{"id":1232,"date":"2008-12-29T00:39:25","date_gmt":"2008-12-29T03:39:25","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2008\/12\/29\/o-tempo-amigo-do-pato-fu\/"},"modified":"2009-05-21T16:46:44","modified_gmt":"2009-05-21T19:46:44","slug":"o-tempo-amigo-do-pato-fu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/2008\/12\/29\/o-tempo-amigo-do-pato-fu\/","title":{"rendered":"O tempo amigo do Pato Fu"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\" align=\"center\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/12\/patofu_pompeia.jpg\" style=\"width: 450px; height: 300px\" width=\"450\" height=\"300\" \/><br \/>\nTexto: Marcelo Costa \/ Fotos: Liliane Callegari<\/p>\n<p>O tempo vai, o tempo voa, a poupan\u00e7a Bamerindus nem existe mais e o Pato Fu continua intacto no posto de principal banda do lado debaixo do Equador. Todo ano surgem alguns grandes discos, algumas boas promessas, mas basta cruzar o Pato Fu que fica imposs\u00edvel n\u00e3o se impressionar (mais uma vez) com a qualidade do\u00a0combo mineiro. Mesmo em um ano sem disco lan\u00e7ado e dedicado \u00e0 carreira solo de Fernanda Takai, em cima do palco fica dif\u00edcil n\u00e3o se render ao grupo.<\/p>\n<p>O retorno da banda\u00a0aos palcos paulistas esgotou duas noites no pequeno, estranho e especial palco do teatro do Sesc Pomp\u00e9ia. Dois shows com repert\u00f3rio cl\u00e1ssico para encerrar o ano com chave de ouro. Can\u00e7\u00f5es do fundo do ba\u00fa ressurgiram vivas e fortes e as apresenta\u00e7\u00f5es solo despertaram a verve de frontwoman de Fernanda, cada vez mais falante, brincalhona e atuante no palco. Dudu Tsuda (Jumbo Elektro \/ C\u00e9rebro Eletr\u00f4nico) debutou em casa assumindo os teclados.<\/p>\n<p>Quem conhece o palco do Teatro do Sesc Pomp\u00e9ia sabe que ele \u00e9 bastante particular. O palco fica no centro entre duas plat\u00e9ias e, dependendo do lado que o espectador fique, algo se perde \u2013 ou se sobressai. Quem optou por ficar na plat\u00e9ia impar, lado esquerdo, foi presenteado com uma massacrante atua\u00e7\u00e3o de Xande na bateria, que por vezes encobria os riffs de guitarra e a voz de Fernanda, mas que \u2013 verdade seja dita \u2013 era bonito de se ver (e ouvir).<\/p>\n<p>&#8220;O Amor Em Carne e Osso&#8221; abriu o show de forma quase intimista emendando-se com &#8220;Spoc&#8221;. Foi quando Fernanda acalmou o p\u00fablico. &#8220;Pode deixar, n\u00e3o vamos tocar s\u00f3 lados b&#8221;. E ent\u00e3o uma leva de hits seguiram-se noite adentro: &#8220;Perdendo Dentes&#8221;, &#8220;Antes Que Seja Tarde&#8221;, &#8220;Can\u00e7\u00e3o Pra Voc\u00ea Viver Mais&#8221;, &#8220;Made in Japan&#8221;, &#8220;Ando Meio Desligado&#8221;, &#8220;Eu&#8221;, &#8220;Uh Uh Uh, La La La, L\u00ea, L\u00e9&#8221;, &#8220;Imperfeito&#8221;, &#8220;Gimme 30&#8221; e &#8220;Anormal&#8221; al\u00e9m de can\u00e7\u00f5es do \u00faltimo disco como &#8220;30000 P\u00e9s&#8221;, &#8220;Tudo Vai Ficar Bem&#8221; e &#8220;Nada Original&#8221;.<\/p>\n<p>Do fundo do ba\u00fa (e a pedidos de Dudu) eles tiraram &#8220;Mam\u00e3e Ama o Meu Revolver&#8221;, mas os grandes momentos \u2013 como sempre \u2013 foram &#8220;Capet\u00e3o&#8221; (infelizmente, sem a boa parte cantada pelo Ricardo). &#8220;Depois&#8221; (com dois convidados da plat\u00e9ia dan\u00e7ando no palco e engordando o vocal no refr\u00e3o), as aceleradas &#8220;O Filho Predileto de Rajneesh&#8221; e &#8220;Dois Malucos&#8221;, e a balada corta cora\u00e7\u00e3o &#8220;Agridoce&#8221;, com Fernanda a dedicando para uma garota do interior que reza toda noite para que Roberto Carlos grave uma vers\u00e3o.<\/p>\n<p>Na volta para o bis, Fernanda chamou ao palco a pequena Nina (filha dela com o guitarrista e marid\u00e3o John) para uma &#8220;participa\u00e7\u00e3o especial&#8221; fof\u00edssima em &#8220;Mam\u00e3 Pap\u00e1&#8221; &#8220;tocando&#8221; o Potchi (Tot\u00f3 em japon\u00eas), seu cachorrinho de pel\u00facia que emite sons de brinquedinhos infantis. Para encerrar, &#8220;Sobre o Tempo&#8221;, trazendo consigo a lembran\u00e7a da met\u00e1fora banc\u00e1ria (que muitas pessoas nem sequer lembram ou viram a propaganda na \u00e9poca) do in\u00edcio do texto. O tempo, amigo, continua sendo legal com o Pato Fu. Vai, vai, vai, vai, vai&#8230; vai.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/lilianecallegari\/sets\/72157611805251634\/\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/12\/patofu_pompeia_nina.jpg\" style=\"width: 450px; height: 300px\" width=\"450\" height=\"300\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; &#8220;Daqui pro Futuro&#8221;, Pato Fu, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2007\/09\/10\/disco-da-semana-daqui-pro-futuro-pato-fu\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; &#8220;Onde Brilhem os Olhos Seus&#8221;, Fernanda Takai, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2007\/12\/17\/inteligencia-a-favor-da-musica\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; &#8220;Toda Cura Para Todo Mal &#8211; DVD&#8221;, Pato Fu, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2007\/05\/14\/toda-cura-para-todo-mal-do-pato-fu-e-o-dvd-da-semana\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Pato Fu ao vivo em Taubat\u00e9, 31\/03\/00, por Marcelo Costa (<a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/musica\/patofuaovivotte.htm\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; &#8220;Toda Cura Para Todo Mal&#8221; faixa a faixa por Fernanda Takai (<a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/musicadois\/patofu_cura.htm\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Texto: Marcelo Costa \/ Fotos: Liliane Callegari O tempo vai, o tempo voa, a poupan\u00e7a Bamerindus nem existe mais e o Pato Fu continua intacto no posto de principal banda do lado debaixo do Equador. Todo ano surgem alguns grandes discos, algumas boas promessas, mas basta cruzar o Pato Fu que fica imposs\u00edvel n\u00e3o se [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1232"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1232"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1232\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1232"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1232"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1232"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}