss\u00edvel ir para o restaurante durante um show mais concorrido e comer sem enfrentar fila nenhuma. A \u00e1rea de pescaria, com seus diversos lagos artificiais, dava um ar bastante buc\u00f3lico para o lugar. Ambiente perfeito para uma brisa longe da arena de shows.<\/em><\/p>\n<p><em>Durante o dia, mais um perrengue, talvez o mais problem\u00e1tico. Cada pessoa tinha direito a quatro banhos controlados de sete minutos, em hor\u00e1rios espec\u00edficos. Os chuveiros foram muito mal projetados pela organiza\u00e7\u00e3o &#8211; havia vinte para homens e dez para mulheres. Isso num camping para milhares de pessoas. A fila era de em m\u00e9dia duas horas, embaixo de um sol escaldante (ou, para quem se aventurasse a tomar banho de madrugada, embaixo de um frio congelante). Houve v\u00e1rias reclama\u00e7\u00f5es, e at\u00e9 um princ\u00edpio de tumulto na fila das mulheres, que passava das duas horas de espera. E eis um ponto positivo para a organiza\u00e7\u00e3o &#8211; as reclama\u00e7\u00f5es eram ouvidas. No dia seguinte ao tumulto, aumentaram o hor\u00e1rio para banhos, e puseram v\u00e1rias pessoas do staff para divulgar a informa\u00e7\u00e3o. Apesar das filas grandes, est\u00e1vamos sendo bem tratados.<\/em><\/p>\n<p><em>A noite no camping, depois dos shows, era bem tranquila, segura e policiada. N\u00e3o soube de nenhum problema de roubo ou viol\u00eancia por l\u00e1. Pelo contr\u00e1rio &#8211; a boa vibe aproximava pessoas que nem se conheciam. Em uma sala com tomadas el\u00e9tricas para carregar celulares era comum formar rodas de grandes amigos que acabavam de se conhecer. Um festival n\u00e3o \u00e9 formado s\u00f3 de bons shows afinal. O camping ali era parte da festa.&#8221;<\/em><\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; &#8220;Tr\u00eas dias de shows e pol\u00eamicas em Itu&#8221;, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2010\/10\/13\/tres-dias-de-swu-no-interior-de-sp\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Divulga\u00e7\u00e3o \u00c0 convite do Scream &amp; Yell, Elson Barbosa (Herod Layne, Sinewave) conta como foi o camping no primeiro SWU. Divirta-se: &#8220;Acampamento, como se sabe, \u00e9 para aventureiros. Gente que se disp\u00f5e a dormir mal, comer mal, se sujeitar a diversos tipos de priva\u00e7\u00f5es. 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