{"id":3448,"date":"2010-10-10T00:16:51","date_gmt":"2010-10-10T03:16:51","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2010\/10\/10\/swu-dia-1\/"},"modified":"2010-10-11T09:41:23","modified_gmt":"2010-10-11T12:41:23","slug":"swu-dia-1","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/2010\/10\/10\/swu-dia-1\/","title":{"rendered":"SWU &#8211; Dia 1"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2010\/10\/swu1.jpg\" alt=\"swu1.jpg\" \/><\/p>\n<p align=\"center\"><strong>Texto: Marcelo Costa<br \/>\nFotos: Liliane Callegari<\/strong><\/p>\n<p>22h40, sala de imprensa. O Rage Against The Machine est\u00e1 fazendo uma barulheira t\u00e3o braba que as paredes de compensado chacoalham cada vez que Tim Commerford toca uma corda do baixo. Bonito de ver o pique da galera cantando e urrando as letras das m\u00fasicas (houve at\u00e9 dedicat\u00f3ria especial ao MST). Seria melhor que o grande p\u00fablico estivesse mais perto do palco (a vergonhosa \u00e1rea premium \u00e9 extensa e os afasta dos artistas), mas mesmo assim a turma de Los Angeles se esfor\u00e7ou para chegar perto dos f\u00e3s com um bom show, mas aconteceu o contr\u00e1rio.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2010\/10\/swu2.jpg\" alt=\"swu2.jpg\" \/><\/p>\n<p> N\u00e3o rolou invas\u00e3o, como Zack de la Rocha incentivou pelo twitter. Mas quase. Na segunda m\u00fasica, a muvuca era t\u00e3o grande entre a galera da pista normal que Zack precisou dar um tempo e bancar o cobrador de \u00f4nibus: &#8220;um passinho pra tr\u00e1s, um passinho pra tr\u00e1s&#8221;. A barricada estava vindo para a frente, e isso aconteceu praticamente o show todo obrigando a produ\u00e7\u00e3o a desligar o som tr\u00eas vezes. A banda come\u00e7ava a engranar, e o som parava para o p\u00fablico acalmar. F\u00e1cil promover o caos quando se tem um camarim caprichado e quando se est\u00e1 no palco, e n\u00e3o espremido entre milhares de pessoas. Se acontecesse alguma trag\u00e9dia algu\u00e9m diria: &#8220;Isso \u00e9 o Brasil&#8221;. Mas n\u00e3o \u00e9 bem assim. Bola fora do RATM (sobre um erro do SWU, a \u00e1rea premium).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2010\/10\/swu3.jpg\" alt=\"swu3.jpg\" \/><\/p>\n<p> Voltando algumas horas atr\u00e1s: Mallu Magalh\u00e3es (toda linda) brigou com a microfonia no Palco Oi, mas foi o Cidad\u00e3o Instigado que fez bonito. Fernando Catatau, inspirad\u00edssimo, descontou a raiva dos problemas com o som em sua guitarra, e o p\u00fablico ganhou riffs fortes e empolgantes. No palco principal, S\u00e9rgio Dias enganava a plateia cantando hinos do Mutantes como &#8220;Vida de Cachorro&#8221;, &#8220;Virginia&#8221;, Fuga N\u00ba 2&#8243;, &#8220;Top Top&#8221;, &#8220;Minha Menina&#8221;, &#8220;El Justiceiro&#8221;, &#8220;Balada do Louco&#8221; e &#8220;Ando Meio Desligado&#8221;. Bom momento: a boa vers\u00e3o de &#8220;A Hora e a Vez do Cabelo Nascer&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2010\/10\/swu5.jpg\" alt=\"swu5.jpg\" \/><\/p>\n<p> J\u00e1 o Los Hermanos come\u00e7ou com &#8220;Al\u00e9m do Que Se V\u00ea&#8221;, engatou em &#8220;Todo Carnaval Tem Seu Fim&#8221; e &#8220;Retrato de Ia Ia&#8221; prometendo uma noite antol\u00f3gica. E, de certo modo, foi&#8230; at\u00e9 a dobradinha &#8220;O Vencedor&#8221;\/&#8221;Cara Estranho&#8221;, est\u00e1 \u00faltima em vers\u00e3o enfezada, barulhenta, roqueira (melhor que show inteiro que a banda fez em 2008 abrindo para o Radiohead em S\u00e3o Paulo). Por\u00e9m, depois desse momento de beleza roqueira, a banda decidiu colocar o p\u00fablico para dormir e o show ficou chat\u00e3o. Ningu\u00e9m chegou a roncar, e a maioria acordou para cantar &#8220;Sentimental&#8221; e pular em &#8220;A Flor&#8221;, mas ficou no ar a sensa\u00e7\u00e3o de &#8220;eles podem mais, s\u00f3 n\u00e3o querem&#8221;. Chatos.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2010\/10\/swu61.jpg\" alt=\"swu61.jpg\" \/><\/p>\n<p> O saldo desse primeiro dia (n\u00e3o rolou de ver Superguidis, Curumin e Apples in Stereo &#8211; coisas de festival, mas Cidad\u00e3o valeu) foi ok. Se musicalmente o festival est\u00e1 devendo (e deve continuar, mesmo com a promessa dos grandes shows da segunda-feira), a estrutura est\u00e1 funcionando dentro do poss\u00edvel. Ainda \u00e9 preciso disponibilizar mais caixas (as filas estavam imensas) e encontrar uma sa\u00edda para o problema &#8220;\u00e1rea premium&#8221; (segunda tem QOTSA, tenso), mas \u00e9 melhor esperar at\u00e9 o terceiro dia para fazer uma an\u00e1lise completa, um balan\u00e7o geral. \u00c9 s\u00f3 o come\u00e7o do fim de semana e o primeiro dia de um festival que tem tudo para dar certo, mas algu\u00e9m precisa ir anotando os erros. Eles podem custar caro.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2010\/10\/swu7.jpg\" alt=\"swu7.jpg\" \/><\/p>\n<p>Amanh\u00e3 tem&#8230; Jota Quest.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Texto: Marcelo Costa Fotos: Liliane Callegari 22h40, sala de imprensa. 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