{"id":16021,"date":"2007-11-11T16:52:43","date_gmt":"2007-11-11T19:52:43","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/?p=16021"},"modified":"2018-01-20T16:57:33","modified_gmt":"2018-01-20T19:57:33","slug":"css-devo-e-rapture-no-planeta-terra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/2007\/11\/11\/css-devo-e-rapture-no-planeta-terra\/","title":{"rendered":"CSS, Devo e Rapture no Planeta Terra"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-16024 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/devo_terra_grande.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"465\" srcset=\"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/devo_terra_grande.jpg 450w, https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/devo_terra_grande-290x300.jpg 290w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/p>\n<p>Ap\u00f3s o fiasco da edi\u00e7\u00e3o paulista do Tim Festival na Arena Skol duas semanas antes, a expectativa de assistir a um festival realizado em um local in\u00f3spito sem hist\u00f3rico de shows n\u00e3o era das melhores. Uma reportagem da Folha de S\u00e3o Paulo, na manh\u00e3 de s\u00e1bado, alertava: \u201cFestival ocupa galp\u00f5es e espera chuva, (\u2026) e se chover a situa\u00e7\u00e3o pode ficar prec\u00e1ria\u201d. Apesar de toda uruca, o Planeta Terra 2007 deve fechar o ano como o festival que colocou o badalado Tim no chinelo (em 2005 foi o Claro Rock; em 2006 o Nokia Trends).<\/p>\n<p>De f\u00e1cil acesso, a Villa de Galp\u00f5es do Morumbi (na verdade, um decadente conjunto industrial que abrigou durante anos uma f\u00e1brica de pl\u00e1sticos) foi adaptada para o festival de forma exemplar. A produ\u00e7\u00e3o n\u00e3o procurou esconder a decad\u00eancia do local (e vamos combinar: isso casa perfeitamente com o rock e a m\u00fasica pop), e tratou de usar este fator a seu favor sem, de maneira alguma, desrespeitar o p\u00fablico. Tudo aquilo que o p\u00fablico reclamou do Tim Festival duas semanas atr\u00e1s aqui estava praticamente perfeito.<\/p>\n<p>Da limpeza (uma equipe passou o festival todo recolhendo o lixo produzido pelas mais de 15 mil pessoas) passando pela alimenta\u00e7\u00e3o (al\u00e9m de uma pra\u00e7a muito bem armada com v\u00e1rias op\u00e7\u00f5es, o festival tinha v\u00e1rios caixas, v\u00e1rios pontos para comprar cerveja, e ainda carrinhos de sorvete Rochinha, de pipoca e algod\u00e3o doce feitos na hora), pelo respeito aos hor\u00e1rios dos shows (Lily Allen come\u00e7ou com dois minutos de atraso; CSS entrou no palco tr\u00eas minutos antes do previsto) e pelos pre\u00e7os corretos (um refrigerante ou garrafa de \u00e1gua R$ 2 contra R$ 5 no Tim), o Planeta Terra exibiu em sua primeira edi\u00e7\u00e3o uma produ\u00e7\u00e3o cuidadosa que merece elogios.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, ningu\u00e9m vai a um festival para comer algod\u00e3o doce e tomar sorvetes Rochinha. As facilidades propostas pela organiza\u00e7\u00e3o do evento merecem aplausos, mas um festival se faz de boa m\u00fasica, e \u00e9 nesse ponto que o Planeta Terra deixou um pouco a desejar. O line-up mediano que juntava uma inglesinha metida a besta (a fofa Lily Allen), um dinossauro da new wave (os tiozinhos do excelente Devo), uma banda brasileira famosa na gringa (os \u00f3timos CSS) e um dos melhores nomes da nova cena nova-iorquina (o Rapture, que j\u00e1 tinha feito um show contagiante no Brasil em 2003) n\u00e3o prometia shows antol\u00f3gicos, mas apenas entretenimento enquanto se saboreia um bom sorvete de palito.<\/p>\n<p>Um dos fatores interessantes de se assistir a um festival bem estruturado \u00e9 que n\u00e3o h\u00e1 tempo para descanso: enquanto voc\u00ea perde tempo esticando as pernas algum bom show est\u00e1 come\u00e7ando em uma das tendas, e n\u00e3o d\u00e1 para ficar olhando estrelas. Assim, ali pelas duas da manh\u00e3 j\u00e1 estava dif\u00edcil n\u00e3o pensar nos joelhos castigados. Foi um alivio quando o vocalista do Kasabian (s\u00f3 no Brasil para uma banda de terceiro escal\u00e3o se tornar headliner de festival; chega a ser uma afronta ao Pato Fu, que tem muito mais hits e personalidade que o grupo brit\u00e2nico) gritou pela \u00faltima vez \u201cS\u00e3oooo Paooolo\u201d.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-16029 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/patofu_terra.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"323\" srcset=\"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/patofu_terra.jpg 450w, https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/patofu_terra-300x215.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/p>\n<p>Os port\u00f5es se abriam \u00e0s 17h. O \u00faltimo show iria acabar \u00e0s 2h e tanto. Tantas horas em p\u00e9 andando de um lado para o outro n\u00e3o s\u00e3o uma das tarefas mais f\u00e1ceis, por isso acabei cabulando os shows de Supercordas (que trouxe Tat\u00e1 \u201cJumbo Elektro\u201d Aeroplano como integrante especial) e Lucy and The Popsonics. No momento que pisei o Main Stage, o Pato Fu iniciava sua apresenta\u00e7\u00e3o com \u201cMam\u00e3 Pap\u00e1\u201d, do excelente disco novo, \u201cDaqui Pro Futuro\u201d. O show, mais curto que o usual, foi repleto de declara\u00e7\u00f5es de amor de Fernanda Takai e John Ulhoa ao Devo. \u201cVoc\u00eas n\u00e3o sabem o que \u00e9 passar metade da vida com uma camiseta escrita Devo no peito e estar aqui agora\u201d, contou um emocionando John. O show valeu pelo resgate de \u201cGol de Quem?\u201d, faixa t\u00edtulo do segundo \u00e1lbum dos mineiros pouco executada ao vivo.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-16028 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/tokiopoliceclub_terra.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"323\" srcset=\"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/tokiopoliceclub_terra.jpg 450w, https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/tokiopoliceclub_terra-300x215.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/p>\n<p>Tokio Police Club (foto maior) e Datarock (fotos menores) fizeram um barulho dos diabos no palco Indie do festival. Apesar do som embolado, o Tokio Police Club soou interessante, mas o m\u00e1ximo que se pode dizer da apresenta\u00e7\u00e3o \u00e9 que foi correta. Fresquinho que \u00e9 no cen\u00e1rio pop, o Tokio Police Club podia fazer uma noite antol\u00f3gica na Funhouse, n\u2019a Obra, no Teatro Odiss\u00e9ia ou no 92 Graus. Num festival eles s\u00e3o apenas um passatempo barulhento, o que n\u00e3o deixa de ser ok. J\u00e1 o Datarock pareceu mais bem encorpado e mais pesado que nos MP3 que circulam por ai. N\u00e3o vale a compara\u00e7\u00e3o \u2013 na brincadeira \u2013 com o Sepultura perpretada pelo vocalista, mas \u00e9 uma boa divers\u00e3o.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-16025 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/lilyallen_terra.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"323\" srcset=\"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/lilyallen_terra.jpg 450w, https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/lilyallen_terra-300x215.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/p>\n<p>Lily Allen \u00e9 baixinha, mas invocada. Despeja palavr\u00f5es em um microfone verde-lim\u00e3o enquanto bebe no gargalo para comemorar o \u00faltimo show da turn\u00ea do platinado \u00e1lbum \u201cAlright, Still\u201d \u2013 e b\u00eabada acaba esquecendo as letras de suas pr\u00f3prias can\u00e7\u00f5es. Desfila no palco com um bonito vestido azul enquanto sarreia o tamanho do p\u00eanis de um ex-namorado em uma can\u00e7\u00e3o e reclama da microfonia que insiste em marcar presen\u00e7a na apresenta\u00e7\u00e3o. A banda afiada d\u00e1 um sotaque ska para o som (que at\u00e9 cover do Speciais teve), mas o show \u00e9 morno, quase frio. Se mesmo a fof\u00edssima vers\u00e3o de \u201cEverbody\u2019s Changing\u201d, do Keane (presente no \u00e1lbum \u201cThe Saturday Sessions: Dermot O\u2019Leary Show\u201d) soou deslocada imagine \u201cHeart of Glass\u201d do Blondie. Boa ressaca, my dear.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-16022 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/css_terra.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"323\" srcset=\"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/css_terra.jpg 450w, https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/css_terra-300x215.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/p>\n<p>O retorno do Cansei de Ser Sexy para S\u00e3o Paulo n\u00e3o poderia ter sido melhor. Ap\u00f3s ter tocado em palcos de todos os cantos do mundo, o grupo mostrou em S\u00e3o Paulo uma unidade e uma maturidade que devem ter assustado aos detratores. \u00c9 gratificante ver que a badala\u00e7\u00e3o da imprensa brit\u00e2nica \u2013 tanto de m\u00fasica quanto de moda \u2013 n\u00e3o afetou em nada o excelente desempenho de Lovefoxxx. Ela continua rolando no palco, pedindo alegria para o p\u00fablico e fazendo as mesmas tiradas sem gra\u00e7a do in\u00edcio da banda (desta vez foi uma brincadeira com a Xuxa). O repert\u00f3rio \u2013 com exce\u00e7\u00e3o da in\u00e9dita \u201cThe Beautiful Song\u201d e da cover do L7, \u201cPretend We\u2019re Dead\u201d \u2013 n\u00e3o trouxe novidades, mas can\u00e7\u00f5es como \u201cAlcohol\u201d, \u201cOff The Hook\u201d, \u201cAlala\u201d e \u201cMetting Paris Hilton\u201d ainda valem um show. Na perfeita \u201cMusic Is My Hot Hot Sex\u201d (com Adriano Cintra na guitarra), Lovefoxxx engrossou a voz e trocou a frase\u00a0<em>\u201co que eu gosto n\u00e3o \u00e9 farsa\u201d<\/em>\u00a0por\u00a0<em>\u201co que eu fa\u00e7o n\u00e3o \u00e9 farsa\u201d<\/em>. Se algu\u00e9m tinha d\u00favidas j\u00e1 era. Agora \u00e9 esperar o segundo \u00e1lbum.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-16023 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/devo_terra.jpg\" alt=\"\" width=\"480\" height=\"345\" srcset=\"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/devo_terra.jpg 480w, https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/devo_terra-300x216.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 480px) 100vw, 480px\" \/><\/p>\n<p>O Devo entrou no Main Stage introduzidos de forma inusitada: um longo v\u00eddeo que misturava trechos de clipes avisava, no final, que o Devo era uma experi\u00eancia que todos precisam viver. N\u00e3o poderia ter sido mais apropriado. Come\u00e7ando com o hit \u201cThat\u2019s Good\u201d, o grupo que est\u00e1 na ativa desde 1972 praticando um rock \u00e1cido e bem humorado (cujo exemplo cl\u00e1ssico \u00e9 a divertida vers\u00e3o de \u201c(I Can\u2019t Get No) Satisfaction\u201d, dos Stones, presente no primeiro \u00e1lbum do grupo, \u201cQ: Are We Not Men? A: We Are Devo!\u201d, de 1978) chacoalhou a audi\u00eancia com hits do quilate de \u201cPeek-a-Boo!\u201d, \u201cWhip It!\u201d e \u201cUncontrollable Urge\u201d. Al\u00e9m de fazer um dos melhores shows da noite, tamb\u00e9m foi do vocalista Mark Mothersbaugh a frase do festival:\u00a0<em>\u201cJ\u00e1 faz um bom tempo que tocamos no Brasil (1990). Naquela \u00e9poca voc\u00eas ainda tinham uma floresta\u201d<\/em>. Clap clap clap.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-16027 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/rapture_terra.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"323\" srcset=\"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/rapture_terra.jpg 450w, https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/rapture_terra-300x215.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/p>\n<p>Fechando os trabalhos do palco Indie, o Rapture voltou a repetir a aclamada apresenta\u00e7\u00e3o de quatro anos atr\u00e1s no Tim Festival. Assim como no show de 2003, o baterista Vito Roccoforte n\u00e3o deu descanso ao p\u00fablico com suas pancadas que \u201cobrigam\u201d a audi\u00eancia a pular e dan\u00e7ar. Por sua vez, Gabriel Andruzzi provou mais uma vez como o sax pode ser bem usado no rock. Seu solo no hit dan\u00e7ante \u201cGet Myself Into It\u201d foi chapante. O bom baixista Matt Safer continua sendo um dos destaques da banda. E Luke Jenner recebeu o esp\u00edrito de um guitar hero em v\u00e1rios momentos da apresenta\u00e7\u00e3o. Conforme o show foi crescendo a massa sonora tamb\u00e9m aumentou ao ponto de \u201cHouse of Jealous Lovers\u201d ter soado ensurdecedora. \u201cOlio\u201d, \u201cDon Gon Do It\u201d e \u201cWhoo! Alright Yeah\u2026 Uh Huh\u201d foram outros grandes momentos da noite.<\/p>\n<p>Apesar dos bons shows de CSS, Devo e Rapture, o Planeta Terra Festival ficou devendo uma apresenta\u00e7\u00e3o antol\u00f3gica, daquelas que daqui dez anos algu\u00e9m vai virar e falar:\u00a0<em>\u201cLembra, em 2007, naquele festival, que show sensacional foi aquele???\u201d<\/em>. Apesar do acerto louv\u00e1vel na organiza\u00e7\u00e3o faltou ao festival um grande nome no line-up, e isso ficou claro na apresenta\u00e7\u00e3o de encerramento com o Kasabian, cujo rock com pitadas de eletr\u00f4nico (claramente chupados do Primal Scream) soou t\u00e3o instigante quanto um programa comandando por Gugu Liberato no meio de uma madrugada qualquer. Fica a torcida para que em 2008 o Festival consiga aliar \u00e0 qualidade de produ\u00e7\u00e3o um grupo de artistas que fa\u00e7am valer a pena chegar \u00e0s tr\u00eas e meia da manh\u00e3 em casa. Dedos cruzados.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s o fiasco da edi\u00e7\u00e3o paulista do Tim Festival na Arena Skol duas semanas antes, a expectativa de assistir a um festival realizado em um local in\u00f3spito sem hist\u00f3rico de shows n\u00e3o era das melhores. Uma reportagem da Folha de S\u00e3o Paulo, na manh\u00e3 de s\u00e1bado, alertava: \u201cFestival ocupa galp\u00f5es e espera chuva, (\u2026) e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16021"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16021"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16021\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16030,"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16021\/revisions\/16030"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16021"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16021"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16021"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}