{"id":13412,"date":"2014-08-06T11:23:58","date_gmt":"2014-08-06T14:23:58","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2014\/08\/06\/festivais-%c3%b8ya-em-oslo-dia-1\/"},"modified":"2016-07-18T08:45:19","modified_gmt":"2016-07-18T11:45:19","slug":"festivais-%c3%b8ya-em-oslo-dia-1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/2014\/08\/06\/festivais-%c3%b8ya-em-oslo-dia-1\/","title":{"rendered":"Festivais: \u00d8ya, em Oslo (Dia 1)"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/oslo2.jpg\" height=\"300\" width=\"450\"\/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Texto: Marcelo Costa<br \/>\nFotos: Liliane Callegari (<a href=\"https:\/\/www.flickr.com\/photos\/lilianecallegari\/sets\/72157646088109354\/\" target=\"_blank\">veja galeria<\/a>)<\/p>\n<p>Quem v\u00ea a grandiosidade atual do \u00d8ya Festival, em Oslo, n\u00e3o imagina que o maior festival da Noruega come\u00e7ou em 1999 com 1200 espectadores. No ano seguinte, o p\u00fablico pulou para 4 mil pessoas, em 2003 j\u00e1 somava 24 mil espectadores , em 2010, alcan\u00e7ava a marca de 85 mil pessoas no fim de semana (com os quatro dias alternando entre 20 e 25 mil pessoas, dependendo da atra\u00e7\u00e3o), que vem se mantendo desde ent\u00e3o. Esse p\u00fablico se divide em uma grande \u00e1rea que recebe (este ano) 96 atra\u00e7\u00f5es divididas em cinco palcos (um deles, uma tenda para apresenta\u00e7\u00f5es intimistas, debates e discuss\u00f5es sobre os rumos da m\u00fasica norueguesa).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/oslo3.jpg\" height=\"300\" width=\"450\"\/><\/p>\n<p>As atividades do festival n\u00e3o se restringem ao primeiro par\u00e1grafo, e muito menos ao ambiente do T\u00f8yen Park, no lado leste de Oslo: em todos os dias do festival, 23 casas noturnas da cidade recebem bandas norueguesas em seus palcos. A programa\u00e7\u00e3o para esta quarta-feira, por exemplo, vai do som minimal synthpop do Bl\u00e5, passando pelo folk de Janne Sea, pelo alternativo de Fay Wildhagen e pelo pop do Pow Pow at\u00e9 chegar ao hardcore do Haraball, o post metal do Kollwitz, o doom metal do Tombstones, o thrash do Condor e o kraut do Astro Sonic. Definitivamente, tem shows para todos os gostos (e, principalmente, bolsos).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/oslo4.jpg\" height=\"300\" width=\"450\"\/><\/p>\n<p>Quem n\u00e3o \u00e9 cidad\u00e3o escandinavo (nascido ou imigrante) pode levar um tremendo susto ao conferir os pre\u00e7os da regi\u00e3o, e olha que j\u00e1 existiram festivais brasileiros que conseguiram superar os R$ 900 do passe para os quatro dias do \u00d8ya Festival. A coisa fica feia no quesito bebida alco\u00f3lica, taxad\u00edssima na regi\u00e3o: um copo de chope na \u00e1rea do evento custa nada menos que R$ 30 \u2013 um hamb\u00farguer sai por R$ 35, um bald\u00e3o de pipoca por R$ 20, um prato de nachos por R$ 35 e um fish &amp; chips, R$ 40. As lojas de discos vendem vinis novos das atra\u00e7\u00f5es do festival com pre\u00e7os entre R$ 60 e R$ 80 e as camisetas oficiais custam, em m\u00e9dia, R$ 80.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/oslo5.jpg\" height=\"300\" width=\"450\"\/><\/p>\n<p>O p\u00fablico \u00e9 o mais variado poss\u00edvel, e num primeiro momento surpreende a quantidade de pais de fam\u00edlia com filhos pequenos (de 1, 2 e 3 anos \u2013 todos com fones de prote\u00e7\u00e3o de ouvido \u2013 at\u00e9 moleques) presentes no recinto. O T\u00f8yen Park fica exatamente ao lado do Museu Munch (grande pintor noruegu\u00eas, respons\u00e1vel pelo quadro \u201cO Grito\u201d, de 1893, entre outros) e parece ter ca\u00eddo como uma luva para o festival, que mudou-se para c\u00e1 neste ano (a produ\u00e7\u00e3o precisou mudar o endere\u00e7o do festival ap\u00f3s 13 edi\u00e7\u00f5es no Medieval Park porque a \u00e1rea do metr\u00f4 que o atendia est\u00e1 em reconstru\u00e7\u00e3o, e isso prejudicaria o deslocamento do p\u00fablico).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/oslo6.jpg\" height=\"300\" width=\"450\"\/><\/p>\n<p>As atividades do Scream &amp; Yell no dia foram abertas pelo combo noruegu\u00eas Atlanter, que subiu ao palco acompanhado das compositoras Hanne Kolst\u00f8 e Anne Lise Fr\u00f8kedal, somando tr\u00eas guitarras no palco (e oito integrantes) e dando vida a um projeto que estreou ao vivo em fevereiro deste ano \u2013 e j\u00e1 ganhou um EP, \u201cTemple\u201d, lan\u00e7ado em junho. Ao vivo, a jun\u00e7\u00e3o de tr\u00eas nomes badalados da cena musical local soa mezzo kraut rock e mezzo progressivo (Yes do come\u00e7o) com vocais melodiosos (meio The Byrds), uma aparente salada sonora que, por incr\u00edvel que pare\u00e7a, n\u00e3o soa indigesta. Nada de novo, mas, ainda assim, um bom show.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/oslo7.jpg\" height=\"300\" width=\"450\"\/><\/p>\n<p>Enquanto isso, a tenda Biblioteket, um projeto resultante da parceria da Biblioteca P\u00fablica da cidade com duas casas de shows, recebia uma palestra de Benedikt e Kristoffer Momrak, dois ex-integrantes da banda Tusm\u00f8rke. Pelo que deu para (n\u00e3o) entender, o bate papo \u2013 que divertiu bastante a plateia e tinha como fundo o rock norte-americano dos anos 50 \u2013 era sobre ervas m\u00e1gicas do Jardim Bot\u00e2nico (ou alguma coisa muito doida nesse sentido). Do lado de fora, uma barraca vendia sorvete e sandu\u00edche de carne de alce desfiada. O dono, bastante solicito, n\u00e3o pestanejava em agradar o cliente: \u201cQuer um copo de leite?\u201d. J\u00e1 que \u00e9 de gra\u00e7a\u2026<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/oslo8.jpg\" height=\"300\" width=\"450\"\/><\/p>\n<p>Quer ver o Rival Sons, grupo de classic rock dos anos 70 nascido em 2009 em Long Beach? Venha para a Escandin\u00e1via no ver\u00e3o. Ano passado eles se apresentaram no Norweggian Wood, aqui mesmo em Oslo, e dessa vez foram escalados para o primeiro dia do \u00d8ya. Noruegueses ca\u00edram na farsa, e consta que brasileiros tamb\u00e9m, mas a banda \u00e9 datada, bocejante e mais apelativa no abuso dos clich\u00eas que qualquer Pearl Jam cover (ou melhor, Stone Temple Pilots cover) que j\u00e1 tenha pisado no palco do Caf\u00e9 Piu Piu, em S\u00e3o Paulo. Jay Buchanan, o vocalista, \u00e9 10 vezes mais afetado que Axl Rose\u2026 sem um cent\u00e9simo do talento. Tristeza.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/oslo9.jpg\" height=\"300\" width=\"450\"\/><\/p>\n<p>No palco Vindfruen, exatamente ao lado do palco principal, o m\u00fasico norte-americano Jonathan Wilson tentava provar que todo o bl\u00e1 bl\u00e1 bl\u00e1 sobre seu \u00e1lbum \u201cFanfarre\u201d (2013) era digno, e n\u00e3o fruto de sua carteira de servi\u00e7os prestados no mundo pop (de produtor de \u00e1lbuns de Father John Misty e Dawes a participa\u00e7\u00f5es em \u00e1lbuns de Elvis Costello, Autumn Defense e Erykah Badu, entre muitos outros), e o que pode se dizer \u00e9 que ele sobrevive bem no palco, mas ainda precisa comer bastante sucrilhos para ser comparado a gente como Tom Petty, Graham Nash e Jackson Browne. Deixem o menino (de 39 anos) seguir em frente.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/oslo10.jpg\" height=\"300\" width=\"450\"\/><\/p>\n<p>Voltando no tempo, ali pelos idos de 2008, quando excursionava pela Europa divulgando o disco \u201cBoxer\u201d (2007), um excelente \u00e1lbum, ainda que uns dois degraus abaixo das obras primas \u201cAlligator\u201d (2005) e \u201cSad Songs for Dirty Lovers\u201d (2003), o The National era ent\u00e3o uma das melhores bandas no mundo sobre um palco. O epiteto n\u00e3o vale para os dias de hoje apenas porque o grupo de Matt Berninger colocou palet\u00f3 e gravata nos arranjos a partir de \u201cHigh Violet\u201d (2010), e as can\u00e7\u00f5es outrora \u00fanicas pareceram, desde ent\u00e3o, seguir uma f\u00f3rmula \u00f3bvia de \u201csil\u00eancio + explos\u00e3o\u201d que foi se desgastando com o tempo e perdendo brilho.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/oslo11.jpg\" height=\"300\" width=\"450\"\/><\/p>\n<p>D\u00f3i escrever isso, principalmente depois da aula de bom humor do obrigat\u00f3rio document\u00e1rio \u201cMistaken For Strangers\u201d (2013), mas seis m\u00fasicas de \u201cTrouble Will Find Me\u201d (2013) e quatro de \u201cHigh Violet\u201d num set list de 14 can\u00e7\u00f5es soam um erro descomunal (ainda que das quatro de \u201cHigh Violet\u201d, duas sejam as p\u00e9rolas \u201cBloodbuzz Ohio\u201d e \u201cTerrible Love\u201d) num show que ainda depende da atua\u00e7\u00e3o arrepiante de Matt para ser salvo. \u00c9 ele quem pula no meio do p\u00fablico e canta \u201cMr. November\u201d carregando um garoto de uns 13 anos nas costas a can\u00e7\u00e3o inteira, e arrasa no vozeir\u00e3o entoando \u201cFake Empire\u201d. Por alguns minutos, parece 2008. Saudade.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/oslo12.jpg\" height=\"300\" width=\"450\"\/><\/p>\n<p>Um dos shows mais esperados do dia (para os noruegueses) era o de Thomas Dybdahl, nome de bastante sucesso da m\u00fasica do pa\u00eds neste novo s\u00e9culo. J\u00e1 comparado com Nick Cave e Jeff Buckley, ao menos por este show pode-se dizer que as compara\u00e7\u00f5es s\u00e3o equivocadas e, principalmente, exageradas. Com boa vontade d\u00e1 para pintar o retrato de um James Taylor n\u00f3rdico breguinha da fazenda, e olhe l\u00e1. O p\u00fablico, por\u00e9m, cantou boa parte das can\u00e7\u00f5es de forma apaixonada e aprovou o show, que teve l\u00e1 alguns momentos interessantes embalados numa proposta feita e refeita um bom par de zilh\u00f5es de vezes.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/oslo13.jpg\" height=\"300\" width=\"450\"\/><\/p>\n<p>Fechando o palco principal, a segunda passagem da turn\u00ea \u201c\u2026Like Clockwork\u201d por Oslo (a primeira foi em dezembro de 2013) come\u00e7ou a 300 por hora com Michael Shuman disparando no baixo a linha inconfund\u00edvel de \u201cFeel Good Hit of the Summer\u201d. No tradicional break do meio da can\u00e7\u00e3o, em que a melodia vai sumindo, Josh Homme come\u00e7ou a cantar \u201cNever Let Me Down Again\u201d, do Depeche Mode, at\u00e9 puxar a fila de narc\u00f3ticos novamente: \u201cNicotine, Valium, Vicodin, marijuana, ecstasy and alcohol: Co-co-co-co-co-cocaine\u201d. Como num passe de m\u00e1gica, a liga\u00e7\u00e3o com \u201cThe Lost Art of Keeping a Secret\u201d, do \u00e1lbum \u201cRated R\u201d (2000), foi mantida. Festa.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/oslo14.jpg\" height=\"300\" width=\"450\"\/><\/p>\n<p>Antes de come\u00e7ar a terceira, Josh avisou: \u201cEssa \u00e9 uma m\u00fasica bem velha\u201d. E \u201cAvon\u201d, do primeiro disco do Queens (1998), surgiu no set list para del\u00edrio dos f\u00e3s mais antigos. O show, dai em diante, foi absolutamente impec\u00e1vel. \u201cMy God Is the Sun\u201d, que estreou no Lolla Brasil de 2013, est\u00e1 ainda mais densa. \u201cI Sat by the Ocean\u201d perdeu um pouco de corpo e ganhou mais sujeira. Com Josh ao piano, \u201c\u2026Like Clockwork\u201d foi um dos momentos de destaque na noite. O empolgante coro da galera antes de come\u00e7ar \u201cBurn the Witch\u201d pegou Josh de surpresa, e o vocalista n\u00e3o resistiu e brindou ao p\u00fablico\u2026 com u\u00edsque (na terra do \u00e1lcool 4.7%).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/oslo15.jpg\" height=\"300\" width=\"450\"\/><\/p>\n<p>Por duas vezes, Homme pediu: \u201cAcendam as luzes: quero olhar para voc\u00eas! Que noite linda, hein\u201d. O caminh\u00e3o de hinos n\u00e3o ficou de fora: \u201cMonsters in the Parasol\u201d, \u201cLittle Sister\u201d, \u201cMake It Wit Chu\u201d, \u201cSick, Sick, Sick\u201d, \u201cGo With the Flow\u201d e \u201cNo One Knows\u201d fizeram a festa dos 20 mil presentes, que puderam ver como Jon Theodore fez o som da banda crescer e ganhar inflex\u00f5es (s\u00f3 ele consegue fazer a bateria de \u201cNo One Knows\u201d, um momento m\u00e1gico de Dave Grohl, soar no palco como no disco). O respeito que o m\u00fasico conseguiu dentro da banda \u00e9 tamanho que o show termina com uma vers\u00e3o cacetada de \u201cA Song for the Dead\u201d, com direito a solo de bateria de Theodore, ap\u00f3s uma hora e meia de porrada. Impressionante. E perfeito. Que show.<\/p>\n<p>O \u00d8ya Festival continua nesta quinta com mais 23 shows. Nos vemos amanh\u00e3.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/oslo16.jpg\" height=\"300\" width=\"450\"\/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/category\/europa-2014\/\">Europa 2014: Di\u00e1rio de Viagem<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Texto: Marcelo Costa Fotos: Liliane Callegari (veja galeria) Quem v\u00ea a grandiosidade atual do \u00d8ya Festival, em Oslo, n\u00e3o imagina que o maior festival da Noruega come\u00e7ou em 1999 com 1200 espectadores. 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