{"id":13611,"date":"2013-04-29T04:51:10","date_gmt":"2013-04-29T07:51:10","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2013\/04\/29\/eua-2013-ryman-blackstone-e-grimey%e2%80%99s\/"},"modified":"2013-04-29T04:51:10","modified_gmt":"2013-04-29T07:51:10","slug":"eua-2013-ryman-blackstone-e-grimey%e2%80%99s","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/2013\/04\/29\/eua-2013-ryman-blackstone-e-grimey%e2%80%99s\/","title":{"rendered":"EUA 2013: Ryman, Blackstone e Grimey\u2019s"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/nash1.jpg\" alt=\"nash1.jpg\" style=\"font-size: 1em; line-height: 1.3em\"\/><\/p>\n<p>Tudo indicava que o doming\u00e3o em Nashville seria mais um dia nublado e com pancadas ocasionais de chuva, mas logo de manh\u00e3 fizemos um pedido encarecido \u00e0 Obama, e ele nos atendeu: o sol saiu lindo e quente nos fazendo carregar os casacos pelas longas caminhadas. E coloca longa nisso, mas tudo bem, estamos queimando as calorias do epis\u00f3dio Super Size Me que estamos encenando. Vale tudo (at\u00e9 pedalar por cerveja!).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/nash2.jpg\" alt=\"nash2.jpg\" style=\"font-size: 1em; line-height: 1.3em\"\/><\/p>\n<p>Ap\u00f3s um caf\u00e9 b\u00e1sico no Starbucks com bolo de ab\u00f3bora (\u00f3timo), ainda na parte fria do dia, descemos para o tour pelo Ryman Auditorium (anteriormente conhecido como Grand Ole Opry House e Union Gospel Tabernacle, e hoje apelidado de The Mother Church of Country Music), que tinha tudo para se tornar um dos melhores lugares em que j\u00e1 assisti a um show na vida. E, curioso, os dois melhores lugares, Ryman e Paradiso, em Amsterd\u00e3, eram duas ex-igrejas\u2026<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/nash3.jpg\" alt=\"nash3.jpg\" style=\"font-size: 1em; line-height: 1.3em\"\/><\/p>\n<p>O tour pelo Ryman Auditorium \u00e9 b\u00e1sico, mas muito interessante. Neste dia, pela presen\u00e7a do Band of Horses na casa, a visita aos camarins estava proibida (\u201cVem amanh\u00e3\u201d, orientou um dos diversos senhores grisalhos que trabalha na casa), mas s\u00f3 o tour pelo espa\u00e7o frontal j\u00e1 fez sentir a for\u00e7a do lugar. Inaugurado como casa de serm\u00f5es gospel em 1891, o Ryman foi utilizado entre 1943 e 1974 para grava\u00e7\u00e3o do programa Grand Ole Opry, que disseminou a m\u00fasica country pelo pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/wilco.jpg\" alt=\"wilco.jpg\" style=\"font-size: 1em; line-height: 1.3em\"\/><\/p>\n<p>Ap\u00f3s a Grand Ole Opry criar um parque tem\u00e1tico fora da \u00e1rea central de Nashville e deixar o Ryman, o pr\u00e9dio passou 18 anos abandonado. Em 1994, ap\u00f3s uma s\u00e9rie de shows de Emmylou Harris, o local come\u00e7ou a ser recuperado at\u00e9 ser restaurando e aberto ao p\u00fablico como museu e casa de shows. Foi aqui que Neil Young gravou seu DVD \u201c<a href=\"\/web\/20130430172014\/https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2007\/02\/22\/o-coracao-de-ouro-de-neil-young\/\" target=\"_blank\">Heart of Gold<\/a>\u201d, em 2005, e a lista de cartazes serigrafados e autografados pelos artistas no sagu\u00e3o superior faz o queixo cair v\u00e1rias vezes (<a href=\"\/web\/20130430172014\/https:\/\/www.facebook.com\/marcelo.costa.5855\/posts\/563162650372542\" target=\"_blank\">confira alguns aqui<\/a>).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/black.jpg\" alt=\"black.jpg\" style=\"font-size: 1em; line-height: 1.3em\"\/><\/p>\n<p>Ap\u00f3s o tour, uma visita ao \u00f3timo&nbsp;<a href=\"\/web\/20130430172014\/http:\/\/www.blackstonebrewery.com\/\" target=\"_blank\">Blackstone Restaurant &amp; Brewery<\/a>&nbsp;para almo\u00e7ar e experimentar as seis cervejas da casa (minha preferida foi a American Pale Ale, mas as premiadas Nut Brown Ale e Chaser Pale entram no p\u00e1reo pela briga do primeiro lugar) e, depois, uma esticada at\u00e9 o&nbsp;<a href=\"\/web\/20130430172014\/http:\/\/www.grimeys.com\/\" target=\"_blank\">Grimey\u2019s New &amp; Preloved Music<\/a>, lojinha bacana (grande dica do Paulo Terron) repleta de vinis em bons pre\u00e7os e lan\u00e7amentos de deixar as m\u00e3os co\u00e7ando e a conta no vermelho.&nbsp;<a href=\"\/web\/20130430172014\/https:\/\/www.facebook.com\/photo.php?fbid=563228583699282&amp;set=a.414710068551135.94677.100000364357573&amp;type=1\" target=\"_blank\">Peguei alguns vinis l\u00e1<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/black1.jpg\" alt=\"black1.jpg\" style=\"font-size: 1em; line-height: 1.3em\"\/><\/p>\n<p>Curiosidades: na ida, caminhando sozinho pela 8\u00aa avenida debaixo de um sol de meu Deus, um senhor parou o carro e me ofereceu carona. Est\u00e1vamos no 1100 e a loja ficava no 1604. Papo b\u00e1sico de desconhecidos em qualquer lugar do mundo: \u201cVem chuva ai\u201d, ele disse. Na volta, com uma penca de vinis debaixo do bra\u00e7o, decidi esperar um \u00f4nibus, que passou cerca de 50 minutos depois. Coloquei um d\u00f3lar, completei com 60 cents de uma ficha que eu tinha e, na falta de 10 cents, a pr\u00f3pria motorista sacou sua carteirinha de moedas, e completou minha viagem. : D<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/band1.jpg\" style=\"font-size: 1em; line-height: 1.3em\" alt=\"band1.jpg\"\/><\/p>\n<p>Ap\u00f3s uma passada r\u00e1pida no hotel para um descanso, bora pro show do Band of Horses. Cambistas superlotavam a porta, e pela muvuca dentro da casa ningu\u00e9m morreu com ingressos na m\u00e3o. Mais de 2.200 pessoas lotaram o Ryman para ver a segunda noite dos caipiras na casa. O show come\u00e7o bonito, ac\u00fastico, com Ben Bridwell sozinho ao viol\u00e3o tocando (e errando) uma can\u00e7\u00e3o, mas \u201cNo One\u2019s Gonna Love You\u201d, na sequencia, colocou as coisas no lugar. A banda foi entrando aos poucos, mas se reduziu a um trio vocal e piano na emocional vers\u00e3o de \u201cNeighbor\u201d, faixa que encerra \u201cInfinite Arms\u201d, de 2010.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/band2.jpg\" style=\"font-size: 1em; line-height: 1.3em\" alt=\"band2.jpg\"\/><\/p>\n<p>Ap\u00f3s cerca de nove m\u00fasicas ac\u00fasticas e 15 minutos de intervalo, aquela banda calminha agora estava deixando todo mundo surdo no Ryman com um som potente e cristalino berrando nas caixas de som. Tanto que bastou a primeira pancada na bateria para toda audi\u00eancia se levantar, e permanecer em p\u00e9 durante todo o restante da apresenta\u00e7\u00e3o. \u201cFuneral\u201d, que surgiu no set ac\u00fastico, retornou el\u00e9trica para encerrar um grande show que teve n\u00fameros como \u201cThe First Song\u201d e \u201cKnock Knock\u201d cantadas em coro. No bis, o ponto final foi uma vers\u00e3o de \u201cAm I a Good Man\u201d, do Them.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/band.jpg\" style=\"font-size: 1em; line-height: 1.3em\" alt=\"band.jpg\"\/><\/p>\n<p>Ap\u00f3s o show, com a fome pedindo aten\u00e7\u00e3o, ainda deu tempo de conhecer o Hooters (pub com meninas de blusinhas decotadas e shorts) a t\u00edtulo de experi\u00eancia. N\u00e3o tinha como n\u00e3o se lembrar de&nbsp;<a href=\"\/web\/20130430172014\/https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=dbsmbCWUNEE\" target=\"_blank\">Jerry Seinfeld explicando<\/a>&nbsp;que olhar diretamente para um decote de uma mulher \u00e9 como olhar para o sol: voc\u00ea precisa virar o rosto na hora. \u00c9 estranho (<a href=\"\/web\/20130430172014\/https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2008\/07\/23\/contra-o-topless\/\" target=\"_blank\">assim como o topless \u00e9 estranho<\/a>), mas n\u00e3o \u00e9 ruim. \u00c9 s\u00f3\u2026 infantil. Mas a ruivinha Red Hook Audible Ale, de Seattle, desceu tinindo e trincando. Hora de dormir. Amanh\u00e3 (ou melhor, hoje!), Memphis.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/nash11.jpg\" style=\"font-size: 1em; line-height: 1.3em\" alt=\"nash11.jpg\"\/><\/p>\n<p>Ps. O grande show do dia, na verdade, foi esse abaixo. Na esquina da Broadway com a Second Avenue, o bando de caipiras do&nbsp;<a href=\"\/web\/20130430172014\/http:\/\/freedirtfilm.com\/\" target=\"_blank\">Free Dirt<\/a>&nbsp;mandava ver um hillbilly de alt\u00edssima qualidade em instrumentos improvisados (olha s\u00f3 o \u201cbaixo\u201d). Preste aten\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m na mo\u00e7a bancando castanholas com garfo e colher! Foda!<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><object codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" height=\"300\" width=\"450\"><param value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/Znvghd-_soA\" name=\"src\"><\/param><embed src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/Znvghd-_soA\" type=\"application\/x-shockwave-flash\" height=\"300\" width=\"450\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Leia mais: Di\u00e1rio de Viagem Estados Unidos 2013 (<a href=\"\/web\/20130430172014\/https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/category\/eua-2013\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tudo indicava que o doming\u00e3o em Nashville seria mais um dia nublado e com pancadas ocasionais de chuva, mas logo de manh\u00e3 fizemos um pedido encarecido \u00e0 Obama, e ele nos atendeu: o sol saiu lindo e quente nos fazendo carregar os casacos pelas longas caminhadas. 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