{"id":1982,"date":"2009-08-19T12:43:08","date_gmt":"2009-08-19T15:43:08","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2009\/08\/19\/banze-no-oeste-macho-alfa-e-aimee-mann-em-bue\/"},"modified":"2015-09-07T11:15:51","modified_gmt":"2015-09-07T14:15:51","slug":"banze-no-oeste-macho-alfa-e-aimee-mann-em-bue","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/2009\/08\/19\/banze-no-oeste-macho-alfa-e-aimee-mann-em-bue\/","title":{"rendered":"Banz\u00e9 no Oeste, Macho Alfa e Aimee Mann"},"content":{"rendered":"<p><strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2009\/08\/melbrooks.jpg\" alt=\"Mel Brooks em cena de \u201cBanz\u00e9 no Oeste\u201d\" \/><\/p>\n<p><\/strong><strong>&#8220;Banz\u00e9 no Oeste&#8221;, de Mel Brooks<\/strong> (1974)<br \/>\nPara a American Film Institut, &#8220;Banz\u00e9 no Oeste&#8221; (&#8220;Blazing Saddles&#8221;) \u00e9 uma das dez melhores com\u00e9dias de todos os tempos. Mel Brooks \u00e9 uma das poucas pessoas a terem recebido um Oscar (cinema), um Grammy (m\u00fasica), um Emmy (TV) e um Tony (teatro) e est\u00e1 totalmente \u00e0 vontade neste que \u00e9 o seu quinto filme, e que bateu forte (mas muita forte) na turma Monty Python (o final de &#8220;Calice Sagrado&#8221; \u00e9 uma homenagem clara para &#8220;Banz\u00e9 no Oeste&#8221;).<\/p>\n<p>Mel Brooks avacalha os filmes de dilig\u00eancia e faroestes com passagens c\u00f4micas e ainda provoca os racistas ao fazer de um negro (Cleavon Little) o xerife de uma cidadezinha do velho oeste. Gene Wilder est\u00e1 \u00f3timo, o pr\u00f3prio Mel Brooks rouba algumas cenas coom governador (foto), mas \u00e9 Harvey\u00a0Korman quem brilha. O texto \u00e9 excelente, embora haja um certo v\u00e1cuo entre algumas piadas, mas nada que diminua o filme, muito menos o\u00a0final surreal e arrasador. Um cl\u00e1ssico.<\/p>\n<p>*******<\/p>\n<p>Como JJ Bronson, grande amigo que assina a coluna Macha Alfa no iG, est\u00e1 de f\u00e9rias em paisagens id\u00edlicas, fiquei respons\u00e1vel por escrever a coluna desta semana. Assino com o singelo pseud\u00f4nimo de JR Dur\u00e3o, e o tema \u00e9 &#8220;Mulher tem que ter pegada?&#8221;. Leia a coluna <a href=\"http:\/\/colunistas.ig.com.br\/machoalfa\/2009\/08\/19\/mulher-tem-que-ter-pegada\/\">aqui<\/a>.<\/p>\n<p>*******<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/ligelena\/3829433364\/\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2009\/08\/aimeemann.jpg\" alt=\"Aimee Mann em Buenos Aires, foto de Ligia Helena\" \/><\/a><\/p>\n<p>A queridissima <a href=\"http:\/\/viagensligelena.wordpress.com\/\">Ligilena<\/a> esteve em Buenos Aires semana passada para, entre outras coisas, assistir ao show de Aimee Mann. Abaixo um relato descompromissado que ela fez aqui para o blog. A foto \u00e9 dela. No flickr (<a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/ligelena\/sets\/72157621936974725\/\">http:\/\/www.flickr.com\/photos\/ligelena<\/a>)\u00a0tem mais.<\/p>\n<p><em>&#8220;Bom, como eu disse pro Mac, n\u00e3o sou cr\u00edtica de m\u00fasica. E sou muito, muito, muuuuito f\u00e3 da Aimee Mann. Ent\u00e3o posso contar como foi o show, mas vai ser em primeira pessoa. Se voc\u00eas quiserem podem baixar uns dois tons do meu texto pra terem a real no\u00e7\u00e3o do que foi aquela apresenta\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>Quando eu decidi ir pra l\u00e1 pra ver a Aimee, resolvi fazer a loucura completa e comprei o ingresso mais caro, na segunda fileira (a primeira j\u00e1 estava lotada) do Teatro Gran Rex. \u00c9 um teatro gigante, que j\u00e1 recebeu a Bj\u00f6rk, o Coldplay, o Muse, entre outros grandes. E a plat\u00e9ia estava quase completa pra ver Aimee na Am\u00e9rica do Sul pela primeira vez.<\/em><\/p>\n<p><em>Minhas impress\u00f5es da segunda fila foram completamente diferentes das impress\u00f5es dos meus amigos que assistiram do fund\u00e3o. Eles assistiram a um show introspectivo e melanc\u00f3lico. Eu assisti a um show descontra\u00eddo e feliz. Acho que conseguir ver as express\u00f5es da Aimee foi o que fez a diferen\u00e7a. Ela \u00e9 alta, magrela e desajeitada, daquele tipo de pessoa que n\u00e3o sabe bem onde colocar as m\u00e3os e trope\u00e7a em tudo, sabe? A cada m\u00fasica ela fazia quest\u00e3o de agradecer, sorrindo muito, feliz da vida. N\u00e3o tentou fazer m\u00e9dia, n\u00e3o disse &#8220;hola&#8221; nem &#8220;gracias&#8221;, mas cativou todo mundo.<\/em><\/p>\n<p><em>No palco, ela e mais dois m\u00fasicos se revezavam entre piano, \u00f3rg\u00e3o, escaleta, bateria, viol\u00e3o, guitarra e baixo. At\u00e9 flauta doce ela tentou tocar, sem muito sucesso. Pediu desculpas, estava aprendendo a tocar &#8220;aquilo&#8221; havia s\u00f3 duas semanas.\u00a0 <\/em><\/p>\n<p><em>O setlist foi muito generoso, com m\u00fasicas de todos os discos e at\u00e9 um lado B do Lost in Space, &#8220;Nightmare Girl&#8221;. A plat\u00e9ia veio abaixo a cada can\u00e7\u00e3o da trilha de Magnolia, especialmente com a dobradinha de Wise Up e Save Me. De matar. Ainda rolou Momentum, One, Deathly (essa, no bis, serviu pra me arrancar as \u00faltimas l\u00e1grimas). Do &#8220;Whatever&#8221;, rolou &#8220;Stupid Thing&#8221;. Do I&#8217;m With Stupid, rolou &#8220;You Could Make a Killing&#8221; e &#8220;Amateur&#8221;. Do Bachelor no. 2, Deathly, que eu j\u00e1 tinha dito. Do Lost in Space, &#8220;The Moth&#8221; (que abriu o show) e &#8220;Today&#8217;s the Day&#8221;. Do Forgotten Arm, &#8220;Going Through the Motions&#8221; e &#8220;Little Bombs&#8221;. E do \u00faltimo, Smilers, &#8220;Little Tornado&#8221;, &#8220;31 Today&#8221;, &#8220;Freeway&#8221;. Ela fechou o show cantando &#8220;Voices Carry&#8221;, do Til Tuesday. Generosa ou n\u00e3o?<\/em><\/p>\n<p><em>Eu n\u00e3o anotei o setlist, eu nem sei se a\u00ed em cima est\u00e3o sobrando ou faltando can\u00e7\u00f5es. Porque eu estava completamente encantada e entorpecida pelo show. No dia seguinte ela partiu para Santiago, no Chile, e minha vontade era ir atr\u00e1s pra ver mais um show. E a pergunta que ficou martelando na minha cabe\u00e7a foi: por que ningu\u00e9m trouxe essa mulher pro Brasil? E a certeza que ficou foi: se eu tiver qualquer chance de ver um show dela de novo, vou de olhos fechados. &#8220;<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Banz\u00e9 no Oeste&#8221;, de Mel Brooks (1974) Para a American Film Institut, &#8220;Banz\u00e9 no Oeste&#8221; (&#8220;Blazing Saddles&#8221;) \u00e9 uma das dez melhores com\u00e9dias de todos os tempos. 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