{"id":15154,"date":"2017-05-08T10:04:52","date_gmt":"2017-05-08T13:04:52","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/?p=15154"},"modified":"2017-05-12T14:17:23","modified_gmt":"2017-05-12T17:17:23","slug":"festival-magneticos-90-no-sesc-pompeia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/2017\/05\/08\/festival-magneticos-90-no-sesc-pompeia\/","title":{"rendered":"Festival Magn\u00e9ticos 90 no Sesc Pompeia"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/magneticos2.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"281\" \/><\/p>\n<p>Entre a gera\u00e7\u00e3o anos 80 do rock nacional e a turma que surgiu nos anos 90 existe uma lacuna, exatamente na virada da d\u00e9cada, em que as gravadoras deixaram de apostar no rock. Paralelamente, as bandas de rock n\u00e3o deixaram de existir. Longe dos holofotes da grande m\u00eddia, um enorme contingente de jovens em todos os cantos do pa\u00eds \u2013 munidos de baixo, guitarra e bateria \u2013 seguiam fazendo m\u00fasica e registrando suas can\u00e7\u00f5es em fitas cassete, conhecidas popularmente como \u201cFitas Demo\u201d (diminutivo para \u201cFita de Demonstra\u00e7\u00e3o\u201d), que tanto servia para apresentar um grupo para um chef\u00e3o de grande gravadora quanto para um f\u00e3 levar aquelas m\u00fasicas que tinha conhecido num show para ouvir em casa, j\u00e1 que era m\u00ednima a chance de ouvir aquelas can\u00e7\u00f5es no r\u00e1dio. Internet, MP3 e redes P2P seriam ferramentas do novo s\u00e9culo. Para a molecada dos anos 90, o lance era magn\u00e9tico.<\/p>\n<p>\u00c0 frente do Little Quail and Mad Birds e depois dos Autoramas, <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/gabriel.thomaz\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Gabriel Thomaz<\/a> colecionava fitas-demo nos anos 90 e escreveu o livro \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/05\/08\/livro-magneticos-90\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Magn\u00e9ticos 90<\/a>\u201d (ilustrado por Daniel Juc\u00e1), lan\u00e7ado pela Edi\u00e7\u00f5es Ideal, buscando registrar no papel a hist\u00f3ria daquelas fitas-demo, pois muitas n\u00e3o tiveram registros oficiais, s\u00f3 nas fitas cassete, e corriam o risco de se perderem no tempo, apagando um importante e interessante momento da m\u00fasica brasileira. Com essa preocupa\u00e7\u00e3o, Gabriel se juntou a Marcelo Costa, do site <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Scream &amp; Yell<\/a>, a Rafael Cortes, do selo <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/AssustadoDiscos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Assustado Discos<\/a>, a <a href=\"http:\/\/alavanca.art.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Ag\u00eancia Alavanca<\/a> e ao <a href=\"https:\/\/www.sescsp.org.br\/unidades\/11_POMPEIA\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">SESC Pompei<\/a>a para realizar o Festival Magn\u00e9ticos 90, com uma s\u00e9rie de shows que buscam rebobinar a mem\u00f3ria das fitas demos dos anos 90 e coloca-las para tocar novamente. A ideia n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 reviver e valorizar este per\u00edodo, mas mostrar que, mesmo longe da grande m\u00eddia, existe gente batalhando pela m\u00fasica. Foi assim nos anos 90. \u00c9 assim hoje.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/www.sescsp.org.br\/programacao\/121966_MAGNETICOS+90#\/content=programacao\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">INGRESSOS \u00c0 VENDA E MAIS INFORMA\u00c7\u00d5ES<\/a><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/maskavo.jpg\" \/><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>18\/05 &#8211; 21h30: Maskavo Roots e Autoramas<\/strong><\/span><br \/>\nO Autoramas surgiu no Rio em 1998 das cinzas do Little Quail and Mad Birds, banda que Gabriel Thomaz havia formado no final da d\u00e9cada de 80 em Bras\u00edlia. Gabriel havia gravado uma fita demo do Little Quail com tr\u00eas m\u00fasicas em que tocava todos os instrumentos, e as usou no primeiro registro magn\u00e9tico dos Autoramas, lan\u00e7ado em K7 com tr\u00eas can\u00e7\u00f5es. Hoje o Autoramas est\u00e1 prestes a completar 20 anos de carreira com 7 discos e turn\u00eas elogiadas ao redor do mundo. J\u00e1 a Maskavo Roots conseguiu seu contrato com o selo Banguela, dos Tit\u00e3s e Carlos Eduardo Miranda, em 1994 atrav\u00e9s de uma fita demo. Tamb\u00e9m de Bras\u00edlia, a Maskavo Roots lan\u00e7ou seu \u00e1lbum de estreia em 1995, e o disco conquistou tantos f\u00e3s no cen\u00e1rio independente que foi reeditado em vinil em 2015 pelo selo Assustado Discos. Neste show, a Maskavo Roots se reencontra especialmente para o festival Magn\u00e9ticos 90.<\/p>\n<p><em>Autoramas: Gabriel Thomaz (voz e guitarra), \u00c9rika Martins (guitarra, moog, pandeirola e vocais), Fabio Lima (bateria) e Jairo Fajersztajn (baixo)<\/em><\/p>\n<p><em>Maskavo Roots: Marcelo Vourakis (vocal), Joana Duah (vocal e percuss\u00e3o), Quim (teclados e backing vocal), Prata (guitarra), Pinduca (guitarra), Marrara (baixo) e Txotxa (bateria)<\/em><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/comunidade.jpg\" \/><br \/>\n<span style=\"color: #ff0000;\"><strong> 19\/05 &#8211; 21h30: Comunidade Nin-Jitsu e Gangrena Gasosa<\/strong><\/span><br \/>\nSurgida em Porto Alegre em 1995, a Comunidade Nin-Jitsu inovou e gravou um CD demo com suas can\u00e7\u00f5es divertidas para abrir espa\u00e7o no meio musical nos anos 90. Com uma sonoridade que mistura rock, reggae, funk carioca e rap, o grupo cravou de cara um sucesso nacional, \u201cDetetive\u201d, que na \u00e9poca ganhou at\u00e9 pr\u00eamio de Demo-Clip na MTv Brasil. Hoje, a Comunidade Nin-Jitsu exibe uma discografia com 8 discos e segue na estrada fazendo todo mundo dan\u00e7ar. J\u00e1 a Gangrena Gasosa, do Rio de Janeiro, \u00e9 a primeira e \u00fanica banda de Sarav\u00e1 Metal do Brasil, uma mistura de metal com hardcore e pontos de umbanda. O grupo surgiu em 1990 e lan\u00e7ou tr\u00eas fitas demo (no caso deles, vale o duplo sentido) magn\u00e9ticas at\u00e9 lan\u00e7ar o hoje cl\u00e1ssico disco \u201cWelcome to Terreiro\u201d (1993) e, depois, o n\u00e3o menos antol\u00f3gico \u201cSmells Like a Tenda Sp\u00edrita\u201d (2000). Ao vivo s\u00e3o respons\u00e1veis por um dos shows mais divertidos e barulhentos do pa\u00eds.<\/p>\n<p><em>Comunidade Nin-Jitsu: Mano Changes (voz), Nando Endres (baixo e vocais), Fredi &#8220;Chernobyl&#8221; (guitarra, vocais e programa\u00e7\u00f5es) e Gib\u00e3o Bertolucci (bateria)<\/em><\/p>\n<p><em>Gangrena Gasosa: Z\u00e9 Pelintra e Omulu (voz), Exu Caveira (guitarra), Exu Mirim (bateria), Pombagira Maria Mulambo (percuss\u00e3o), Exu Tranca Rua das Almas (baixo)<\/em><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/graforreia.jpg\" \/><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #ff0000;\">20\/05 &#8211; 21h30: Graforreia Xilarm\u00f4nica<\/span> <\/strong><br \/>\nRespons\u00e1veis por duas fitas magn\u00e9ticas cl\u00e1ssicas do per\u00edodo \u2013 \u201cCom Amor, Muito Carinho\u201d (1988) e \u201cThe Best of Graforr\u00e9ia Xilarm\u00f4nica\u201d (1994) \u2013, a Graforr\u00e9ia assinou contrato com o selo Banguela Records que, em 1995, lan\u00e7ou o disco de estreia do grupo, \u201cCoisa de Louco II\u201d, que traz alguns cl\u00e1ssicos do cancioneiro ga\u00facho como \u201cAmigo Punk\u201d (regravada por Wander Wildner) e \u201cNunca Diga\u201d (regravada pelo Pato Fu \u2013 os mineiros tamb\u00e9m gravaram \u201cEu\u201d, do segundo disco da Graforr\u00e9ia, que se tornou um grande sucesso radiof\u00f4nico). Sem se apresentar em S\u00e3o Paulo desde 2013, quando foi uma das atra\u00e7\u00f5es do Lollapalooza Brasil, a Graforr\u00e9ia retorna \u00e0 capital paulista com o mesmo trio que registrou as primeiras fitas demo da banda: Frank Jorge, Alexandre Birck e Carlo Pianta.<\/p>\n<p><em>Graforr\u00e9ia Xilarm\u00f4nica: Frank Jorge (vocal, baixo), Carlo Pianta (guitarra, vocal), Alexandre Birck (bateria)<\/em><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>21\/05 &#8211; 0h30: Pato Fu<\/strong><\/span><br \/>\nUma das principais bandas do rock nacional surgida nos anos 90, o Pato Fu tamb\u00e9m gravou uma fita magn\u00e9tica, a \u201c<a href=\"https:\/\/soundcloud.com\/patofu\/sets\/patofudemo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Pato Fu Demo<\/a>\u201d (1992), registrada no quarto de ensaio da casa dos pais do guitarrista John Ulhoa. Essa fita demo foi enviada para gravadoras e reda\u00e7\u00f5es de jornais e revistas, sempre acompanhada de um bom queijo mineiro, uma estrat\u00e9gia divertida para chamar a aten\u00e7\u00e3o do destinat\u00e1rio. A \u201cPato Fu Demo\u201d abriu muitas portas para o grupo que estreou de maneira independente com o disco \u201cRotomusic de Liquificapum\u201d (1993) pelo selo mineiro Cogumelo Records e, depois, foi contratado pela gravadora BMG, que lan\u00e7ou \u201cGol de Quem?\u201d (1995). Hoje o Pato Fu soma 12 \u00e1lbuns (dois deles ao vivo) e 5 DVDs lan\u00e7ados numa carreira recheada de hits como &#8220;Antes que Seja Tarde&#8221;, &#8220;Depois&#8221;, &#8220;Made in Japan&#8221;, &#8220;Perdendo Dentes&#8221; e &#8220;Eu&#8221; (da Graforr\u00e9ia Xilarm\u00f4nica), entre muitos outros sucessos.<\/p>\n<p><em>Pato Fu: Fernanda Takai (voz, viol\u00e3o e guitarra r\u00edtmica), John Ulhoa (guitarra solo, viol\u00e3o, programa\u00e7\u00e3o, vocal de apoio, voz e cavaquinho), Ricardo Koctus (baixo, vocal de apoio e pandeir, Glauco Nastacia (bateria e percuss\u00e3o) e Lulu Camargo (teclado, piano e acorde\u00e3o)<\/em><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/pato1.jpg\" \/><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>21\/05 &#8211; 18h: Autoramas e Pato Fu<\/strong><\/span><br \/>\nO Autoramas surgiu no Rio em 1998 das cinzas do Little Quail and Mad Birds, banda que Gabriel Thomaz havia formado no final da d\u00e9cada de 80 em Bras\u00edlia. Gabriel havia gravado uma fita demo do Little Quail com tr\u00eas m\u00fasicas em que tocava todos os instrumentos, e as usou no primeiro registro magn\u00e9tico dos Autoramas, lan\u00e7ado em K7 com tr\u00eas can\u00e7\u00f5es. Hoje o Autoramas est\u00e1 prestes a completar 20 anos de carreira com 7 discos e turn\u00eas elogiadas ao redor do mundo. Uma das principais bandas do rock nacional surgida nos anos 90, o Pato Fu tamb\u00e9m estreou com uma fita magn\u00e9tica, a \u201cPato Fu Demo\u201d (1992), registrada no quarto de ensaio da casa dos pais do guitarrista John Ulhoa. Essa fita demo foi enviada para gravadoras e reda\u00e7\u00f5es de jornais e revistas, sempre acompanhada de um bom queijo mineiro. A \u201cPato Fu Demo\u201d abriu muitas portas para o grupo que, hoje, soma 12 \u00e1lbuns e 5 DVDs lan\u00e7ados numa carreira recheada de sucessos.<\/p>\n<p><em>Autoramas: Gabriel Thomaz (voz e guitarra), \u00c9rika Martins (guitarra, moog, pandeirola e vocais), Fabio Lima (bateria) e Jairo Fajersztajn (baixo)<\/em><\/p>\n<p><em>Pato Fu: Fernanda Takai (voz, viol\u00e3o e guitarra r\u00edtmica), John Ulhoa (guitarra solo, viol\u00e3o, programa\u00e7\u00e3o, vocal de apoio, voz e cavaquinho), Ricardo Koctus (baixo, vocal de apoio e pandeir, Glauco Nastacia (bateria e percuss\u00e3o) e Lulu Camargo (teclado, piano e acorde\u00e3o)<\/em><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/_ymqNo1Dxsg\" width=\"450\" height=\"300\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/kPrWzsrpHis\" width=\"450\" height=\"300\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/aqI9QGEknsA\" width=\"450\" height=\"300\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/h4lr2WILEVE\" width=\"450\" height=\"300\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/oDu6s03EJsE\" width=\"450\" height=\"300\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/tEnrmUcWX3A\" width=\"450\" height=\"300\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre a gera\u00e7\u00e3o anos 80 do rock nacional e a turma que surgiu nos anos 90 existe uma lacuna, exatamente na virada da d\u00e9cada, em que as gravadoras deixaram de apostar no rock. 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