Bjork
- "Vespertine"
Por
Sylvie Picolloto

Vem coisa boa por aí. Novo
disco da Björk é sempre alegria para quem gosta da estranheza
eletrônica da cantora.
Mais uma vez ela se supera na escolha
de sons e na mixagem das faixas de "Vespertine". Björk procura seus
sons em movimentos da natureza e os remixa em estúdio. O resultado
você confere em um belo e indispensável disco.
A beleza começa na capa e no
encarte. Como sempre, Björk escolhe os melhores artistas de plantão
para ousar em sua capa, tipologia, desenhos e, neste álbum, o diferencial
começa na embalagem branca.
O álbum começa com a
ótima "Hidden Place", que traz a participação dos
eletrônicos Matmos. E prepare-se para a atmosfera calma que
a cantora preparou para os seus fiéis ouvintes: Björk continua
escrevendo todas as letras e traz paz em suas faixas e acordes orquestrados.
Björk quer te levar para uma
viagem com alguma engenhoca eletrônica sobre uma floresta rica em
sons e proporciona quase 56 minutos de emoção, curvas, aterrizagens
e vôos sobre belas planicies. Feche os olhos, aumente o volume e
aceite o passeio. Vai valer a pena.
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