{"id":13593,"date":"2013-05-20T11:20:48","date_gmt":"2013-05-20T14:20:48","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2013\/05\/20\/balanco-17-dias-de-estados-unidos\/"},"modified":"2013-05-20T11:20:48","modified_gmt":"2013-05-20T14:20:48","slug":"balanco-17-dias-de-estados-unidos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/2013\/05\/20\/balanco-17-dias-de-estados-unidos\/","title":{"rendered":"Balan\u00e7o: 17 dias de Estados Unidos"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/eua1.jpg\" alt=\"eua1.jpg\"\/><\/p>\n<p align=\"center\"><strong>Fotos (01 a 09): Liliane Callegari<br \/>\nFotos (10 a 17): Marcelo Costa<\/strong><\/p>\n<p>Dezessete dias, quatro cidades. Acostumado a viagens mais longas, de 40 dias, uma viagem com a metade do tempo parece pedir mais e mais e mais. Mesmo nos Estados Unidos. Mudou a Am\u00e9rica ou mudei eu? \u201cVoc\u00eas moram no Brasil? \u00c9 um pa\u00eds muito bonito\u201d, diz a senhora no ponto de \u00f4nibus. \u201cMas tem seus problemas\u201d, comentamos. \u201cA Am\u00e9rica tamb\u00e9m tem seus problemas\u201d, ela encerra a quest\u00e3o. Embora o capitalismo desenfreado e a busca pelo milh\u00e3o ceguem, meu olhar sobre a terra de Obama amaciou o julgamento.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/eua2.jpg\" alt=\"eua2.jpg\"\/><\/p>\n<p>Bem prov\u00e1vel que esse novo olhar seja devido \u00e0s cidades que visitei nesta viagem. <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/category\/eua-2011\/\" target=\"_blank\">Da primeira vez<\/a>, em 2011, foram S\u00e3o Francisco, Los Angeles, Nova York e Chicago. Agora, Nashville, Memphis, New Orleans e Nova York. Na primeira, Calif\u00f3rnia. Na segunda, extremo Sul. Lembro-me de um cara no show do Rush, no Madison Square Garden, dizendo: \u201cVoc\u00ea vai pra Calif\u00f3rnia? As pessoas l\u00e1 s\u00e3o estranhas\u201d (risos). N\u00e3o as achei estranhas, mas a pobreza latente e a sensa\u00e7\u00e3o de falta de preocupa\u00e7\u00e3o para com o outro me irritaram.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/eua4.jpg\" alt=\"eua4.jpg\"\/><\/p>\n<p>O extremo sul, no entanto, \u00e9 caipira. E para quem cresceu em uma cidade de 200 mil habitantes que parecia n\u00e3o ter mais de 100 pessoas, muda tudo. Nashville tem 600 mil habitantes e o desenho de uma cidade norte-americana cl\u00e1ssica: o centro pequeno e recuperado por um bom prefeito pensando no marketing do turismo, e tudo o mais a uma dist\u00e2ncia que lhe obriga a ter um carro. O transporte p\u00fablico \u00e9 usado apenas por pessoas de baixa renda, e, por isso, a espera \u00e9 secular: passa um agora, outro daqui uma hora. E olhe l\u00e1.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/eua5.jpg\" alt=\"eua5.jpg\"\/><\/p>\n<p>Ainda assim, Nashville vive o boom do country, uma m\u00fasica tradicionalista, vestida de babados, botas de couro e fivelas enormes de cinto. As ruas do centro s\u00e3o bonitas. Os bares que superlotam a Second Street e a Broadway come\u00e7am a exibir candidatos a Garth Brooks e Taylor Swift logo de manh\u00e3, e a balada segue noitada adentro. Se voc\u00ea gosta de country \u00e9 um para\u00edso. Se n\u00e3o, vale passar na <a href=\"http:\/\/thirdmanrecords.com\/\" target=\"_blank\">Third Man Records<\/a>, na <a href=\"http:\/\/www.grimeys.com\/\" target=\"_blank\">Grimmeys<\/a>, na <a href=\"http:\/\/www.blackstonebrewery.com\/\" target=\"_blank\">Blackstone Brewery<\/a>, no <a href=\"http:\/\/countrymusichalloffame.org\/\" target=\"_blank\">Museu do Country<\/a> (e no <a href=\"http:\/\/countrymusichalloffame.org\/studiob\/\" target=\"_blank\">Est\u00fadio B<\/a>) e, bora seguir viagem.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/eua6.jpg\" alt=\"eua6.jpg\"\/><\/p>\n<p>Memphis \u00e9 outra coisa. Memphis \u00e9 mais\u2026 real. Tamb\u00e9m com mais de 600 mil habitantes, a cidade respira blues e rock, e blues e rock n\u00e3o est\u00e1 na moda (esque\u00e7a o Black Keys, hoje eles s\u00e3o pop de boa safra, mas pop n\u00e3o \u00e9 blues). H\u00e1 uma inseguran\u00e7a no ar. Um peso. Talvez o mesmo ou parecido com o que senti em Berlim. E apenas corrobora essa quest\u00e3o o fato de Graceland ficar em segundo plano no mapa da cidade. Ela est\u00e1 l\u00e1 encravada na Elvis Presley Boulevard, quase 40 minutos de \u00f4nibus do centro da cidade. E a cidade s\u00f3 pisca o olho para Elvis.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/eua7.jpg\" alt=\"eua7.jpg\"\/><\/p>\n<p>Aqui, uma visita ao <a href=\"http:\/\/www.sunstudio.com\/\" target=\"_blank\">Sun Studios<\/a> e ao <a href=\"http:\/\/www.staxmuseum.com\/\" target=\"_blank\">Stax Museum<\/a> pode trazer l\u00e1grimas aos olhos enquanto o <a href=\"http:\/\/www.civilrightsmuseum.org\/\" target=\"_blank\">National Civil Rights Museum<\/a> far\u00e1 voc\u00ea entender melhor a cidade, os Estados Unidos, e voc\u00ea mesmo. Far\u00e1 voc\u00ea sentir um pouco de nojo dos antepassados, mas \u00e9 um nojo necess\u00e1rio. Como pudemos ser t\u00e3o animais? Ainda assim, podemos argumentar que as pessoas s\u00e3o iguais, mas ser\u00e1 que elas acham o mesmo? \u00c9 terr\u00edvel sentir-se minoria ao entrar em um \u00f4nibus. 2013. No fim, a grande quest\u00e3o: do que sentimos medo? De n\u00f3s mesmos.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/eua8.jpg\" alt=\"eua8.jpg\"\/><\/p>\n<p>New Orleans \u00e9 uma paix\u00e3o. Voc\u00ea precisa atravessar um enorme mangue em uma ponte intermin\u00e1vel por dezenas de quil\u00f4metros (n\u00e3o confie no tanque de gasolina na reserva) at\u00e9 chegar \u00e0 cidade que j\u00e1 foi col\u00f4nia francesa, depois espanhola, e recebeu influencias dos pa\u00edses da Am\u00e9rica Central at\u00e9 ser comprada pelos Estados Unidos no come\u00e7o de 1800. O dinheiro, no entanto, n\u00e3o apaga a hist\u00f3ria de uma cidade que \u00e9 um choque constante de costumes, o que, \u00f3bvio, s\u00f3 poderia resultar em uma das melhores m\u00fasicas do mundo, o jazz.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/eua9.jpg\" alt=\"eua9.jpg\"\/><\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio de boa parte das cidades norte-americanas afundadas em fast foods (\u00e9 impressionante a quantidade de r\u00e9plicas do McDonalds), New Orleans tem uma cena culin\u00e1ria excelente baseada em influ\u00eancias cajun e creole, uma mistureba de influencias francesa, espanhola, portuguesa, italiana e africana. Comida r\u00fastica e saborosa tendo como base frutos do mar (muito camar\u00e3o), arroz, cebola, piment\u00e3o, aipo, pimenta Cayenne, salsichas especiais (algumas com carne de cobra) e o que tiver na geladeira. Fiquei f\u00e3 do Jambalaya.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/eua10.jpg\" alt=\"eua10.jpg\"\/><\/p>\n<p>Andar pelas ruas de New Orleans \u00e9 andar sobre uma cidade condenada, que vive a custa de diques que seguram as \u00e1guas do Lago Pontchartrain?, e o Tour Katrina, mais informativo do que tr\u00e1gico (ainda mais com uma guia como a Carol, uma senhora que n\u00e3o poupa cr\u00edticas ao governo, seja municipal, estadual ou federal), mostra que a cidade vive o fantasma da inunda\u00e7\u00e3o, o que explica a popula\u00e7\u00e3o de quase 600 mil pessoas em 2005 ter diminu\u00eddo para 350 mil em 2013. E por que essas 350 mil pessoas continuam aqui? Porque New Orleans encanta.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/eua12.jpg\" alt=\"eua12.jpg\"\/><\/p>\n<p>Esse pequeno passeio pelo Extremo Sul foi decisivo para encontrar uma Am\u00e9rica que olha em seus olhos, conversa com voc\u00ea em pontos de \u00f4nibus e parece mais amig\u00e1vel. Ainda assim, um carro faz total diferen\u00e7a em Nashville e Memphis (um pouco menos em New Orleans, onde o \u00f3timo transporte p\u00fablico atende a todos, a n\u00e3o ser que voc\u00ea queira esticar at\u00e9 a capital do Estado, Baton Rouge, ou queira fazer passeios ex\u00f3ticos), e, principalmente, na liga\u00e7\u00e3o entre as cidades (mas encarar um \u00f4nibus Greyhound \u00e9 uma baita experi\u00eancia tamb\u00e9m). Ah, e \u00e9 um turismo de terceira idade. Lembre-se: o rock and roll j\u00e1 passou dos 50 anos\u2026<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/eua13.jpg\" alt=\"eua13.jpg\"\/><\/p>\n<p>\u201cPara onde voc\u00eas v\u00e3o\u201d, pergunta o atendente da Delta no aeroporto Louis Armstrong, em New Orleans. \u201cNew York\u201d, respondo. \u201cAhhh, The Big Apple\u201d, ele comenta com certo ar sonhador que parece exibir um sonho norte-americano de tamb\u00e9m conhecer a grande cidade. Se Nova York parece seduzir os pr\u00f3prios norte-americanos, o que dir\u00e1 de mim. Dif\u00edcil exprimir em palavras a sensa\u00e7\u00e3o de caminhar por estas ruas, mas talvez o fato de querer morar aqui dimensione o imenso desejo que a cidade causa no individuo.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/eua14.jpg\" alt=\"eua14.jpg\"\/><\/p>\n<p>Claro, a Am\u00e9rica atenciosa ficou para tr\u00e1s, mas para quem vive em S\u00e3o Paulo, Nova York \u00e9 apenas uma megal\u00f3pole que deu certo. H\u00e1 problemas, sim, mas tudo parece funcionar. A correria, a busca desenfreada pelo dinheiro, a for\u00e7a do capitalismo, tudo isso est\u00e1 vivo e pulsando em Nova York, mas tamb\u00e9m h\u00e1 permiss\u00e3o para fuga em parques, museus, shows, restaurantes. Embora boa parte da popula\u00e7\u00e3o gaste seu tempo de translado em metr\u00f4s com joguinhos no celular, Nova York oferece muito mais, e quero voltar, de novo e de novo.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/eua15.jpg\" alt=\"eua15.jpg\"\/><\/p>\n<p>O saldo final foi positivo, e at\u00e9 faz desejar outra viagem. Quero me aprofundar em Chicago (os tr\u00eas dias da viagem anterior apenas instigaram o desejo) assim como dar uma segunda chance para S\u00e3o Francisco. Quero conhecer St. Louis e Washington. Quero mergulhar na sensacional escola norte-americana de cervejas artesanais. Quero ver shows no Fillmore, no Terminal 5, no Bowery, no Music Hall Williamsburg. Quero ir ao Lollapalooza Chicago e ao Outside Lands, em S\u00e3o Francisco. Um dia. O di\u00e1rio com o roteiro detalhado est\u00e1 <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/category\/eua-2013\/\">aqui<\/a>. At\u00e9 a pr\u00f3xima.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/eua17.jpg\" alt=\"eua17.jpg\"\/><\/p>\n<p>TOP CIDADES<br \/>\n1) New Orleans<br \/>\n2) New York<br \/>\n3) Memphis<br \/>\n4) Nashville<\/p>\n<p>TOP SHOW<br \/>\n1) <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/05\/13\/palma-violets-ao-vivo-em-nova-york\/\" target=\"_blank\">Palma Violets no Music Hall Williamsburg<\/a> (NY)<br \/>\n2) <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2013\/05\/14\/feira-no-brooklyn-e-mudhoney-ao-vivo\/\">Mudhoney no Music Hall Williamsburg<\/a> (NY)<br \/>\n3)  <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2013\/05\/07\/new-orleans-jazz-fest-e-black-francis\/\">Frank Black e Reid Paley no no Music At The Mint<\/a> (NO)<br \/>\n4) <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2013\/04\/29\/8324\/\">Band of Horses no Ryman Audithory<\/a> (NA)<br \/>\n5) <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2013\/05\/08\/eua-2013-nova-york-e-peter-murphy\/\">Peter Murphy e Ours no Webster Hall<\/a> (NY)<\/p>\n<p>TOP CERVEJAS<br \/>\nOn Tap<br \/>\n1) Yazoo Rye Saison, de Nashville (TE)<br \/>\n2) Brooklyn Fiat Lux, de Nova York (NY)<br \/>\n3) Turtle Anarchy Rye IPA, de Franklin (TE)<br \/>\n4) Rolle Bolle, de Fort Collins (CO)<br \/>\n5) Shock Top Belgian White, de Saint Louis (MI)<\/p>\n<p>Em Garrafas<br \/>\n1) Brooklyn Silver Anniversary Lager, de Nova York (NY)<br \/>\n2) Flying Dog Gonzo Imperial Porter, de Frederick (MA)<br \/>\n3) Dogfish Head Immort Ale, de Milton (DE)<br \/>\n4) Old Rasputin, de Fort Bragg (CN)<br \/>\n5) Triple Exultation Old Ale, de Fortuna (CA)<\/p>\n<p>TOP BREWPUBS \/ RESTAURANTS<br \/>\n1) <a href=\"http:\/\/www.beerknurd.com\/\" target=\"_blank\">The Flying Saucer<\/a>, Memphis<br \/>\n2) <a href=\"http:\/\/www.blackstonebrewery.com\/\" target=\"_blank\">Blackstone Brewery<\/a>, Nashville<br \/>\n3) <a href=\"http:\/\/www.snugjazz.com\/site\/\" target=\"_blank\">Snug Harbor<\/a>, New Orleans<br \/>\n4) <a href=\"http:\/\/www.sweetwaterny.com\/\" target=\"_blank\">Sweet Water<\/a>, Nova York<br \/>\n5) <a href=\"http:\/\/www.localgastropub.com\/\" target=\"_blank\">Local Gastropub<\/a>, Memphis<\/p>\n<p>TOP SODAS<br \/>\n1) The Wizard of Oz Cherry Cola<br \/>\n2) Zombie Brain Juice<br \/>\n3) Bacon Soda<br \/>\n4) Cream My People<br \/>\n5) Dr. Pepper<\/p>\n<p>TOP LUGARES<br \/>\n1) National Civil Rights Museum, Memphis<br \/>\n2) MoMA, Nova York<br \/>\n3) Music Hall Williamsburg, Nova York<br \/>\n4) The Saucer Mission, Memphis<br \/>\n5) Chelsea Market, Nova York<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/eua181.jpg\" alt=\"eua181.jpg\"\/><\/p>\n<p align=\"center\">Leia mais: Di\u00e1rio de Viagem Estados Unidos 2013 (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/category\/eua-2013\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fotos (01 a 09): Liliane Callegari Fotos (10 a 17): Marcelo Costa Dezessete dias, quatro cidades. 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