{"id":16076,"date":"2007-11-30T17:35:52","date_gmt":"2007-11-30T20:35:52","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/?p=16076"},"modified":"2018-01-20T17:44:16","modified_gmt":"2018-01-20T20:44:16","slug":"top-ten-10-shows-internacionais","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/2007\/11\/30\/top-ten-10-shows-internacionais\/","title":{"rendered":"Top Ten: 10 shows internacionais"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-16077 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/rem.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"219\" srcset=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/rem.jpg 450w, http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/rem-300x146.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/p>\n<p>Dias atr\u00e1s, para justificar meu descontentamento com a fraca temporada de shows deste ano (em compara\u00e7\u00e3o com a fartura de anos anteriores), fiz uma listinha com os melhores shows que vi em minha vida, respondendo a um coment\u00e1rio de um leitor, meio como dizendo: \u201cN\u00e3o sou eu que sou chato, os shows deste ano \u00e9 que est\u00e3o muito fracos\u201d. A listinha foi feita em cima da hora, na correria, mas quem leva cultura pop a s\u00e9rio n\u00e3o deve (e n\u00e3o pode) fazer qualquer lista despretensiosamente. A consci\u00eancia pesa.<\/p>\n<p>E foi assim: acordei na madrugada do mesmo dia em que fiz a primeira lista decidido a fazer uma definitiva. E fiz. Era para ser um Top 10, virou um Top 20, depois um Top 25, em seguida um Top 30 e por fim um Top 50, ou melhor, dois Top 50: um nacional e um internacional. N\u00e3o foi uma tarefa f\u00e1cil. Por fim acabei incluindo mais dois Top 10 (isso n\u00e3o tem fim! &#8211; risos): um dos shows que eu criei muita expectativa, e me frustei; outro com os shows que eu queria ter visto, mas por algum motivo qualquer, perdi. A lista completa pode ser conferida\u00a0<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2007\/11\/13\/meus-50-shows-inesqueciveis\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>, mas nas pr\u00f3ximas quatro semanas vou resgatar na mem\u00f3ria pensamentos sobre cada Top Ten, e publicar um a cada sexta-feira. Pra come\u00e7ar, a lista internacional. E a pergunta: qual foi o melhor show internacional que voc\u00ea viu na vida?<\/p>\n<p><strong>Top 10 Internacional<br \/>\n01) R.E.M. no Rock in Rio, Rio de Janeiro (2001)<\/strong><br \/>\nN\u00e3o basta admirar um artista para que ele seja respons\u00e1vel pelo melhor show que voc\u00ea viu na vida. \u00c9 uma pequena conjun\u00e7\u00e3o de fatores que torna um show algo especial. Particularmente, admiro (muito) e j\u00e1 vi ao vivo gente como Brian Wilson, Patti Smith, Neil Young e Echo &amp; The Bunnymen, e apesar deles terem feito grandes shows, nenhum deles est\u00e1 neste Top Ten pessoal. \u00c9 um pre\u00e2mbulo necess\u00e1rio para evitar coment\u00e1rios \u00f3bvios tipo \u201cesse \u00e9 o seu show preferido porque voc\u00ea \u00e9 f\u00e3 da banda\u201d. Nem sempre as bandas que mais admiramos s\u00e3o aquelas que fazem os melhores shows de nossas vidas. \u00c0s vezes s\u00e3o os piores\u2026<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 o caso do R.E.M. no Rock In Rio 3. O show aconteceu no segundo dia do festival, num s\u00e1bado, e estava cercado de expectativas. Quando recebi no meio da tarde o set list que a banda iria apresentar mais \u00e0 noite, fiquei impressionado: era imposs\u00edvel que eles fizessem um show ruim com aquele repert\u00f3rio. O trio havia selecionado um repert\u00f3rio best of para seu show no Brasil, que viria a se tornar o maior p\u00fablico para o qual a banda j\u00e1 tinha se apresentado. Assim que o Foo Fighters encerrou sua apresenta\u00e7\u00e3o, tratei de arrumar um lugar na \u201cfila do gargarejo\u201d para presenciar o show. E foi\u2026 inesquec\u00edvel.<\/p>\n<p>Michael Stipe estava visivelmente emocionado. O som \u2013 que havia derrubado Beck e Foo Fighters \u2013 come\u00e7ou ruim, com o baixo \u00e0 frente dos outros instrumentos, mas em tr\u00eas m\u00fasicas j\u00e1 estava tudo ok. Da\u00ed vieram cl\u00e1ssico atr\u00e1s de cl\u00e1ssico: \u201cFall On Me\u201d, \u201cStand\u201d, \u201cSo Central Rain\u201d, \u201cDaysleeper\u201d, \u201cAt My Most Beautiful\u201d, \u201cThe One I Love\u201d, \u201cMan on The Moon\u201d, \u201cEverbody Hurts\u201d\u2026 At\u00e9 hoje em dia, quando ou\u00e7o o CD com o \u00e1udio do show, me arrepio quando Peter Buck dispara no bandolim o riff inconfund\u00edvel de \u201cLosing My Religion\u201d, e ouve-se a massa vibrando (imagine 150 mil pessoas atr\u00e1s de voc\u00ea gritando insanamente quando ouvem uma das m\u00fasicas mais lindas j\u00e1 escritas na m\u00fasica pop). No final, \u201cIt\u2019s The End\u201d embebida em microfonia e Michael Stipe repetindo \u201cand i fell fine\u201d sem querer sair do palco. Antol\u00f3gico, cl\u00e1ssico e inesquec\u00edvel.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/musica\/rem_rir.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Texto da \u00e9poca especial para a revista Rock Press<\/a><\/p>\n<p><strong>02) Page e Plant no Hollywood Rock, S\u00e3o Paulo (1995)<\/strong><br \/>\nEu ainda morava em Taubat\u00e9, e s\u00f3 consegui ir a esse show porque ganhei o convite em uma promo\u00e7\u00e3o do Estad\u00e3o. O lance era mais ou menos o seguinte: os sorteados se encontravam \u00e0s 16h na porta do jornal, e um \u00f4nibus fretado levaria a turma toda para o est\u00e1dio do Pacaembu. Claro que a maioria dos ganhadores chegou mais cedo, e a turma foi se conhecendo enquanto biritava num boteco ao lado. Na hora de ir pro est\u00e1dio todo mundo j\u00e1 se tratava como amigo de inf\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Jimmy Page e Robert Plant chegavam ao Brasil para divulgar o \u00e1lbum \u201cNo Quarter\u201d, baseado em can\u00e7\u00f5es do Led Zeppelin e algumas faixas novas. Ao vivo, o repert\u00f3rio do disco que trazia \u201cKashmir\u201d, \u201cThe Battle of Evermore\u201d, \u201cThat\u2019s The Way\u201d e \u201cThank You\u201d, entre outras, recebeu o acr\u00e9scimo de cl\u00e1ssicos como \u201cImigrant Song\u201d (que abriu a noite), \u201cHeartbreaker\u201d, \u201cThe Song Remains The Same\u201d, \u201cWhole Lotta Love\u201d (com Plant inserindo \u201cLight My Fire\u201d e \u201cBreak On Throught\u201d do Doors no meio), \u201cBlack Dog\u201d e, mama mia, \u201cRock\u2019n\u2019Roll\u201d.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de Robert Plant engasgando para cantar o trecho r\u00e1pido de \u201cGoing To California\u201d, o que permaneceu mais fresco na mem\u00f3ria foi o seguinte: ap\u00f3s uma vers\u00e3o densa de v\u00e1rios viol\u00f5es para \u201cGallows Pole\u201d, o palco fica completamente escuro. Permanece assim durante cerca de uns 50 segundos. De repente, as luzes do est\u00e1dio inteiro se apagam. E surge, cortando a escurid\u00e3o, o riff poderoso do blues \u201cSince I\u2019ve Been Loving You\u201d. Nada mais a declarar sobre esse show\u2026<\/p>\n<p><strong>03) Elvis Costello no Tom Brasil, S\u00e3o Paulo (2005)<\/strong><br \/>\nUm show de Elvis Costello no curr\u00edculo \u00e9 muito pouco para se falar dele ao vivo. Na verdade, para se falar de um show de Costello e banda \u00e9 preciso ver, ao menos, quatro apresenta\u00e7\u00f5es, sendo que em cada uma voc\u00ea fica concentrado em apenas um dos m\u00fasicos. Ao vivo, ele \u00e9 acompanhado pelo grupo The Imposters, uma vers\u00e3o atualizada dos Attractions, que como \u00fanica mudan\u00e7a traz o excelente baixista Davey Faragher no lugar de Bruce Thomas. O baterista Pete Thomas e o tecladista e mago do theremin Steve Nieve est\u00e3o com Costello desde o in\u00edcio dos tempos.<\/p>\n<p>A banda \u00e9 t\u00e3o coesa que fica dif\u00edcil n\u00e3o se prender a uma linha de baixo por meio minuto para logo em seguida descobrir que Nieve est\u00e1 fazendo alguma maluquice nos teclados ou que o pr\u00f3prio Costello est\u00e1 brincando de guitar hero. O instrumental \u00e9 t\u00e3o poderoso que d\u00e1 vontade de ver o mesmo show v\u00e1rias vezes, para ir colhendo detalhes que possam ter passado despercebidos em uma primeira audi\u00e7\u00e3o. Costello entregou ao p\u00fablico paulista seu suor, seu melhor repert\u00f3rio em uma execu\u00e7\u00e3o primorosa. M\u00fasica da noite: uma vers\u00e3o extensa e violentamente crua de \u201cI Want You\u201d, com cita\u00e7\u00f5es de U2 (\u201dEver Better The Real Thing\u201d) e Beatles (\u201dHappiness Is A Warm Gun\u201d).<\/p>\n<p><strong>04) Morrissey no Personal Fest, Buenos Aires (2004)<\/strong><br \/>\nAntes de abrir a boca, Morrissey reuniu o grupo na frente do p\u00fablico e se curvou em sinal de agradecimento. Suas quatro primeiras palavras: \u201cCry for me, Argentina\u201d. O local foi ao del\u00edrio. Vestido de reverendo, (uma roupa toda preta com um pequeno detalhe branco na gola), Morrissey arrasou com cinismo, cl\u00e1ssicos dos Smiths e extremo bom humor. O que dizer de um show cuja segunda m\u00fasica \u00e9 \u201cHow Soon Is Now?\u201d, a quinta \u00e9 \u201cBigmouth Strikes Again\u201d e a \u00faltima (ou d\u00e9cima sexta, como quiseres), \u201cThere Is A Light That Never Goes Out\u201d? Ah, teve \u201cEveryday Is Like a Sunday\u201d tamb\u00e9m\u2026<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/musicadois\/personaltim.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Texto completo no Scream &amp; Yell<\/a><\/p>\n<p><strong>05) Mercury Rev no Curitiba Rock Festival, Curitiba (2005)<\/strong><br \/>\nEntre o p\u00fablico, pouca gente acreditava que Jonathan Donahue e sua turma conseguissem superar a perfei\u00e7\u00e3o indie do Weezer na noite anterior do Curitiba Rock Festival, mas a banda foi al\u00e9m: fez uma apresenta\u00e7\u00e3o com momentos instrumentais impec\u00e1veis, imagens no tel\u00e3o (perfeitamente sincronizadas com as m\u00fasicas) com cita\u00e7\u00f5es que iam do fil\u00f3sofo prussiano Arthur Schopenhauer ao piloto norte-americano Michael Andretti; do cineasta Stanley Kubrick, passando por Vladimir Nabukov e Yuri Gagarin at\u00e9 chegar em E.T. e no Mestre Yoda. Inspirad\u00edssimo, o vocalista Jonathan Donahue regeua banda como se fosse um maestro em uma orquestra, cuja batuta fora trocada por uma garrafa de vinho branco. No fim das contas, uma frase no tel\u00e3o resumiu tudo: \u201cO mundo n\u00e3o \u00e9 feito de \u00e1tomos. \u00c9 feito de hist\u00f3rias\u201d. O Mercury Rev fez hist\u00f3ria em Curitiba.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/musicadois\/crf_tim.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Texto completo no Scream &amp; Yell<\/a><\/p>\n<p><strong>06) The Cure no Ibirapuera, S\u00e3o Paulo (1987)<\/strong><br \/>\nMeu \u00fanico show internacional na d\u00e9cada de 80, embora eu quisesse (e tivesse tentado) ver outros. A impress\u00e3o, hoje, \u00e9 que tudo foi maravilhoso, mesmo com o som estando prejudicado pela p\u00e9ssima ac\u00fastica do local (embora qualquer ac\u00fastica fosse melhor que a do TCC, local que abrigava todos os shows nacionais em Taubat\u00e9), muito devido ao fato de que era tudo novidade. Claro que n\u00e3o foi s\u00f3 isso. O Cure, quando aportou no Brasil em 87, era uma das maiores bandas do mundo. E Robert Smith estava de muito bom humor. Hoje \u00e9 imposs\u00edvel cantar \u201cIn Between Days\u201d sem soar nost\u00e1lgico, mas, aos 17 anos, ap\u00f3s perambular pela rua matando tempo para aguardar o metr\u00f4 abrir e voltar pra casa (horas depois), a \u00fanica coisa que eu conseguia pensar era em assoviar a can\u00e7\u00e3o infinitamente.<\/p>\n<p><strong>07) Lou Reed no Credicard Hall, S\u00e3o Paulo (2000)<\/strong><br \/>\nEle \u00e9 aquilo mesmo que voc\u00ea imagina: jaqueta de couro, uma fender jogada elegantemente a sua frente, e um repert\u00f3rio de cl\u00e1ssicos que n\u00e3o v\u00e3o ser tocados no show. E mesmo assim \u00e9 um show inesquec\u00edvel. Ele enfia goela abaixo do p\u00fablico uma por\u00e7\u00e3o de can\u00e7\u00f5es novas \u2013 boas, mas sem o brilho das can\u00e7\u00f5es do Velvet e de sua carreira solo no in\u00edcio dos anos 70 \u2013 e quando voc\u00ea j\u00e1 n\u00e3o est\u00e1 conseguindo mastigar mais, ele saca do bolso \u201cSweet Jane\u201d, \u201cDirty Boulevard\u201d e \u201cPerfect Day\u201d, e enfia no meio uma an\u00e7\u00e3o nova com cheiro de velha, a bela \u201cBaton Rouge\u201d, e te faz ir sorrindo pra casa.<\/p>\n<p><strong>08) Betty Gibbons no Tim Festival, Rio de Janeiro (2003)<\/strong><br \/>\nBeth Gibbons, s\u00f3 ela, \u00e9 um show. A cantora agarra o microfone de um jeito que fica dif\u00edcil imaginar algu\u00e9m arranc\u00e1-lo de suas m\u00e3os. Ela mastiga cada palavra, sente cada s\u00edlaba, arrepia quando se encolhe junto ao microfone, parecendo se esconder. E isso acontece praticamente o tempo todo. Ela esbanja carisma tanto quanto timidez. A rotina \u00e9 quase sempre a mesma. Ela desfia suas letras doloridas. Quando a letra abre espa\u00e7o para a melodia, a cantora se coloca de costas e toca um singelo pandeiro, acompanhando a bateria. A can\u00e7\u00e3o termina, o p\u00fablico aplaude. Algu\u00e9m grita \u201cPortishead\u201d, e ela, de costas, levanta um copo em sinal de brinde. No final, ap\u00f3s toda banda deixar o palco, ela ficou pedindo desculpas pelo seu portugu\u00eas, por sua voz. Parecia n\u00e3o ter no\u00e7\u00e3o que havia acabado de realizar um dos melhores shows que j\u00e1 passaram pelo Pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>09) Sonic Youth no Free Jazz, S\u00e3o Paulo (2000)<\/strong><br \/>\nEu n\u00e3o esperava nada desse show. Havia ganho o convite de uma amiga que tinha ficado em casa, e precisou voltar para Porto Alegre na \u00faltima hora. Sua recomenda\u00e7\u00e3o: \u201cse eu n\u00e3o voltar pra ver o show, v\u00e1 voc\u00ea\u201d. E eu tinha medo do Sonic Youth. Achava que seria um show de barulhos e microfonias. Ap\u00f3s tr\u00eas dias virando balada, e acordando cedo no quarto dia para uma extensa prova de admiss\u00e3o no saudoso Noticias Populares, cheguei ao J\u00f3quei Clube arrebentado de cansa\u00e7o. Na hora do show eu s\u00f3 pensava em dormir, mas cada m\u00fasica que surgia me arrastava para frente do palco. Foi um hino atr\u00e1s do outro. Um sonho em forma de show de rock. Mesmo. Eu sei que para quem viu o show do Claro Que \u00e9 Rock, anos depois, fica dif\u00edcil acreditar, mas \u00e9 s\u00e9rio. Foi um show assustador de t\u00e3o bom.<\/p>\n<p><strong>10) Pearl Jam no Est\u00e1dio do Pacaembu, S\u00e3o Paulo (2006)<\/strong><br \/>\nEu tamb\u00e9m n\u00e3o ia nesse show. Acabei convencido por uma amiga, na \u00faltima hora. Comprei o ingresso na m\u00e3o de cambista e adentrei ao Pacaembu. Primeira tapa na cara da desconfian\u00e7a: o carisma de Eddie Vedder \u00e9 algo impressionante. O repert\u00f3rio foi algo de hist\u00f3rico. Da arquibancada, as cenas mais impressionantes aconteceram logo no come\u00e7o do show, com o p\u00fablico da pista acompanhando em ondas o crescendo da melodia de \u201cGiven To Fly\u201d, e no final, com Eddie Vedder arremessando seu cora\u00e7\u00e3o para o p\u00fablico brasileiro ap\u00f3s exercitar um punhado de frases em portugu\u00eas. Emocionante.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dias atr\u00e1s, para justificar meu descontentamento com a fraca temporada de shows deste ano (em compara\u00e7\u00e3o com a fartura de anos anteriores), fiz uma listinha com os melhores shows que vi em minha vida, respondendo a um coment\u00e1rio de um leitor, meio como dizendo: \u201cN\u00e3o sou eu que sou chato, os shows deste ano \u00e9 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16076"}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16076"}],"version-history":[{"count":3,"href":"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16076\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16080,"href":"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16076\/revisions\/16080"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16076"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16076"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16076"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}