{"id":15910,"date":"2018-01-20T10:03:41","date_gmt":"2018-01-20T13:03:41","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/?p=15910"},"modified":"2018-01-20T10:03:41","modified_gmt":"2018-01-20T13:03:41","slug":"o-dia-em-que-conheci-a-duvel","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/2018\/01\/20\/o-dia-em-que-conheci-a-duvel\/","title":{"rendered":"O dia em que conheci a Duvel"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-15911 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/duvel.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"450\" srcset=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/duvel.jpg 450w, http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/duvel-150x150.jpg 150w, http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/duvel-300x300.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/p>\n<p>10 anos atr\u00e1s eu estava indo <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/category\/turismo\/europa-2008\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">pela primeira vez ao Velho Mundo<\/a>. Minha primeira parada foi na B\u00e9lgica, numa quarta-feira ensolarada de ver\u00e3o (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2008\/07\/02\/em-leuven\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">02 de julho de 2008<\/a>). No dia seguinte eu veria <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2008\/07\/03\/werchter-day-1\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Vampire Weekend, National e R.E.M.<\/a>; na sexta seria a vez de <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2008\/07\/04\/werchter-day-2\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Slayer, The Verve e Neil Young<\/a>; no s\u00e1bado, <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2008\/07\/05\/werchter-day-3\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Gossip, Sigur R\u00f3s e Radiohead<\/a>. E no domingo, bem, no domingo <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2008\/07\/06\/werchter-day-4\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">eu conheci a Duvel<\/a>. Eu tava num pub assistindo F1<span class=\"text_exposed_show\">\u00a0e, nesse dia, Rubinho e Massa dividiram o podium. Inebriado pelos primeiros dias do Rock Werchter, da viagem (um mochil\u00e3o de 40 dias apenas come\u00e7ando), da minha primeira vez na Europa, entornei 7 garrafas da Duvel original (N\u00c3O REPITA ISSO EM CASA! NUNCA!) e fui ver Nick Cave e seu Grinderman. A ressaca veio como uma avalanche no meio do show, e ap\u00f3s orienta\u00e7\u00f5es de uma amiga belga que conhecia o Brasil (Beba menos: isso n\u00e3o \u00e9 Brahma!!! S\u00c3O 9.5% DE \u00c1LCOOL), eu estava definitivamente convertido ao mundo das boas cervejas. Depois disso, comecei a escrever e estudar cerveja, fiz um curso de sommelier e a Duvel, influenciada pelos bons ventos de l\u00fapulos do Novo Mundo, come\u00e7ou a experimentar. Nascia a Duvel Tripel Hop, uma das minhas cervejas favoritas da vida. Eles testaram v\u00e1rios l\u00fapulos nesta d\u00e9cada em edi\u00e7\u00f5es anuais, e agora chegam ao definitivo. E n\u00e3o poderia ser melhor: Duvel Tripel Hop Citra. T\u00e3o boa que me rendeu um momento Marcel Proust: assim que bebi fui transportado para aquele pub, em frente a esta\u00e7\u00e3o de trens de Leuven, na B\u00e9lgica, onde bebi a minha primeira Duvel. A primeira de sete. Hoje \u00e9 s\u00f3 essa. E eu durmo feliz\u00a0<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>10 anos atr\u00e1s eu estava indo pela primeira vez ao Velho Mundo. Minha primeira parada foi na B\u00e9lgica, numa quarta-feira ensolarada de ver\u00e3o (02 de julho de 2008). 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