{"id":2846,"date":"2010-05-22T05:23:35","date_gmt":"2010-05-22T08:23:35","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2010\/05\/22\/e-no-setimo-dia-apareceu-o-arroz\/"},"modified":"2010-07-03T18:07:14","modified_gmt":"2010-07-03T21:07:14","slug":"e-no-setimo-dia-apareceu-o-arroz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/2010\/05\/22\/e-no-setimo-dia-apareceu-o-arroz\/","title":{"rendered":"E no s\u00e9timo dia apareceu o arroz&#8230;"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\"><a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/maccosta\/4627224141\/\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2010\/05\/gyor.jpg\" alt=\"gyor.jpg\" \/><\/a><\/p>\n<p>A passagem que compramos de Viena para Budapeste tinha parada em uma cidadezinha da Hungria, antes de chegar na capital. Perguntamos no setor de informa\u00e7\u00f5es da esta\u00e7\u00e3o em Viena, e nos avisaram que seria ok descer l\u00e1, mas t\u00ednhamos que seguir no mesmo dia, sen\u00e3o perder\u00edamos a passagem. E foi assim que acabamos passando algumas horas em Gy\u00f6r, uma cidade de 130 mil habitantes muito mais h\u00fangara que Budapeste.<\/p>\n<p>Nada contra Budapeste, por favor, mas qualquer grande capital cosmopolita traz no sangue de seu povo a personalidade do pa\u00eds, mas \u00e9 no interior que voc\u00ea percebe com mais facilidade o semblante de uma na\u00e7\u00e3o. Em Gy\u00f6r, caminhamos por ruelas antigas, visitamos uma igreja que guarda um retrato de uma Maria que chorou sangue por tr\u00eas horas em um St. Patricks Day, 300 anos atr\u00e1s, e n\u00e3o entendemos patavina do magyar, a l\u00edngua h\u00fangara, mas valeu a pena a parada.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/maccosta\/4627224141\/\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2010\/05\/buda1.jpg\" alt=\"buda1.jpg\" \/><\/a><\/p>\n<p>Chegamos em Budapeste com o sol marcando presen\u00e7a, e a cidade at\u00e9 sorriu para n\u00f3s. Para voc\u00ea ter uma id\u00e9ia, chegamos aqui j\u00e1 pensando em Praga, procurando uma maneira de ir para a Rep\u00fablica Tcheca o quanto antes poss\u00edvel. Por\u00e9m, o sol animou a cidade (ao contr\u00e1rio da semana passada, em que na chuva n\u00e3o se encontrava viva alma na rua), e Budapeste ficou muito mais agrad\u00e1vel, tanto que decidimos sair para provar pratos da culin\u00e1ria h\u00fangara.<\/p>\n<p>Escolhemos (via indica\u00e7\u00e3o do nosso guia \u201cO Viajante Independente\u201d) o Fat\u00e2l, um restaurante de comida local na principal rua de com\u00e9rcio da cidade, a Vaci, n\u00famero 67. Lili escolheu um V\u00f6r\u00f6sboros Marhap\u00f6rk\u00f6lt\u00a0 (ou beef gulyas: esse <a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/maccosta\/4627226193\/\" target=\"_blank\">aqui<\/a>) enquanto fui de H\u00e1tszin F\u00fcszervajjal (ou, simplesmente, steak com ervas: esse <a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/maccosta\/4627226313\/\" target=\"_blank\">aqui<\/a>). Pela primeira vez em uma semana vimos arroz em um prato, o meu, j\u00e1 que no da Lili era macarr\u00e3o h\u00fangaro (muita batata) com algo que n\u00f3s conhecemos como strognoff. Lili aprovou, mas um prato dela serviria n\u00f3s dois, f\u00e1cil.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/lilianecallegari\/4628250523\/\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2010\/05\/buda2.jpg\" alt=\"buda2.jpg\" \/><\/a><\/p>\n<p>J\u00e1 o meu prato era uma beleza. Tenho certeza que Tiago Agostini, Rodrigo Levino e o Argentino, meus companheiros de Degas, na Pomp\u00e9ia, iriam se deliciar com o peda\u00e7o caprichado de bife. Perceba na foto (<a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/maccosta\/4627226313\/in\/set-72157624069825296\/\" target=\"_blank\">aqui<\/a>) o cubo de manteiga com ervas arom\u00e1ticas, que confere ao prato um sabor especial. O bife (mal-passado) vem sobre uma por\u00e7\u00e3o de batatas coradas e rodeado por legumes al\u00e9m de duas por\u00e7\u00f5es de arroz branco. Lindo de ver, uma delicia de comer.<\/p>\n<p>Para acompanhar, a 12\u00aa cerveja da viagem. Antes dela, por\u00e9m, com m\u00e9ritos, a 11\u00aa, uma deliciosa draught beer h\u00fangara chamada Soproni Fekete Demon, uma delicia escura que peguei na esta\u00e7\u00e3o de trem em Gy\u00f6r, e vim bebendo no trem. No Fat\u00e2l, a cerveja do jantar foi a tradicional\u00edssima Pilsner Urquell, diretamente da cidade de Pilsen. Lili matou a charada no primeiro gole: \u201cLembra as brasileiras\u201d. Boa para acompanhar o prato e, quem sabe, para um porre. Sa\u00edmos felizes para caminhar e fotografar Budapeste \u00e0 noite.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/maccosta\/4627227177\/\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2010\/05\/buda3.jpg\" alt=\"buda3.jpg\" \/><\/a><\/p>\n<p>Animados pelo sol vamos tentar aproveitar bem o s\u00e1bado. Vamos para Buda logo de manh\u00e3, e a noite queremos conferir outro restaurante citado pelo guia. Nosso plano \u00e9 partir para Praga \u00e0s 5 da manh\u00e3 do domingo, chegar l\u00e1 por volta do meio dia, e ainda aproveitar um pouco da cidade com as dicas que temos do Carlos, da Luana e do Felipe. J\u00e1 sabemos que n\u00e3o vamos conseguir ver e fazer tudo, mas relaxamos: a id\u00e9ia \u00e9 se divertir enquanto temos tempos. Um dia a gente volta com calma (nem chegamos e j\u00e1 estamos pensando em voltar).<\/p>\n<p>Antes disso, por\u00e9m, temos um dia de sol em Budapeste \\o\/<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>Fotos da viagem:<\/strong><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/maccosta\/\" target=\"_blank\">http:\/\/www.flickr.com\/photos\/maccosta\/<\/a><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/lilianecallegari\/\" target=\"_blank\">http:\/\/www.flickr.com\/photos\/lilianecallegari\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A passagem que compramos de Viena para Budapeste tinha parada em uma cidadezinha da Hungria, antes de chegar na capital. Perguntamos no setor de informa\u00e7\u00f5es da esta\u00e7\u00e3o em Viena, e nos avisaram que seria ok descer l\u00e1, mas t\u00ednhamos que seguir no mesmo dia, sen\u00e3o perder\u00edamos a passagem. 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