{"id":18156,"date":"2018-12-11T13:12:10","date_gmt":"2018-12-11T16:12:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/?p=18156"},"modified":"2018-12-11T13:12:53","modified_gmt":"2018-12-11T16:12:53","slug":"ouvindo-my-teenage-stride","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/2018\/12\/11\/ouvindo-my-teenage-stride\/","title":{"rendered":"Ouvindo: My Teenage Stride"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/teenage.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Umas semanas atr\u00e1s, na companhia do amigo Rafael Cortes, parceiro dedicado na fun\u00e7\u00e3o da garimpagem de grandes discos em promo\u00e7\u00e3o, passamos uma tarde animada na Sensorial Discos, em seu novo endere\u00e7o, na Rua Augusta, 1371, loja 114 \u2013 ou seja, na Galeria Ouro Velho, aqui do ladinho de casa. O Lucio, capo da loja, tem um acervo fenomenal do qual, sempre, fisgo alguma coisa bacana. Nesse dia sai com um Pernice Brothers que eu sempre quis ter (\u201cLive a Little\u201d, de 2006), com um Pastels que eu achava que eu tinha (a trilha \u201cThe Last Great Wilderness\u201d, de 2003, que o Mart\u00edn passou parte do dia ouvindo no meu colo &#8211; e aparentemente curtiu), com um EP do Maybellines, banda do Colorado que eu n\u00e3o conhecia, mas que curti bastante (v\u00e1 atr\u00e1s de \u201cA La Carte\u201d, de 2005 \u2013 tem no Bandcamp), e com \u201cUnderneath The Marquee\u201d (2000), do quarteto de indie dream pop de S\u00e3o Francisco, Poundsign, indica\u00e7\u00e3o do L\u00facio \u2013 que nunca ouvi, mas \u00e9 o pr\u00f3ximo a ver a luz do laser.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m desses peguei esse disco da foto. Na hora que escolhi achei que estava pegando um \u00e1lbum da Major Major, banda indie de Liverpool que sei l\u00e1 como dei play nas m\u00fasicas na segunda metade da d\u00e9cada passada \u2013 e curti, e que j\u00e1 acabou. Por\u00e9m, para minha feliz surpresa, \u201cMajor Major\u201d (2004) \u00e9 o nome do segundo disco da banda do Brooklyn nova-iorquino My Teenage Stride, que faz um som que \u00e9 algo como Smiths meets Pavement meets Preston School of Industry com um toquezinho caipira (ao menos nesse disco). A surpresa aumenta quando se descobre que se trata de uma one-man-band! Isso mesmo, Jedediah Smith comp\u00f5e e toca tudo, e chama os amigos quando pretende tocar as can\u00e7\u00f5es ao vivo. Numa pesquisa r\u00e1pida descobre -se que ele j\u00e1 lan\u00e7ou uns seis ou sete discos (incluindo uma colet\u00e2nea de raridades em 2018) e disponibilizou um punhado de singles no Bandcamp, que j\u00e1 soam uma boa introdu\u00e7\u00e3o a sua obra, j\u00e1 que \u201cMajor Major\u201d, o \u00e1lbum, segue in\u00e9dito em digital \u2013 e tocando direto em casa. Vale o garimpo.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"450\" height=\"253\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/xsEQA01J6Ks?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"450\" height=\"338\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/mKFxYWIjddA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"450\" height=\"338\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/HD-psZbf7ho?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><!-- \/wp:image --><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Umas semanas atr\u00e1s, na companhia do amigo Rafael Cortes, parceiro dedicado na fun\u00e7\u00e3o da garimpagem de grandes discos em promo\u00e7\u00e3o, passamos uma tarde animada na Sensorial Discos, em seu novo endere\u00e7o, na Rua Augusta, 1371, loja 114 \u2013 ou seja, na Galeria Ouro Velho, aqui do ladinho de casa. 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