{"id":13603,"date":"2013-05-03T11:32:09","date_gmt":"2013-05-03T14:32:09","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2013\/05\/03\/eua-2013-a-encantadora-new-orleans\/"},"modified":"2013-05-03T11:32:09","modified_gmt":"2013-05-03T14:32:09","slug":"eua-2013-a-encantadora-new-orleans","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/2013\/05\/03\/eua-2013-a-encantadora-new-orleans\/","title":{"rendered":"EUA 2013: A encantadora New Orleans"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/estrda.jpg\" style=\"font-size: 1em; line-height: 1.3em\" alt=\"estrda.jpg\"\/><\/p>\n<p>Dia absurdamente cansativo. Acordamos \u00e0s 5h45 em Memphis para fechar as malas, fazer check-out e partir de carro para New Orleans, mais de 600 e tantos quil\u00f4metros (pra voc\u00ea ter uma ideia, nas seis horas e meia de viagem atravessamos o Estado do Mississipi inteiro) de reta e mais reta. Ao menos agora j\u00e1 posso falar da experi\u00eancia de viajar de carro por tr\u00eas Estados norte-americanos: \u00e9 chato. A estrada n\u00e3o muda e a paisagem, bonita pela presen\u00e7a de muito verde, acaba tornando-se excessivamente buc\u00f3lica. Sorte que tivemos quase 50 minutos de uma ponte semelhante a Rio\/Niter\u00f3i, mas sobre o mangue que separa(va) New Orleans da civiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/lemerle1.jpg\" style=\"font-size: 1em; line-height: 1.3em\" alt=\"lemerle1.jpg\"\/><\/p>\n<p>O cansa\u00e7o tomou conta de tal forma que decidimos abrir m\u00e3o do primeiro dia da segunda semana do No Jazz, em que o destaque principal seria Patti Smith. Optamos por um descanso r\u00e1pido, e depois uma esticada na Bourbon Street, a Rua Augusta deles, mas com muito jazz (enquanto n\u00f3s temos indies e emos) e suingue, partimos para a Frenchmen Street, ruas com dezenas de pubs com uma programa\u00e7\u00e3o de jazz para deixar maluco quem ama o estilo. Optamos por jantar no Snug Harbor, da fam\u00edlia Marsalis, um pub que em sua parte de cima promove shows intimistas (hoje era show do Dr. Lonnie Smith, amanh\u00e3 tem Ellis Marsalis Quartet, depois Allen Tousaint e Terence Blanchard). Simplesmente foda.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/ttrio.jpg\" style=\"font-size: 1em; line-height: 1.3em\" alt=\"ttrio.jpg\"\/><\/p>\n<p>Nesta sexta tamb\u00e9m deixaremos o No Jazz passar por n\u00f3s, mas a ideia \u00e9 dormir bem, recuperar as for\u00e7as da viagem (e do cansa\u00e7o de andar tanto pra l\u00e1 e pra c\u00e1) e encarar uma noitada de jazz. O passeio deste primeiro dia na cidade foi encantador a ponto de New Orleans tomar o posto de Chicago como cidade preferida n\u00famero 1 dos Estados Unidos. Um trio de jazz com uma senhora soltando a voz no meio da rua quase colocou as emo\u00e7\u00f5es para fora na forma de l\u00e1grimas, e a comida, \u00f3tima, s\u00f3 faz aumentar a empatia por essa cidade, que \u00e9 um choque imenso de culturas (musicais, gastron\u00f4micas e o que voc\u00ea mais quiser). New Orleans tem apenas 350 mil habitantes, e ainda assim \u00e9 a cidade mais populosa do Louisiana. E uma das cidades mais interessantes dos Estados Unidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/ttrio1.jpg\" style=\"font-size: 1em; line-height: 1.3em\" alt=\"ttrio1.jpg\"\/><br \/>\nLeia mais: Di\u00e1rio de Viagem Estados Unidos 2013 (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/category\/eua-2013\/\" target=\"_blank\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dia absurdamente cansativo. 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